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2538878 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-PA
Com referência às disposições contidas na Lei Estadual n.º 5.810/1994, julgue o item que se segue.
Denomina-se categoria funcional o conjunto dos cargos que possuem a mesma natureza de trabalho.
 

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2538877 Ano: 2016
Disciplina: Redação Oficial
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-PA

Mem. 123/2016-DCF

Em 22 de março de 2016.

Ao Sr. Diretor de Infraestrutura

Assunto: instalação de pontos de rede

1 Solicito a Vossa Senhoria verificar a viabilidade de instalar quatro pontos de rede na sala desta Diretoria.
2 A instalação desses pontos é necessária para dar prosseguimento às atividades desenvolvidas neste setor.
3 Certo de contar com as providências e com a atenção especial de Vossa Senhoria, antecipo meus agradecimentos e renovo protesto de elevada consideração.

Atenciosamente,

[nome do signatário]
[cargo do signatário]

Tendo como referência o documento hipotético apresentado, julgue o próximo item com base no disposto no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR).

Para garantir a adequação do documento ao que dispõe o MRPR, deveria ser suprimida a numeração dos parágrafos do texto.

 

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2538876 Ano: 2016
Disciplina: Redação Oficial
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-PA

Mem. 123/2016-DCF

Em 22 de março de 2016.

Ao Sr. Diretor de Infraestrutura

Assunto: instalação de pontos de rede

1 Solicito a Vossa Senhoria verificar a viabilidade de instalar quatro pontos de rede na sala desta Diretoria.
2 A instalação desses pontos é necessária para dar prosseguimento às atividades desenvolvidas neste setor.
3 Certo de contar com as providências e com a atenção especial de Vossa Senhoria, antecipo meus agradecimentos e renovo protesto de elevada consideração.

Atenciosamente,

[nome do signatário]
[cargo do signatário]

Tendo como referência o documento hipotético apresentado, julgue o próximo item com base no disposto no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR).

Conclui-se, devido ao emprego de Atenciosamente, que o destinatário do documento ocupa cargo hierarquicamente superior ao do signatário.

 

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2538875 Ano: 2016
Disciplina: Redação Oficial
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-PA

Mem. 123/2016-DCF

Em 22 de março de 2016.

Ao Sr. Diretor de Infraestrutura

Assunto: instalação de pontos de rede

1 Solicito a Vossa Senhoria verificar a viabilidade de instalar quatro pontos de rede na sala desta Diretoria.
2 A instalação desses pontos é necessária para dar prosseguimento às atividades desenvolvidas neste setor.
3 Certo de contar com as providências e com a atenção especial de Vossa Senhoria, antecipo meus agradecimentos e renovo protesto de elevada consideração.

Atenciosamente,

[nome do signatário]
[cargo do signatário]

Tendo como referência o documento hipotético apresentado, julgue o próximo item com base no disposto no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR).

Para garantir a adequação da linguagem no que se refere a aspectos como a impessoalidade, devem-se evitar as expressões utilizadas no terceiro parágrafo do texto.

 

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2538873 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-PA
Texto CB8A1BBB
Passados os atropelos da chegada de D. João ao Brasil, era hora de colocar mãos à obra. Os planos eram grandiosos e havia tudo por fazer. A colônia precisava de estradas, escolas, tribunais, fábricas, bancos, moeda, comércio, imprensa, biblioteca, hospitais, comunicações eficientes. Em especial, necessitava de um governo que se responsabilizasse por tudo isso. D. João não perdeu tempo. No dia 10 de março de 1808, quarenta e oito horas depois de desembarcar no Rio de Janeiro, organizou seu novo gabinete.
Caberia a esse gabinete criar um país a partir do nada. Havia duas frentes de ação. A primeira, interna, incluiu as inúmeras decisões administrativas que D. João tomou, logo ao chegar, para melhorar a comunicação entre as províncias, estimular o povoamento e o aproveitamento das riquezas da colônia. A outra frente era externa. Visava ampliar as fronteiras do Brasil, em uma tentativa de aumentar a influência portuguesa na América. Era também uma forma de punir os adversários europeus de Portugal, ocupando seus territórios e ameaçando seus interesses americanos. Nesse caso, os avanços foram precários e sem consequências duradouras.
No final de 1808, uma tropa de quinhentos soldados brasileiros e portugueses, escoltada por uma pequena força naval, invadiu a Guiana Francesa e sitiou a capital, Caiena, cujo governador se rendeu sem resistência no dia 12 de janeiro. Era uma retaliação à invasão de Portugal pelas tropas de Napoleão. Uma segunda ofensiva seria a anexação da chamada Banda Oriental do Rio da Prata, atual território do Uruguai, em represália à aliança da Espanha com a França napoleônica. Foram ambas conquistas efêmeras. A Guiana se livrou das tropas de D. João oito anos mais tarde. O Uruguai conseguiria sua independência em 1828.
Com os planos de expansão territorial fracassados, restou a D. João se concentrar na primeira — e mais ambiciosa — de suas tarefas: mudar o Brasil para reconstruir nos trópicos o sonhado império americano de Portugal.
Laurentino Gomes. 1808. São Paulo: Ed. Planeta do Brasil, 2007 (com adaptações).
Com relação a aspectos linguísticos do texto CB8A1BBB, julgue o item subsequente.
Sem prejuízo para a correção gramatical e o sentido do texto, o trecho “Foram ambas conquistas efêmeras” poderia ser assim reescrito: Ambas conquistas foram fortuitas.
 

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2538872 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-PA
Texto CB8A1BBB
Passados os atropelos da chegada de D. João ao Brasil, era hora de colocar mãos à obra. Os planos eram grandiosos e havia tudo por fazer. A colônia precisava de estradas, escolas, tribunais, fábricas, bancos, moeda, comércio, imprensa, biblioteca, hospitais, comunicações eficientes. Em especial, necessitava de um governo que se responsabilizasse por tudo isso. D. João não perdeu tempo. No dia 10 de março de 1808, quarenta e oito horas depois de desembarcar no Rio de Janeiro, organizou seu novo gabinete.
Caberia a esse gabinete criar um país a partir do nada. Havia duas frentes de ação. A primeira, interna, incluiu as inúmeras decisões administrativas que D. João tomou, logo ao chegar, para melhorar a comunicação entre as províncias, estimular o povoamento e o aproveitamento das riquezas da colônia. A outra frente era externa. Visava ampliar as fronteiras do Brasil, em uma tentativa de aumentar a influência portuguesa na América. Era também uma forma de punir os adversários europeus de Portugal, ocupando seus territórios e ameaçando seus interesses americanos. Nesse caso, os avanços foram precários e sem consequências duradouras.
No final de 1808, uma tropa de quinhentos soldados brasileiros e portugueses, escoltada por uma pequena força naval, invadiu a Guiana Francesa e sitiou a capital, Caiena, cujo governador se rendeu sem resistência no dia 12 de janeiro. Era uma retaliação à invasão de Portugal pelas tropas de Napoleão. Uma segunda ofensiva seria a anexação da chamada Banda Oriental do Rio da Prata, atual território do Uruguai, em represália à aliança da Espanha com a França napoleônica. Foram ambas conquistas efêmeras. A Guiana se livrou das tropas de D. João oito anos mais tarde. O Uruguai conseguiria sua independência em 1828.
Com os planos de expansão territorial fracassados, restou a D. João se concentrar na primeira — e mais ambiciosa — de suas tarefas: mudar o Brasil para reconstruir nos trópicos o sonhado império americano de Portugal.
Laurentino Gomes. 1808. São Paulo: Ed. Planeta do Brasil, 2007 (com adaptações).
Com relação a aspectos linguísticos do texto CB8A1BBB, julgue o item subsequente.
Seriam mantidas a correção gramatical e as informações veiculadas no texto caso o ponto final empregado logo após “tempo” fosse substituído por dois-pontos, da seguinte forma: D. João não perdeu tempo: no dia 10 de março (...).
 

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2538871 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-PA
Texto CB8A1BBB
Passados os atropelos da chegada de D. João ao Brasil, era hora de colocar mãos à obra. Os planos eram grandiosos e havia tudo por fazer. A colônia precisava de estradas, escolas, tribunais, fábricas, bancos, moeda, comércio, imprensa, biblioteca, hospitais, comunicações eficientes. Em especial, necessitava de um governo que se responsabilizasse por tudo isso. D. João não perdeu tempo. No dia 10 de março de 1808, quarenta e oito horas depois de desembarcar no Rio de Janeiro, organizou seu novo gabinete.
Caberia a esse gabinete criar um país a partir do nada. Havia duas frentes de ação. A primeira, interna, incluiu as inúmeras decisões administrativas que D. João tomou, logo ao chegar, para melhorar a comunicação entre as províncias, estimular o povoamento e o aproveitamento das riquezas da colônia. A outra frente era externa. Visava ampliar as fronteiras do Brasil, em uma tentativa de aumentar a influência portuguesa na América. Era também uma forma de punir os adversários europeus de Portugal, ocupando seus territórios e ameaçando seus interesses americanos. Nesse caso, os avanços foram precários e sem consequências duradouras.
No final de 1808, uma tropa de quinhentos soldados brasileiros e portugueses, escoltada por uma pequena força naval, invadiu a Guiana Francesa e sitiou a capital, Caiena, cujo governador se rendeu sem resistência no dia 12 de janeiro. Era uma retaliação à invasão de Portugal pelas tropas de Napoleão. Uma segunda ofensiva seria a anexação da chamada Banda Oriental do Rio da Prata, atual território do Uruguai, em represália à aliança da Espanha com a França napoleônica. Foram ambas conquistas efêmeras. A Guiana se livrou das tropas de D. João oito anos mais tarde. O Uruguai conseguiria sua independência em 1828.
Com os planos de expansão territorial fracassados, restou a D. João se concentrar na primeira — e mais ambiciosa — de suas tarefas: mudar o Brasil para reconstruir nos trópicos o sonhado império americano de Portugal.
Laurentino Gomes. 1808. São Paulo: Ed. Planeta do Brasil, 2007 (com adaptações).
Com relação a aspectos linguísticos do texto CB8A1BBB, julgue o item subsequente.
Preservando-se a correção gramatical e o sentido original do texto, seu primeiro período poderia ser reescrito da seguinte forma: Depois de ter ultrapassado as primeiras urgências da vinda de D. João à colônia, chegou o momento de começar a trabalhar.
 

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2538870 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-PA
Texto CB8A1BBB
Passados os atropelos da chegada de D. João ao Brasil, era hora de colocar mãos à obra. Os planos eram grandiosos e havia tudo por fazer. A colônia precisava de estradas, escolas, tribunais, fábricas, bancos, moeda, comércio, imprensa, biblioteca, hospitais, comunicações eficientes. Em especial, necessitava de um governo que se responsabilizasse por tudo isso. D. João não perdeu tempo. No dia 10 de março de 1808, quarenta e oito horas depois de desembarcar no Rio de Janeiro, organizou seu novo gabinete.
Caberia a esse gabinete criar um país a partir do nada. Havia duas frentes de ação. A primeira, interna, incluiu as inúmeras decisões administrativas que D. João tomou, logo ao chegar, para melhorar a comunicação entre as províncias, estimular o povoamento e o aproveitamento das riquezas da colônia. A outra frente era externa. Visava ampliar as fronteiras do Brasil, em uma tentativa de aumentar a influência portuguesa na América. Era também uma forma de punir os adversários europeus de Portugal, ocupando seus territórios e ameaçando seus interesses americanos. Nesse caso, os avanços foram precários e sem consequências duradouras.
No final de 1808, uma tropa de quinhentos soldados brasileiros e portugueses, escoltada por uma pequena força naval, invadiu a Guiana Francesa e sitiou a capital, Caiena, cujo governador se rendeu sem resistência no dia 12 de janeiro. Era uma retaliação à invasão de Portugal pelas tropas de Napoleão. Uma segunda ofensiva seria a anexação da chamada Banda Oriental do Rio da Prata, atual território do Uruguai, em represália à aliança da Espanha com a França napoleônica. Foram ambas conquistas efêmeras. A Guiana se livrou das tropas de D. João oito anos mais tarde. O Uruguai conseguiria sua independência em 1828.
Com os planos de expansão territorial fracassados, restou a D. João se concentrar na primeira — e mais ambiciosa — de suas tarefas: mudar o Brasil para reconstruir nos trópicos o sonhado império americano de Portugal.
Laurentino Gomes. 1808. São Paulo: Ed. Planeta do Brasil, 2007 (com adaptações).
Com relação a aspectos linguísticos do texto CB8A1BBB, julgue o item subsequente.
No início do último parágrafo do texto, os travessões foram empregados para isolar informação adicional que se intercala no discurso.
 

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2538869 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-PA
Texto CB8A1BBB
Passados os atropelos da chegada de D. João ao Brasil, era hora de colocar mãos à obra. Os planos eram grandiosos e havia tudo por fazer. A colônia precisava de estradas, escolas, tribunais, fábricas, bancos, moeda, comércio, imprensa, biblioteca, hospitais, comunicações eficientes. Em especial, necessitava de um governo que se responsabilizasse por tudo isso. D. João não perdeu tempo. No dia 10 de março de 1808, quarenta e oito horas depois de desembarcar no Rio de Janeiro, organizou seu novo gabinete.
Caberia a esse gabinete criar um país a partir do nada. Havia duas frentes de ação. A primeira, interna, incluiu as inúmeras decisões administrativas que D. João tomou, logo ao chegar, para melhorar a comunicação entre as províncias, estimular o povoamento e o aproveitamento das riquezas da colônia. A outra frente era externa. Visava ampliar as fronteiras do Brasil, em uma tentativa de aumentar a influência portuguesa na América. Era também uma forma de punir os adversários europeus de Portugal, ocupando seus territórios e ameaçando seus interesses americanos. Nesse caso, os avanços foram precários e sem consequências duradouras.
No final de 1808, uma tropa de quinhentos soldados brasileiros e portugueses, escoltada por uma pequena força naval, invadiu a Guiana Francesa e sitiou a capital, Caiena, cujo governador se rendeu sem resistência no dia 12 de janeiro. Era uma retaliação à invasão de Portugal pelas tropas de Napoleão. Uma segunda ofensiva seria a anexação da chamada Banda Oriental do Rio da Prata, atual território do Uruguai, em represália à aliança da Espanha com a França napoleônica. Foram ambas conquistas efêmeras. A Guiana se livrou das tropas de D. João oito anos mais tarde. O Uruguai conseguiria sua independência em 1828.
Com os planos de expansão territorial fracassados, restou a D. João se concentrar na primeira — e mais ambiciosa — de suas tarefas: mudar o Brasil para reconstruir nos trópicos o sonhado império americano de Portugal.
Laurentino Gomes. 1808. São Paulo: Ed. Planeta do Brasil, 2007 (com adaptações).
Julgue o item subsecutivo, referente aos sentidos do texto CB8A1BBB.
O texto trata das primeiras medidas tomadas por D. João no Brasil para levar adiante um duplo plano: criar um governo local e aumentar os limites do território brasileiro em prejuízo dos adversários de Portugal na Europa.
 

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2538868 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-PA
Texto CB8A1BBB
Passados os atropelos da chegada de D. João ao Brasil, era hora de colocar mãos à obra. Os planos eram grandiosos e havia tudo por fazer. A colônia precisava de estradas, escolas, tribunais, fábricas, bancos, moeda, comércio, imprensa, biblioteca, hospitais, comunicações eficientes. Em especial, necessitava de um governo que se responsabilizasse por tudo isso. D. João não perdeu tempo. No dia 10 de março de 1808, quarenta e oito horas depois de desembarcar no Rio de Janeiro, organizou seu novo gabinete.
Caberia a esse gabinete criar um país a partir do nada. Havia duas frentes de ação. A primeira, interna, incluiu as inúmeras decisões administrativas que D. João tomou, logo ao chegar, para melhorar a comunicação entre as províncias, estimular o povoamento e o aproveitamento das riquezas da colônia. A outra frente era externa. Visava ampliar as fronteiras do Brasil, em uma tentativa de aumentar a influência portuguesa na América. Era também uma forma de punir os adversários europeus de Portugal, ocupando seus territórios e ameaçando seus interesses americanos. Nesse caso, os avanços foram precários e sem consequências duradouras.
No final de 1808, uma tropa de quinhentos soldados brasileiros e portugueses, escoltada por uma pequena força naval, invadiu a Guiana Francesa e sitiou a capital, Caiena, cujo governador se rendeu sem resistência no dia 12 de janeiro. Era uma retaliação à invasão de Portugal pelas tropas de Napoleão. Uma segunda ofensiva seria a anexação da chamada Banda Oriental do Rio da Prata, atual território do Uruguai, em represália à aliança da Espanha com a França napoleônica. Foram ambas conquistas efêmeras. A Guiana se livrou das tropas de D. João oito anos mais tarde. O Uruguai conseguiria sua independência em 1828.
Com os planos de expansão territorial fracassados, restou a D. João se concentrar na primeira — e mais ambiciosa — de suas tarefas: mudar o Brasil para reconstruir nos trópicos o sonhado império americano de Portugal.
Laurentino Gomes. 1808. São Paulo: Ed. Planeta do Brasil, 2007 (com adaptações).
Julgue o item subsecutivo, referente aos sentidos do texto CB8A1BBB.
Sem prejuízo do sentido do texto, a palavra “retaliação” poderia ser substituída por revide, desforra.
 

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