Em determinado município, uma unidade do CRAS identifica que
a maioria das famílias em situação de insegurança alimentar
pertence à população negra. Observa-se também maior evasão
escolar de adolescentes negros, bem como dificuldades de acesso
aos serviços de saúde. O Plano Municipal de Assistência Social
não apresenta ações específicas de enfrentamento ao racismo.
Considerando o Projeto Ético-Político do Serviço Social, a omissão
institucional frente ao racismo, relatada no texto 2:
Em determinado município, uma unidade do CRAS identifica que
a maioria das famílias em situação de insegurança alimentar
pertence à população negra. Observa-se também maior evasão
escolar de adolescentes negros, bem como dificuldades de acesso
aos serviços de saúde. O Plano Municipal de Assistência Social
não apresenta ações específicas de enfrentamento ao racismo.
À luz do Estatuto da Igualdade Racial, a atuação do assistente
social deve priorizar a:
Em determinado município, uma unidade do CRAS identifica que
a maioria das famílias em situação de insegurança alimentar
pertence à população negra. Observa-se também maior evasão
escolar de adolescentes negros, bem como dificuldades de acesso
aos serviços de saúde. O Plano Municipal de Assistência Social
não apresenta ações específicas de enfrentamento ao racismo.
A situação apresentada no texto 2 viola diretamente o princípio
do Estatuto da Igualdade Racial identificado como:
Em determinado município, uma unidade do CRAS identifica que
a maioria das famílias em situação de insegurança alimentar
pertence à população negra. Observa-se também maior evasão
escolar de adolescentes negros, bem como dificuldades de acesso
aos serviços de saúde. O Plano Municipal de Assistência Social
não apresenta ações específicas de enfrentamento ao racismo.
À luz do Estatuto da Igualdade Racial, é correto afirmar que, na
situação relatada no texto 2, a ausência de ações específicas
caracteriza:
Em um hospital público, a assistente social Malu identifica que
uma idosa de 78 anos, internada por fratura de fêmur,
permanece sem acompanhante e apresenta sinais de negligência
familiar e dificuldades no acesso à medicação após a alta. A
família resiste em assumir os cuidados e o município não dispõe
de vaga imediata em instituição de longa permanência.
O texto 1 relata uma situação em que uma família se recusa a
prestar cuidados a uma pessoa idosa.
De acordo com o Estatuto da Pessoa Idosa, essa recusa:
Em um hospital público, a assistente social Malu identifica que
uma idosa de 78 anos, internada por fratura de fêmur,
permanece sem acompanhante e apresenta sinais de negligência
familiar e dificuldades no acesso à medicação após a alta. A
família resiste em assumir os cuidados e o município não dispõe
de vaga imediata em instituição de longa permanência.
Segundo o Estatuto da Pessoa Idosa e considerando a atuação
profissional do assistente social, é medida obrigatória no caso
relatado no texto 1:
Em um hospital público, a assistente social Malu identifica que
uma idosa de 78 anos, internada por fratura de fêmur,
permanece sem acompanhante e apresenta sinais de negligência
familiar e dificuldades no acesso à medicação após a alta. A
família resiste em assumir os cuidados e o município não dispõe
de vaga imediata em instituição de longa permanência.
Segundo o Estatuto da Pessoa Idosa, a situação relatada no
texto 1 caracteriza: