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Foram encontradas 60 questões.

2927771 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-RS

Considere o trecho adaptado do texto anterior para responder às questões de números 10 e 11.

Em seu site, o Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciências e Tecnologia fornece informações sobre as instalações escolares fechadas em cada governo local, que avalia as propostas de interessados em usá-las. Os candidatos têm de se comprometer apoiar a comunidade local, promover a revitalização regional e gerar emprego. Em troca, terão disposição espaços separados disponíveis, como salas de aula, pátios, ginásio e até piscina.

A forma como os espaços estão sendo retomados varia de região para região. A vila Nippaku, na província setentrional de Hokkaido, habitada por 5 mil pessoas, perdeu uma escola centenária em 2008 e ganhou um museu no lugar. Tudo começou quando o colecionador de obras de arte Isao Tanimoto levou as obras que tinha para o prédio pedido dos moradores que queriam revitalizar região.

Quanto ao emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que, correta e respectivamente, completa as lacunas:

 

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2927770 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-RS

O vocábulo tubarão-martelo tem dois plurais: as formas tubarões-martelos e tubarões-martelo. O mesmo ocorre com o vocábulo:

 

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2927769 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-RS

Leia o texto para responder às questões de números 04 a 08.

A queda acentuada da taxa de natalidade no Japão tem provocado o esvaziamento das salas de aula e o fechamento de uma média de 450 escolas públicas por ano. Segundo o Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciências e Tecnologia japonês, 8 580 instituições de ensino fundamental encerraram suas atividades entre 2002 e 2021. Do total, cerca de 5,5 mil instalações estão sendo utilizadas como centros comunitários ou ganhando sobrevida na forma de pousadas, galeria de arte, aquário e até fábrica de saquê. O restante das escolas fechadas continua sem uso por falta de demanda da comunidade ou devido à deterioração das instalações.

Demolir é uma decisão penosa para os japoneses, que atribuem à escola um papel que vai além de local de estudo. Um estudo comparativo sobre desenvolvimento urbano em áreas de imigração no Sul do Brasil, realizado por Tohru Morioka, constatou que cidades ocupadas por imigrantes italianos e alemães tinham as igrejas como o coração da comunidade, enquanto em regiões de concentração nipônica, como Registro, no interior de São Paulo, cabia às escolas esse papel.

Por meio de um projeto, o governo tenta equacionar o envelhecimento da população e o despovoamento com revitalização regional, aproveitando o protagonismo das escolas e a infraestrutura já estabelecida. “Com a população em declínio, o interessante é utilizar efetivamente os recursos locais disponíveis, em vez de construir novas instalações”, afirma Takahiro Hisa, professor da Faculdade de Sociologia Aplicada da Universidade Kindai, no Japão.

Na cidade de pescadores Muroto, na província de Kochi, por exemplo, uma escola primária fechada 17 anos atrás virou um aquário para atrair turistas à região. Ali é possível encontrar tubarão-martelo e tartarugas nadando na piscina externa de 25 metros, e mil criaturas marinhas de 50 espécies expostas em tanques temáticos distribuídos pelas salas de aula.

O último pico no número de crianças em idade escolar (ensino fundamental) ocorreu em 1981. Desde então, o índice de ocupação das salas de aula segue em queda, não havendo qualquer possibilidade de reversão, pelo contrário: no ano passado, pela primeira vez, o total de nascimentos no Japão ficou abaixo de 800 mil, indicando que mais escolas estão sujeitas a ter suas portas fechadas.

(Fatima Kamata. A inovadora solução do Japão para as escolas abandonadas por falta de alunos. www.bbc.com/portuguese, 17.06.2023. Adaptado)

No trecho “… cidades ocupadas por imigrantes italianos e alemães tinham as igrejas como o centro da comunidade, enquanto em regiões de concentração nipônica…” (3º parágrafo), o vocábulo destacado pode ser substituído, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical, por:

 

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2927768 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-RS

Leia o texto para responder às questões de números 04 a 08.

A queda acentuada da taxa de natalidade no Japão tem provocado o esvaziamento das salas de aula e o fechamento de uma média de 450 escolas públicas por ano. Segundo o Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciências e Tecnologia japonês, 8 580 instituições de ensino fundamental encerraram suas atividades entre 2002 e 2021. Do total, cerca de 5,5 mil instalações estão sendo utilizadas como centros comunitários ou ganhando sobrevida na forma de pousadas, galeria de arte, aquário e até fábrica de saquê. O restante das escolas fechadas continua sem uso por falta de demanda da comunidade ou devido à deterioração das instalações.

Demolir é uma decisão penosa para os japoneses, que atribuem à escola um papel que vai além de local de estudo. Um estudo comparativo sobre desenvolvimento urbano em áreas de imigração no Sul do Brasil, realizado por Tohru Morioka, constatou que cidades ocupadas por imigrantes italianos e alemães tinham as igrejas como o coração da comunidade, enquanto em regiões de concentração nipônica, como Registro, no interior de São Paulo, cabia às escolas esse papel.

Por meio de um projeto, o governo tenta equacionar o envelhecimento da população e o despovoamento com revitalização regional, aproveitando o protagonismo das escolas e a infraestrutura já estabelecida. “Com a população em declínio, o interessante é utilizar efetivamente os recursos locais disponíveis, em vez de construir novas instalações”, afirma Takahiro Hisa, professor da Faculdade de Sociologia Aplicada da Universidade Kindai, no Japão.

Na cidade de pescadores Muroto, na província de Kochi, por exemplo, uma escola primária fechada 17 anos atrás virou um aquário para atrair turistas à região. Ali é possível encontrar tubarão-martelo e tartarugas nadando na piscina externa de 25 metros, e mil criaturas marinhas de 50 espécies expostas em tanques temáticos distribuídos pelas salas de aula.

O último pico no número de crianças em idade escolar (ensino fundamental) ocorreu em 1981. Desde então, o índice de ocupação das salas de aula segue em queda, não havendo qualquer possibilidade de reversão, pelo contrário: no ano passado, pela primeira vez, o total de nascimentos no Japão ficou abaixo de 800 mil, indicando que mais escolas estão sujeitas a ter suas portas fechadas.

(Fatima Kamata. A inovadora solução do Japão para as escolas abandonadas por falta de alunos. www.bbc.com/portuguese, 17.06.2023. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a substituição do vocábulo destacado pelo que está entre colchetes preserva a correção gramatical da frase.

 

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2927767 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-RS

Leia o texto para responder às questões de números 04 a 08.

A queda acentuada da taxa de natalidade no Japão tem provocado o esvaziamento das salas de aula e o fechamento de uma média de 450 escolas públicas por ano. Segundo o Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciências e Tecnologia japonês, 8 580 instituições de ensino fundamental encerraram suas atividades entre 2002 e 2021. Do total, cerca de 5,5 mil instalações estão sendo utilizadas como centros comunitários ou ganhando sobrevida na forma de pousadas, galeria de arte, aquário e até fábrica de saquê. O restante das escolas fechadas continua sem uso por falta de demanda da comunidade ou devido à deterioração das instalações.

Demolir é uma decisão penosa para os japoneses, que atribuem à escola um papel que vai além de local de estudo. Um estudo comparativo sobre desenvolvimento urbano em áreas de imigração no Sul do Brasil, realizado por Tohru Morioka, constatou que cidades ocupadas por imigrantes italianos e alemães tinham as igrejas como o coração da comunidade, enquanto em regiões de concentração nipônica, como Registro, no interior de São Paulo, cabia às escolas esse papel.

Por meio de um projeto, o governo tenta equacionar o envelhecimento da população e o despovoamento com revitalização regional, aproveitando o protagonismo das escolas e a infraestrutura já estabelecida. “Com a população em declínio, o interessante é utilizar efetivamente os recursos locais disponíveis, em vez de construir novas instalações”, afirma Takahiro Hisa, professor da Faculdade de Sociologia Aplicada da Universidade Kindai, no Japão.

Na cidade de pescadores Muroto, na província de Kochi, por exemplo, uma escola primária fechada 17 anos atrás virou um aquário para atrair turistas à região. Ali é possível encontrar tubarão-martelo e tartarugas nadando na piscina externa de 25 metros, e mil criaturas marinhas de 50 espécies expostas em tanques temáticos distribuídos pelas salas de aula.

O último pico no número de crianças em idade escolar (ensino fundamental) ocorreu em 1981. Desde então, o índice de ocupação das salas de aula segue em queda, não havendo qualquer possibilidade de reversão, pelo contrário: no ano passado, pela primeira vez, o total de nascimentos no Japão ficou abaixo de 800 mil, indicando que mais escolas estão sujeitas a ter suas portas fechadas.

(Fatima Kamata. A inovadora solução do Japão para as escolas abandonadas por falta de alunos. www.bbc.com/portuguese, 17.06.2023. Adaptado)

Assinale a alternativa em que vocábulo destacado foi empregado em sentido figurado no contexto em que se encontra:

 

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2927766 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-RS

Leia o texto para responder às questões de números 04 a 08.

A queda acentuada da taxa de natalidade no Japão tem provocado o esvaziamento das salas de aula e o fechamento de uma média de 450 escolas públicas por ano. Segundo o Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciências e Tecnologia japonês, 8 580 instituições de ensino fundamental encerraram suas atividades entre 2002 e 2021. Do total, cerca de 5,5 mil instalações estão sendo utilizadas como centros comunitários ou ganhando sobrevida na forma de pousadas, galeria de arte, aquário e até fábrica de saquê. O restante das escolas fechadas continua sem uso por falta de demanda da comunidade ou devido à deterioração das instalações.

Demolir é uma decisão penosa para os japoneses, que atribuem à escola um papel que vai além de local de estudo. Um estudo comparativo sobre desenvolvimento urbano em áreas de imigração no Sul do Brasil, realizado por Tohru Morioka, constatou que cidades ocupadas por imigrantes italianos e alemães tinham as igrejas como o coração da comunidade, enquanto em regiões de concentração nipônica, como Registro, no interior de São Paulo, cabia às escolas esse papel.

Por meio de um projeto, o governo tenta equacionar o envelhecimento da população e o despovoamento com revitalização regional, aproveitando o protagonismo das escolas e a infraestrutura já estabelecida. “Com a população em declínio, o interessante é utilizar efetivamente os recursos locais disponíveis, em vez de construir novas instalações”, afirma Takahiro Hisa, professor da Faculdade de Sociologia Aplicada da Universidade Kindai, no Japão.

Na cidade de pescadores Muroto, na província de Kochi, por exemplo, uma escola primária fechada 17 anos atrás virou um aquário para atrair turistas à região. Ali é possível encontrar tubarão-martelo e tartarugas nadando na piscina externa de 25 metros, e mil criaturas marinhas de 50 espécies expostas em tanques temáticos distribuídos pelas salas de aula.

O último pico no número de crianças em idade escolar (ensino fundamental) ocorreu em 1981. Desde então, o índice de ocupação das salas de aula segue em queda, não havendo qualquer possibilidade de reversão, pelo contrário: no ano passado, pela primeira vez, o total de nascimentos no Japão ficou abaixo de 800 mil, indicando que mais escolas estão sujeitas a ter suas portas fechadas.

(Fatima Kamata. A inovadora solução do Japão para as escolas abandonadas por falta de alunos. www.bbc.com/portuguese, 17.06.2023. Adaptado)

Um comportamento observado entre japoneses que vivem fora de seu país é o de

 

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2927765 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-RS

Leia o texto para responder às questões de números 04 a 08.

A queda acentuada da taxa de natalidade no Japão tem provocado o esvaziamento das salas de aula e o fechamento de uma média de 450 escolas públicas por ano. Segundo o Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciências e Tecnologia japonês, 8 580 instituições de ensino fundamental encerraram suas atividades entre 2002 e 2021. Do total, cerca de 5,5 mil instalações estão sendo utilizadas como centros comunitários ou ganhando sobrevida na forma de pousadas, galeria de arte, aquário e até fábrica de saquê. O restante das escolas fechadas continua sem uso por falta de demanda da comunidade ou devido à deterioração das instalações.

Demolir é uma decisão penosa para os japoneses, que atribuem à escola um papel que vai além de local de estudo. Um estudo comparativo sobre desenvolvimento urbano em áreas de imigração no Sul do Brasil, realizado por Tohru Morioka, constatou que cidades ocupadas por imigrantes italianos e alemães tinham as igrejas como o coração da comunidade, enquanto em regiões de concentração nipônica, como Registro, no interior de São Paulo, cabia às escolas esse papel.

Por meio de um projeto, o governo tenta equacionar o envelhecimento da população e o despovoamento com revitalização regional, aproveitando o protagonismo das escolas e a infraestrutura já estabelecida. “Com a população em declínio, o interessante é utilizar efetivamente os recursos locais disponíveis, em vez de construir novas instalações”, afirma Takahiro Hisa, professor da Faculdade de Sociologia Aplicada da Universidade Kindai, no Japão.

Na cidade de pescadores Muroto, na província de Kochi, por exemplo, uma escola primária fechada 17 anos atrás virou um aquário para atrair turistas à região. Ali é possível encontrar tubarão-martelo e tartarugas nadando na piscina externa de 25 metros, e mil criaturas marinhas de 50 espécies expostas em tanques temáticos distribuídos pelas salas de aula.

O último pico no número de crianças em idade escolar (ensino fundamental) ocorreu em 1981. Desde então, o índice de ocupação das salas de aula segue em queda, não havendo qualquer possibilidade de reversão, pelo contrário: no ano passado, pela primeira vez, o total de nascimentos no Japão ficou abaixo de 800 mil, indicando que mais escolas estão sujeitas a ter suas portas fechadas.

(Fatima Kamata. A inovadora solução do Japão para as escolas abandonadas por falta de alunos. www.bbc.com/portuguese, 17.06.2023. Adaptado)

As informações presentes no texto permitem concluir que o fechamento das escolas no Japão

 

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2927764 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-RS

Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com a norma-padrão de regência.

 

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2927763 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-RS

Enunciado 3237024-1

(Willian Leite. Anésia # 526. www.willtirando.com.br. 03.10.2020. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o acréscimo de vírgula mantém a correção gramatical da frase.

 

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2927762 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-RS

Enunciado 3237023-1

(Willian Leite. Anésia # 526. www.willtirando.com.br. 03.10.2020. Adaptado)

A partir da leitura da tira, assinale a alternativa correta.

 

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