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Foram encontradas 120 questões.

2682474 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-RO
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Com referência às proposições lógicas simples P, Q e R, julgue o próximo item.
Se ¬R representa a negação de R, então as proposições !$ P\vee[\neg(Q\rightarrow R)] !$ e !$ (P\vee Q) \wedge [P\vee(\neg R)] !$ são equivalentes.
 

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2682473 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-RO
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Com referência às proposições lógicas simples P, Q e R, julgue o próximo item.
A proposição !$ (P\rightarrow Q) (Q\leftrightarrow P) !$ é uma tautologia.
 

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2682472 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-RO
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A respeito das auditorias realizadas pelos auditores A1, A2 e A3 de um tribunal de contas, concluiu-se que:

A1 realizou 70 auditorias;

A3 realizou 75 auditorias;

A1 e A3 realizaram, juntos, 55 auditorias;

A2 e A3 realizaram, juntos, 30 auditorias;

A1 e A2 realizaram, juntos, 20 auditorias;

das auditorias que não foram realizadas por A1, somente 18 foram realizadas por A2;

A1, A2 e A3 realizaram, juntos, 15 auditorias.

Com base nessas informações, julgue o item a seguir.

23 auditorias não foram realizadas por A1.

 

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2682471 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-RO
Provas:
A respeito das auditorias realizadas pelos auditores A1, A2 e A3 de um tribunal de contas, concluiu-se que:
A1 realizou 70 auditorias;
A3 realizou 75 auditorias;
A1 e A3 realizaram, juntos, 55 auditorias;
A2 e A3 realizaram, juntos, 30 auditorias;
A1 e A2 realizaram, juntos, 20 auditorias;
das auditorias que não foram realizadas por A1, somente 18 foram realizadas por A2;
A1, A2 e A3 realizaram, juntos, 15 auditorias.
Com base nessas informações, julgue o item a seguir.
5 auditorias foram realizadas apenas por A3.
 

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2682470 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-RO
Provas:

A respeito das auditorias realizadas pelos auditores A1, A2 e A3 de um tribunal de contas, concluiu-se que:

A1 realizou 70 auditorias;

A3 realizou 75 auditorias;

A1 e A3 realizaram, juntos, 55 auditorias;

A2 e A3 realizaram, juntos, 30 auditorias;

A1 e A2 realizaram, juntos, 20 auditorias;

das auditorias que não foram realizadas por A1, somente 18 foram realizadas por A2;

A1, A2 e A3 realizaram, juntos, 15 auditorias.

Com base nessas informações, julgue o item a seguir.

20 auditorias foram realizadas apenas por A1.

 

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2682469 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-RO
Provas:

A respeito das auditorias realizadas pelos auditores A1, A2 e A3 de um tribunal de contas, concluiu-se que:

A1 realizou 70 auditorias;

A3 realizou 75 auditorias;

A1 e A3 realizaram, juntos, 55 auditorias;

A2 e A3 realizaram, juntos, 30 auditorias;

A1 e A2 realizaram, juntos, 20 auditorias;

das auditorias que não foram realizadas por A1, somente 18 foram realizadas por A2;

A1, A2 e A3 realizaram, juntos, 15 auditorias.

Com base nessas informações, julgue o item a seguir.

Mais de 100 auditorias foram realizadas.

 

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2682468 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-RO
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Você sai para jantar sem a carteira. Para pagar a conta, diz: “Meu nome é [insira o seu aqui]”. O garçom clica no visor do tablet dele. Um alerta em seu celular avisa sobre a cobrança. É assim que funciona o Square, sistema de pagamentos em uso nos Estados Unidos da América. Ele, hoje, é uma das maiores referências em pagamentos por celular. É aceito em 200 mil estabelecimentos, entre restaurantes, bares, cafés, salões de beleza, spas, lojas e até agências funerárias. Para usá-lo, o cliente precisa instalar um programa no celular, criar uma conta e inserir dados pessoais e financeiros. O sistema GPS do telefone identifica quando o cliente chega a uma loja conveniada, e seu perfil aparece automaticamente na tela do tablet do caixa da loja. Ao cobrar, o funcionário verifica se a foto associada à conta corresponde à pessoa à frente.

Essa é uma das formas de usar o telefone como meio de pagamento. O serviço começará a se popularizar no Brasil a partir do próximo ano, quando todas as operadoras de telefonia deverão estar autorizadas a fazer do smartphone uma carteira digital. Se essa alternativa vingar, será a maior mudança na forma como pagamos por produtos e serviços desde a chegada dos cartões, nos anos 50 do século passado.

O celular deixou, há tempos, de ser um aparelho restrito a fazer chamadas e a enviar mensagens. Os smartphones são computadores portáteis e poderosos. Exibem mapas, funcionam como minivideogames, tocam músicas e vídeos, enviam emails, navegam na rede. Os novos serviços de pagamento aproveitam essa versatilidade. Boa parte de nossas contas já é paga eletronicamente, por cartão ou Internet. Por que não usar o celular para fazer isso?

Rafael Barifouse. Débito, crédito ou celular? In: Época, n.º 759, 3/12/2012, p.119-21 (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto acima, julgue o próximo item.

A oração “quando o cliente chega a uma loja conveniada” exerce a função de complemento da forma verbal “identifica”.

 

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2682467 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-RO
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Você sai para jantar sem a carteira. Para pagar a conta, diz: “Meu nome é [insira o seu aqui]”. O garçom clica no visor do tablet dele. Um alerta em seu celular avisa sobre a cobrança. É assim que funciona o Square, sistema de pagamentos em uso nos Estados Unidos da América. Ele, hoje, é uma das maiores referências em pagamentos por celular. É aceito em 200 mil estabelecimentos, entre restaurantes, bares, cafés, salões de beleza, spas, lojas e até agências funerárias. Para usá-lo, o cliente precisa instalar um programa no celular, criar uma conta e inserir dados pessoais e financeiros. O sistema GPS do telefone identifica quando o cliente chega a uma loja conveniada, e seu perfil aparece automaticamente na tela do tablet do caixa da loja. Ao cobrar, o funcionário verifica se a foto associada à conta corresponde à pessoa à frente.

Essa é uma das formas de usar o telefone como meio de pagamento. O serviço começará a se popularizar no Brasil a partir do próximo ano, quando todas as operadoras de telefonia deverão estar autorizadas a fazer do smartphone uma carteira digital. Se essa alternativa vingar, será a maior mudança na forma como pagamos por produtos e serviços desde a chegada dos cartões, nos anos 50 do século passado.

O celular deixou, há tempos, de ser um aparelho restrito a fazer chamadas e a enviar mensagens. Os smartphones são computadores portáteis e poderosos. Exibem mapas, funcionam como minivideogames, tocam músicas e vídeos, enviam emails, navegam na rede. Os novos serviços de pagamento aproveitam essa versatilidade. Boa parte de nossas contas já é paga eletronicamente, por cartão ou Internet. Por que não usar o celular para fazer isso?

Rafael Barifouse. Débito, crédito ou celular? In: Época, n.º 759, 3/12/2012, p.119-21 (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto acima, julgue o próximo item.

Sem prejuízo para o sentido original do texto, o vocábulo “Para” poderia ser corretamente substituído por Caso, se o trecho “usá-lo” fosse, por sua vez, substituído por o usasse.

 

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2682466 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-RO
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Você sai para jantar sem a carteira. Para pagar a conta, diz: “Meu nome é [insira o seu aqui]”. O garçom clica no visor do tablet dele. Um alerta em seu celular avisa sobre a cobrança. É assim que funciona o Square, sistema de pagamentos em uso nos Estados Unidos da América. Ele, hoje, é uma das maiores referências em pagamentos por celular. É aceito em 200 mil estabelecimentos, entre restaurantes, bares, cafés, salões de beleza, spas, lojas e até agências funerárias. Para usá-lo, o cliente precisa instalar um programa no celular, criar uma conta e inserir dados pessoais e financeiros. O sistema GPS do telefone identifica quando o cliente chega a uma loja conveniada, e seu perfil aparece automaticamente na tela do tablet do caixa da loja. Ao cobrar, o funcionário verifica se a foto associada à conta corresponde à pessoa à frente.

Essa é uma das formas de usar o telefone como meio de pagamento. O serviço começará a se popularizar no Brasil a partir do próximo ano, quando todas as operadoras de telefonia deverão estar autorizadas a fazer do smartphone uma carteira digital. Se essa alternativa vingar, será a maior mudança na forma como pagamos por produtos e serviços desde a chegada dos cartões, nos anos 50 do século passado.

O celular deixou, há tempos, de ser um aparelho restrito a fazer chamadas e a enviar mensagens. Os smartphones são computadores portáteis e poderosos. Exibem mapas, funcionam como minivideogames, tocam músicas e vídeos, enviam emails, navegam na rede. Os novos serviços de pagamento aproveitam essa versatilidade. Boa parte de nossas contas já é paga eletronicamente, por cartão ou Internet. Por que não usar o celular para fazer isso?

Rafael Barifouse. Débito, crédito ou celular? In: Época, n.º 759, 3/12/2012, p.119-21 (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto acima, julgue o próximo item.

Uma das estratégias utilizadas pelo autor do texto para apresentar ao leitor um novo sistema de pagamentos por meio de smartphones é a narrativa, por meio do relato de uma cena hipotética de compra.

 

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2682465 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-RO
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Você sai para jantar sem a carteira. Para pagar a conta, diz: “Meu nome é [insira o seu aqui]”. O garçom clica no visor do tablet dele. Um alerta em seu celular avisa sobre a cobrança. É assim que funciona o Square, sistema de pagamentos em uso nos Estados Unidos da América. Ele, hoje, é uma das maiores referências em pagamentos por celular. É aceito em 200 mil estabelecimentos, entre restaurantes, bares, cafés, salões de beleza, spas, lojas e até agências funerárias. Para usá-lo, o cliente precisa instalar um programa no celular, criar uma conta e inserir dados pessoais e financeiros. O sistema GPS do telefone identifica quando o cliente chega a uma loja conveniada, e seu perfil aparece automaticamente na tela do tablet do caixa da loja. Ao cobrar, o funcionário verifica se a foto associada à conta corresponde à pessoa à frente.

Essa é uma das formas de usar o telefone como meio de pagamento. O serviço começará a se popularizar no Brasil a partir do próximo ano, quando todas as operadoras de telefonia deverão estar autorizadas a fazer do smartphone uma carteira digital. Se essa alternativa vingar, será a maior mudança na forma como pagamos por produtos e serviços desde a chegada dos cartões, nos anos 50 do século passado.

O celular deixou, há tempos, de ser um aparelho restrito a fazer chamadas e a enviar mensagens. Os smartphones são computadores portáteis e poderosos. Exibem mapas, funcionam como minivideogames, tocam músicas e vídeos, enviam emails, navegam na rede. Os novos serviços de pagamento aproveitam essa versatilidade. Boa parte de nossas contas já é paga eletronicamente, por cartão ou Internet. Por que não usar o celular para fazer isso?

Rafael Barifouse. Débito, crédito ou celular? In: Época, n.º 759, 3/12/2012, p.119-21 (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto acima, julgue o próximo item.

A correção gramatical do texto seria prejudicada caso o trecho “já é paga” fosse reescrito da seguinte maneira: já são pagas.

 

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