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enunciado 434478-1
O autor faz ver que, no afã de defenderem suas convicções, os doutores do pessimismo
 

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enunciado 434475-1
Atente para as seguintes afirmações:

I. Embora ache saudável a denúncia das barbaridades do mundo, o autor se espanta com o prazer que isso dá a intelectuais e jornalistas que gostam de cultivar a desesperança.

II. Os doutores do pessimismo parecem atribuir a si mesmos, segundo o autor do texto, a qualidade de realistas, que fazem questão de se opor a quem alimenta esperanças de um mundo melhor.

III. No último parágrafo, com alguma ironia, o autor apresenta uma réplica à ideia de que todos os seres humanos estão, igualmente, condenados à infelicidade.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
 

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enunciado 434473-1
O autor do texto insurge-se contra intelectuais e jornalistas que
 

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enunciado 434482-1
Uma nova e correta redação da frase:
 

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Entre ações e acionistas

Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar

lições sobre a atualidade – ele, que morreu há mais de cem

anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo

cada vez melhor... Essa força vem, certamente, da atualização,

sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos.

Melancolicamente, isso também significa que a história da

humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de

desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo.

Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os

homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em

associações empresariais, mas cada um dos acionistas não

cuida senão de seus dividendos... A observação é ferina, pelo

alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de

contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de

agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal

que nos põe em marcha na direção de um objetivo

supostamente coletivo.

Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração

machadiana – mas ela não deixa de ser instigante, obrigando-

nos a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes

promovemos agrupamentos e colaborações. É como se

Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto

desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão

verdadeira de cada ato.

Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor

pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema

econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A

crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos,

com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem

ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo

acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor

torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.

(Júlio Ribamar de Castilho, inédito)

Atente para as seguintes afirmações:

I. O egoísmo humano, segundo nos lembra um dos contos machadianos, exemplifica-se bem nas iniciativas em que é a maior rentabilidade individual o motivo mesmo da criação de associações.

II. O fato de serem excessivamente pessimistas as considerações machadianas sobre os interesses humanos acaba resultando em que suas lições despertam interesse diminuído a cada dia.

III. Se as convicções de Machado se mostrarem cada vez mais acertadas, servirão de argumento para quem deseje sustentar o desprendimento pressuposto ao sistema capitalista.

Em relação ao texto, está correto SOMENTE o que se afirma em:
 

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Entre ações e acionistas

Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar

lições sobre a atualidade – ele, que morreu há mais de cem

anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo

cada vez melhor... Essa força vem, certamente, da atualização,

sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos.

Melancolicamente, isso também significa que a história da

humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de

desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo.

Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os

homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em

associações empresariais, mas cada um dos acionistas não

cuida senão de seus dividendos... A observação é ferina, pelo

alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de

contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de

agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal

que nos põe em marcha na direção de um objetivo

supostamente coletivo.

Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração

machadiana – mas ela não deixa de ser instigante, obrigando-

nos a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes

promovemos agrupamentos e colaborações. É como se

Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto

desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão

verdadeira de cada ato.

Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor

pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema

econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A

crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos,

com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem

ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo

acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor

torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.

(Júlio Ribamar de Castilho, inédito)

Depreende-se da leitura do texto que o autor, ao analisar a contribuição de Machado de Assis, conclui que é boa lição
 

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Entre ações e acionistas

Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar

lições sobre a atualidade – ele, que morreu há mais de cem

anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo

cada vez melhor... Essa força vem, certamente, da atualização,

sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos.

Melancolicamente, isso também significa que a história da

humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de

desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo.

Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os

homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em

associações empresariais, mas cada um dos acionistas não

cuida senão de seus dividendos... A observação é ferina, pelo

alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de

contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de

agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal

que nos põe em marcha na direção de um objetivo

supostamente coletivo.

Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração

machadiana – mas ela não deixa de ser instigante, obrigando-

nos a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes

promovemos agrupamentos e colaborações. É como se

Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto

desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão

verdadeira de cada ato.

Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor

pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema

econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A

crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos,

com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem

ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo

acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor

torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.

(Júlio Ribamar de Castilho, inédito)

É correto afirmar, analisando o desenvolvimento do texto, que o autor,
 

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enunciado 434464-1
Está adequada a correlação entre tempos e modos verbais na frase:
 

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Entre ações e acionistas

Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar

lições sobre a atualidade – ele, que morreu há mais de cem

anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo

cada vez melhor... Essa força vem, certamente, da atualização,

sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos.

Melancolicamente, isso também significa que a história da

humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de

desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo.

Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os

homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em

associações empresariais, mas cada um dos acionistas não

cuida senão de seus dividendos... A observação é ferina, pelo

alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de

contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de

agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal

que nos põe em marcha na direção de um objetivo

supostamente coletivo.

Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração

machadiana – mas ela não deixa de ser instigante, obrigando-

nos a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes

promovemos agrupamentos e colaborações. É como se

Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto

desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão

verdadeira de cada ato.

Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor

pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema

econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A

crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos,

com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem

ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo

acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor

torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.

(Júlio Ribamar de Castilho, inédito)

A pontuação está inteiramente adequada na seguinte frase:
 

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Entre ações e acionistas

Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar

lições sobre a atualidade – ele, que morreu há mais de cem

anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo

cada vez melhor... Essa força vem, certamente, da atualização,

sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos.

Melancolicamente, isso também significa que a história da

humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de

desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo.

Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os

homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em

associações empresariais, mas cada um dos acionistas não

cuida senão de seus dividendos... A observação é ferina, pelo

alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de

contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de

agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal

que nos põe em marcha na direção de um objetivo

supostamente coletivo.

Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração

machadiana – mas ela não deixa de ser instigante, obrigando-

nos a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes

promovemos agrupamentos e colaborações. É como se

Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto

desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão

verdadeira de cada ato.

Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor

pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema

econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A

crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos,

com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem

ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo

acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor

torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.

(Júlio Ribamar de Castilho, inédito)

Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração machadiana ? mas ela não deixa de ser instigante (...).

Reescrevendo-se a frase acima, começando-se por Essa consideração machadiana não deixa de ser instigante, a correção e o sentido não serão prejudicados com esta complementação:
 

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