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As empresas vêm transformando as unidades de treinamento em universidades corporativas. Em parte, devido à incapacidade demonstrada pelas universidades tradicionais de cumprir com o papel de formação e desenvolvimento de quadros, mas também em decorrência da necessidade de atender às próprias especificidades.
No setor público, a situação não é diferente. As organizações públicas têm instituído as unidades de educação corporativa, abrigadas sob a denominação “escolas de governo”, com papel semelhante ao das universidades corporativas. Respeitam-se, decerto, as características particulares da administração pública.
De forma semelhante às universidades corporativas, desenvolvidas por grandes empresas privadas para assegurar o alinhamento da capacitação aos valores e desafios estratégicos que tais empresas enfrentam, o governo necessita de que as escolas assumam um papel de “escola corporativa de gestão”, alinhando-se às políticas e diretrizes de governo no sentido da melhoria da gestão pública.
Por outro lado, cada vez mais, os governos recorrem à sociedade em busca de parcerias para o desenvolvimento de ações. As formas e os mecanismos de desenvolver essas parcerias variam, mas essa prática é cada vez mais adotada e, em alguns casos, até mesmo institucionalizada, por meio da incorporação de diferentes atores sociais na definição e na gestão de políticas públicas.
Essa prática nos revela uma nova concepção de Estado, que se aproxima da sociedade e a incorpora por meio de atores sociais. A própria Constituição Federal estabeleceu inúmeros mecanismos e instrumentos de gestão que preveem a incorporação de atores sociais na gestão pública, em especial, nas áreas de saúde, meio ambiente e educação.
Essa forma ampliada de conceber o conceito do que é público e da ação de governar modifica não só o universo de atuação das chamadas escolas de governo, mas também sua missão.
Em vez de serem concebidas como instrumento de modernização do Estado, sua missão passa a ser a de desenvolver e ampliar a capacidade de governo e aprimorar a ação dos atores sociais que interagem com o Estado e atuam na esfera pública.
Adriano Cesar Ferreira Amorim. O programa de capacitação de servidores públicos e de cidadãos do Tribunal de Contas da União: um exemplo de atuação estratégica das escolas de governo. Revista do TCU, ano 45, n.º 26, jan.-abr./2013. Internet: <http://portal2.tcu.gov.br> (com adaptações).
Julgue o item que se segue, relativo às ideias e a aspectos linguísticos do texto ao lado, de Adriano C. F. Amorim.
As empresas começaram a instituir as universidades corporativas e os órgãos públicos, as escolas de governo, mormente devido ao fato de as universidades brasileiras não capacitarem minimamente os estudantes para o mercado de trabalho, especialmente nas áreas de saúde, meio ambiente e educação.
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As empresas vêm transformando as unidades de treinamento em universidades corporativas. Em parte, devido à incapacidade demonstrada pelas universidades tradicionais de cumprir com o papel de formação e desenvolvimento de quadros, mas também em decorrência da necessidade de atender às próprias especificidades.
No setor público, a situação não é diferente. As organizações públicas têm instituído as unidades de educação corporativa, abrigadas sob a denominação “escolas de governo”, com papel semelhante ao das universidades corporativas. Respeitam-se, decerto, as características particulares da administração pública.
De forma semelhante às universidades corporativas, desenvolvidas por grandes empresas privadas para assegurar o alinhamento da capacitação aos valores e desafios estratégicos que tais empresas enfrentam, o governo necessita de que as escolas assumam um papel de “escola corporativa de gestão”, alinhando-se às políticas e diretrizes de governo no sentido da melhoria da gestão pública.
Por outro lado, cada vez mais, os governos recorrem à sociedade em busca de parcerias para o desenvolvimento de ações. As formas e os mecanismos de desenvolver essas parcerias variam, mas essa prática é cada vez mais adotada e, em alguns casos, até mesmo institucionalizada, por meio da incorporação de diferentes atores sociais na definição e na gestão de políticas públicas.
Essa prática nos revela uma nova concepção de Estado, que se aproxima da sociedade e a incorpora por meio de atores sociais. A própria Constituição Federal estabeleceu inúmeros mecanismos e instrumentos de gestão que preveem a incorporação de atores sociais na gestão pública, em especial, nas áreas de saúde, meio ambiente e educação.
Essa forma ampliada de conceber o conceito do que é público e da ação de governar modifica não só o universo de atuação das chamadas escolas de governo, mas também sua missão.
Em vez de serem concebidas como instrumento de modernização do Estado, sua missão passa a ser a de desenvolver e ampliar a capacidade de governo e aprimorar a ação dos atores sociais que interagem com o Estado e atuam na esfera pública.
Adriano Cesar Ferreira Amorim. O programa de capacitação de servidores públicos e de cidadãos do Tribunal de Contas da União: um exemplo de atuação estratégica das escolas de governo. Revista do TCU, ano 45, n.º 26, jan.-abr./2013. Internet: <http://portal2.tcu.gov.br> (com adaptações).
Julgue o item que se segue, relativo às ideias e a aspectos linguísticos do texto ao lado, de Adriano C. F. Amorim.
Seriam preservadas as ideias originais e a correção gramatical do texto, caso o período “Essa prática (...) atores sociais” fosse reescrito da seguinte forma: Essa prática revela-nos uma nova concepção de Estado que se aproxima e incorpora a sociedade por meio de atores sociais.
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As empresas vêm transformando as unidades de treinamento em universidades corporativas. Em parte, devido à incapacidade demonstrada pelas universidades tradicionais de cumprir com o papel de formação e desenvolvimento de quadros, mas também em decorrência da necessidade de atender às próprias especificidades.
No setor público, a situação não é diferente. As organizações públicas têm instituído as unidades de educação corporativa, abrigadas sob a denominação “escolas de governo”, com papel semelhante ao das universidades corporativas. Respeitam-se, decerto, as características particulares da administração pública.
De forma semelhante às universidades corporativas, desenvolvidas por grandes empresas privadas para assegurar o alinhamento da capacitação aos valores e desafios estratégicos que tais empresas enfrentam, o governo necessita de que as escolas assumam um papel de “escola corporativa de gestão”, alinhando-se às políticas e diretrizes de governo no sentido da melhoria da gestão pública.
Por outro lado, cada vez mais, os governos recorrem à sociedade em busca de parcerias para o desenvolvimento de ações. As formas e os mecanismos de desenvolver essas parcerias variam, mas essa prática é cada vez mais adotada e, em alguns casos, até mesmo institucionalizada, por meio da incorporação de diferentes atores sociais na definição e na gestão de políticas públicas.
Essa prática nos revela uma nova concepção de Estado, que se aproxima da sociedade e a incorpora por meio de atores sociais. A própria Constituição Federal estabeleceu inúmeros mecanismos e instrumentos de gestão que preveem a incorporação de atores sociais na gestão pública, em especial, nas áreas de saúde, meio ambiente e educação.
Essa forma ampliada de conceber o conceito do que é público e da ação de governar modifica não só o universo de atuação das chamadas escolas de governo, mas também sua missão.
Em vez de serem concebidas como instrumento de modernização do Estado, sua missão passa a ser a de desenvolver e ampliar a capacidade de governo e aprimorar a ação dos atores sociais que interagem com o Estado e atuam na esfera pública.
Adriano Cesar Ferreira Amorim. O programa de capacitação de servidores públicos e de cidadãos do Tribunal de Contas da União: um exemplo de atuação estratégica das escolas de governo. Revista do TCU, ano 45, n.º 26, jan.-abr./2013. Internet: <http://portal2.tcu.gov.br> (com adaptações).
Julgue o item que se segue, relativo às ideias e a aspectos linguísticos do texto ao lado, de Adriano C. F. Amorim.
A forma verbal “variam” está empregada no plural para concordar com os nomes “formas” e “mecanismos”.
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As empresas vêm transformando as unidades de treinamento em universidades corporativas. Em parte, devido à incapacidade demonstrada pelas universidades tradicionais de cumprir com o papel de formação e desenvolvimento de quadros, mas também em decorrência da necessidade de atender às próprias especificidades.
No setor público, a situação não é diferente. As organizações públicas têm instituído as unidades de educação corporativa, abrigadas sob a denominação “escolas de governo”, com papel semelhante ao das universidades corporativas. Respeitam-se, decerto, as características particulares da administração pública.
De forma semelhante às universidades corporativas, desenvolvidas por grandes empresas privadas para assegurar o alinhamento da capacitação aos valores e desafios estratégicos que tais empresas enfrentam, o governo necessita de que as escolas assumam um papel de “escola corporativa de gestão”, alinhando-se às políticas e diretrizes de governo no sentido da melhoria da gestão pública.
Por outro lado, cada vez mais, os governos recorrem à sociedade em busca de parcerias para o desenvolvimento de ações. As formas e os mecanismos de desenvolver essas parcerias variam, mas essa prática é cada vez mais adotada e, em alguns casos, até mesmo institucionalizada, por meio da incorporação de diferentes atores sociais na definição e na gestão de políticas públicas.
Essa prática nos revela uma nova concepção de Estado, que se aproxima da sociedade e a incorpora por meio de atores sociais. A própria Constituição Federal estabeleceu inúmeros mecanismos e instrumentos de gestão que preveem a incorporação de atores sociais na gestão pública, em especial, nas áreas de saúde, meio ambiente e educação.
Essa forma ampliada de conceber o conceito do que é público e da ação de governar modifica não só o universo de atuação das chamadas escolas de governo, mas também sua missão.
Em vez de serem concebidas como instrumento de modernização do Estado, sua missão passa a ser a de desenvolver e ampliar a capacidade de governo e aprimorar a ação dos atores sociais que interagem com o Estado e atuam na esfera pública.
Adriano Cesar Ferreira Amorim. O programa de capacitação de servidores públicos e de cidadãos do Tribunal de Contas da União: um exemplo de atuação estratégica das escolas de governo. Revista do TCU, ano 45, n.º 26, jan.-abr./2013. Internet: <http://portal2.tcu.gov.br> (com adaptações).
Julgue o item que se segue, relativo às ideias e a aspectos linguísticos do texto ao lado, de Adriano C. F. Amorim.
A coerência e a correção gramatical do texto seriam prejudicadas caso o trecho “De forma semelhante (...) grandes empresas privadas” fosse reescrito da seguinte forma: De forma semelhante, as grandes empresas privadas desenvolvem universidades corporativas.
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As empresas vêm transformando as unidades de treinamento em universidades corporativas. Em parte, devido à incapacidade demonstrada pelas universidades tradicionais de cumprir com o papel de formação e desenvolvimento de quadros, mas também em decorrência da necessidade de atender às próprias especificidades.
No setor público, a situação não é diferente. As organizações públicas têm instituído as unidades de educação corporativa, abrigadas sob a denominação “escolas de governo”, com papel semelhante ao das universidades corporativas. Respeitam-se, decerto, as características particulares da administração pública.
De forma semelhante às universidades corporativas, desenvolvidas por grandes empresas privadas para assegurar o alinhamento da capacitação aos valores e desafios estratégicos que tais empresas enfrentam, o governo necessita de que as escolas assumam um papel de “escola corporativa de gestão”, alinhando-se às políticas e diretrizes de governo no sentido da melhoria da gestão pública.
Por outro lado, cada vez mais, os governos recorrem à sociedade em busca de parcerias para o desenvolvimento de ações. As formas e os mecanismos de desenvolver essas parcerias variam, mas essa prática é cada vez mais adotada e, em alguns casos, até mesmo institucionalizada, por meio da incorporação de diferentes atores sociais na definição e na gestão de políticas públicas.
Essa prática nos revela uma nova concepção de Estado, que se aproxima da sociedade e a incorpora por meio de atores sociais. A própria Constituição Federal estabeleceu inúmeros mecanismos e instrumentos de gestão que preveem a incorporação de atores sociais na gestão pública, em especial, nas áreas de saúde, meio ambiente e educação.
Essa forma ampliada de conceber o conceito do que é público e da ação de governar modifica não só o universo de atuação das chamadas escolas de governo, mas também sua missão.
Em vez de serem concebidas como instrumento de modernização do Estado, sua missão passa a ser a de desenvolver e ampliar a capacidade de governo e aprimorar a ação dos atores sociais que interagem com o Estado e atuam na esfera pública.
Adriano Cesar Ferreira Amorim. O programa de capacitação de servidores públicos e de cidadãos do Tribunal de Contas da União: um exemplo de atuação estratégica das escolas de governo. Revista do TCU, ano 45, n.º 26, jan.-abr./2013. Internet: <http://portal2.tcu.gov.br> (com adaptações).
Julgue o item que se segue, relativo às ideias e a aspectos linguísticos do texto ao lado, de Adriano C. F. Amorim.
Nas expressões “Respeitam-se” e “alinhando-se”, o pronome “se” foi empregado para indicar a indeterminação do sujeito das respectivas formas verbais.
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As empresas vêm transformando as unidades de treinamento em universidades corporativas. Em parte, devido à incapacidade demonstrada pelas universidades tradicionais de cumprir com o papel de formação e desenvolvimento de quadros, mas também em decorrência da necessidade de atender às próprias especificidades.
No setor público, a situação não é diferente. As organizações públicas têm instituído as unidades de educação corporativa, abrigadas sob a denominação “escolas de governo”, com papel semelhante ao das universidades corporativas. Respeitam-se, decerto, as características particulares da administração pública.
De forma semelhante às universidades corporativas, desenvolvidas por grandes empresas privadas para assegurar o alinhamento da capacitação aos valores e desafios estratégicos que tais empresas enfrentam, o governo necessita de que as escolas assumam um papel de “escola corporativa de gestão”, alinhando-se às políticas e diretrizes de governo no sentido da melhoria da gestão pública.
Por outro lado, cada vez mais, os governos recorrem à sociedade em busca de parcerias para o desenvolvimento de ações. As formas e os mecanismos de desenvolver essas parcerias variam, mas essa prática é cada vez mais adotada e, em alguns casos, até mesmo institucionalizada, por meio da incorporação de diferentes atores sociais na definição e na gestão de políticas públicas.
Essa prática nos revela uma nova concepção de Estado, que se aproxima da sociedade e a incorpora por meio de atores sociais. A própria Constituição Federal estabeleceu inúmeros mecanismos e instrumentos de gestão que preveem a incorporação de atores sociais na gestão pública, em especial, nas áreas de saúde, meio ambiente e educação.
Essa forma ampliada de conceber o conceito do que é público e da ação de governar modifica não só o universo de atuação das chamadas escolas de governo, mas também sua missão.
Em vez de serem concebidas como instrumento de modernização do Estado, sua missão passa a ser a de desenvolver e ampliar a capacidade de governo e aprimorar a ação dos atores sociais que interagem com o Estado e atuam na esfera pública.
Adriano Cesar Ferreira Amorim. O programa de capacitação de servidores públicos e de cidadãos do Tribunal de Contas da União: um exemplo de atuação estratégica das escolas de governo. Revista do TCU, ano 45, n.º 26, jan.-abr./2013. Internet: <http://portal2.tcu.gov.br> (com adaptações).
Julgue o item que se segue, relativo às ideias e a aspectos linguísticos do texto ao lado, de Adriano C. F. Amorim.
A expressão “as escolas” faz referência às ‘escolas de governo’.
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As empresas vêm transformando as unidades de treinamento em universidades corporativas. Em parte, devido à incapacidade demonstrada pelas universidades tradicionais de cumprir com o papel de formação e desenvolvimento de quadros, mas também em decorrência da necessidade de atender às próprias especificidades.
No setor público, a situação não é diferente. As organizações públicas têm instituído as unidades de educação corporativa, abrigadas sob a denominação “escolas de governo”, com papel semelhante ao das universidades corporativas. Respeitam-se, decerto, as características particulares da administração pública.
De forma semelhante às universidades corporativas, desenvolvidas por grandes empresas privadas para assegurar o alinhamento da capacitação aos valores e desafios estratégicos que tais empresas enfrentam, o governo necessita de que as escolas assumam um papel de “escola corporativa de gestão”, alinhando-se às políticas e diretrizes de governo no sentido da melhoria da gestão pública.
Por outro lado, cada vez mais, os governos recorrem à sociedade em busca de parcerias para o desenvolvimento de ações. As formas e os mecanismos de desenvolver essas parcerias variam, mas essa prática é cada vez mais adotada e, em alguns casos, até mesmo institucionalizada, por meio da incorporação de diferentes atores sociais na definição e na gestão de políticas públicas.
Essa prática nos revela uma nova concepção de Estado, que se aproxima da sociedade e a incorpora por meio de atores sociais. A própria Constituição Federal estabeleceu inúmeros mecanismos e instrumentos de gestão que preveem a incorporação de atores sociais na gestão pública, em especial, nas áreas de saúde, meio ambiente e educação.
Essa forma ampliada de conceber o conceito do que é público e da ação de governar modifica não só o universo de atuação das chamadas escolas de governo, mas também sua missão.
Em vez de serem concebidas como instrumento de modernização do Estado, sua missão passa a ser a de desenvolver e ampliar a capacidade de governo e aprimorar a ação dos atores sociais que interagem com o Estado e atuam na esfera pública.
Adriano Cesar Ferreira Amorim. O programa de capacitação de servidores públicos e de cidadãos do Tribunal de Contas da União: um exemplo de atuação estratégica das escolas de governo. Revista do TCU, ano 45, n.º 26, jan.-abr./2013. Internet: <http://portal2.tcu.gov.br> (com adaptações).
Julgue o item que se segue, relativo às ideias e a aspectos linguísticos do texto ao lado, de Adriano C. F. Amorim.
Sem prejuízo da correção gramatical do texto e do seu sentido original, o termo “decerto” poderia ser substituído pelo vocábulo porventura.
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As empresas vêm transformando as unidades de treinamento em universidades corporativas. Em parte, devido à incapacidade demonstrada pelas universidades tradicionais de cumprir com o papel de formação e desenvolvimento de quadros, mas também em decorrência da necessidade de atender às próprias especificidades.
No setor público, a situação não é diferente. As organizações públicas têm instituído as unidades de educação corporativa, abrigadas sob a denominação “escolas de governo”, com papel semelhante ao das universidades corporativas. Respeitam-se, decerto, as características particulares da administração pública.
De forma semelhante às universidades corporativas, desenvolvidas por grandes empresas privadas para assegurar o alinhamento da capacitação aos valores e desafios estratégicos que tais empresas enfrentam, o governo necessita de que as escolas assumam um papel de “escola corporativa de gestão”, alinhando-se às políticas e diretrizes de governo no sentido da melhoria da gestão pública.
Por outro lado, cada vez mais, os governos recorrem à sociedade em busca de parcerias para o desenvolvimento de ações. As formas e os mecanismos de desenvolver essas parcerias variam, mas essa prática é cada vez mais adotada e, em alguns casos, até mesmo institucionalizada, por meio da incorporação de diferentes atores sociais na definição e na gestão de políticas públicas.
Essa prática nos revela uma nova concepção de Estado, que se aproxima da sociedade e a incorpora por meio de atores sociais. A própria Constituição Federal estabeleceu inúmeros mecanismos e instrumentos de gestão que preveem a incorporação de atores sociais na gestão pública, em especial, nas áreas de saúde, meio ambiente e educação.
Essa forma ampliada de conceber o conceito do que é público e da ação de governar modifica não só o universo de atuação das chamadas escolas de governo, mas também sua missão.
Em vez de serem concebidas como instrumento de modernização do Estado, sua missão passa a ser a de desenvolver e ampliar a capacidade de governo e aprimorar a ação dos atores sociais que interagem com o Estado e atuam na esfera pública.
Adriano Cesar Ferreira Amorim. O programa de capacitação de servidores públicos e de cidadãos do Tribunal de Contas da União: um exemplo de atuação estratégica das escolas de governo. Revista do TCU, ano 45, n.º 26, jan.-abr./2013. Internet: <http://portal2.tcu.gov.br> (com adaptações).
Julgue o item que se segue, relativo às ideias e a aspectos linguísticos do texto ao lado, de Adriano C. F. Amorim.
A correção gramatical do texto seria mantida caso o trecho “às próprias especificidades” fosse substituída por a especificidades próprias.
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- Organização dos PoderesPoder JudiciárioCNJ: Conselho Nacional de Justiça
- Organização dos PoderesPoder JudiciárioSTJ: Superior Tribunal de JustiçaCompetências Recursais do STJ
A respeito da organização político-administrativa e dos poderes da República, julgue os itens subsequentes.
O Conselho Nacional de Justiça tem competência para rever os processos disciplinares de juízes e membros de tribunais, julgados há menos de um ano, ainda que não seja provocado.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-RO
Com relação a aspectos geográficos do estado de Rondônia, julgue os itens subsequentes.
A navegabilidade do Alto Madeira impulsionou a exploração dos seringais nessa região, pois viabilizou o transporte de mão de obra e o escoamento de produtos entre Porto Velho e Manaus.
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