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A respeito das auditorias realizadas pelos auditores A1, A2 e A3 de um tribunal de contas, concluiu-se que:
• A1 realizou 70 auditorias;
• A3 realizou 75 auditorias;
• A1 e A3 realizaram, juntos, 55 auditorias;
• A2 e A3 realizaram, juntos, 30 auditorias;
• A1 e A2 realizaram, juntos, 20 auditorias;
• das auditorias que não foram realizadas por A1, somente 18 foram realizadas por A2;
• A1, A2 e A3 realizaram, juntos, 15 auditorias.
Com base nessas informações, julgue o item a seguir.
23 auditorias não foram realizadas por A1.
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A respeito das auditorias realizadas pelos auditores A1, A2 e A3 de um tribunal de contas, concluiu-se que:
• A1 realizou 70 auditorias;
• A3 realizou 75 auditorias;
• A1 e A3 realizaram, juntos, 55 auditorias;
• A2 e A3 realizaram, juntos, 30 auditorias;
• A1 e A2 realizaram, juntos, 20 auditorias;
• das auditorias que não foram realizadas por A1, somente 18 foram realizadas por A2;
• A1, A2 e A3 realizaram, juntos, 15 auditorias.
Com base nessas informações, julgue o item a seguir.
20 auditorias foram realizadas apenas por A1.
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A respeito das auditorias realizadas pelos auditores A1, A2 e A3 de um tribunal de contas, concluiu-se que:
• A1 realizou 70 auditorias;
• A3 realizou 75 auditorias;
• A1 e A3 realizaram, juntos, 55 auditorias;
• A2 e A3 realizaram, juntos, 30 auditorias;
• A1 e A2 realizaram, juntos, 20 auditorias;
• das auditorias que não foram realizadas por A1, somente 18 foram realizadas por A2;
• A1, A2 e A3 realizaram, juntos, 15 auditorias.
Com base nessas informações, julgue o item a seguir.
Mais de 100 auditorias foram realizadas.
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Você sai para jantar sem a carteira. Para pagar a conta, diz: “Meu nome é [insira o seu aqui]”. O garçom clica no visor do tablet dele. Um alerta em seu celular avisa sobre a cobrança. É assim que funciona o Square, sistema de pagamentos em uso nos Estados Unidos da América. Ele, hoje, é uma das maiores referências em pagamentos por celular. É aceito em 200 mil estabelecimentos, entre restaurantes, bares, cafés, salões de beleza, spas, lojas e até agências funerárias. Para usá-lo, o cliente precisa instalar um programa no celular, criar uma conta e inserir dados pessoais e financeiros. O sistema GPS do telefone identifica quando o cliente chega a uma loja conveniada, e seu perfil aparece automaticamente na tela do tablet do caixa da loja. Ao cobrar, o funcionário verifica se a foto associada à conta corresponde à pessoa à frente.
Essa é uma das formas de usar o telefone como meio de pagamento. O serviço começará a se popularizar no Brasil a partir do próximo ano, quando todas as operadoras de telefonia deverão estar autorizadas a fazer do smartphone uma carteira digital. Se essa alternativa vingar, será a maior mudança na forma como pagamos por produtos e serviços desde a chegada dos cartões, nos anos 50 do século passado.
O celular deixou, há tempos, de ser um aparelho restrito a fazer chamadas e a enviar mensagens. Os smartphones são computadores portáteis e poderosos. Exibem mapas, funcionam como minivideogames, tocam músicas e vídeos, enviam emails, navegam na rede. Os novos serviços de pagamento aproveitam essa versatilidade. Boa parte de nossas contas já é paga eletronicamente, por cartão ou Internet. Por que não usar o celular para fazer isso?
Rafael Barifouse. Débito, crédito ou celular? In: Época, n.º 759, 3/12/2012, p.119-21 (com adaptações).
Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto acima, julgue o próximo item.
A oração “quando o cliente chega a uma loja conveniada” exerce a função de complemento da forma verbal “identifica”.
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Você sai para jantar sem a carteira. Para pagar a conta, diz: “Meu nome é [insira o seu aqui]”. O garçom clica no visor do tablet dele. Um alerta em seu celular avisa sobre a cobrança. É assim que funciona o Square, sistema de pagamentos em uso nos Estados Unidos da América. Ele, hoje, é uma das maiores referências em pagamentos por celular. É aceito em 200 mil estabelecimentos, entre restaurantes, bares, cafés, salões de beleza, spas, lojas e até agências funerárias. Para usá-lo, o cliente precisa instalar um programa no celular, criar uma conta e inserir dados pessoais e financeiros. O sistema GPS do telefone identifica quando o cliente chega a uma loja conveniada, e seu perfil aparece automaticamente na tela do tablet do caixa da loja. Ao cobrar, o funcionário verifica se a foto associada à conta corresponde à pessoa à frente.
Essa é uma das formas de usar o telefone como meio de pagamento. O serviço começará a se popularizar no Brasil a partir do próximo ano, quando todas as operadoras de telefonia deverão estar autorizadas a fazer do smartphone uma carteira digital. Se essa alternativa vingar, será a maior mudança na forma como pagamos por produtos e serviços desde a chegada dos cartões, nos anos 50 do século passado.
O celular deixou, há tempos, de ser um aparelho restrito a fazer chamadas e a enviar mensagens. Os smartphones são computadores portáteis e poderosos. Exibem mapas, funcionam como minivideogames, tocam músicas e vídeos, enviam emails, navegam na rede. Os novos serviços de pagamento aproveitam essa versatilidade. Boa parte de nossas contas já é paga eletronicamente, por cartão ou Internet. Por que não usar o celular para fazer isso?
Rafael Barifouse. Débito, crédito ou celular? In: Época, n.º 759, 3/12/2012, p.119-21 (com adaptações).
Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto acima, julgue o próximo item.
Sem prejuízo para o sentido original do texto, o vocábulo “Para” poderia ser corretamente substituído por Caso, se o trecho “usá-lo” fosse, por sua vez, substituído por o usasse.
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Você sai para jantar sem a carteira. Para pagar a conta, diz: “Meu nome é [insira o seu aqui]”. O garçom clica no visor do tablet dele. Um alerta em seu celular avisa sobre a cobrança. É assim que funciona o Square, sistema de pagamentos em uso nos Estados Unidos da América. Ele, hoje, é uma das maiores referências em pagamentos por celular. É aceito em 200 mil estabelecimentos, entre restaurantes, bares, cafés, salões de beleza, spas, lojas e até agências funerárias. Para usá-lo, o cliente precisa instalar um programa no celular, criar uma conta e inserir dados pessoais e financeiros. O sistema GPS do telefone identifica quando o cliente chega a uma loja conveniada, e seu perfil aparece automaticamente na tela do tablet do caixa da loja. Ao cobrar, o funcionário verifica se a foto associada à conta corresponde à pessoa à frente.
Essa é uma das formas de usar o telefone como meio de pagamento. O serviço começará a se popularizar no Brasil a partir do próximo ano, quando todas as operadoras de telefonia deverão estar autorizadas a fazer do smartphone uma carteira digital. Se essa alternativa vingar, será a maior mudança na forma como pagamos por produtos e serviços desde a chegada dos cartões, nos anos 50 do século passado.
O celular deixou, há tempos, de ser um aparelho restrito a fazer chamadas e a enviar mensagens. Os smartphones são computadores portáteis e poderosos. Exibem mapas, funcionam como minivideogames, tocam músicas e vídeos, enviam emails, navegam na rede. Os novos serviços de pagamento aproveitam essa versatilidade. Boa parte de nossas contas já é paga eletronicamente, por cartão ou Internet. Por que não usar o celular para fazer isso?
Rafael Barifouse. Débito, crédito ou celular? In: Época, n.º 759, 3/12/2012, p.119-21 (com adaptações).
Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto acima, julgue o próximo item.
Uma das estratégias utilizadas pelo autor do texto para apresentar ao leitor um novo sistema de pagamentos por meio de smartphones é a narrativa, por meio do relato de uma cena hipotética de compra.
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Você sai para jantar sem a carteira. Para pagar a conta, diz: “Meu nome é [insira o seu aqui]”. O garçom clica no visor do tablet dele. Um alerta em seu celular avisa sobre a cobrança. É assim que funciona o Square, sistema de pagamentos em uso nos Estados Unidos da América. Ele, hoje, é uma das maiores referências em pagamentos por celular. É aceito em 200 mil estabelecimentos, entre restaurantes, bares, cafés, salões de beleza, spas, lojas e até agências funerárias. Para usá-lo, o cliente precisa instalar um programa no celular, criar uma conta e inserir dados pessoais e financeiros. O sistema GPS do telefone identifica quando o cliente chega a uma loja conveniada, e seu perfil aparece automaticamente na tela do tablet do caixa da loja. Ao cobrar, o funcionário verifica se a foto associada à conta corresponde à pessoa à frente.
Essa é uma das formas de usar o telefone como meio de pagamento. O serviço começará a se popularizar no Brasil a partir do próximo ano, quando todas as operadoras de telefonia deverão estar autorizadas a fazer do smartphone uma carteira digital. Se essa alternativa vingar, será a maior mudança na forma como pagamos por produtos e serviços desde a chegada dos cartões, nos anos 50 do século passado.
O celular deixou, há tempos, de ser um aparelho restrito a fazer chamadas e a enviar mensagens. Os smartphones são computadores portáteis e poderosos. Exibem mapas, funcionam como minivideogames, tocam músicas e vídeos, enviam emails, navegam na rede. Os novos serviços de pagamento aproveitam essa versatilidade. Boa parte de nossas contas já é paga eletronicamente, por cartão ou Internet. Por que não usar o celular para fazer isso?
Rafael Barifouse. Débito, crédito ou celular? In: Época, n.º 759, 3/12/2012, p.119-21 (com adaptações).
Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto acima, julgue o próximo item.
A correção gramatical do texto seria prejudicada caso o trecho “já é paga” fosse reescrito da seguinte maneira: já são pagas.
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