Foram encontradas 100 questões.
Trabalhavam em uma empresa 1250 funcionários, sendo que a razão entre o número de homens e o número
de mulheres era igual a 7/3. Durante alguns meses, a
empresa resolveu demitir, mês a mês, o mesmo número de homens. Ao mesmo tempo, também mês a mês,
a empresa admitiu o mesmo número de mulheres, de
modo a manter sempre os 1250 funcionários. A empresa
executou essa política durante cinco meses e conseguiu
que a razão entre o número de homens funcionários e o
número de mulheres funcionárias se tornasse 1/4.
Após as demissões e contratações do terceiro mês no qual essa política foi executada, essa razão, entre número de homens e número de mulheres era igual a
Após as demissões e contratações do terceiro mês no qual essa política foi executada, essa razão, entre número de homens e número de mulheres era igual a
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Uma sala possui uma lâmpada que, após ser ligada, alterna entre as cores azul, amarela e vermelha, emitindo
ininterruptamente uma mesma cor até que mude para
outra. Quando a lâmpada é ligada, a luz emitida é a azul
e, a partir desse momento, a cor emitida muda desde o
seu acionamento, em minutos, de acordo com o tempo
decorrido desde o seu acionamento, respeitando os seguintes critérios:
• caso o tempo decorrido seja múltiplo de 3 e de 4, a cor emitida é a azul;
• caso o tempo decorrido seja múltiplo de 3, mas não de 4, a cor emitida é a amarela;
• caso o tempo decorrido seja múltiplo de 4, mas não de 3, a cor emitida é a vermelha.
A partir do momento em que a lâmpada é ligada até se completarem 2 horas e 43 minutos, o número de minutos a mais que a lâmpada emitiu a cor amarela em relação ao tempo em que emitiu a cor vermelha é:
• caso o tempo decorrido seja múltiplo de 3 e de 4, a cor emitida é a azul;
• caso o tempo decorrido seja múltiplo de 3, mas não de 4, a cor emitida é a amarela;
• caso o tempo decorrido seja múltiplo de 4, mas não de 3, a cor emitida é a vermelha.
A partir do momento em que a lâmpada é ligada até se completarem 2 horas e 43 minutos, o número de minutos a mais que a lâmpada emitiu a cor amarela em relação ao tempo em que emitiu a cor vermelha é:
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(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 20.09.2024)
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(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 20.09.2024)
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(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 20.09.2024)
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(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 20.09.2024)
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Agora, o quadro se agravou. Os fatos nos põem frente__________ frente com o exaurimento não dos impérios, não da humanidade, mas do planeta Terra. Estamos
presenciando________ fadiga do material e do imaterial: fadiga da natureza e das narrativas sobre a natureza, fadiga do Corpo de Bombeiros e dos métodos incorpóreos de combate _________queimadas. Fadiga
da fadiga.
(Eugênio Bucci, Sensações Apocalíticas. Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 19.09.2024. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
(Eugênio Bucci, Sensações Apocalíticas. Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 19.09.2024. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Sensações apocalíticas
Na capa do jornal Estado de terça-feira, uma foto mostra
Brasília submersa em fumaça densa, quase opaca. Na TV,
paredões de fogo se levantam e marcham. A olho nu, a fuligem se derrama sobre a cidade; filamentos de carvão vindos
no vento aterrissam como libélulas no capô do automóvel de
um milhão de reais. O desastre climático é um desastre social, que castiga antes os de baixo, mas quando se impõe
para valer não respeita a segregação entre as classes. Não
respeita nada, cobre até os astros no céu. A Lua fica vermelha, como se obedecesse ao Apocalipse (6:12): “Inteira como
sangue”.
Sol prata, chuva preta (isso quando chove). Aumentam
as internações nos hospitais. Sobem os óbitos por problemas
respiratórios. O noticiário dá conta de que um território equivalente ao Estado de Roraima já virou cinza. A realidade se
mostra pior do que as previsões da teoria.
O livro A Terra Inabitável, do jornalista americano David
Wallace-Wells, passava por pessimista ao ser lançado, em
2017, mas agora parece brando. Seu alerta de que o descongelamento do solo do Alasca e da Sibéria liberaria gases
de efeito estufa e ressuscitaria micro-organismos capazes de
desencadear epidemias desconhecidas foi superado por cenários ainda mais assustadores.
O cientista Carlos Nobre se declarou “apavorado”. Num
artigo publicado no UOL, ele retomou o adjetivo que deu título
ao livro de Wallace-Wells e sentenciou: “Se a temperatura
global aumentar em 4º C até 2100, grande parte do planeta,
incluindo o Brasil, pode se tornar inabitável”. O Rio Solimões
se reduziu a um riacho fantasma, inabitável para peixes. As
metrópoles estrebucham entre dois extremos: no primeiro,
inundações infectas alagam as casas com doenças e lama;
no segundo, a seca ameaça matar de sede os moradores.
Para onde quer que se olhe, proliferam os sinais de esfacelamento generalizado.
(Eugênio Bucci, Sensações Apocalíticas.
Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 19.09.2024. Adaptado)
• ... uma foto mostra Brasília submersa em fumaça densa... (1 º parágrafo)
• ... que castiga antes os de baixo... (1 º parágrafo)
• Sobem os óbitos por problemas respiratórios. (2 º parágrafo)
• ... a seca ameaça matar de sede os moradores. (4 º parágrafo)
De acordo com a norma-padrão e o sentido original, a reescrita de Brasília submersa em fumaça densa, o sinônimo de antes e as relações estabelecidas pelas preposições por e de são, respectivamente:
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Sensações apocalíticas
Na capa do jornal Estado de terça-feira, uma foto mostra
Brasília submersa em fumaça densa, quase opaca. Na TV,
paredões de fogo se levantam e marcham. A olho nu, a fuligem se derrama sobre a cidade; filamentos de carvão vindos
no vento aterrissam como libélulas no capô do automóvel de
um milhão de reais. O desastre climático é um desastre social, que castiga antes os de baixo, mas quando se impõe
para valer não respeita a segregação entre as classes. Não
respeita nada, cobre até os astros no céu. A Lua fica vermelha, como se obedecesse ao Apocalipse (6:12): “Inteira como
sangue”.
Sol prata, chuva preta (isso quando chove). Aumentam
as internações nos hospitais. Sobem os óbitos por problemas
respiratórios. O noticiário dá conta de que um território equivalente ao Estado de Roraima já virou cinza. A realidade se
mostra pior do que as previsões da teoria.
O livro A Terra Inabitável, do jornalista americano David
Wallace-Wells, passava por pessimista ao ser lançado, em
2017, mas agora parece brando. Seu alerta de que o descongelamento do solo do Alasca e da Sibéria liberaria gases
de efeito estufa e ressuscitaria micro-organismos capazes de
desencadear epidemias desconhecidas foi superado por cenários ainda mais assustadores.
O cientista Carlos Nobre se declarou “apavorado”. Num
artigo publicado no UOL, ele retomou o adjetivo que deu título
ao livro de Wallace-Wells e sentenciou: “Se a temperatura
global aumentar em 4º C até 2100, grande parte do planeta,
incluindo o Brasil, pode se tornar inabitável”. O Rio Solimões
se reduziu a um riacho fantasma, inabitável para peixes. As
metrópoles estrebucham entre dois extremos: no primeiro,
inundações infectas alagam as casas com doenças e lama;
no segundo, a seca ameaça matar de sede os moradores.
Para onde quer que se olhe, proliferam os sinais de esfacelamento generalizado.
(Eugênio Bucci, Sensações Apocalíticas.
Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 19.09.2024. Adaptado)
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Sensações apocalíticas
Na capa do jornal Estado de terça-feira, uma foto mostra
Brasília submersa em fumaça densa, quase opaca. Na TV,
paredões de fogo se levantam e marcham. A olho nu, a fuligem se derrama sobre a cidade; filamentos de carvão vindos
no vento aterrissam como libélulas no capô do automóvel de
um milhão de reais. O desastre climático é um desastre social, que castiga antes os de baixo, mas quando se impõe
para valer não respeita a segregação entre as classes. Não
respeita nada, cobre até os astros no céu. A Lua fica vermelha, como se obedecesse ao Apocalipse (6:12): “Inteira como
sangue”.
Sol prata, chuva preta (isso quando chove). Aumentam
as internações nos hospitais. Sobem os óbitos por problemas
respiratórios. O noticiário dá conta de que um território equivalente ao Estado de Roraima já virou cinza. A realidade se
mostra pior do que as previsões da teoria.
O livro A Terra Inabitável, do jornalista americano David
Wallace-Wells, passava por pessimista ao ser lançado, em
2017, mas agora parece brando. Seu alerta de que o descongelamento do solo do Alasca e da Sibéria liberaria gases
de efeito estufa e ressuscitaria micro-organismos capazes de
desencadear epidemias desconhecidas foi superado por cenários ainda mais assustadores.
O cientista Carlos Nobre se declarou “apavorado”. Num
artigo publicado no UOL, ele retomou o adjetivo que deu título
ao livro de Wallace-Wells e sentenciou: “Se a temperatura
global aumentar em 4º C até 2100, grande parte do planeta,
incluindo o Brasil, pode se tornar inabitável”. O Rio Solimões
se reduziu a um riacho fantasma, inabitável para peixes. As
metrópoles estrebucham entre dois extremos: no primeiro,
inundações infectas alagam as casas com doenças e lama;
no segundo, a seca ameaça matar de sede os moradores.
Para onde quer que se olhe, proliferam os sinais de esfacelamento generalizado.
(Eugênio Bucci, Sensações Apocalíticas.
Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 19.09.2024. Adaptado)
• Não respeita nada, cobre até os astros no céu. (1 º parágrafo)
• Seu alerta de que o descongelamento do solo... (3 º parágrafo)
• ... ele retomou o adjetivo... (4 º parágrafo)
As expressões destacadas mantêm relação coesiva, correta e respectivamente, com os termos:
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