Magna Concursos

Foram encontradas 706 questões.

Sobre o RAID 1 + 0, é correto afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Sobre o RAID 6, é correto afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Sobre o RAID 5, é correto afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2446370 Ano: 2012
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: AOCP
Orgão: TCE-PA
A função da NBR ISO/IEC 15408 é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2446369 Ano: 2012
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: AOCP
Orgão: TCE-PA
A função da NBR ISO/IEC 27001:2006 é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
How to Download YouTube Videos
If you want to download YouTube videos without having to pay a fee, install a toolbar, or run a dubious browser plugin, check out our handy guide to using YouTube Downloader HD.
If you're like most PCWorld readers, you probably have a few classic YouTube videos you love to share with friends, family, and coworkers. That's all fine and good when you're connected to the Internet, but what if you want to save a few of your favorite videos to a USB stick or burn some memorable clips to disc as a gift? If you want to download YouTube videos without having to pay a fee, install a toolbar, or run a dubious browser plug-in, we suggest you use YouTube Downloader HD. A free downloadable program, YouTube Downloader HD keeps things simple: You provide the URL of the video, select the video quality and format, and click the Download button. YouTube Downloader HD has a limited selection of output formats and can’t download from video sites other than YouTube, but it still shines with its adware-free installation, ability to download multiple videos simultaneously, and automatic conversion feature.
By Justin Phelps, PCWorld
O texto se inicia com a sentença: “If you’re like most PCWorld readers, you probably have a few classic YouTube videos you love…” que é uma sentença condicional de construções fixas. Assinale a sentença condicional cujos pares de tempos verbais estejam INCORRETOS.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2443283 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: TCE-PA
Novo fôlego
Bernardo Esteves
1.° A disseminação das redes sociais e dos tablets tem ajudado a dar popularidade na internet a um gênero jornalístico que se consagrou no meio impresso: a grande reportagem. Estimulados pelo sucesso do formato, dois jornalistas britânicos resolveram lançar uma revista dedicada a textos de fôlego sobre grandes questões de ciência e tecnologia.
2.° A nova onda de popularidade das grandes reportagens se explica em parte pela facilidade de leitura nos dispositivos móveis. Textos longos que não se deixam ler com facilidade no computador agora podem ser salvos para serem lidos depois, com a ajuda de aplicativos como o Read it Later. Assim, podem ser apreciados nas circunstâncias de preferência do leitor – na cama, em sua poltrona favorita, numa viagem de avião.
3.° O jornalista Lewis Dvorkin atribui o interesse crescente pelos textos de fôlego ao declínio dos grandes portais, que aconteceu em paralelo à ascensão das redes sociais. “Agora, as notícias digitais estão nas mãos de cada um, e não de uma elite restrita”, escreveu ele no site na Forbes. “O desenvolvimento de novas plataformas digitais e a fragmentação da audiência formam uma combinação que está mudando dramaticamente a natureza do conteúdo que está sendo distribuído através da web social.”
4.° ‘Recomendação’ é a palavra-chave da popularidade das grandes reportagens na internet. Têm feito sucesso na rede agregadores que reúnem textos de fôlego de várias publicações recomendados pelos leitores. [...]
5.° No exterior, grandes reportagens de ciência e tecnologia são publicadas rotineiramente em revistas como a New Yorker, a Wired ou a Slate. Mas não havia ainda uma publicação destinada exclusivamente a textos de fôlego sobre o tema.
6.° A lacuna será preenchida pela revista Matter (‘Matéria’, em tradução imperfeita), cujo lançamento foi anunciado no fim de fevereiro. Seus fundadores são os jornalistas Jim Giles, com passagem pelas revistas Nature, The Atlantic, The Economist e New Scientist, e Bobbie Johnson, ex-repórter do Guardian e colaborador de várias outras publicações.
7.° Com a promessa de mobilizar “repórteres investigativos extraordinários” para fazer “o melhor jornalismo sobre o futuro”, Giles e Johnson não foram nada modestos ao apresentar os objetivos da revista: “Matter vai se concentrar em fazer excepcionalmente bem uma única coisa. A cada semana, publicaremos uma reportagem de fôlego sobre grandes temas de ciência e tecnologia. Nada de resenhas baratas, artigos de opinião sarcásticos ou listas dos dez mais. Apenas uma matéria imperdível.”
8.° Matter será uma revista eletrônica com versões para web e dispositivos móveis Apple e Android. O conteúdo será pago – provavelmente 99 centavos de dólar por matéria, segundo a previsão dos editores (“fazer bom jornalismo não é barato”, justificaram-se).
9.° Eles aproveitaram para passar o chapéu junto aos leitores. E o resultado do crowdfunding foi surpreendente: em uma semana, conseguiram cerca de 85 mil dólares de quase 1.200 doadores, que investiram cotas que iam de 10 a 3 mil dólares. Os leitores que contribuíram com pelo menos 25 dólares poderão ajudar a pautar a publicação; quem deu mil dólares será considerado editor convidado e poderá participar da formatação de matérias desde o esboço da pauta.
10.° Se os editores honrarem suas promessas, Matter será uma experiência única no jornalismo de ciência. Boa sorte a eles na empreitada.
Revista Piauí, edição 65.
Assinale a expressão (em destaque no texto) que NÃO foi empregada para retomar algo já mencionado. Para responder, você tem de reler o texto.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Pobres bancos
Vladimir Safatle
1.° Quando o governo resolveu, enfim, denunciar a “lógica perversa” que guia o sistema financeiro brasileiro, era de esperar que os consultores e economistas regiamente recompensados pelos bancos aparecessem para contemporizar. Como em uma peça de teatro na qual as máscaras acabam por cair, foi isto o que ocorreu.
2.° Há algo de cômico em ver adeptos do livre mercado e da concorrência procurando argumentos para defender uma banca de oligopólio especializada em espoliar os brasileiros com “spreads” capazes de deixar qualquer banco mundial corado de vergonha.
3.° Se os bancos brasileiros estão entre os que mais lucram no Universo, é porque nunca precisaram, de fato, viver em um sistema no qual o poder estatal impediria a extorsão institucionalizada à qual ainda estamos submetidos.
4.° No mundo inteiro, o sistema bancário faz jus à frase do dramaturgo Bertolt Brecht: “O que é roubar um banco se você imaginar o que significa fundar um banco?”
5.° Nos últimos anos, vimos associações bancárias com comportamentos dignos da máfia, pois são especializadas em maquiar dados e balanços, criar fraudes, ajudar a evasão fiscal, operar em alto risco e passar a conta para a frente, além de corromper entes públicos.
6.° Mas a maior astúcia do vício é travestir-se de virtude. Assim, o sistema financeiro criou a palavra “austeridade” a fim de designar o processo de assalto dos recursos públicos para pagamento de rombos bancários e “stock-options” de executivos criminosos, com a consequente descapitalização dos países mais frágeis.
7.° Se não tivemos algo da mesma intensidade no Brasil, vemos agora um processo semelhante do ponto de vista retórico. Assim, os “spreads” bancários seriam o resultado indigesto do risco alto de inadimplência, já que a população brasileira teria o hábito pouco salutar de não pagar suas dívidas e se deixar endividar além da conta.
8.° Neste sentido, os lucros bancários seriam (vejam só vocês) o remédio amargo, porém necessário, até que a população brasileira aprenda a viver com o que tem e assuma gastos de maneira responsável. O mais impressionante é encontrar pessoas que se acham capazes de nos fazer acreditar nessa piada de mau gosto.
9.° A verdade é que quanto menos poder e margem de manobra o sistema financeiro tiver, melhor é a sociedade. Há sempre aqueles “consultores” que dirão: “É fácil falar mal dos bancos”, apresentando o espantalho do populismo. A estas pessoas devemos dizer: “Sim, é fácil. Ainda mais quando não se está na folha de pagamento de um”. Já sobre o “risco” do populismo, pobres são aqueles para os quais a defesa dos interesses econômicos da população sempre é sinal de irracionalidade.
Folha de S.Paulo, 08 de maio de 2012.
‘O autor utiliza a expressão “lógica perversa” para
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2441400 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: TCE-PA
Novo fôlego
Bernardo Esteves
1.° A disseminação das redes sociais e dos tablets tem ajudado a dar popularidade na internet a um gênero jornalístico que se consagrou no meio impresso: a grande reportagem. Estimulados pelo sucesso do formato, dois jornalistas britânicos resolveram lançar uma revista dedicada a textos de fôlego sobre grandes questões de ciência e tecnologia.
2.° A nova onda de popularidade das grandes reportagens se explica em parte pela facilidade de leitura nos dispositivos móveis. Textos longos que não se deixam ler com facilidade no computador agora podem ser salvos para serem lidos depois, com a ajuda de aplicativos como o Read it Later. Assim, podem ser apreciados nas circunstâncias de preferência do leitor – na cama, em sua poltrona favorita, numa viagem de avião.
3.° O jornalista Lewis Dvorkin atribui o interesse crescente pelos textos de fôlego ao declínio dos grandes portais, que aconteceu em paralelo à ascensão das redes sociais. “Agora, as notícias digitais estão nas mãos de cada um, e não de uma elite restrita”, escreveu ele no site na Forbes. “O desenvolvimento de novas plataformas digitais e a fragmentação da audiência formam uma combinação que está mudando dramaticamente a natureza do conteúdo que está sendo distribuído através da web social.”
4.° ‘Recomendação’ é a palavra-chave da popularidade das grandes reportagens na internet. Têm feito sucesso na rede agregadores que reúnem textos de fôlego de várias publicações recomendados pelos leitores. [...]
5.° No exterior, grandes reportagens de ciência e tecnologia são publicadas rotineiramente em revistas como a New Yorker, a Wired ou a Slate. Mas não havia ainda uma publicação destinada exclusivamente a textos de fôlego sobre o tema.
6.° A lacuna será preenchida pela revista Matter (‘Matéria’, em tradução imperfeita), cujo lançamento foi anunciado no fim de fevereiro. Seus fundadores são os jornalistas Jim Giles, com passagem pelas revistas Nature, The Atlantic, The Economist e New Scientist, e Bobbie Johnson, ex-repórter do Guardian e colaborador de várias outras publicações.
7.° Com a promessa de mobilizar “repórteres investigativos extraordinários” para fazer “o melhor jornalismo sobre o futuro”, Giles e Johnson não foram nada modestos ao apresentar os objetivos da revista: “Matter vai se concentrar em fazer excepcionalmente bem uma única coisa. A cada semana, publicaremos uma reportagem de fôlego sobre grandes temas de ciência e tecnologia. Nada de resenhas baratas, artigos de opinião sarcásticos ou listas dos dez mais. Apenas uma matéria imperdível.”
8.° Matter será uma revista eletrônica com versões para web e dispositivos móveis Apple e Android. O conteúdo será pago – provavelmente 99 centavos de dólar por matéria, segundo a previsão dos editores (“fazer bom jornalismo não é barato”, justificaram-se).
9.° Eles aproveitaram para passar o chapéu junto aos leitores. E o resultado do crowdfunding foi surpreendente: em uma semana, conseguiram cerca de 85 mil dólares de quase 1.200 doadores, que investiram cotas que iam de 10 a 3 mil dólares. Os leitores que contribuíram com pelo menos 25 dólares poderão ajudar a pautar a publicação; quem deu mil dólares será considerado editor convidado e poderá participar da formatação de matérias desde o esboço da pauta.
10.° Se os editores honrarem suas promessas, Matter será uma experiência única no jornalismo de ciência. Boa sorte a eles na empreitada.
Revista Piauí, edição 65.
“Se os editores honrarem suas promessas, Matter será uma experiência única no jornalismo de ciência.”
Se a conjunção SE for substituída pela conjunção CASO, as formas verbais deverão ser, respectivamente,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Chaplin e Camões na chuva
Eduardo Escorel
1.° Meia hora de chuva moderada foi suficiente para alagar a rua Luís de Camões, no centro do Rio. Para ir a pé até lá, saindo da Rua da Assembleia, foi preciso atravessar a Avenida Rio Branco, seguir pela rua da Carioca, dobrar na Ramalho Ortigão, contornar a igreja São Francisco de Paula, passar em frente ao Real Gabinete Português de Leitura, cruzar a avenida Passos e chegar ao nº 68, sede do Centro Municipal de Arte Helio Oiticica, instalado em um edifício neoclássico, onde foi aberta em 6 de março a exposição Chaplin e sua imagem.
2.° No caminho, além do aguaceiro, pessoas vindo em sentido contrário, ou seguindo na mesma direção, mas andando devagar – muitas com dificuldade de seguir em linha reta, tornaram o percurso ainda mais difícil. Isso sem falar das barracas dos ambulantes ocupando a maior parte das calçadas, e dos vendedores apregoando guarda-chuvas chineses por dez reais.
3.° Não ficar encharcado de todo, nem molhar demais os pés, requereu paciência – uma parada de meia-hora na entrada de uma farmácia no Largo de São Francisco – e perícia, buscando proteção debaixo de um pequeno guarda-chuva em decomposição. E na chegada, antes de poder subir os degraus de entrada do Centro Municipal de Arte Helio Oiticica, foi necessário atravessar a estreita e alagada Luís de Camões na ponta dos pés.
4.° Logo na entrada, a falta de sinalização levou a perguntar por onde seguir a uma guarda desabada numa cadeira. Em tom incompreensível à primeira escuta, ela indicou com má vontade, e certo ar de desprezo pela desorientação do visitante, a porta em frente como a de acesso à exposição e fez a caridade de informar que ocupa salas do primeiro e segundo andar.
5.° Uma primeira suposição provou ser infundada – não há interdição para entrar com guarda-chuva e pasta molhados, circunstância inédita em locais do gênero mundo afora. Outra, ainda menos auspiciosa, também caiu por terra. Ao contrário do que imaginara durante a travessia aquática do centro da cidade, havia algumas pessoas vendo a exposição, por volta de meio-dia, nas amplas salas, na pequena rua fora de mão, numa sextafeira chuvosa.
6.° Não eram muitas, mas pareciam interessadas, dando impressão de estarem vendo pela primeira vez painéis fotográficos e trechos de filmes de Chaplin projetados em monitores.
7.° A modesta exposição não passa disso – uma série de painéis e alguns trechos de filmes exibidos em monitores –, sendo surpreendente que instituições tão respeitáveis, como a Cinemateca de Bologna, por exemplo, difundam pelo mundo mostra tão pobre, muito aquém, por exemplo, do que é possível ver nas duas horas e meia do documentário O Chaplin que Ninguém Viu (Unknown Chaplin), de 1983, realizado por Kevin Brownlow e David Gill para ser exibido na televisão, e disponível em DVD desde 2005. Como introdução a Chaplin, mais valeria promover em praça pública sessões gratuitas desse documentário.
8.° O Chaplin que Ninguém Viu inclui imagens da coleção particular de Chaplin e demonstra seu perfeccionismo através das filmagens dos exaustivos ensaios para chegar à gag perfeita, e das várias tomadas feitas de uma mesma cena até obter a encenação mais eficaz. Nessa época, o custo de produção e do filme virgem ainda não haviam tornado proibitivo descobrir filmando o que se queria fazer.
9.° Percorrida a exposição, com decepção crescente a cada sala, eis que uma risada distante se fez ouvir, parecendo vir do primeiro andar. Voltando sobre os próprios passos, descendo a sinuosa escadaria monumental com corrimão de madeira envernizada, numa das primeiras salas, lá estava a origem do riso: um rapaz de fones nos ouvidos, postado diante de um monitor, divertindo-se à grande.
10.° O motivo da alegria era a sequência da luta de boxe de Luzes da cidade (1931). Disponível no Youtube, é possível comprovar a perenidade do humor chapliniano, sem correr o risco de se molhar.
11.° A exposição Chaplin e sua imagem estará aberta, até 29 de abril, no Centro Municipal de Arte Helio Oiticica. Para quem não tiver acesso ao Youtube ou não puder ver O Chaplin que Ninguém Viu, pode valer a pena. As risadas do rapaz comprovam que ressalvas feitas à exposição talvez não façam sentido.
12.° Evitem apenas dias de chuva para não ficarem com os pés encharcados.
Revista Piauí, edição 66.
“Não ficar encharcado de todo, nem molhar demais os pés, requereu paciência...”
A forma verbal requerer, se conjugada no pretérito mais que perfeito, apresentará a seguinte forma:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas