Foram encontradas 777 questões.
A etnografia é o principal método e forma de escrita da antropologia.
Entre os seus preceitos fundamentais, destacam-se:
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No texto “Itinerários terapêuticos e os nexus de significados da
doença”, o sociólogo da Universidade Federal da Bahia Paulo
César Alves escreveu:
“Itinerário terapêutico é um dos conceitos centrais nos estudos socioantropológicos da saúde. Trata-se de um termo utilizado para designar as atividades desenvolvidas pelos indivíduos na busca de tratamento para a doença ou aflição.”
Uma das principais teses da literatura sobre itinerários terapêuticos é a de que:
“Itinerário terapêutico é um dos conceitos centrais nos estudos socioantropológicos da saúde. Trata-se de um termo utilizado para designar as atividades desenvolvidas pelos indivíduos na busca de tratamento para a doença ou aflição.”
Uma das principais teses da literatura sobre itinerários terapêuticos é a de que:
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Em 1962, o antropólogo Darcy Ribeiro escreveu:
Um balanço crítico dos cinquenta anos de atividades que o SPI [Serviço de Proteção aos Índios] vem desenvolvendo desde sua criação deve levar em conta as duas ordens de problemas que ele foi chamado a resolver.
1. Os problemas da sociedade brasileira em expansão, que encontra seu último obstáculo para a ocupação do território nacional nos bolsões habitados por índios hostis.
2. Os problemas da população indígena envolvida nesta [sic] expansão, a qual se esforça por sobreviver e acomodar-se às novas condições de vida em que vai sendo compulsoriamente integrada.
Nas suas pesquisas, o antropólogo Antonio Carlos de Souza Lima faz uma crítica ao modelo de relação entre intelectuais, Estado e indígenas no Brasil, expresso no trecho acima.
O modelo que Souza Lima critica é o do(a):
Um balanço crítico dos cinquenta anos de atividades que o SPI [Serviço de Proteção aos Índios] vem desenvolvendo desde sua criação deve levar em conta as duas ordens de problemas que ele foi chamado a resolver.
1. Os problemas da sociedade brasileira em expansão, que encontra seu último obstáculo para a ocupação do território nacional nos bolsões habitados por índios hostis.
2. Os problemas da população indígena envolvida nesta [sic] expansão, a qual se esforça por sobreviver e acomodar-se às novas condições de vida em que vai sendo compulsoriamente integrada.
Nas suas pesquisas, o antropólogo Antonio Carlos de Souza Lima faz uma crítica ao modelo de relação entre intelectuais, Estado e indígenas no Brasil, expresso no trecho acima.
O modelo que Souza Lima critica é o do(a):
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Em seu texto “Elementos para uma sociologia dos viajantes”,
publicado em 1987, o antropólogo João Pacheco de Oliveira
escreveu:
“A relação que existe, portanto, entre o antropólogo e os relatos de viajantes é marcada por uma grande ambiguidade, ora caracterizando-se por uma grande proximidade e pela expectativa de estabelecer entre esses dois discursos uma relação de complementaridade, ora marcada pelo distanciamento e pelo caráter indissoluvelmente singular das informações que respectivamente requerem e oferecem.”
Essa reflexão metodológica do autor se refere à(ao):
“A relação que existe, portanto, entre o antropólogo e os relatos de viajantes é marcada por uma grande ambiguidade, ora caracterizando-se por uma grande proximidade e pela expectativa de estabelecer entre esses dois discursos uma relação de complementaridade, ora marcada pelo distanciamento e pelo caráter indissoluvelmente singular das informações que respectivamente requerem e oferecem.”
Essa reflexão metodológica do autor se refere à(ao):
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Em um de seus artigos, Roberto Cardoso de Oliveira escreveu:
“As relações entre essas populações significam mais do que uma mera cooperação, competição e conflito entre sociedades em conjunção. Trata-se - como tenho assinalado -de uma oposição ou, mesmo, uma contradição, entre os sistemas societários em interação que, entretanto, passam a constituir subsistemas de um mais inclusivo que se pode chamar de sistema interétnico.”
O termo usado por Roberto Cardoso de Oliveira para designar a dinâmica entre sistemas societários descrita no trecho acima é:
“As relações entre essas populações significam mais do que uma mera cooperação, competição e conflito entre sociedades em conjunção. Trata-se - como tenho assinalado -de uma oposição ou, mesmo, uma contradição, entre os sistemas societários em interação que, entretanto, passam a constituir subsistemas de um mais inclusivo que se pode chamar de sistema interétnico.”
O termo usado por Roberto Cardoso de Oliveira para designar a dinâmica entre sistemas societários descrita no trecho acima é:
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O antropólogo franco-holandês Arnold van Gennep (1873-1957) é
conhecido autor da antropologia das análises rituais. Em um de
seus textos, ele diz:
“Frequentemente - e isso é um fato sobre o qual chamo a atenção - os vínculos do moço ou da moça com os ambientes anteriores (de idade, sexo, parentesco, tribo) são considerados tão poderosos que é preciso agir com cautela para rompê-los. Daí as fugas e perseguições múltiplas, na floresta ou na montanha, os pagamentos de dotes ou compras por frações, as repetições dos ritos.”
Essa análise trata dos ritos:
“Frequentemente - e isso é um fato sobre o qual chamo a atenção - os vínculos do moço ou da moça com os ambientes anteriores (de idade, sexo, parentesco, tribo) são considerados tão poderosos que é preciso agir com cautela para rompê-los. Daí as fugas e perseguições múltiplas, na floresta ou na montanha, os pagamentos de dotes ou compras por frações, as repetições dos ritos.”
Essa análise trata dos ritos:
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O antropólogo Victor Tuner é autor da frase: “O drama da
estrutura e antiestrutura termina no palco da cultura”. A
contribuição desse autor britânico para a antropologia da
segunda metade do século XX é notável.
As pesquisas de Victor Turner contribuem principalmente para a antropologia:
As pesquisas de Victor Turner contribuem principalmente para a antropologia:
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Em 2005, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
(Iphan) tombou o ofício das baianas de acarajé no Livro dos
Saberes. Diz o site do Iphan:
“Este bem cultural […] consiste em uma prática tradicional de produção e venda, em tabuleiro, das chamadas comidas de baiana, feitas com azeite de dendê e ligadas ao culto dos orixás, amplamente disseminadas na cidade de Salvador, Bahia.”
O IPHAN define a natureza desse bem cultural como:
“Este bem cultural […] consiste em uma prática tradicional de produção e venda, em tabuleiro, das chamadas comidas de baiana, feitas com azeite de dendê e ligadas ao culto dos orixás, amplamente disseminadas na cidade de Salvador, Bahia.”
O IPHAN define a natureza desse bem cultural como:
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No texto “A construção da pessoa nas sociedades indígenas
brasileiras", publicado em 1978, por Anthony Seeger, Roberto da
Matta e Eduardo Viveiros de Castro, os autores afirmam que:
“[…] a originalidade das sociedades tribais brasileiras reside numa elaboração particularmente rica da noção de pessoa, com referência especial à corporalidade enquanto idioma simbólico focal. Ou, dito de outra forma, sugerimos que a noção de pessoa e uma consideração do lugar do corpo humano na visão que as sociedades indígenas fazem de si mesmas são caminhos básicos para uma compreensão adequada da organização social e cosmologia destas sociedades.”
As categorias analíticas a que a tese dos autores se refere são:
“[…] a originalidade das sociedades tribais brasileiras reside numa elaboração particularmente rica da noção de pessoa, com referência especial à corporalidade enquanto idioma simbólico focal. Ou, dito de outra forma, sugerimos que a noção de pessoa e uma consideração do lugar do corpo humano na visão que as sociedades indígenas fazem de si mesmas são caminhos básicos para uma compreensão adequada da organização social e cosmologia destas sociedades.”
As categorias analíticas a que a tese dos autores se refere são:
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Leia o trecho abaixo, escrito pelo antropólogo José Guilherme
Magnani:
“[…] o que se propõe é um olhar de perto e de dentro, mas a partir dos arranjos dos próprios atores sociais, ou seja, das formas por meio das quais eles se avêm para transitar pela cidade, usufruir seus serviços, utilizar seus equipamentos, estabelecer encontros e trocas nas mais diferentes esferas – religiosidade, trabalho, lazer, cultura, participação política ou associativa etc. Esta [sic] estratégia supõe um investimento em ambos os pólos da relação: de um lado, sobre os atores sociais, o grupo e a prática que estão sendo estudados e, de outro, a paisagem em que essa prática se desenvolve, entendida não como mero cenário, mas parte constitutiva do recorte de análise.”
O método de pesquisa a que o autor se refere é:
“[…] o que se propõe é um olhar de perto e de dentro, mas a partir dos arranjos dos próprios atores sociais, ou seja, das formas por meio das quais eles se avêm para transitar pela cidade, usufruir seus serviços, utilizar seus equipamentos, estabelecer encontros e trocas nas mais diferentes esferas – religiosidade, trabalho, lazer, cultura, participação política ou associativa etc. Esta [sic] estratégia supõe um investimento em ambos os pólos da relação: de um lado, sobre os atores sociais, o grupo e a prática que estão sendo estudados e, de outro, a paisagem em que essa prática se desenvolve, entendida não como mero cenário, mas parte constitutiva do recorte de análise.”
O método de pesquisa a que o autor se refere é:
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