Foram encontradas 60 questões.
Em uma família de 6 pessoas, um bolo foi dividido no jantar. Cada pessoa ficou com 2 pedaços do bolo. Na manhã seguinte, a
avó percebeu que tinham roubado um dos seus dois pedaços de bolo. Indignada, fez uma reunião de família para descobrir
quem tinha roubado o seu pedaço de bolo e perguntou para as outras 5 pessoas da família: “Quem pegou meu pedaço de
bolo?"
As respostas foram:
Guilherme: “Não foi eu"
Telma: “O Alexandre que pegou o bolo".
Alexandre: “A Caroline que pegou o bolo".
Henrique: “A Telma mentiu"
Caroline: “O Guilherme disse a verdade".
A avó, sabendo que uma pessoa estava mentindo e que as outras estavam falando a verdade, pôde concluir que quem tinha pegado seu pedaço de bolo foi
As respostas foram:
Guilherme: “Não foi eu"
Telma: “O Alexandre que pegou o bolo".
Alexandre: “A Caroline que pegou o bolo".
Henrique: “A Telma mentiu"
Caroline: “O Guilherme disse a verdade".
A avó, sabendo que uma pessoa estava mentindo e que as outras estavam falando a verdade, pôde concluir que quem tinha pegado seu pedaço de bolo foi
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- Lógica ProposicionalEquivalências Lógicas
- Lógica ProposicionalNegação de Proposições CompostasLeis de De Morgan
Um casal está no supermercado fazendo compras do mês e o marido diz para a esposa: “Vamos comprar macarrão ou arroz
integral”. A esposa negando a afirmação diz:
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Observe a sequência (7; 5; 10; 8; 16; 14; 28; 26; 52; . . .). Considerando que a sequência continue com a mesma lei de
formação, a diferença entre o 16º
e o 13º
termos dessa sequência, nessa ordem, é igual a
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Considere as afirmações:
I. Se a música toca no rádio, então você escuta.
II. A música não tocou no rádio.
III. Renato é bom em matemática ou é bom em português.
IV. Se as nuvens estão escuras, então vai chover.
Sabe-se que as afirmações I e II são verdadeiras, e as afirmações III e IV são falsas.A partir dessas afirmações, é correto concluir que
I. Se a música toca no rádio, então você escuta.
II. A música não tocou no rádio.
III. Renato é bom em matemática ou é bom em português.
IV. Se as nuvens estão escuras, então vai chover.
Sabe-se que as afirmações I e II são verdadeiras, e as afirmações III e IV são falsas.A partir dessas afirmações, é correto concluir que
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É EXCEÇÃO legal ao conceito de renúncia de receita
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A iniciativa para a elaboração do Plano Plurianual − PPA,
da Lei de Diretrizes Orçamentárias − LDO e da Lei Orçamentária
Anual − LOA é
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As receitas imobiliárias, amortização de empréstimos concedidos
e operações de crédito são classificadas, respectivamente,
como receitas
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Num determinado período, o Governo do Estado do Ceará
verificou que a receita realizada poderia não comportar o
cumprimento das metas de resultado nominal e primário
estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais. Em razão
desse fato, houve a necessidade de promover limitação de
empenho e de movimentação financeira. Além daquelas
relacionadas a obrigações constitucionais, a Lei de Diretrizes
Orçamentárias do Estado não especificou despesas
que não poderiam se sujeitar a essas restrições. Nos termos
da Lei de Responsabilidade Fiscal, o ato de limitação
NÃO alcança as despesas
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Insânia* Não há limites para a insânia, costumava dizer um amigo meu, grande jornalista e pessoa melhor ainda, desolado ante o espetáculo da humanidade sobre a Terra. Planejava começar assim um artigo que não chegou a escrever. Uma pena. Eu próprio teria fornecido ao meu amigo umas ilustrações de insânia sem limites, e sem que precisasse recorrer à experiência alheia: rir de si mesmo é uma virtude, e humildemente reconheço que motivos não me faltam.
*Insânia = loucura, demência, desatino (WERNECK, Humberto, Esse inferno vai acabar. Porto Alegre: Arquipélago, 2011, p. 107)
No segmento do texto
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Preconceitos
Preconceitos são juízos firmados por antecipação; são
rótulos prontos e aceitos para serem colados no que mal conhecemos.
São valores que se adiantam e qualificam pessoas, gestos,
ideias antes de bem distinguir o que sejam. São, nessa
medida, profundamente injustos, podendo acarretar consequências
dolorosas para suas vítimas. São pré-juízos. Ainda assim,
é forçoso reconhecer: dificilmente vivemos sem alimentar e
externar algum preconceito.
São em geral formulados com um alcance genérico: “o
povo tal não presta”, “quem nasce ali é assim”, “música clássica
é sempre chata”, “cuidado com quem lê muito” etc. Dispensamnos
de pensar, de reconhecer particularidades, de identificar a
personalidade própria de cada um. “Detesto filmes franceses”,
me disse um amigo. “Todos eles?” − perguntei, provocador.
“Quem viu um já viu todos”, arrematou ele, coroando sua forma
preconceituosa de julgar.
Não confundir preconceito com gosto pessoal. É verdade
que nosso gosto é sempre seletivo, mas ele escolhe por um critério
mais íntimo, difícil de explicar. “Gosto porque gosto”, dizemos
às vezes. Mas o preconceito tem raízes sociais mais fundas:
ele se dissemina pelas pessoas, se estabelece sem
apelação, e quando damos por nós estamos repetindo algo que
sequer investigamos. Uma das funções da justiça institucionalizada
é evitar os preconceitos, e o faz julgando com critério e
objetividade, por meio de leis. Adotar uma posição racista, por
exemplo, não é mais apenas preconceito: é crime. Isso significa
que passamos, felizmente, a considerar a gravidade extrema
das práticas preconceituosas.
(Bolívar Lacombe, inédito)
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Cadernos
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