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Foram encontradas 100 questões.

1449470 Ano: 2002
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: TJ-PR
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Considere os itens a seguir:

enunciado 1449470-1

Estão corretos os itens:

 

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1449469 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: TJ-PR
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enunciado 1449469-1

Pela compreensão da tira acima, pode-se concluir que Mafalda:

enunciado 1449469-2

Estão corretas:

 

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1449468 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: TJ-PR
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As formas verbais estão flexionadas corretamente em:

 

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1449467 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: TJ-PR
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As relações semânticas estabelecidas entre as orações dos enunciados abaixo estão corretamente indicadas em:

 

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1449466 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: TJ-PR
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Marque a alternativa em os pronomes pessoais estão substituindo adequadamente os termos antecedentes sublinhados.

 

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1449465 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: TJ-PR
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Assinale a alternativa em que a concordância verbal está de acordo com a norma padrão.

 

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1449464 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: TJ-PR
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A ocorrência, várias vezes, da palavra 'jornal' no texto se deve:

 

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1449463 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: TJ-PR
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Segundo a concepção do autor, os jornais:

enunciado 1449463-1

Estão corretas:

 

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1449462 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: TJ-PR
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TEXTO 1

JORNAL E CIDADANIA.

Dentre os meios diários de informação – o rádio, a televisão e a Internet – o jornal, com quase quatro séculos de existência, é o mais antigo. (...) Diariamente, no mundo todo, bilhões de pessoas se debruçam sobre os jornais em busca de informações sobre os mais variados assuntos: política, economia, negócios, educação, artes, esporte, lazer ...

A primeira qualidade do jornal é a rapidez da informação. Ele nos traz hoje o que aconteceu ontem. Ele só perde para os meios eletrônicos que transmitem notícias ao vivo. Mas a rapidez do jornal é também um de seus pontos vulneráveis. Como é preciso “fechar” a edição numa determinada hora, (...) ocorre o perigo de ficarem assuntos por aprofundar, falhas de redação, informações incorretas etc.

Mas não é só isso. Como os jornais têm considerável influência sobre a formação cultural e política da sociedade, um bom leitor deve conhecer não só as qualidades, como também os perigos que eles podem oferecer. Em primeiro lugar, há jornal e jornal. Antes de passar a ler um, é preciso saber quais são as suas tendências, seus interesses, sua linha editorial. A primeira característica de um bom jornal é o compromisso com as reais necessidades dos leitores. (...) É preciso ler os jornais com espírito crítico. Eles sofrem pressão de grupos poderosos, nada interessados em cidadania ou democracia. Além disso, muitas vezes os jornais informam não aquilo que interessa ao povo, mas aquilo que uma parcela do povo quer saber. Nesse caso, são os leitores que pressionam o jornal.

Os correspondentes estrangeiros, por exemplo, costumam transmitir daqui principalmente assuntos exóticos, como o carnaval, e cenas de nossa miséria cotidiana, porque é isso que interessa a seus leitores. Apesar disso, não devemos ignorar os méritos da imprensa escrita em favor de grandes causas nacionais, campanhas cívicas, denúncias, serviços essenciais e, sobretudo, sua função de vigilante da democracia e da verdade. Os jornais dependem dos leitores. Sem estes não há aqueles. Mais: quanto mais conscientes forem seus leitores, melhores serão. Eles são o espelho do país. Refletem o que somos como povo. Só teremos jornais livres e fortes, quando formos fortes e livres. Um alimenta o outro.

(Avelino Antônio Correa)

Entre as informações apresentadas pelo autor, uma informação secundária é a de que:

 

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1449461 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: TJ-PR
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TEXTO 1

JORNAL E CIDADANIA.

Dentre os meios diários de informação – o rádio, a televisão e a Internet – o jornal, com quase quatro séculos de existência, é o mais antigo. (...) Diariamente, no mundo todo, bilhões de pessoas se debruçam sobre os jornais em busca de informações sobre os mais variados assuntos: política, economia, negócios, educação, artes, esporte, lazer ...

A primeira qualidade do jornal é a rapidez da informação. Ele nos traz hoje o que aconteceu ontem. Ele só perde para os meios eletrônicos que transmitem notícias ao vivo. Mas a rapidez do jornal é também um de seus pontos vulneráveis. Como é preciso “fechar” a edição numa determinada hora, (...) ocorre o perigo de ficarem assuntos por aprofundar, falhas de redação, informações incorretas etc.

Mas não é só isso. Como os jornais têm considerável influência sobre a formação cultural e política da sociedade, um bom leitor deve conhecer não só as qualidades, como também os perigos que eles podem oferecer. Em primeiro lugar, há jornal e jornal. Antes de passar a ler um, é preciso saber quais são as suas tendências, seus interesses, sua linha editorial. A primeira característica de um bom jornal é o compromisso com as reais necessidades dos leitores. (...) É preciso ler os jornais com espírito crítico. Eles sofrem pressão de grupos poderosos, nada interessados em cidadania ou democracia. Além disso, muitas vezes os jornais informam não aquilo que interessa ao povo, mas aquilo que uma parcela do povo quer saber. Nesse caso, são os leitores que pressionam o jornal.

Os correspondentes estrangeiros, por exemplo, costumam transmitir daqui principalmente assuntos exóticos, como o carnaval, e cenas de nossa miséria cotidiana, porque é isso que interessa a seus leitores. Apesar disso, não devemos ignorar os méritos da imprensa escrita em favor de grandes causas nacionais, campanhas cívicas, denúncias, serviços essenciais e, sobretudo, sua função de vigilante da democracia e da verdade. Os jornais dependem dos leitores. Sem estes não há aqueles. Mais: quanto mais conscientes forem seus leitores, melhores serão. Eles são o espelho do país. Refletem o que somos como povo. Só teremos jornais livres e fortes, quando formos fortes e livres. Um alimenta o outro.

(Avelino Antônio Correa)

Para sustentar seu ponto de vista, o autor:

 

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