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Foram encontradas 80 questões.

2502657 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS

Considere as afirmativas abaixo, tendo em vista as disposições da Constituição Federal.

I - Ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei.

II - É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, independentemente de serem atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer.

III - As entidades associativas têm legitimidade para representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente, independentemente de autorização expressa.

Quais estão corretas?

 

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2502656 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS

Considere as afirmativas abaixo, à luz da Constituição Estadual.

I - O Procurador do Estado, no exercício do cargo, goza das prerrogativas inerentes à atividade de advocacia, cabendo-lhe requisitar, de qualquer autoridade ou órgão da administração estadual, informações, esclarecimentos e diligências que entender necessários ao fiel cumprimento de suas funções.

II - A Defensoria Pública é instituição essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a orientação jurídica e a defesa, em todos os graus, dos necessitados, na forma do art. 5º, LXXIV, da Constituição Federal, estendendo-se os seus serviços por todas as comarcas do Estado, de acordo com as necessidades e a forma prescrita em lei complementar estadual.

III - O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo- lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.

Quais estão corretas?

 

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Nos últimos vinte anos, é inegável a existência de processo de reestruturação produtiva no mundo do trabalho. Não apenas a questão da economia neoliberal, sustentada em fluxos autorreguladores do capitalismo contemporâneo, das relações trabalhistas, da formação profissional e da de pesquisas aplicadas às indústrias, constitui um fenômeno que contribui para a profusão de problemáticas complexas, relacionadas ao mundo do trabalho e à formação profissional especializada. Tais problemáticas e suas complexidades se estreitam em diferentes âmbitos de relações de modo a local, regional ou globalmente outras lógicas de formação requeridas pelo mundo do trabalho.
Nesse contexto, a formação profissional de base interdisciplinar surge como demanda de expressiva necessidade econômica e política. Desde os anos noventa, a demanda por profissionais com capacidade de integrar conhecimentos dispersos pela hiperespecialização desenvolveu-se em torno da busca da interdisciplinaridade, em diferentes campos do conhecimento.
Essa demanda se justifica pelas transformações ocorridas no mundo do trabalho e, especificamente, pela insuficiência epistemológica que as ciências modernas expressam diante da complexidade do mundo físico, social, político e cultural do homem. Assim, a Sociologia como ciência que estuda objetos do mundo social em suas dinâmicas, permanências e mutabilidades, voltar-se-á para a análise das relações entre mundo do trabalho, formação e práticas profissionais específicas. Tanto a Sociologia do Trabalho quanto a Sociologia das Profissões surgem nesse cenário como importantes campos teóricos para a compreensão aprofundada do tema.
Acredito que os estudos sobre o trabalho devem abranger uma variedade de objetos de pesquisa, dando, por isso mesmo, uma amplidão sistemática no que se refere aos complexos modos de relação entre trabalho, formação para o trabalho, profissões e formação profissional.
Adaptado de: SANTOS, Najó Glória dos et al. Formação
profissional interdisciplinar. Disponível em: <https://ri.ufs.br/bitstream/12345678 /503/1/Formacao ProfissionalInterdisciplinar.pdf>. Acessado em: 07 jul. 2014.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas.
 

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Suspiros de fumaça
“Parar de fumar é muito fácil. Eu mesmo já parei umas 20 vezes.” Assim dizia meu pai brincando para minimizar sua maior derrota: nunca conseguiu largar o cigarro. Quando, pela doença, as proibições chegaram, fumava escondido. Anos depois que partiu, minha mãe seguia encontrando maços em esconderijos insólitos.
Meu primeiro contato com o comércio foi comprando cigarros para meu pai. Diligentemente, não aceitava o troco em balas, o acerto justo dignificava a missão. Hoje me lembro dessas incursões com um pingo de culpa, como se nelas houvesse uma névoa de conivência.
Claro, eu era criança. Se é para ter culpa, melhor lembrar dos últimos anos do meu avô materno, quando eu já era adolescente. Outro que levou o cigarro até o fim. Embora a questão seja quem levou quem. Respirando muito mal, os médicos cortaram-lhe o hábito. Mas houve um apelo e uma concessão: três meios cigarros ao dia. Quando estava comigo, roubava no jogo e eu fazia escandalosa vista grossa. Trocávamos olhares e eu esquecia de cortar o cigarro, ou me enganava na difícil matemática que é discernir entre três e quatro.
Sinto falta do cheiro de tabacaria, de comprar cigarros, mas não sei o que faria com eles. Eu jamais fumei e meus fumantes se foram. Não descobri se nunca fumei para não desafiar quem derrotou meu pai ou para(a) triunfar onde ele falhou.
Quando minha mulher chegou na minha vida, fumava. Trazia essa familiaridade de um gozo que eu não entendia. O cigarro para(b) Diana era um amigo fiel que pontuava e sublinhava sua vida. Antes disso, depois daquilo, no momento de angústia, nos momentos de alegria, contra a solidão, enfim, arrimo para(c) todas as pausas. Mas minha paciência com o cigarro, e o custo que ele me trouxe, já havia esgotado. Agora, era eu ou ele. Quase perdi! Havia um inimigo na trincheira, minhas memórias, tinha uma queda pelo inimigo. Mas consegui. Depois de anos de luta e com o decisivo apoio da minha tropa de choque, minhas duas filhas, vencemos.
Se existe algo que aprendi com o cigarro é não menosprezar sua força e o preço que os fumantes estão dispostos a pagar. Tingir de morte o seu prazer, como a medicina explica e agora está impresso em qualquer maço, a meu ver, pouco ajuda. Talvez só denote o que ele é, uma tourada com a finitude, desafiando e chamando a morte a cada tragada.
O preço por esse prazer letal é enorme para(d) a saúde pública. Mas o pior, talvez mais doloroso por ser mais próximo, é testemunhar essa escolha entre a fuga solitária do canudinho de fumaça e a nossa companhia. Gostaria que todos os fumantes que amei tivessem preferido a minha companhia dele, preferência sempre terei ciúme. Precisamos ganhar os fumantes de volta para(e) nós.
Adaptado de: CORSO, Mário. Suspiros de fumaça. Zero Hora, 12/06/2014.
Assinale a alternativa que apresenta uma ocorrência em que a forma para é uma conjunção adverbial final.
 

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1323729 Ano: 2014
Disciplina: Arquivologia
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
No âmbito da NOBRADE – Norma Brasileira de Descrição Arquivística, o elemento de identificação cronológica que tem por referencial um calendário, denomina-se data
 

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Assinale a alternativa correta a respeito do regime jurídico estabelecido na Lei Complementar Estadual n.º 10.098/94 (Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio Grande do Sul), no que se refere ao provimento de cargos públicos.

 

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1309033 Ano: 2014
Disciplina: Arquivologia
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Schellenberg (1974) formula uma expressão para denominar, em seu sentido mais amplo, muitos documentos que se relacionam com o curso das ações em um determinado órgão. Diz ele que se pode incluir nessa denominação, além das séries de instruções relativas a diretrizes e normas, todas as espécies de documentos (correspondências, atas de conferências, estudos de assessores, memorandos definindo ou delegando poderes, etc.). Assinale a alternativa que apresenta essa expressão.
 

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1308712 Ano: 2014
Disciplina: Arquivologia
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
No que se refere à origem e evolução dos Arquivos, considere as afirmações abaixo.
I - Os arquivos tiveram sua origem, como instituição, entre os séculos V e IV a.C. na antiga civilização grega.
II - Na Inglaterra, por influência da Revolução Francesa, os arquivos seguiram os mesmos padrões da França, com a arquivística ligada a um ministério.
III - A Revolução Francesa contribuiu para as inúmeras discussões sobre os modelos mais adequados para o tratamento da informação arquivística.
IV - A necessidade prática de incrementar a eficiência governamental foi um dos motivos que levaram a França, a Inglaterra e os Estados Unidos a criarem seus arquivos.
Quais estão corretas?
 

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A Lei Complementar Estadual n.º 10.098/94 estabelece que o prazo para a conclusão do processo administrativo disciplinar não poderá exceder a , contados da data da publicação do ato que constituir a comissão, admitida a sua prorrogação por igual período, quando as circunstâncias de cunho excepcional assim o exigirem.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do parágrafo acima.

 

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Suspiros de fumaça
“Parar de fumar é muito fácil. Eu mesmo já parei umas 20 vezes.” Assim dizia meu pai brincando para minimizar sua maior derrota: nunca conseguiu largar o cigarro. Quando, pela doença, as proibições chegaram, fumava escondido. Anos depois que partiu, minha mãe seguia encontrando maços em esconderijos insólitos.
Meu primeiro contato com o comércio foi comprando cigarros para meu pai. Diligentemente, não aceitava o troco em balas, o acerto justo dignificava a missão. Hoje me lembro dessas incursões com um pingo de culpa, como se nelas houvesse uma névoa de conivência.
Claro, eu era criança. Se é para ter culpa, melhor lembrar dos últimos anos do meu avô materno, quando eu já era adolescente. Outro que levou o cigarro até o fim. Embora a questão seja quem levou quem. Respirando muito mal, os médicos cortaram-lhe o hábito. Mas houve um apelo e uma concessão: três meios cigarros ao dia. Quando estava comigo, roubava no jogo e eu fazia escandalosa vista grossa. Trocávamos olhares e eu esquecia de cortar o cigarro, ou me enganava na difícil matemática que é discernir entre três e quatro.
Sinto falta do cheiro de tabacaria, de comprar cigarros, mas não sei o que faria com eles. Eu jamais fumei e meus fumantes se foram. Não descobri se nunca fumei para não desafiar quem derrotou meu pai ou para triunfar onde ele falhou.
Quando minha mulher chegou na minha vida, fumava. Trazia essa familiaridade de um gozo que eu não entendia. O cigarro para Diana era um amigo fiel que pontuava e sublinhava sua vida. Antes disso, depois daquilo, no momento de angústia, nos momentos de alegria, contra a solidão, enfim, arrimo para todas as pausas. Mas minha paciência com o cigarro, e o custo que ele me trouxe, já havia esgotado. Agora, era eu ou ele. Quase perdi! Havia um inimigo na trincheira, minhas memórias, tinha uma queda pelo inimigo. Mas consegui. Depois de anos de luta e com o decisivo apoio da minha tropa de choque, minhas duas filhas, vencemos.
Se existe algo que aprendi com o cigarro é não menosprezar sua força e o preço que os fumantes estão dispostos a pagar. Tingir de morte o seu prazer, como a medicina explica e agora está impresso em qualquer maço, a meu ver, pouco ajuda. Talvez só denote o que ele é, uma tourada com a finitude, desafiando e chamando a morte a cada tragada.
O preço por esse prazer letal é enorme para a saúde pública. Mas o pior, talvez mais doloroso por ser mais próximo, é testemunhar essa escolha entre a fuga solitária do canudinho de fumaça e a nossa companhia. Gostaria que todos os fumantes que amei tivessem preferido a minha companhia dele, preferência sempre terei ciúme. Precisamos ganhar os fumantes de volta para nós.
Adaptado de: CORSO, Mário. Suspiros de fumaça. Zero Hora, 12/06/2014.
Assinale a alternativa que apresenta uma conversão correta dos dois períodos que iniciam o texto para o discurso indireto.
 

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