Foram encontradas 1.555 questões.
Paciente do sexo masculino, com 65 anos de idade, tabagista, compareceu à consulta médica no hospital com quadro agudo de dispneia associada à dor torácica ventilatório-dependente. Estava em uso de amoxicilina-clavulanato e azitromicina, prescritos no dia anterior durante atendimento em pronto-socorro, ocasião em que recebera diagnóstico de pneumonia, segundo o paciente. Devido à piora dos sintomas respiratórios, procurou nova avaliação. O paciente tem antecedentes pessoais de hipertensão arterial sistêmica, neoplasia prostática, aguardando cirurgia, e dislipidemia. Faz uso contínuo de losartana e rosuvastatina. No exame físico, o paciente apresentou-se em regular estado geral, anictérico, corado, acianótico, agitado e desconfortável; com saturação de oxigênio igual a 89% em ar ambiente (saturação basal relatada de 94%); frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 115 bpm; pressão arterial de 85 mmHg × 60 mmHg (pressão basal relatada de 130 mmHg × 80 mmHg); aparelho cardiovascular com ritmo cardíaco regular em dois tempos, com hiperfonese do componente B2 no foco pulmonar e sopro em foco tricúspide; aparelho respiratório com sons respiratórios presentes bilateralmente, sem ruídos adventícios; uso de musculatura acessória; nas extremidades, edema em membro inferior direito, com cacifo positivo e dor à dorsiflexão do pé na panturrilha. O paciente apresentou CD de tomografia de tórax sem contraste realizada no pronto-socorro no dia anterior, que mostrava opacidade pulmonar com base pleural e relação entre os ventrículos direito e esquerdo (VD/VE) > 0,9.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens que se seguem.
Os exames a serem realizados, após as medidas de estabilização inicial, são a angiotomografia de tórax e o doppler de membro inferior direito a beira-leito.
Provas
Paciente do sexo masculino, com 65 anos de idade, tabagista, compareceu à consulta médica no hospital com quadro agudo de dispneia associada à dor torácica ventilatório-dependente. Estava em uso de amoxicilina-clavulanato e azitromicina, prescritos no dia anterior durante atendimento em pronto-socorro, ocasião em que recebera diagnóstico de pneumonia, segundo o paciente. Devido à piora dos sintomas respiratórios, procurou nova avaliação. O paciente tem antecedentes pessoais de hipertensão arterial sistêmica, neoplasia prostática, aguardando cirurgia, e dislipidemia. Faz uso contínuo de losartana e rosuvastatina. No exame físico, o paciente apresentou-se em regular estado geral, anictérico, corado, acianótico, agitado e desconfortável; com saturação de oxigênio igual a 89% em ar ambiente (saturação basal relatada de 94%); frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 115 bpm; pressão arterial de 85 mmHg × 60 mmHg (pressão basal relatada de 130 mmHg × 80 mmHg); aparelho cardiovascular com ritmo cardíaco regular em dois tempos, com hiperfonese do componente B2 no foco pulmonar e sopro em foco tricúspide; aparelho respiratório com sons respiratórios presentes bilateralmente, sem ruídos adventícios; uso de musculatura acessória; nas extremidades, edema em membro inferior direito, com cacifo positivo e dor à dorsiflexão do pé na panturrilha. O paciente apresentou CD de tomografia de tórax sem contraste realizada no pronto-socorro no dia anterior, que mostrava opacidade pulmonar com base pleural e relação entre os ventrículos direito e esquerdo (VD/VE) > 0,9.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue os itens que se seguem.
O diagnóstico principal para o caso é de sepse de foco pulmonar, podendo a hipoxemia ser explicada pelo distúrbio ventilação-perfusão causado pela pneumonia.
Provas
Paciente de 35 anos de idade, do sexo feminino, compareceu ao hospital para consulta médica, apresentando quadro de tosse seca, sibilos, dispneia e opressão torácica. Relatou que os sintomas apareciam e desapareciam no tempo e eram desencadeados com a mudança do clima, ao ficar mais frio, e quando tinha contato com livros velhos. Referiu ser alérgica a aspirina, pois, em uma das crises prévias, havia sido receitado esse medicamento e ela apresentara piora considerável dos sintomas de tosse, dispneia e sibilos, tendo tido que retornar ao pronto-socorro. Disse que, geralmente, quando em crise, faz uso de salbutamol, mas que desta vez esse medicamento não resolveu o problema. A paciente tem antecedentes pessoais de rinossinusite crônica e pólipos nasais, nega outras comorbidades, está em uso de budesonida nasal e faz lavagem nasal. No exame físico, demonstrou bom estado geral, estando anictérica, corada e acianótica; sentada inclinada sobre a mesa, falava frases incompletas e estava um pouco agitada. Sua saturação de oxigênio é de 90% em ar ambiente; frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 121 bpm; e pressão arterial de 125 mmHg × 90 mmHg. Seu aparelho cardiovascular apresenta ritmo cardíaco regular em dois tempos, com bulhas normofonéticas. Seu aparelho respiratório apresenta sons respiratórios presentes bilateralmente, com sibilos difusos, além de presença de retrações subcostais. A paciente apresentou radiografia de tórax realizada havia 4 dias, a qual não mostrou alterações. O pico de fluxo expiratório realizado na emergência mostrou um valor correspondente a 45% em relação ao predito.
Considerando esse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
A piora do quadro com o uso da aspirina explica-se pela inibição da ciclo-oxigenase COX 2 e seu produto a prostaglandina E2, que leva à liberação de histamina, o que gera leucotrienos pelos basófilos.
Provas
Paciente de 35 anos de idade, do sexo feminino, compareceu ao hospital para consulta médica, apresentando quadro de tosse seca, sibilos, dispneia e opressão torácica. Relatou que os sintomas apareciam e desapareciam no tempo e eram desencadeados com a mudança do clima, ao ficar mais frio, e quando tinha contato com livros velhos. Referiu ser alérgica a aspirina, pois, em uma das crises prévias, havia sido receitado esse medicamento e ela apresentara piora considerável dos sintomas de tosse, dispneia e sibilos, tendo tido que retornar ao pronto-socorro. Disse que, geralmente, quando em crise, faz uso de salbutamol, mas que desta vez esse medicamento não resolveu o problema. A paciente tem antecedentes pessoais de rinossinusite crônica e pólipos nasais, nega outras comorbidades, está em uso de budesonida nasal e faz lavagem nasal. No exame físico, demonstrou bom estado geral, estando anictérica, corada e acianótica; sentada inclinada sobre a mesa, falava frases incompletas e estava um pouco agitada. Sua saturação de oxigênio é de 90% em ar ambiente; frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 121 bpm; e pressão arterial de 125 mmHg × 90 mmHg. Seu aparelho cardiovascular apresenta ritmo cardíaco regular em dois tempos, com bulhas normofonéticas. Seu aparelho respiratório apresenta sons respiratórios presentes bilateralmente, com sibilos difusos, além de presença de retrações subcostais. A paciente apresentou radiografia de tórax realizada havia 4 dias, a qual não mostrou alterações. O pico de fluxo expiratório realizado na emergência mostrou um valor correspondente a 45% em relação ao predito.
Considerando esse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
Considerando-se o diagnóstico principal de asma, conclui-se do caso clínico um fenótipo de asma exacerbada por aspirina, devido à presença de rinossinusite crônica, polipose nasal e sensibilidade a aspirina.
Provas
Um homem de 58 anos de idade, com histórico de diabetes melito e tabagismo, chegou à emergência com dor torácica retroesternal tipo aperto, iniciada havia cerca de 3 horas, sem alívio completo com repouso. A dor irradiava para o braço esquerdo. O eletrocardiograma (ECG) realizado na admissão mostrou ritmo sinusal, sem supra ou infradesnivelamento do segmento ST ou outras alterações. O marcador de necrose miocárdica troponina ultrassensível foi colhido, mas é aguardado o resultado.
Julgue os seguintes itens, referentes ao caso clínico hipotético apresentado.
Uma vez normal o resultado do ECG, estará indicada a alta hospitalar do paciente em questão, desde que haja resultado negativo da troponina colhida e alívio da dor.
Provas
Um homem de 58 anos de idade, com histórico de diabetes melito e tabagismo, chegou à emergência com dor torácica retroesternal tipo aperto, iniciada havia cerca de 3 horas, sem alívio completo com repouso. A dor irradiava para o braço esquerdo. O eletrocardiograma (ECG) realizado na admissão mostrou ritmo sinusal, sem supra ou infradesnivelamento do segmento ST ou outras alterações. O marcador de necrose miocárdica troponina ultrassensível foi colhido, mas é aguardado o resultado.
Julgue os seguintes itens, referentes ao caso clínico hipotético apresentado.
A analgesia inicial de escolha para esse paciente deve ser feita com morfina, devido à presença de dor possivelmente isquêmica.
Provas
Um homem de 58 anos de idade, com histórico de diabetes melito e tabagismo, chegou à emergência com dor torácica retroesternal tipo aperto, iniciada havia cerca de 3 horas, sem alívio completo com repouso. A dor irradiava para o braço esquerdo. O eletrocardiograma (ECG) realizado na admissão mostrou ritmo sinusal, sem supra ou infradesnivelamento do segmento ST ou outras alterações. O marcador de necrose miocárdica troponina ultrassensível foi colhido, mas é aguardado o resultado.
Julgue os seguintes itens, referentes ao caso clínico hipotético apresentado.
Como o paciente chegou à emergência antes de 6 horas do início dos sintomas, adicionalmente deveria ser solicitado exame da mioglobina, devido à sua maior sensibilidade para detecção precoce de infarto do miocárdio.
Provas
Uma mulher de 72 anos de idade foi admitida no pronto-socorro com quadro de dispneia e fadiga progressivas nos últimos 3 meses, com piora significativa nos últimos 2 dias. No exame físico, apresentou ritmo cardíaco irregular, crepitações pulmonares finas bilaterais, turgência jugular e edema em membros inferiores. O eletrocardiograma (ECG) mostrou ritmo de fibrilação atrial e baixa voltagem do complexo QRS. O ecocardiograma revelou aumento biatrial, ventrículo esquerdo com hipertrofia concêntrica, disfunção diastólica moderada, fração de ejeção de 58% e ventrículo direito sem alterações. Foi coletado um BNP de 350 pg/mL.
Considerando o caso clínico hipotético apresentado, julgue os itens que se seguem.
De acordo com os ensaios clínicos mais recentes publicados, os inibidores de SGLT2 devem ser a primeira escolha no tratamento de emergência dessa paciente, enquanto os diuréticos de alço devem ser reservados para os casos refratários.
Provas
Uma mulher de 72 anos de idade foi admitida no pronto-socorro com quadro de dispneia e fadiga progressivas nos últimos 3 meses, com piora significativa nos últimos 2 dias. No exame físico, apresentou ritmo cardíaco irregular, crepitações pulmonares finas bilaterais, turgência jugular e edema em membros inferiores. O eletrocardiograma (ECG) mostrou ritmo de fibrilação atrial e baixa voltagem do complexo QRS. O ecocardiograma revelou aumento biatrial, ventrículo esquerdo com hipertrofia concêntrica, disfunção diastólica moderada, fração de ejeção de 58% e ventrículo direito sem alterações. Foi coletado um BNP de 350 pg/mL.
Considerando o caso clínico hipotético apresentado, julgue os itens que se seguem.
Considerando-se o ritmo cardíaco apresentado no ECG da paciente, pontos de corte mais elevados devem ser considerados para interpretação do resultado do peptídeo natriurético.
Provas
Uma mulher de 72 anos de idade foi admitida no pronto-socorro com quadro de dispneia e fadiga progressivas nos últimos 3 meses, com piora significativa nos últimos 2 dias. No exame físico, apresentou ritmo cardíaco irregular, crepitações pulmonares finas bilaterais, turgência jugular e edema em membros inferiores. O eletrocardiograma (ECG) mostrou ritmo de fibrilação atrial e baixa voltagem do complexo QRS. O ecocardiograma revelou aumento biatrial, ventrículo esquerdo com hipertrofia concêntrica, disfunção diastólica moderada, fração de ejeção de 58% e ventrículo direito sem alterações. Foi coletado um BNP de 350 pg/mL.
Considerando o caso clínico hipotético apresentado, julgue os itens que se seguem.
Deve ser levantada a suspeita de amiloidose cardíaca, devido à baixa voltagem no complexo QRS no eletrocardiograma em conjunto com o espessamento ventricular esquerdo no ecocardiograma.
Provas
Caderno Container