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- Distribuições de ProbabilidadeDistribuições ContínuasStudent
- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMediana
- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralModa
Um relatório divulgado pela Comissão de Relações
Exteriores do Senado americano em 2003 aumentou a paranóia
dos Estados Unidos da América e a preocupação de todo o
mundo com o terrorismo. Mais de 80 especialistas em segurança
nacional e não-proliferação de arsenais concluíram que a chance
de o planeta assistir a um atentado com armas de destruição em
massa (químicas, biológicas ou nucleares) segue a curva logística
, em que L(t) representa a probabilidade de o planeta
assistir a um atentado com armas de destruição em massa para um
dado instante t, em anos, sendo t ≥ 0, e β é uma constante. Nesse
modelo, t = 0 corresponde ao ano 2003, t = 1, ao ano 2004, e
t = k ≥ 0, ao ano 2003 + k. De acordo com os especialistas, a
probabilidade de o mundo assistir a um atentado com armas de
destruição em massa em 2013 — t = 10 — será igual a 0,80 —
L(10) = 0,8.
Correio Braziliense, 23/5/2005 (com adaptações).
A moda e a mediana da distribuição de T são iguais a zero.
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Um relatório divulgado pela Comissão de Relações
Exteriores do Senado americano em 2003 aumentou a paranóia
dos Estados Unidos da América e a preocupação de todo o
mundo com o terrorismo. Mais de 80 especialistas em segurança
nacional e não-proliferação de arsenais concluíram que a chance
de o planeta assistir a um atentado com armas de destruição em
massa (químicas, biológicas ou nucleares) segue a curva logística
, em que L(t) representa a probabilidade de o planeta
assistir a um atentado com armas de destruição em massa para um
dado instante t, em anos, sendo t ≥ 0, e β é uma constante. Nesse
modelo, t = 0 corresponde ao ano 2003, t = 1, ao ano 2004, e
t = k ≥ 0, ao ano 2003 + k. De acordo com os especialistas, a
probabilidade de o mundo assistir a um atentado com armas de
destruição em massa em 2013 — t = 10 — será igual a 0,80 —
L(10) = 0,8.
Correio Braziliense, 23/5/2005 (com adaptações).
A função de densidade de probabilidade de T é apresentada corretamente a seguir.

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Um relatório divulgado pela Comissão de Relações
Exteriores do Senado americano em 2003 aumentou a paranóia
dos Estados Unidos da América e a preocupação de todo o
mundo com o terrorismo. Mais de 80 especialistas em segurança
nacional e não-proliferação de arsenais concluíram que a chance
de o planeta assistir a um atentado com armas de destruição em
massa (químicas, biológicas ou nucleares) segue a curva logística
, em que L(t) representa a probabilidade de o planeta
assistir a um atentado com armas de destruição em massa para um
dado instante t, em anos, sendo t ≥ 0, e β é uma constante. Nesse
modelo, t = 0 corresponde ao ano 2003, t = 1, ao ano 2004, e
t = k ≥ 0, ao ano 2003 + k. De acordo com os especialistas, a
probabilidade de o mundo assistir a um atentado com armas de
destruição em massa em 2013 — t = 10 — será igual a 0,80 —
L(10) = 0,8.
Correio Braziliense, 23/5/2005 (com adaptações).
T é uma variável aleatória contínua.
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- Distribuições de ProbabilidadeDistribuições ContínuasUniforme Contínua
- Distribuições de ProbabilidadeDistribuições ContínuasStudent
Um relatório divulgado pela Comissão de Relações
Exteriores do Senado americano em 2003 aumentou a paranóia
dos Estados Unidos da América e a preocupação de todo o
mundo com o terrorismo. Mais de 80 especialistas em segurança
nacional e não-proliferação de arsenais concluíram que a chance
de o planeta assistir a um atentado com armas de destruição em
massa (químicas, biológicas ou nucleares) segue a curva logística
, em que L(t) representa a probabilidade de o planeta
assistir a um atentado com armas de destruição em massa para um
dado instante t, em anos, sendo t ≥ 0, e β é uma constante. Nesse
modelo, t = 0 corresponde ao ano 2003, t = 1, ao ano 2004, e
t = k ≥ 0, ao ano 2003 + k. De acordo com os especialistas, a
probabilidade de o mundo assistir a um atentado com armas de
destruição em massa em 2013 — t = 10 — será igual a 0,80 —
L(10) = 0,8.
Correio Braziliense, 23/5/2005 (com adaptações).
A distribuição de T pode ser obtida a partir da transformação
, em que U segue uma distribuição uniforme no intervalo (0,1).
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Um relatório divulgado pela Comissão de Relações
Exteriores do Senado americano em 2003 aumentou a paranóia
dos Estados Unidos da América e a preocupação de todo o
mundo com o terrorismo. Mais de 80 especialistas em segurança
nacional e não-proliferação de arsenais concluíram que a chance
de o planeta assistir a um atentado com armas de destruição em
massa (químicas, biológicas ou nucleares) segue a curva logística
, em que L(t) representa a probabilidade de o planeta
assistir a um atentado com armas de destruição em massa para um
dado instante t, em anos, sendo t ≥ 0, e β é uma constante. Nesse
modelo, t = 0 corresponde ao ano 2003, t = 1, ao ano 2004, e
t = k ≥ 0, ao ano 2003 + k. De acordo com os especialistas, a
probabilidade de o mundo assistir a um atentado com armas de
destruição em massa em 2013 — t = 10 — será igual a 0,80 —
L(10) = 0,8.
Correio Braziliense, 23/5/2005 (com adaptações).
A probabilidade de o mundo assistir a um atentado com armas de destruição em massa daqui a 5 anos é superior a 0,70.
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Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a participação percentual da região Norte na criação de gado registrou um crescimento muito acima do que nas outras regiões, o que preocupa os ambientalistas. Em 1990, menos de 10% do rebanho bovino nacional era da região Norte. Em 2006, esse percentual praticamente duplicou. Na região Centro-Oeste, onde pasta o maior número de cabeças de gado no Brasil, a participação no rebanho nacional passou de pouco mais de 30% para quase 35%. A figura a seguir apresenta a evolução temporal da participação de cada região no rebanho bovino brasileiro de 1990 a 2006. Os números são coletados pelo IBGE pela Pesquisa Pecuária Municipal.

Com base nas informações do texto acima e considerando que as variáveis Xt, Yt, Wt, Zt e Vt, representam, respectivamente, os percentuais do rebanho nacional que existem nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, no ano t, julgue os itens subseqüentes.
Previsões para 2007 e 2008 podem ser obtidas via filtro de Kalman, formulando-se um modelo na forma de espaço de estados.
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Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a participação percentual da região Norte na criação de gado registrou um crescimento muito acima do que nas outras regiões, o que preocupa os ambientalistas. Em 1990, menos de 10% do rebanho bovino nacional era da região Norte. Em 2006, esse percentual praticamente duplicou. Na região Centro-Oeste, onde pasta o maior número de cabeças de gado no Brasil, a participação no rebanho nacional passou de pouco mais de 30% para quase 35%. A figura a seguir apresenta a evolução temporal da participação de cada região no rebanho bovino brasileiro de 1990 a 2006. Os números são coletados pelo IBGE pela Pesquisa Pecuária Municipal.

Com base nas informações do texto acima e considerando que as variáveis Xt, Yt, Wt, Zt e Vt, representam, respectivamente, os percentuais do rebanho nacional que existem nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, no ano t, julgue os itens subseqüentes.
O processo ARMA(p, q) multivariado é adequado para descrever o processo R1990, R1991, ... , Rt, em que o vetor Rt, apresentado a seguir, é aleatório.

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Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a participação percentual da região Norte na criação de gado registrou um crescimento muito acima do que nas outras regiões, o que preocupa os ambientalistas. Em 1990, menos de 10% do rebanho bovino nacional era da região Norte. Em 2006, esse percentual praticamente duplicou. Na região Centro-Oeste, onde pasta o maior número de cabeças de gado no Brasil, a participação no rebanho nacional passou de pouco mais de 30% para quase 35%. A figura a seguir apresenta a evolução temporal da participação de cada região no rebanho bovino brasileiro de 1990 a 2006. Os números são coletados pelo IBGE pela Pesquisa Pecuária Municipal.

Com base nas informações do texto acima e considerando que as variáveis Xt, Yt, Wt, Zt e Vt, representam, respectivamente, os percentuais do rebanho nacional que existem nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, no ano t, julgue os itens subseqüentes.
A correlação linear entre Xt e Vt é positiva, enquanto que a correlação linear entre Wt e Yt é negativa.
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Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a participação percentual da região Norte na criação de gado registrou um crescimento muito acima do que nas outras regiões, o que preocupa os ambientalistas. Em 1990, menos de 10% do rebanho bovino nacional era da região Norte. Em 2006, esse percentual praticamente duplicou. Na região Centro-Oeste, onde pasta o maior número de cabeças de gado no Brasil, a participação no rebanho nacional passou de pouco mais de 30% para quase 35%. A figura a seguir apresenta a evolução temporal da participação de cada região no rebanho bovino brasileiro de 1990 a 2006. Os números são coletados pelo IBGE pela Pesquisa Pecuária Municipal.

Com base nas informações do texto acima e considerando que as variáveis Xt, Yt, Wt, Zt e Vt, representam, respectivamente, os percentuais do rebanho nacional que existem nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, no ano t, julgue os itens subseqüentes.
A série temporal definida pela soma Xt + Yt + Wt + Zt + Vt é estacionária e a variância dessa soma é superior a 0,10.
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Com relação ao levantamento referido no texto, considere a situação hipotética a seguir.
Um analista deseja testar a hipótese nula — H0 — de que o tempo T, referido no texto, segue uma distribuição exponencial. Sob essa hipótese, os percentuais acumulados esperados são aproximadamente iguais a 22%, 39% e 78%, respectivamente, para os intervalos de classe T
0,5 ano, T
1 ano e T
3 anos.
A partir dessas informações, julgue os itens subseqüentes.
Os testes de aderência de Shapiro-Wilk, de Lilliefors e de Cramer-Von Mises são adequados para se testar H0 .
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