Foram encontradas 404 questões.
During a ransomware hack, attackers infiltrate a target’s computer system and encrypt its data. They then demand a payment before they will release the decryption key to free the system. This type of extortion has existed for decades, but in the 2010s it exploded in popularity, with online gangs holding local governments, infrastructure and even hospitals hostage. Ransomware is a collective problem—and solving it will require collaborative action from companies, the government and international partners.
As long as victims keep paying, hackers will keep profiting from this type of attack. But cybersecurity experts are divided on whether the government should prohibit the paying of ransoms. Such a ban would disincentivize hackers, but it would also place some organizations in a moral quandary. For, say, a hospital, unlocking the computer systems as quickly as possible could be a matter of life or death for patients, and the fastest option may be to pay up.
Collective action can help. If all organizations that fall victim to ransomware report their attacks, they will contribute to a trove of valuable data, which can be used to strike back against attackers. For example, certain ransomware gangs may use the exact same type of encryption in all their attacks. “White hat” hackers can and do study these trends, which allows them to retrieve and publish the decryption keys for specific types of ransomware. Many companies, however, remain reluctant to admit they have experienced a breach, wishing to avoid potential bad press. Overcoming that reluctance may require legislation, such as a bill introduced in the Senate last year that would require companies to report having paid a ransom within 24 hours of the transaction.
Internet: <www.scientificamerican.com> (adapted).
Judge the following item according to the text above.
The text says that, in order to avoid bad press, companies should be required by law to report having paid ransom.
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During a ransomware hack, attackers infiltrate a target’s computer system and encrypt its data. They then demand a payment before they will release the decryption key to free the system. This type of extortion has existed for decades, but in the 2010s it exploded in popularity, with online gangs holding local governments, infrastructure and even hospitals hostage. Ransomware is a collective problem—and solving it will require collaborative action from companies, the government and international partners.
As long as victims keep paying, hackers will keep profiting from this type of attack. But cybersecurity experts are divided on whether the government should prohibit the paying of ransoms. Such a ban would disincentivize hackers, but it would also place some organizations in a moral quandary. For, say, a hospital, unlocking the computer systems as quickly as possible could be a matter of life or death for patients, and the fastest option may be to pay up.
Collective action can help. If all organizations that fall victim to ransomware report their attacks, they will contribute to a trove of valuable data, which can be used to strike back against attackers. For example, certain ransomware gangs may use the exact same type of encryption in all their attacks. “White hat” hackers can and do study these trends, which allows them to retrieve and publish the decryption keys for specific types of ransomware. Many companies, however, remain reluctant to admit they have experienced a breach, wishing to avoid potential bad press. Overcoming that reluctance may require legislation, such as a bill introduced in the Senate last year that would require companies to report having paid a ransom within 24 hours of the transaction.
Internet: <www.scientificamerican.com> (adapted).
Judge the following item according to the text above.
It can be inferred from the text that ransomware is a type of malicious software designed to block access to a computer system until a sum of money is paid.
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Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-SC
No Red Hat Enterprise Linux 7, firewalld é um serviço de firewall baseado em host (host-based firewall) que utiliza os conceitos de zonas e serviços, em que as zonas são conjuntos predefinidos de regras.
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Julgue o item a seguir, considerando conceitos de estatística.
Com os seguintes dados, a variância da população é de 149,25.
36; 64; 18; 40; 35; 30; 41; 32
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Disciplina: TI - Ciência de Dados e BI
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-SC
A respeito de inteligência do negócio, julgue o item a seguir.
O esquema de modelagem multidimensional estrela (star schema) é caracterizado pela normalização de suas tabelas dimensionais.
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Julgue o item a seguir, a respeito de modelagem e normalização de dados.
Um esquema de relação R está na primeira forma normal (1FN) se os domínios de todos os seus atributos forem atômicos.
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Uma vez estabelecida a ordem política, a caminhada civilizatória deu seus primeiros passos e, com o início de sua organização em vilas, aldeias, comunas ou cidades, houve também a necessidade de criar poderes instrumentais para que alguns de seus integrantes gerissem os interesses coletivos. Os instrumentos de controle surgiram, então, muito antes do Estado moderno e apontam para a Antiguidade.
No Egito, a arrecadação de tributos já era controlada por escribas; na Índia, o Código de Manu trazia normas de administração financeira; o Senado Romano, com o auxílio dos questores, fiscalizava a utilização dos recursos do Tesouro; e, na Grécia, os legisperitos surgiram como embriões dos atuais tribunais de contas.
Com o nascimento do estado democrático de direito, torna-se inseparável dele a ideia de controle, visto que, para que haja estado de direito, é indispensável que haja instituições e mecanismos hábeis para garantir a submissão à lei. Desde então, consolidou-se, majoritariamente, a existência de dois sistemas de controle no mundo: o primeiro, de origem anglo-saxã, denominado sistema de controladorias ou sistema de auditoriasgerais; e o segundo, de origem romano-germânica, denominado sistema de tribunais de contas.
A finalidade tradicional desses modelos de controle, que se convencionou chamar de entidade de fiscalização superior (EFS), é assegurar que a administração pública atue em consonância com os princípios que lhe são impostos pelo ordenamento jurídico, cuja finalidade principal é defender os interesses da coletividade. No Brasil, a arquitetura constitucional dedicou aos tribunais de contas essa tarefa.
Rodrigo Flávio Freire Farias Chamoun. Os tribunais de contas na era da governança pública:
focos, princípios e ciclos estratégicos do controle externo.
Internet: <www.tcees.tc.br> (com adaptações).
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.
No segundo parágrafo, os termos “No Egito”, “na Índia”, “o Senado Romano” e “na Grécia” são seguidos de vírgula porque expressam circunstância de lugar no início da oração em que aparecem.
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Uma vez estabelecida a ordem política, a caminhada civilizatória deu seus primeiros passos e, com o início de sua organização em vilas, aldeias, comunas ou cidades, houve também a necessidade de criar poderes instrumentais para que alguns de seus integrantes gerissem os interesses coletivos. Os instrumentos de controle surgiram, então, muito antes do Estado moderno e apontam para a Antiguidade.
No Egito, a arrecadação de tributos já era controlada por escribas; na Índia, o Código de Manu trazia normas de administração financeira; o Senado Romano, com o auxílio dos questores, fiscalizava a utilização dos recursos do Tesouro; e, na Grécia, os legisperitos surgiram como embriões dos atuais tribunais de contas.
Com o nascimento do estado democrático de direito, torna-se inseparável dele a ideia de controle, visto que, para que haja estado de direito, é indispensável que haja instituições e mecanismos hábeis para garantir a submissão à lei. Desde então, consolidou-se, majoritariamente, a existência de dois sistemas de controle no mundo: o primeiro, de origem anglo-saxã, denominado sistema de controladorias ou sistema de auditoriasgerais; e o segundo, de origem romano-germânica, denominado sistema de tribunais de contas.
A finalidade tradicional desses modelos de controle, que se convencionou chamar de entidade de fiscalização superior (EFS), é assegurar que a administração pública atue em consonância com os princípios que lhe são impostos pelo ordenamento jurídico, cuja finalidade principal é defender os interesses da coletividade. No Brasil, a arquitetura constitucional dedicou aos tribunais de contas essa tarefa.
Rodrigo Flávio Freire Farias Chamoun. Os tribunais de contas na era da governança pública:
focos, princípios e ciclos estratégicos do controle externo.
Internet: <www.tcees.tc.br> (com adaptações).
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.
O segundo parágrafo do texto dedica-se a apresentar fatos históricos que comprovam a afirmação anterior de que os instrumentos de controle remontam a Antiguidade.
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Uma vez estabelecida a ordem política, a caminhada civilizatória deu seus primeiros passos e, com o início de sua organização em vilas, aldeias, comunas ou cidades, houve também a necessidade de criar poderes instrumentais para que alguns de seus integrantes gerissem os interesses coletivos. Os instrumentos de controle surgiram, então, muito antes do Estado moderno e apontam para a Antiguidade.
No Egito, a arrecadação de tributos já era controlada por escribas; na Índia, o Código de Manu trazia normas de administração financeira; o Senado Romano, com o auxílio dos questores, fiscalizava a utilização dos recursos do Tesouro; e, na Grécia, os legisperitos surgiram como embriões dos atuais tribunais de contas.
Com o nascimento do estado democrático de direito, torna-se inseparável dele a ideia de controle, visto que, para que haja estado de direito, é indispensável que haja instituições e mecanismos hábeis para garantir a submissão à lei. Desde então, consolidou-se, majoritariamente, a existência de dois sistemas de controle no mundo: o primeiro, de origem anglo-saxã, denominado sistema de controladorias ou sistema de auditoriasgerais; e o segundo, de origem romano-germânica, denominado sistema de tribunais de contas.
A finalidade tradicional desses modelos de controle, que se convencionou chamar de entidade de fiscalização superior (EFS), é assegurar que a administração pública atue em consonância com os princípios que lhe são impostos pelo ordenamento jurídico, cuja finalidade principal é defender os interesses da coletividade. No Brasil, a arquitetura constitucional dedicou aos tribunais de contas essa tarefa.
Rodrigo Flávio Freire Farias Chamoun. Os tribunais de contas na era da governança pública:
focos, princípios e ciclos estratégicos do controle externo.
Internet: <www.tcees.tc.br> (com adaptações).
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.
O emprego das vírgulas para isolar a oração “que se convencionou chamar de entidade de fiscalização superior (EFS)” (último parágrafo) confere a tal oração valor explicativo.
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Uma vez estabelecida a ordem política, a caminhada civilizatória deu seus primeiros passos e, com o início de sua organização em vilas, aldeias, comunas ou cidades, houve também a necessidade de criar poderes instrumentais para que alguns de seus integrantes gerissem os interesses coletivos. Os instrumentos de controle surgiram, então, muito antes do Estado moderno e apontam para a Antiguidade.
No Egito, a arrecadação de tributos já era controlada por escribas; na Índia, o Código de Manu trazia normas de administração financeira; o Senado Romano, com o auxílio dos questores, fiscalizava a utilização dos recursos do Tesouro; e, na Grécia, os legisperitos surgiram como embriões dos atuais tribunais de contas.
Com o nascimento do estado democrático de direito, torna-se inseparável dele a ideia de controle, visto que, para que haja estado de direito, é indispensável que haja instituições e mecanismos hábeis para garantir a submissão à lei. Desde então, consolidou-se, majoritariamente, a existência de dois sistemas de controle no mundo: o primeiro, de origem anglo-saxã, denominado sistema de controladorias ou sistema de auditoriasgerais; e o segundo, de origem romano-germânica, denominado sistema de tribunais de contas.
A finalidade tradicional desses modelos de controle, que se convencionou chamar de entidade de fiscalização superior (EFS), é assegurar que a administração pública atue em consonância com os princípios que lhe são impostos pelo ordenamento jurídico, cuja finalidade principal é defender os interesses da coletividade. No Brasil, a arquitetura constitucional dedicou aos tribunais de contas essa tarefa.
Rodrigo Flávio Freire Farias Chamoun. Os tribunais de contas na era da governança pública:
focos, princípios e ciclos estratégicos do controle externo.
Internet: <www.tcees.tc.br> (com adaptações).
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.
A expressão “desses modelos de controle” (primeiro período do último parágrafo) retoma o termo “tribunais de contas” (último período do penúltimo parágrafo).
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