Foram encontradas 117 questões.
Se não dá para ver átomos, como sabemos que são feitos de
partículas menores?
A história da física foi marcada por experimentos engenhosos que permitiram inferir a existência e as características dessas partículas indiretamente. O primeiro e mais famoso deles ocorreu em 1897, quando o físico J.J. Thompson investigava uma invenção recente, chamada tubo de raios catódicos.
Trata-se de um tubo de vidro selado a vácuo, em cujo interior há dois polos, um negativo, chamado ânodo, e um positivo, chamado cátodo. A diferença de potencial entre os dois (em bom português, a voltagem) faz um feixe de carga elétrica negativa, cuja composição na época era desconhecida, disparar na direção do cátodo. Daí o nome “catódicos”.
O que Thompson fez foi desviar o feixe atraindo-o com uma placa metálica de carga oposta, positiva. Lembre-se: os opostos se atraem. O ângulo em que o feixe se desviou permitiu calcular a carga elétrica e a massa das partículas que compõem o raio catódico. Assim, ele concluiu que elas eram mais leves que o átomo – e descobriu o elétron.
Outro experimento, realizado em 1905 pelo neozelandês Ernest Rutherford, foi fundamental para entender como o elétron se encaixava na estrutura do átomo.
Rutherford disparou núcleos de hélio, que possuem carga positiva, em uma fina folha de ouro. A maioria esmagadora deles passou reto pela folha, como se ela não existisse. Mas 1 em cada 20 mil desses balaços microscópicos foram refletidos com violência, em ângulos fechados.
Assim, Rutherford deduziu que a maior parte do volume dos átomos é composta pela nuvem de elétrons de carga negativa, que é extremamente insubstancial – o que explica por que os núcleos de hélio, em geral, atravessam a folha rasgando.
Os poucos núcleos de hélio que foram refletidos se chocaram com os núcleos de carga igualmente positiva do ouro, que são compactos e correspondem a uma parcela muito pequena do volume do átomo – ainda que concentrem quase toda a massa.
Assim, nasceu o modelo do átomo como um pequeno Sistema Solar, que foi desatualizado pela física quântica, mas permanece vivo no imaginário popular e ainda é usado para fins didáticos.
(Site: Abril - adaptado.)
Ao pluralizar a palavra sublinhada em “A diferença de potencial entre os dois (em bom português, a voltagem) faz um feixe de carga elétrica negativa, cuja composição na época era desconhecida, disparar na direção do cátodo.”, quantas outras palavras obrigatoriamente sofrerão alteração de número para fins de concordância?
Provas
Se não dá para ver átomos, como sabemos que são feitos de
partículas menores?
A história da física foi marcada por experimentos engenhosos que permitiram inferir a existência e as características dessas partículas indiretamente. O primeiro e mais famoso deles ocorreu em 1897, quando o físico J.J. Thompson investigava uma invenção recente, chamada tubo de raios catódicos.
Trata-se de um tubo de vidro selado a vácuo, em cujo interior há dois polos, um negativo, chamado ânodo, e um positivo, chamado cátodo. A diferença de potencial entre os dois (em bom português, a voltagem) faz um feixe de carga elétrica negativa, cuja composição na época era desconhecida, disparar na direção do cátodo. Daí o nome “catódicos”.
O que Thompson fez foi desviar o feixe atraindo-o com uma placa metálica de carga oposta, positiva. Lembre-se: os opostos se atraem. O ângulo em que o feixe se desviou permitiu calcular a carga elétrica e a massa das partículas que compõem o raio catódico. Assim, ele concluiu que elas eram mais leves que o átomo – e descobriu o elétron.
Outro experimento, realizado em 1905 pelo neozelandês Ernest Rutherford, foi fundamental para entender como o elétron se encaixava na estrutura do átomo.
Rutherford disparou núcleos de hélio, que possuem carga positiva, em uma fina folha de ouro. A maioria esmagadora deles passou reto pela folha, como se ela não existisse. Mas 1 em cada 20 mil desses balaços microscópicos foram refletidos com violência, em ângulos fechados.
Assim, Rutherford deduziu que a maior parte do volume dos átomos é composta pela nuvem de elétrons de carga negativa, que é extremamente insubstancial – o que explica por que os núcleos de hélio, em geral, atravessam a folha rasgando.
Os poucos núcleos de hélio que foram refletidos se chocaram com os núcleos de carga igualmente positiva do ouro, que são compactos e correspondem a uma parcela muito pequena do volume do átomo – ainda que concentrem quase toda a massa.
Assim, nasceu o modelo do átomo como um pequeno Sistema Solar, que foi desatualizado pela física quântica, mas permanece vivo no imaginário popular e ainda é usado para fins didáticos.
(Site: Abril - adaptado.)
Considerando-se seu sentido, a palavra sublinhada em “Assim, Rutherford deduziu que a maior parte do volume dos átomos (...)” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
Provas
Se não dá para ver átomos, como sabemos que são feitos de
partículas menores?
A história da física foi marcada por experimentos engenhosos que permitiram inferir a existência e as características dessas partículas indiretamente. O primeiro e mais famoso deles ocorreu em 1897, quando o físico J.J. Thompson investigava uma invenção recente, chamada tubo de raios catódicos.
Trata-se de um tubo de vidro selado a vácuo, em cujo interior há dois polos, um negativo, chamado ânodo, e um positivo, chamado cátodo. A diferença de potencial entre os dois (em bom português, a voltagem) faz um feixe de carga elétrica negativa, cuja composição na época era desconhecida, disparar na direção do cátodo. Daí o nome “catódicos”.
O que Thompson fez foi desviar o feixe atraindo-o com uma placa metálica de carga oposta, positiva. Lembre-se: os opostos se atraem. O ângulo em que o feixe se desviou permitiu calcular a carga elétrica e a massa das partículas que compõem o raio catódico. Assim, ele concluiu que elas eram mais leves que o átomo – e descobriu o elétron.
Outro experimento, realizado em 1905 pelo neozelandês Ernest Rutherford, foi fundamental para entender como o elétron se encaixava na estrutura do átomo.
Rutherford disparou núcleos de hélio, que possuem carga positiva, em uma fina folha de ouro. A maioria esmagadora deles passou reto pela folha, como se ela não existisse. Mas 1 em cada 20 mil desses balaços microscópicos foram refletidos com violência, em ângulos fechados.
Assim, Rutherford deduziu que a maior parte do volume dos átomos é composta pela nuvem de elétrons de carga negativa, que é extremamente insubstancial – o que explica por que os núcleos de hélio, em geral, atravessam a folha rasgando.
Os poucos núcleos de hélio que foram refletidos se chocaram com os núcleos de carga igualmente positiva do ouro, que são compactos e correspondem a uma parcela muito pequena do volume do átomo – ainda que concentrem quase toda a massa.
Assim, nasceu o modelo do átomo como um pequeno Sistema Solar, que foi desatualizado pela física quântica, mas permanece vivo no imaginário popular e ainda é usado para fins didáticos.
(Site: Abril - adaptado.)
Em conformidade com o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
Provas
Se não dá para ver átomos, como sabemos que são feitos de
partículas menores?
A história da física foi marcada por experimentos engenhosos que permitiram inferir a existência e as características dessas partículas indiretamente. O primeiro e mais famoso deles ocorreu em 1897, quando o físico J.J. Thompson investigava uma invenção recente, chamada tubo de raios catódicos.
Trata-se de um tubo de vidro selado a vácuo, em cujo interior há dois , um negativo, chamado ânodo, e um positivo, chamado cátodo. A diferença de potencial entre os dois (em bom português, a voltagem) faz um feixe de carga elétrica negativa, cuja composição na época era desconhecida, disparar na direção do cátodo. Daí o nome “catódicos”.
O que Thompson fez foi desviar o feixe atraindo-o com uma placa metálica de carga oposta, positiva. Lembre-se: os opostos se atraem. O ângulo em que o feixe se desviou permitiu calcular a carga elétrica e a massa das partículas que o raio catódico. Assim, ele concluiu que elas eram mais leves que o átomo – e descobriu o elétron.
Outro experimento, realizado em 1905 pelo neozelandês Ernest Rutherford, foi fundamental para entender como o elétron se encaixava na estrutura do átomo.
Rutherford núcleos de hélio, que possuem carga positiva, em uma fina folha de ouro. A maioria esmagadora deles passou reto pela folha, como se ela não existisse. Mas 1 em cada 20 mil desses balaços microscópicos foram refletidos com violência, em ângulos fechados.
Assim, Rutherford deduziu que a maior parte do volume dos átomos é composta pela nuvem de elétrons de carga negativa, que é extremamente insubstancial – o que explica por que os núcleos de hélio, em geral, atravessam a folha rasgando.
Os poucos núcleos de hélio que foram refletidos se chocaram com os núcleos de carga igualmente positiva do ouro, que são compactos e correspondem a uma parcela muito pequena do volume do átomo – ainda que concentrem quase toda a massa.
Assim, nasceu o modelo do átomo como um pequeno Sistema Solar, que foi desatualizado pela física quântica, mas permanece vivo no imaginário popular e ainda é usado para fins didáticos.
(Site: Abril - adaptado.)
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
Provas
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: OBJETIVA
Orgão: TRENSURB
Segundo o preconizado pela NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), é INCORRETO afirmar que:
Provas
De acordo com a Lei nº 8.429/1992 - Lei de Improbidade Administrativa, sobre os atos de improbidade administrativa, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Ato que causa lesão ao erário.
(2) Ato importando enriquecimento ilício.
(3) Ato que atenta contra os princípios da administração pública.
( ) Qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação de bens.
( ) Auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo.
( ) Qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade às instituições.
Provas
Em conformidade com a Lei nº 8.429/1992 - Lei de Improbidade Administrativa, sobre as disposições penais, analisar a sentença abaixo:
Constitui crime a representação por ato de improbidade contra agente público ou terceiro beneficiário, quando o autor da denúncia o sabe inocente (1ª parte). A perda da função pública e a suspensão dos direitos políticos só se efetivam com o trânsito em julgado da sentença condenatória (2ª parte). A autoridade judicial ou administrativa competente poderá determinar o afastamento do agente público do exercício do cargo, emprego ou função, sem prejuízo da remuneração, quando a medida se fizer necessária à instrução processual (3ª parte).
A sentença está:
Provas
Caderno Container