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Foram encontradas 512 questões.

71340 Ano: 2006
Disciplina: Informática
Banca: UFPR
Orgão: TCE-PR

Em relação ao Microsoft Windows XP, considere as seguintes afirmativas:

1. A interface do Microsoft Windows é baseada num padrão de janelas que exibem informações e recebem respostas dos utilizadores através de um teclado ou de cliques do mouse.

2. O Microsoft Windows é vendido em 4 (quatro) edições: Starter Edition, Home Edition, Professional e Tablet PC.

3. O Windows XP é uma das versões dos SO da Microsoft. Uma das principais diferenças do Windows XP em
relação às versões anteriores é a sua interface.

4. O recurso de DualView do Windows XP permite que dois monitores acessem a área de trabalho do Windows enquanto esta é dirigida a partir de um único adaptador de tela.

Assinale a alternativa correta.

 

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71339 Ano: 2006
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFPR
Orgão: TCE-PR

Considere as seguintes premissas:

Calvino escreveu “o visconde partido ao meio” ou Malraux escreveu “a morte do leão”.
Se Saramago escreveu “ensaio sobre a cegueira” então Rimbaud escreveu “a batalha”.
Se Malraux escreveu “a morte do leão” então Rimbaud não escreveu “a batalha”.
Saramago escreveu “ensaio sobre a cegueira”.

Conclui-se que:

 

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71338 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TCE-PR

e hediondo

Li no artigo de Dulce Critelli no caderno Equilíbrio de 2/3/2006: “Visto de um ângulo existencial e geral, o trabalho é, sobretudo, fonte de sentido para a vida humana [...]. O trabalho nos revela para os outros e para nós mesmos. Por meio dele construímos nossa identidade”.

Esse trecho me faz perguntar às autoridades do país: que planos Vossas Excelências têm para os milhões de jovens brasileiros (27 milhões?) que vivem nas regiões metropolitanas do país sem frequentar escolas e sem ter trabalho?

Essa situação é um crime hediondo, pois condena essa imensa parcela da juventude brasileira ao “exílio”, à morte existencial.

(Carta da professora G. S., de Belo Horizonte–MG, ao Painel do Leitor da Folha de S. Paulo, publicada em 03 mar. 2006.)

“O trabalho nos revela para os outros e para nós mesmos. Por meio dele construímos nossa identidade.”

A autora do trecho citado na carta da professora G. S. optou por apresentar as afirmações acima como duas frases autônomas. As duas frases foram reunidas em uma só, mantendo as mesmas relações de sentido do texto original na alternativa:

 

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71337 Ano: 2006
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UFPR
Orgão: TCE-PR

Crime hediondo

Li no artigo de Dulce Critelli no caderno Equilíbrio de 2/3/2006: “Visto de um ângulo existencial e geral, o trabalho é, sobretudo, fonte de sentido para a vida humana [...]. O trabalho nos revela para os outros e para nós mesmos. Por meio dele construímos nossa identidade”.

Esse trecho me faz perguntar às autoridades do país: que planos Vossas Excelências têm para os milhões de jovens brasileiros (27 milhões?) que vivem nas regiões metropolitanas do país sem freqüentar escolas e sem ter trabalho?

Essa situação é um crime hediondo, pois condena essa imensa parcela da juventude brasileira ao “exílio”, à morte existencial.

(Carta da professora G. S., de Belo Horizonte–MG, ao Painel do Leitor da Folha de S. Paulo, publicada em 03 mar. 2006.)

Suponha que a professora G. S. quisesse solicitar providências às autoridades, a quem se dirigiu com a forma “Vossas Excelências”. Indique a alternativa em que esse pedido é feito com o uso adequado das formas pronominais.

 

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71336 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TCE-PR

Crime hediondo

Li no artigo de Dulce Critelli no caderno Equilíbrio de 2/3/2006: “Visto de um ângulo existencial e geral, o trabalho é, sobretudo, fonte de sentido para a vida humana [...]. O trabalho nos revela para os outros e para nós mesmos. Por meio dele construímos nossa identidade”.

Esse trecho me faz perguntar às autoridades do país: que planos Vossas Excelências têm para os milhões de jovens brasileiros (27 milhões?) que vivem nas regiões metropolitanas do país sem freqüentar escolas e sem ter trabalho?

Essa situação é um crime hediondo, pois condena essa imensa parcela da juventude brasileira ao “exílio”(B), à morte existencial.

(Carta da professora G. S., de Belo Horizonte–MG, ao Painel do Leitor da Folha de S. Paulo, publicada em 03 mar. 2006.)

Em sua carta, a professora G. S. utiliza duas vezes o recurso das aspas. Ao colocar entre aspas a palavra exílio, ela indica que:

 

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71335 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TCE-PR

Crime hediondo

Li no artigo de Dulce Critelli no caderno Equilíbrio de 2/3/2006: “Visto de um ângulo existencial e geral, o trabalho é, sobretudo, fonte de sentido para a vida humana [...]. O trabalho nos revela para os outros e para nós mesmos. Por meio dele construímos nossa identidade”.

Esse trecho me faz perguntar às autoridades do país: que planos Vossas Excelências têm para os milhões de jovens brasileiros (27 milhões?) que vivem nas regiões metropolitanas do país sem freqüentar escolas e sem ter trabalho?

Essa situação é um crime hediondo, pois condena essa imensa parcela da juventude brasileira ao “exílio”, à morte existencial.

(Carta da professora G. S., de Belo Horizonte–MG, ao Painel do Leitor da Folha de S. Paulo, publicada em 03 mar. 2006.)

Com base na carta da professora G. S., considere as seguintes afirmativas:

1. A professora concorda integralmente com o artigo de Dulce Critelli citado.

2. O “crime hediondo” mencionado resulta do desinteresse dos milhões de jovens que abandonaram a escola e não procuram trabalho.

3. Sem acesso ao trabalho, os jovens têm uma vida sem sentido, e a construção de sua identidade é comprometida.

4. G. S. exime as autoridades de responsabilidade frente à situação dos jovens nas regiões metropolitanas.

Assinale a alternativa correta.

 

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71334 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TCE-PR

TV, o poder paralelo

A história da televisão pode ser dividida em três grandes períodos. O primeiro é a fase clandestina, nos anos 50, começo dos 60. A televisão era elegante, voltada para uma classe média restrita a São Paulo e Rio de Janeiro(B). A partir de 1964, esquematicamente, a TV ganhou impulso pela coincidência de interesses, pois o governo militar quis desenvolver as comunicações no país dentro da política de segurança nacional. Assim, a televisão cresceu com a Empresa Brasileira de Telecomunicações (Embratel) e vários órgãos, até que em 1985, quando o general João Figueiredo deixou o governo, ela descobriu uma liberdade nunca vista antes. Passou então a participar diretamente da vida política do país. Houve episódios interessantes, como o da escolha do último ministro da Fazenda do governo José Sarney, Maílson da Nóbrega. Sarney recebeu Maílson e depois de tudo acertado pediu-lhe que fizesse uma visita a Roberto Marinho. Ele assim fez, e a Rede Globo, antes de o próprio Sarney formalizar, anunciou o nome do novo ministro(A). Há muitos outros exemplos da participação da televisão na formulação de leis, etc., em que se coloca acima das instituições brasileiras.

Gosto de usar a imagem do pit bull. No começo, quando a TV era praticamente clandestina, era um filhote inofensivo. Mas o pequeno pit bull foi criado num quartel, numa relação pavloviana de estímulos e reações. Quando os militares se retiraram o animal já tinha crescido. Como colocar uma coleira nesse bicho agora?(E) Essa é a questão a discutir, o controle social da televisão. A Constituição prevê, nos artigos 220 a 224, uma série de obrigações para a TV, mas ela nunca obedeceu a esses preceitos(C).

Outra questão, já resolvida em países desenvolvidos, é a propriedade cruzada, que ocorre quando um determinado grupo empresarial controla jornais, revistas e emissoras de rádio e de televisão. A população, dentro de sua área de influência, tem a opinião formada e dominada por esse grupo de comunicações. Há muito disso no Brasil, especialmente no Nordeste, mas também no Rio Grande do Sul. Falta uma legislação para definir o assunto. Estados Unidos e países da Europa consideram esse fato uma ameaça à liberdade de informação.

Os brasileiros, segundo informações da Câmara Brasileira do Livro, lêem apenas 1,7 livro por ano. É muito pouco. As pessoas se formam e se informam assistindo televisão, discutem tudo a partir do que vêem no vídeo(D). Pouquíssimos lêem jornal, revista. Preocupa ver um meio de divulgação tão poderoso como a TV acima de qualquer regulamentação.

(SIMÕES, Inimá Ferreira. Problemas Brasileiros, mar./abr. 2005.)

Assinale a afirmação que NÃO é apresentada no texto como exemplo do poder da televisão.

 

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71333 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TCE-PR

TV, o poder paralelo

A história da televisão pode ser dividida em três grandes períodos. O primeiro é a fase clandestina, nos anos 50, começo dos 60. A televisão era elegante, voltada para uma classe média restrita a São Paulo e Rio de Janeiro. A partir de 1964, esquematicamente, a TV ganhou impulso pela coincidência de interesses, pois o governo militar quis desenvolver as comunicações no país dentro da política de segurança nacional. Assim, a televisão cresceu com a Empresa Brasileira de Telecomunicações (Embratel) e vários órgãos, até que em 1985, quando o general João Figueiredo deixou o governo, ela descobriu uma liberdade nunca vista antes. Passou então a participar diretamente da vida política do país. Houve episódios interessantes, como o da escolha do último ministro da Fazenda do governo José Sarney, Maílson da Nóbrega. Sarney recebeu Maílson e depois de tudo acertado pediu-lhe que fizesse uma visita a Roberto Marinho. Ele assim fez, e a Rede Globo, antes de o próprio Sarney formalizar, anunciou o nome do novo ministro. Há muitos outros exemplos da participação da televisão na formulação de leis, etc., em que se coloca acima das instituições brasileiras.

Gosto de usar a imagem do pit bull. No começo, quando a TV era praticamente clandestina, era um filhote inofensivo. Mas o pequeno pit bull foi criado num quartel, numa relação pavloviana de estímulos e reações. Quando os militares se retiraram o animal já tinha crescido. Como colocar uma coleira nesse bicho agora? Essa é a questão a discutir, o controle social da televisão. A Constituição prevê, nos artigos 220 a 224, uma série de obrigações para a TV, mas ela nunca obedeceu a esses preceitos.

Outra questão, já resolvida em países desenvolvidos, é a propriedade cruzada, que ocorre quando um determinado grupo empresarial controla jornais, revistas e emissoras de rádio e de televisão. A população, dentro de sua área de influência, tem a opinião formada e dominada por esse grupo de comunicações. Há muito disso no Brasil, especialmente no Nordeste, mas também no Rio Grande do Sul. Falta uma legislação para definir o assunto. Estados Unidos e países da Europa consideram esse fato uma ameaça à liberdade de informação.

Os brasileiros, segundo informações da Câmara Brasileira do Livro, lêem apenas 1,7 livro por ano. É muito pouco. As pessoas se formam e se informam assistindo televisão, discutem tudo a partir do que vêem no vídeo. Pouquíssimos lêem jornal, revista. Preocupa ver um meio de divulgação tão poderoso como a TV acima de qualquer regulamentação.

(SIMÕES, Inimá Ferreira. Problemas Brasileiros, mar./abr. 2005.)

Segundo o autor, a televisão tem hoje um poder excessivo, que deveria ser limitado:

 

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71332 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TCE-PR

TV, o poder paralelo

A história da televisão pode ser dividida em três grandes períodos. O primeiro é a fase clandestina, nos anos 50, começo dos 60. A televisão era elegante, voltada para uma classe média restrita a São Paulo e Rio de Janeiro. A partir de 1964, esquematicamente, a TV ganhou impulso pela coincidência de interesses, pois o governo militar quis desenvolver as comunicações no país dentro da política de segurança nacional. Assim, a televisão cresceu com a Empresa Brasileira de Telecomunicações (Embratel) e vários órgãos, até que em 1985, quando o general João Figueiredo deixou o governo, ela descobriu uma liberdade nunca vista antes. Passou então a participar diretamente da vida política do país. Houve episódios interessantes, como o da escolha do último ministro da Fazenda do governo José Sarney, Maílson da Nóbrega. Sarney recebeu Maílson e depois de tudo acertado pediu-lhe que fizesse uma visita a Roberto Marinho. Ele assim fez, e a Rede Globo, antes de o próprio Sarney formalizar, anunciou o nome do novo ministro. Há muitos outros exemplos da participação da televisão na formulação de leis, etc., em que se coloca acima das instituições brasileiras.

Gosto de usar a imagem do pit bull. No começo, quando a TV era praticamente clandestina, era um filhote inofensivo. Mas o pequeno pit bull foi criado num quartel, numa relação pavloviana de estímulos e reações. Quando os militares se retiraram o animal já tinha crescido. Como colocar uma coleira nesse bicho agora? Essa é a questão a discutir, o controle social da televisão. A Constituição prevê, nos artigos 220 a 224, uma série de obrigações para a TV, mas ela nunca obedeceu a esses preceitos.

Outra questão, já resolvida em países desenvolvidos, é a propriedade cruzada, que ocorre quando um determinado grupo empresarial controla jornais, revistas e emissoras de rádio e de televisão. A população, dentro de sua área de influência, tem a opinião formada e dominada por esse grupo de comunicações. Há muito disso no Brasil, especialmente no Nordeste, mas também no Rio Grande do Sul. Falta uma legislação para definir o assunto. Estados Unidos e países da Europa consideram esse fato uma ameaça à liberdade de informação.

Os brasileiros, segundo informações da Câmara Brasileira do Livro, lêem apenas 1,7 livro por ano. É muito pouco. As pessoas se formam e se informam assistindo televisão, discutem tudo a partir do que vêem no vídeo. Pouquíssimos lêem jornal, revista. Preocupa ver um meio de divulgação tão poderoso como a TV acima de qualquer regulamentação.

(SIMÕES, Inimá Ferreira. Problemas Brasileiros, mar./abr. 2005.)

O texto permite afirmar que os três momentos da história da TV brasileira se caracterizam por:

 

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71331 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TCE-PR

A atrofia virtual dos sentidos

Vivemos hoje o paradoxo entre a exuberância na oferta de meios para ouvir música – e para se comunicar nos mais diferentes níveis hierárquicos – e uma atrofia na qualidade da experiência sonora e musical. Digo isso constatando que cada vez se ouve um número menor de músicas e de uma forma pouco recomendada. À medida que as ofertas tecnológicas em comunicação se multiplicam num leque amplo de equipamentos, protocolos e linguagens codificadas, observa-se um movimento contrário, uma guetização, uma segmentação extrema que termina por apartar as diferenças e criar nichos praticamente secretos de acesso e fruição. Ou seja, além das esferas facilitadoras de consumo, de simplificação prática das tarefas do dia-a-dia, em que medida a capacidade de comunicação está realmente se ampliando? À primeira vista, parece que toda essa facilitação traz um verdadeiro avanço e ganho na comunicação social, embora uma característica básica da linguagem digital seja a de operar por faixas, por grupos, por segmentação.

Com relação à escuta, a multiplicação dos equipamentos que num primeiro momento ofereciam uma qualidade baixa na gravação e reprodução digital, hoje oferece a qualidade que o dinheiro de cada um puder comprar, sem restrições. Essa miniaturização e compactação com que operam se reverteria em uma maior capacidade e qualidade na experiência musical do consumidor.

No entanto alguns aspectos de sua utilização chamam a atenção. O caso dos fones de ouvido, do tocador portátil, por exemplo. Além de nocivos ao aparelho auditivo, os fones isolam a pessoa do ambiente externo. Assim, a atrofia da escuta se verifica em dois pontos: tomando os sites na Internet como fonte provedora de informação musical, a experiência da descoberta de músicos, estilos, grupos por meio da própria presença em shows, apresentações, se restringe, sendo direcionada apenas para aqueles grupos bem cotados nos sites de download. É uma ilusão achar que as pessoas, em sua grande maioria, navegam na Internet em busca do desconhecido – muito pelo contrário.

O segundo ponto que gera atrofia na escuta é fisiológico mesmo. O massacrante número de horas em que o indivíduo passa colado aos fones de ouvido diminui a capacidade quantitativa e qualitativa da percepção sonora. O músculo do ouvido, literalmente, se enrijece.

(TRAGTENBERG, Lívio. Folha de S. Paulo, 16 abr. 2006.)

Indique a alternativa que NÃO apresenta problema de grafia.

 

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