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No meio arquivístico brasileiro, foi consagrada a distinção entre “classificação” e “arranjo”, conforme Gonçalves (1998). De acordo com tal distinção, a “classificação” corresponde às operações técnicas destinadas a organizar a documentação de caráter , a partir da análise das funções e atividades do organismo produtor de arquivos. Por sua vez, o “arranjo” engloba as operações técnicas destinadas a organizar a documentação de caráter .
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do parágrafo acima.
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Nos documentos do MS-Word, o cabeçalho e o rodapé podem conter certas informações, entre elas, número de página. Com relação a esse dado, assinale a alternativa INCORRETA.
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Os documentos de arquivo são produzidos para atender determinadas demandas e “trazem a promessa de fidelidade aos fatos e ações que manifestam e para cuja realização contribuem”. Essa propriedade dos documentos de arquivo denomina-se
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Suspiros de fumaça
“Parar de fumar é muito fácil. Eu mesmo já parei umas 20 vezes.” Assim dizia meu pai brincando para minimizar sua maior derrota: nunca conseguiu largar o cigarro. Quando, pela doença, as proibições chegaram, fumava escondido. Anos depois que partiu, minha mãe seguia encontrando maços em esconderijos insólitos.
Meu primeiro contato com o comércio foi comprando cigarros para meu pai. Diligentemente, não aceitava o troco em balas, o acerto justo dignificava a missão. Hoje me lembro dessas incursões com um pingo de culpa, como se nelas houvesse uma névoa de conivência.
Claro, eu era criança. Se é para ter culpa, melhor lembrar dos últimos anos do meu avô materno, quando eu já era adolescente. Outro que levou o cigarro até o fim. Embora a questão seja quem levou quem. Respirando muito mal, os médicos cortaram-lhe o hábito. Mas houve um apelo e uma concessão: três meios cigarros ao dia. Quando estava comigo, roubava no jogo e eu fazia escandalosa vista grossa. Trocávamos olhares e eu esquecia de cortar o cigarro, ou me enganava na difícil matemática que é discernir entre três e quatro.
Sinto falta do cheiro de tabacaria, de comprar cigarros, mas não sei o que faria com eles. Eu jamais fumei e meus fumantes se foram. Não descobri se nunca fumei para não desafiar quem derrotou meu pai ou para triunfar onde ele falhou.
Quando minha mulher chegou na minha vida, fumava. Trazia essa familiaridade de um gozo que eu não entendia. O cigarro para Diana era um amigo fiel que pontuava e sublinhava sua vida. Antes disso, depois daquilo, no momento de angústia, nos momentos de alegria, contra a solidão, enfim, arrimo para todas as pausas. Mas minha paciência com o cigarro, e o custo que ele me trouxe, já havia esgotado. Agora, era eu ou ele. Quase perdi! Havia um inimigo na trincheira, minhas memórias, tinha uma queda pelo inimigo. Mas consegui. Depois de anos de luta e com o decisivo apoio da minha tropa de choque, minhas duas filhas, vencemos.
Se existe algo que aprendi com o cigarro é não menosprezar sua força e o preço que os fumantes estão dispostos a pagar. Tingir de morte o seu prazer, como a medicina explica e agora está impresso em qualquer maço, a meu ver, pouco ajuda. Talvez só denote o que ele é, uma tourada com a finitude, desafiando e chamando a morte a cada tragada.
O preço por esse prazer letal é enorme para a saúde pública. Mas o pior, talvez mais doloroso por ser mais próximo, é testemunhar essa escolha entre a fuga solitária do canudinho de fumaça e a nossa companhia. Gostaria que todos os fumantes que amei tivessem preferido a minha companhia dele, preferência sempre terei ciúme. Precisamos ganhar os fumantes de volta para nós.
Adaptado de: CORSO, Mário. Suspiros de fumaça. Zero Hora, 12/06/2014.
Considere as propostas de alteração da pontuação do texto a seguir.
I - Deslocamento da vírgula depois de partiu para depois de mãe (l. 06).
II - Inserção de uma vírgula depois de jogo.
III - Inserção de uma vírgula depois de custo
Se fossem realizadas, quais preservariam a correção gramatical e o sentido literal dos períodos originais?
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No que se refere aos documentos em arquivos, considere as afirmações abaixo.
I - O acervo origina-se de material de gama infinitamente variável de atividade funcional e intelectual de instituições ou pessoas.
II - Resultam de atividades cultural e técnica ou científica de criação artístico-literária, pesquisa ou divulgação.
III - Podem ter origem artística ou funcional com a finalidade de ensinar.
IV - Possuem fim administrativo e jurídico e servem como prova.
Quais estão corretas?
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Mais do que combater as teses racistas que são difundidas em muitos países e sociedades que afirmam serem superiores em relação às outras no que concerne à etnia, devemos voltar nosso olhar para outras vertentes preconceituosas nas sociedades que se consideram avançadas, seja no âmbito tecnológico, ou até mesmo na linguagem e na escrita.
Essa tendência refere-se à superioridade cultural de uma civilização ou grupo em relação a outros que são compreendidos como inferiores e tratados como obsoletos e desvalorizados em todos os seus aspectos culturais.
As sociedades que, durante toda a história da humanidade, foram exploradas, embora perdessem traços culturais, não deixaram de lado suas principais circunscrições que as identificam, assim como seus costumes, crenças e modo de vida próprio. No entanto, as civilizações exploradoras conseguiram desviar o foco dos problemas ocasionado pela exploração, para uma “terrível” imagem dos povos que não se adequaram ao seu estilo de vida, fazendo-nos acreditar que essas civilizações não têm nenhuma relevância cultural no cenário mundial.
Nossas convicções ideológicas pessoais prevalecem muito mais do que qualquer relação social com povos que não pensam como nós pensamos e que fogem de nossos padrões de vida. Somos levados a querer que o outro grupo seja o reflexo ideal do nosso próprio conceito de “sociedade ideal”, caso contrário rotulamos o outro grupo como inferior e irrelevante para o progresso da humanidade.
Ao julgarmos uma cultura em relação à nossa e afirmar sua inferioridade, não devemos partir de valores como avanços tecnológicos e científicos, pois nenhuma civilização é tão “inferior” que não tenha nenhuma característica específica que a nossa ainda não conseguiu desenvolver. Desse modo, se consideramos o diferente como inferior, também podemos cair no mesmo grau de inferioridade, na medida em que o outro grupo nos terá como sendo também inferiores em determinados aspectos.
Adaptado de: LIMA, Fabiano de Albuquerque. Disponível em: <http://www.opovo.com.br/app/jornaldoleitor/noticiasse cundarias/artigos/2013/09/17/noticiajornaldoleitorartigos,- 3131118/a-pretensao-de-uma-superioridadecultural.shtml>. Acessado em 07 jul. 2014.
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta de acordo com o texto.
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Considere as afirmativas abaixo, tendo em vista as disposições da Constituição Federal.
I - Compete privativamente à União legislar sobre custas dos serviços forenses.
II - Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre procedimentos em matéria processual.
III - Compete privativamente à União legislar sobre juntas comerciais.
Quais estão corretas?
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Assinale a alternativa INCORRETA em relação às disposições da Constituição Estadual.
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O Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, conforme previsto no respectivo Regimento Interno, é composto por Desembargadores.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do parágrafo acima.
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O quorum mínimo para funcionamento dos Grupos Cíveis, segundo previsto no Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, é de
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