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Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TJ-RR
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O valor do prêmio dos seguros de vida vendidos por determinada seguradora foi determinado de modo diretamente proporcional ao produto da idade, em anos, do segurado pela quantia, em reais, segurada, sendo a constante da proporcionalidade a mesma para todos os seguros de vida. Os valores do prêmio dos clientes são reajustados na data de seu aniversário. O prêmio mensal do seguro no valor de R$ 30.000,00 de determinado cliente, por exemplo, passou, a partir do momento que ele completou 30 anos de idade, a ser de R$ 30,00.
Com base nessas informações, julgue o item abaixo
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Ouvir a voz da rua, por meio da literatura, constitui
um bom começo para a apreensão dos espaços de interação das
pessoas destinatárias do texto literário com o direito e com o
seu fenômeno de expressão mais notável, que é a lei. A leitura
do texto literário que narra a perplexidade das pessoas em
relação à lei pode interferir positivamente na compreensão
do problema da adesão aos centros de tutela que nela se
estabelecem.
A dialética própria do conhecimento aplica-se
especialmente ao direito como grande cena da cultura humana
e lugar de residência ou de visibilidade do conflito. O texto
literário pode mudar o leitor, pode confrontar suas crenças e
fazê-lo pensar. Ele pode, também, fazer o apostolado das
necessidades. Esse, porém, não é um processo automático e
não prescinde de uma mobilização por aqueles que detêm as
ferramentas operacionais de geração do direito — legisladores,
professores, teóricos e agentes máximos da informação pelo
argumento, como os juízes, os advogados, os promotores etc.
— para chamar a atenção do leitor acerca do conteúdo
proposto no texto literário.
O texto literário pode mudar o leitor, dar-lhe voz,
chamar-lhe a atenção para algo não percebido
espontaneamente, preencher-lhe as lacunas com o alívio de
ouvir o que queria que fosse dito. Esse texto pode abrir uma
vereda para a expansão do conhecimento por meio das
promessas e perguntas que faz.
Mônica Sette Lopes. A imagem do direito e da justiça no Machado de Assis cronista. Internet:
Julgue os itens a seguir, referentes aos sentidos e aos aspectos estruturais do texto.
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Ouvir a voz da rua, por meio da literatura, constitui
um bom começo para a apreensão dos espaços de interação das
pessoas destinatárias do texto literário com o direito e com o
seu fenômeno de expressão mais notável, que é a lei. A leitura
do texto literário que narra a perplexidade das pessoas em
relação à lei pode interferir positivamente na compreensão
do problema da adesão aos centros de tutela que nela se
estabelecem.
A dialética própria do conhecimento aplica-se
especialmente ao direito como grande cena da cultura humana
e lugar de residência ou de visibilidade do conflito. O texto
literário pode mudar o leitor, pode confrontar suas crenças e
fazê-lo pensar. Ele pode, também, fazer o apostolado das
necessidades. Esse, porém, não é um processo automático e
não prescinde de uma mobilização por aqueles que detêm as
ferramentas operacionais de geração do direito — legisladores,
professores, teóricos e agentes máximos da informação pelo
argumento, como os juízes, os advogados, os promotores etc.
— para chamar a atenção do leitor acerca do conteúdo
proposto no texto literário.
O texto literário pode mudar o leitor, dar-lhe voz,
chamar-lhe a atenção para algo não percebido
espontaneamente, preencher-lhe as lacunas com o alívio de
ouvir o que queria que fosse dito. Esse texto pode abrir uma
vereda para a expansão do conhecimento por meio das
promessas e perguntas que faz.
Mônica Sette Lopes. A imagem do direito e da justiça no Machado de Assis cronista. Internet:
Com relação às ideias do texto, julgue os itens de 1 a 4.
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O exercício da advocacia criminal constitui
instrumento de equilíbrio social. Não haveria paz e
tranquilidade se os julgamentos fossem realizados sem leis
antecipadamente organizadas e se os réus — por mais graves
que fossem os crimes cometidos — pudessem ser condenados
sumariamente sem defesa.
Quando se fala em defesa, trata-se da ampla defesa,
que abrange o direito de recorrer, quando a decisão não for
favorável. O recurso ampara-se em dois fundamentos de
natureza psicológica. De um lado, o sentimento inato, inerente
ao gênero humano, de inconformidade com a derrota. De outro,
a certeza universal da falibilidade humana. Daí o impulso
existencial legítimo de ver um julgamento desfavorável
reexaminado, de preferência por quem lhe pareça mais
qualificado por melhores dotes de sabedoria e experiência, e
mesmo, ainda que por simples presunção, por melhores
valores culturais e morais.
Se, na vida, recorrer ao amparo dos nossos
semelhantes é uma necessidade, a lei não poderia deixar de
acolher a utilização de recursos para o seu trato diário, como
uma forma de ver-se prestigiada, ou seja, para que as partes
envolvidas no processo se sintam amparadas, com a sensação
de que a decisão foi, tanto quanto possível, devidamente
apreciada, imparcial e justa.
Tales Castelo Branco. Todo réu deve ter defesa. Internet: http://super.abril.com.br (com adaptações).
Julgue os próximos itens com base na estrutura morfossintática do texto.
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Ouvir a voz da rua, por meio da literatura, constitui
um bom começo para a apreensão dos espaços de interação das
pessoas destinatárias do texto literário com o direito e com o
seu fenômeno de expressão mais notável, que é a lei. A leitura
do texto literário que narra a perplexidade das pessoas em
relação à lei pode interferir positivamente na compreensão
do problema da adesão aos centros de tutela que nela se
estabelecem.
A dialética própria do conhecimento aplica-se
especialmente ao direito como grande cena da cultura humana
e lugar de residência ou de visibilidade do conflito. O texto
literário pode mudar o leitor, pode confrontar suas crenças e
fazê-lo pensar. Ele pode, também, fazer o apostolado das
necessidades. Esse, porém, não é um processo automático e
não prescinde de uma mobilização por aqueles que detêm as
ferramentas operacionais de geração do direito — legisladores,
professores, teóricos e agentes máximos da informação pelo
argumento, como os juízes, os advogados, os promotores etc.
— para chamar a atenção do leitor acerca do conteúdo
proposto no texto literário.
O texto literário pode mudar o leitor, dar-lhe voz,
chamar-lhe a atenção para algo não percebido
espontaneamente, preencher-lhe as lacunas com o alívio de
ouvir o que queria que fosse dito. Esse texto pode abrir uma
vereda para a expansão do conhecimento por meio das
promessas e perguntas que faz.
Mônica Sette Lopes. A imagem do direito e da justiça no Machado de Assis cronista. Internet:
Com relação às ideias do texto, julgue os itens de 1 a 4.
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Ouvir a voz da rua, por meio da literatura, constitui
um bom começo para a apreensão dos espaços de interação das
pessoas destinatárias do texto literário com o direito e com o
seu fenômeno de expressão mais notável, que é a lei. A leitura
do texto literário que narra a perplexidade das pessoas em
relação à lei pode interferir positivamente na compreensão
do problema da adesão aos centros de tutela que nela se
estabelecem.
A dialética própria do conhecimento aplica-se
especialmente ao direito como grande cena da cultura humana
e lugar de residência ou de visibilidade do conflito. O texto
literário pode mudar o leitor, pode confrontar suas crenças e
fazê-lo pensar. Ele pode, também, fazer o apostolado das
necessidades. Esse, porém, não é um processo automático e
não prescinde de uma mobilização por aqueles que detêm as
ferramentas operacionais de geração do direito — legisladores,
professores, teóricos e agentes máximos da informação pelo
argumento, como os juízes, os advogados, os promotores etc.
— para chamar a atenção do leitor acerca do conteúdo
proposto no texto literário.
O texto literário pode mudar o leitor, dar-lhe voz,
chamar-lhe a atenção para algo não percebido
espontaneamente, preencher-lhe as lacunas com o alívio de
ouvir o que queria que fosse dito. Esse texto pode abrir uma
vereda para a expansão do conhecimento por meio das
promessas e perguntas que faz.
Mônica Sette Lopes. A imagem do direito e da justiça no Machado de Assis cronista. Internet:
Julgue os itens a seguir, referentes aos sentidos e aos aspectos estruturais do texto.
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O exercício da advocacia criminal constitui
instrumento de equilíbrio social. Não haveria paz e
tranquilidade se os julgamentos fossem realizados sem leis
antecipadamente organizadas e se os réus — por mais graves
que fossem os crimes cometidos — pudessem ser condenados
sumariamente sem defesa.
Quando se fala em defesa, trata-se da ampla defesa,
que abrange o direito de recorrer, quando a decisão não for
favorável. O recurso ampara-se em dois fundamentos de
natureza psicológica. De um lado, o sentimento inato, inerente
ao gênero humano, de inconformidade com a derrota. De outro,
a certeza universal da falibilidade humana. Daí o impulso
existencial legítimo de ver um julgamento desfavorável
reexaminado, de preferência por quem lhe pareça mais
qualificado por melhores dotes de sabedoria e experiência, e
mesmo, ainda que por simples presunção, por melhores
valores culturais e morais.
Se, na vida, recorrer ao amparo dos nossos
semelhantes é uma necessidade, a lei não poderia deixar de
acolher a utilização de recursos para o seu trato diário, como
uma forma de ver-se prestigiada, ou seja, para que as partes
envolvidas no processo se sintam amparadas, com a sensação
de que a decisão foi, tanto quanto possível, devidamente
apreciada, imparcial e justa.
Tales Castelo Branco. Todo réu deve ter defesa. Internet: http://super.abril.com.br (com adaptações).
Considerando as ideias e a tipologia do texto apresentado, julgue os itens subsequentes.
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