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Foram encontradas 200 questões.

3779927 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-SP
Trabalhavam em uma empresa 1250 funcionários, sendo que a razão entre o número de homens e o número de mulheres era igual a 7/3. Durante alguns meses, a empresa resolveu demitir, mês a mês, o mesmo número de homens. Ao mesmo tempo, também mês a mês, a empresa admitiu o mesmo número de mulheres, de modo a manter sempre os 1250 funcionários. A empresa executou essa política durante cinco meses e conseguiu que a razão entre o número de homens funcionários e o número de mulheres funcionárias se tornasse 1/4.

Após as demissões e contratações do terceiro mês no qual essa política foi executada, essa razão, entre número de homens e número de mulheres era igual a
 

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3779926 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-SP
Uma sala possui uma lâmpada que, após ser ligada, alterna entre as cores azul, amarela e vermelha, emitindo ininterruptamente uma mesma cor até que mude para outra. Quando a lâmpada é ligada, a luz emitida é a azul e, a partir desse momento, a cor emitida muda desde o seu acionamento, em minutos, de acordo com o tempo decorrido desde o seu acionamento, respeitando os seguintes critérios:

• caso o tempo decorrido seja múltiplo de 3 e de 4, a cor emitida é a azul;
• caso o tempo decorrido seja múltiplo de 3, mas não de 4, a cor emitida é a amarela;
• caso o tempo decorrido seja múltiplo de 4, mas não de 3, a cor emitida é a vermelha.


A partir do momento em que a lâmpada é ligada até se completarem 2 horas e 43 minutos, o número de minutos a mais que a lâmpada emitiu a cor amarela em relação ao tempo em que emitiu a cor vermelha é:
 

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3779925 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-SP

Enunciado 4570446-1

(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 20.09.2024)

A regência nominal atende à norma-padrão em:
 

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3779924 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-SP

Enunciado 4570445-1

(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 20.09.2024)

Conforme os sentidos expostos no 1º quadro e o respeito à norma-padrão, a frase do personagem admite a versão:
 

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3779923 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-SP

Enunciado 4570444-1

(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 20.09.2024)

O termo obsoleto (1 º quadro) é antônimo de
 

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3779922 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-SP

Enunciado 4570443-1

(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 20.09.2024)

Com a frase do personagem no 2o quadro, conclui-se corretamente que ele decidiu
 

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3779921 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-SP
Agora, o quadro se agravou. Os fatos nos põem frente__________  frente com o exaurimento não dos impérios, não da humanidade, mas do planeta Terra. Estamos presenciando________ fadiga do material e do imaterial: fadiga da natureza e das narrativas sobre a natureza, fadiga do Corpo de Bombeiros e dos métodos incorpóreos de combate _________queimadas. Fadiga da fadiga.

(Eugênio Bucci, Sensações Apocalíticas. Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 19.09.2024. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
 

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3779920 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-SP
Sensações apocalíticas
   Na capa do jornal Estado de terça-feira, uma foto mostra Brasília submersa em fumaça densa, quase opaca. Na TV, paredões de fogo se levantam e marcham. A olho nu, a fuligem se derrama sobre a cidade; filamentos de carvão vindos no vento aterrissam como libélulas no capô do automóvel de um milhão de reais. O desastre climático é um desastre social, que castiga antes os de baixo, mas quando se impõe para valer não respeita a segregação entre as classes. Não respeita nada, cobre até os astros no céu. A Lua fica vermelha, como se obedecesse ao Apocalipse (6:12): “Inteira como sangue”.
   Sol prata, chuva preta (isso quando chove). Aumentam as internações nos hospitais. Sobem os óbitos por problemas respiratórios. O noticiário dá conta de que um território equivalente ao Estado de Roraima já virou cinza. A realidade se mostra pior do que as previsões da teoria.
   O livro A Terra Inabitável, do jornalista americano David Wallace-Wells, passava por pessimista ao ser lançado, em 2017, mas agora parece brando. Seu alerta de que o descongelamento do solo do Alasca e da Sibéria liberaria gases de efeito estufa e ressuscitaria micro-organismos capazes de desencadear epidemias desconhecidas foi superado por cenários ainda mais assustadores.
   O cientista Carlos Nobre se declarou “apavorado”. Num artigo publicado no UOL, ele retomou o adjetivo que deu título ao livro de Wallace-Wells e sentenciou: “Se a temperatura global aumentar em 4º C até 2100, grande parte do planeta, incluindo o Brasil, pode se tornar inabitável”. O Rio Solimões se reduziu a um riacho fantasma, inabitável para peixes. As metrópoles estrebucham entre dois extremos: no primeiro, inundações infectas alagam as casas com doenças e lama; no segundo, a seca ameaça matar de sede os moradores.
   Para onde quer que se olhe, proliferam os sinais de esfacelamento generalizado.
(Eugênio Bucci, Sensações Apocalíticas.
Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 19.09.2024. Adaptado)
Considere as passagens:

• ... uma foto mostra Brasília submersa em fumaça densa... (1 º parágrafo)
• ... que castiga antes os de baixo... (1 º parágrafo)
• Sobem os óbitos por problemas respiratórios. (2 º parágrafo)
• ... a seca ameaça matar de sede os moradores. (4 º parágrafo)

De acordo com a norma-padrão e o sentido original, a reescrita de Brasília submersa em fumaça densa, o sinônimo de antes e as relações estabelecidas pelas preposições por e de são, respectivamente:
 

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3779919 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-SP
Sensações apocalíticas
   Na capa do jornal Estado de terça-feira, uma foto mostra Brasília submersa em fumaça densa, quase opaca. Na TV, paredões de fogo se levantam e marcham. A olho nu, a fuligem se derrama sobre a cidade; filamentos de carvão vindos no vento aterrissam como libélulas no capô do automóvel de um milhão de reais. O desastre climático é um desastre social, que castiga antes os de baixo, mas quando se impõe para valer não respeita a segregação entre as classes. Não respeita nada, cobre até os astros no céu. A Lua fica vermelha, como se obedecesse ao Apocalipse (6:12): “Inteira como sangue”.
   Sol prata, chuva preta (isso quando chove). Aumentam as internações nos hospitais. Sobem os óbitos por problemas respiratórios. O noticiário dá conta de que um território equivalente ao Estado de Roraima já virou cinza. A realidade se mostra pior do que as previsões da teoria.
   O livro A Terra Inabitável, do jornalista americano David Wallace-Wells, passava por pessimista ao ser lançado, em 2017, mas agora parece brando. Seu alerta de que o descongelamento do solo do Alasca e da Sibéria liberaria gases de efeito estufa e ressuscitaria micro-organismos capazes de desencadear epidemias desconhecidas foi superado por cenários ainda mais assustadores.
   O cientista Carlos Nobre se declarou “apavorado”. Num artigo publicado no UOL, ele retomou o adjetivo que deu título ao livro de Wallace-Wells e sentenciou: “Se a temperatura global aumentar em 4º C até 2100, grande parte do planeta, incluindo o Brasil, pode se tornar inabitável”. O Rio Solimões se reduziu a um riacho fantasma, inabitável para peixes. As metrópoles estrebucham entre dois extremos: no primeiro, inundações infectas alagam as casas com doenças e lama; no segundo, a seca ameaça matar de sede os moradores.
   Para onde quer que se olhe, proliferam os sinais de esfacelamento generalizado.
(Eugênio Bucci, Sensações Apocalíticas.
Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 19.09.2024. Adaptado)
A concordância verbal e a concordância nominal estão em conformidade com a norma-padrão na seguinte reescrita de informações do texto:
 

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3779918 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-SP
Sensações apocalíticas
   Na capa do jornal Estado de terça-feira, uma foto mostra Brasília submersa em fumaça densa, quase opaca. Na TV, paredões de fogo se levantam e marcham. A olho nu, a fuligem se derrama sobre a cidade; filamentos de carvão vindos no vento aterrissam como libélulas no capô do automóvel de um milhão de reais. O desastre climático é um desastre social, que castiga antes os de baixo, mas quando se impõe para valer não respeita a segregação entre as classes. Não respeita nada, cobre até os astros no céu. A Lua fica vermelha, como se obedecesse ao Apocalipse (6:12): “Inteira como sangue”.
   Sol prata, chuva preta (isso quando chove). Aumentam as internações nos hospitais. Sobem os óbitos por problemas respiratórios. O noticiário dá conta de que um território equivalente ao Estado de Roraima já virou cinza. A realidade se mostra pior do que as previsões da teoria.
   O livro A Terra Inabitável, do jornalista americano David Wallace-Wells, passava por pessimista ao ser lançado, em 2017, mas agora parece brando. Seu alerta de que o descongelamento do solo do Alasca e da Sibéria liberaria gases de efeito estufa e ressuscitaria micro-organismos capazes de desencadear epidemias desconhecidas foi superado por cenários ainda mais assustadores.
   O cientista Carlos Nobre se declarou “apavorado”. Num artigo publicado no UOL, ele retomou o adjetivo que deu título ao livro de Wallace-Wells e sentenciou: “Se a temperatura global aumentar em 4º C até 2100, grande parte do planeta, incluindo o Brasil, pode se tornar inabitável”. O Rio Solimões se reduziu a um riacho fantasma, inabitável para peixes. As metrópoles estrebucham entre dois extremos: no primeiro, inundações infectas alagam as casas com doenças e lama; no segundo, a seca ameaça matar de sede os moradores.
   Para onde quer que se olhe, proliferam os sinais de esfacelamento generalizado.
(Eugênio Bucci, Sensações Apocalíticas.
Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 19.09.2024. Adaptado)
Considere as passagens:
• Não respeita nada, cobre até os astros no céu. (1 º parágrafo)
Seu alerta de que o descongelamento do solo... (3 º parágrafo)
• ... ele retomou o adjetivo... (4 º parágrafo)

As expressões destacadas mantêm relação coesiva, correta e respectivamente, com os termos:
 

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