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O nascer da Terra
Às vezes tento imaginar o mundo sem literatura. Eu sentiria falta dos livros nos aviões. Livrarias e
bibliotecas teriam espaço de sobra nas estantes (e as minhas não estariam transbordando). A indústria
editorial não existiria como a conhecemos, nem a Amazon, e não haveria nada em minha mesa de cabeceira
quando não consigo dormir à noite.
Tudo isso seria lamentável, mas mal arranha a superfície do que seria perdido se a literatura nunca
tivesse existido, se as histórias só fossem contadas oralmente e nunca tivessem sido escritas. Um mundo
assim é quase impossível de imaginar. Nosso sentido de história, da ascensão e queda de impérios e nações,
seria completamente diferente. A maior parte das ideias filosóficas e políticas nunca teria existido, ou teria
sido esquecida, porquanto a literatura que deu origem a elas não teria sido escrita. Quase todas as crenças
religiosas desapareceriam com as escrituras em que foram expressas.
A literatura não é apenas para os amantes dos livros. Desde que surgiu, hã 4 mil anos, ela moldou a
vida da maioria dos seres humanos que vivem no planeta Terra.
(Adaptado de: PUCHNER, Martin. O mundo da escrita. Trad. SOARES, Pedro Maia. São Paulo:
Companhia das Letras, 2019)
Quase todas as crenças religiosas desapareceriam com as escrituras em que foram expressas.
Substitui adequadamente a expressão sublinhada:
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O nascer da Terra
Às vezes tento imaginar o mundo sem literatura. Eu sentiria falta dos livros nos aviões. Livrarias e
bibliotecas teriam espaço de sobra nas estantes (e as minhas não estariam transbordando). A indústria
editorial não existiria como a conhecemos, nem a Amazon, e não haveria nada em minha mesa de cabeceira
quando não consigo dormir à noite.
Tudo isso seria lamentável, mas mal arranha a superfície do que seria perdido se a literatura nunca
tivesse existido, se as histórias só fossem contadas oralmente e nunca tivessem sido escritas. Um mundo
assim é quase impossível de imaginar. Nosso sentido de história, da ascensão e queda de impérios e nações,
seria completamente diferente. A maior parte das ideias filosóficas e políticas nunca teria existido, ou teria
sido esquecida, porquanto a literatura que deu origem a elas não teria sido escrita. Quase todas as crenças
religiosas desapareceriam com as escrituras em que foram expressas.
A literatura não é apenas para os amantes dos livros. Desde que surgiu, hã 4 mil anos, ela moldou a
vida da maioria dos seres humanos que vivem no planeta Terra.
(Adaptado de: PUCHNER, Martin. O mundo da escrita. Trad. SOARES, Pedro Maia. São Paulo:
Companhia das Letras, 2019)
Livrarias e bibliotecas teriam espaço de sobra nas estantes.
No trecho acima, a classe gramatical da palavra sublinhada é:
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O nascer da Terra
Às vezes tento imaginar o mundo sem literatura. Eu sentiria falta dos livros nos aviões. Livrarias e
bibliotecas teriam espaço de sobra nas estantes (e as minhas não estariam transbordando). A indústria
editorial não existiria como a conhecemos, nem a Amazon, e não haveria nada em minha mesa de cabeceira
quando não consigo dormir à noite.
Tudo isso seria lamentável, mas mal arranha a superfície do que seria perdido se a literatura nunca
tivesse existido, se as histórias só fossem contadas oralmente e nunca tivessem sido escritas. Um mundo
assim é quase impossível de imaginar. Nosso sentido de história, da ascensão e queda de impérios e nações,
seria completamente diferente. A maior parte das ideias filosóficas e políticas nunca teria existido, ou teria
sido esquecida, porquanto a literatura que deu origem a elas não teria sido escrita. Quase todas as crenças
religiosas desapareceriam com as escrituras em que foram expressas.
A literatura não é apenas para os amantes dos livros. Desde que surgiu, hã 4 mil anos, ela moldou a
vida da maioria dos seres humanos que vivem no planeta Terra.
(Adaptado de: PUCHNER, Martin. O mundo da escrita. Trad. SOARES, Pedro Maia. São Paulo:
Companhia das Letras, 2019)
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O nascer da Terra
Às vezes tento imaginar o mundo sem literatura. Eu sentiria falta dos livros nos aviões. Livrarias e
bibliotecas teriam espaço de sobra nas estantes (e as minhas não estariam transbordando). A indústria
editorial não existiria como a conhecemos, nem a Amazon, e não haveria nada em minha mesa de cabeceira
quando não consigo dormir à noite.
Tudo isso seria lamentável, mas mal arranha a superfície do que seria perdido se a literatura nunca
tivesse existido, se as histórias só fossem contadas oralmente e nunca tivessem sido escritas. Um mundo
assim é quase impossível de imaginar. Nosso sentido de história, da ascensão e queda de impérios e nações,
seria completamente diferente. A maior parte das ideias filosóficas e políticas nunca teria existido, ou teria
sido esquecida, porquanto a literatura que deu origem a elas não teria sido escrita. Quase todas as crenças
religiosas desapareceriam com as escrituras em que foram expressas.
A literatura não é apenas para os amantes dos livros. Desde que surgiu, hã 4 mil anos, ela moldou a
vida da maioria dos seres humanos que vivem no planeta Terra.
(Adaptado de: PUCHNER, Martin. O mundo da escrita. Trad. SOARES, Pedro Maia. São Paulo:
Companhia das Letras, 2019)
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O nascer da Terra
Às vezes tento imaginar o mundo sem literatura. Eu sentiria falta dos livros nos aviões. Livrarias e
bibliotecas teriam espaço de sobra nas estantes (e as minhas não estariam transbordando). A indústria
editorial não existiria como a conhecemos, nem a Amazon, e não haveria nada em minha mesa de cabeceira
quando não consigo dormir à noite.
Tudo isso seria lamentável, mas mal arranha a superfície do que seria perdido se a literatura nunca
tivesse existido, se as histórias só fossem contadas oralmente e nunca tivessem sido escritas. Um mundo
assim é quase impossível de imaginar. Nosso sentido de história, da ascensão e queda de impérios e nações,
seria completamente diferente. A maior parte das ideias filosóficas e políticas nunca teria existido, ou teria
sido esquecida, porquanto a literatura que deu origem a elas não teria sido escrita. Quase todas as crenças
religiosas desapareceriam com as escrituras em que foram expressas.
A literatura não é apenas para os amantes dos livros. Desde que surgiu, hã 4 mil anos, ela moldou a
vida da maioria dos seres humanos que vivem no planeta Terra.
(Adaptado de: PUCHNER, Martin. O mundo da escrita. Trad. SOARES, Pedro Maia. São Paulo:
Companhia das Letras, 2019)
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Devaneio, logo existo
As três pessoas que estavam comigo no elevador se recusavam a devanear. Assim como as pessoas do
vagão do metrô. Foram duas rápidas observações que me levaram a respirar aliviado por ter percebido que
ainda preservava a autoindulgência tanto do devaneio quanto da inspeção de atitudes alheias. A crítica de
“ninguém mais conversa; todo mundo anda e até come com a fuça no celular” nunca me convenceu, pois se a
pessoa não está prejudicando ninguém, que faça o que bem entender. No meu conceito, porém, ela está
deixando de existir como indivíduo, pois é no devaneio, na contemplação e na troca que se imprime
identidade no mundo.
Explico melhor. E para isso recorro à inteligência artificial generativa, uma evocação à própria base de
dados para geração de conteúdos novos, sejam textos, áudios, músicas, imagens ou vídeos. E o que é essa
jornada se não o próprio caminho do processo criativo, por onde estabelecemos nossa assinatura? Os
pensamentos não nascem no vácuo. As descobertas tampouco. Insights germinam do correlacionamento de
memórias, da conexão das diferentes peças no repertório intelectual que fomos colecionando no decorrer da
vida. A iluminação é elaborada em nosso devaneio. Só que cada vez menos somos propensos à permissão de
experiências tão somente contemplativas. Até o caminhar precisa ser preenchido por fone de ouvido,
consumo de notícias, checagem de mensagens de Whatsapp.
Quando dizem que a meditação é um dos pilares de estilo de vida saudável não explicam devidamente
sua importância. O próprio René Descartes, inspirador do título deste artigo e do cartesianismo, lançou obra
chamada Meditações. Também não é explícito o risco do comodismo de entregar tudo o que tona humana a
nossa espécie a um dispositivo. Já é sabido desde o século 18, na Revolução Industrial, que as máquinas são
superiores em produção. Só que a mecanização não ativa a inteligência nem a razão, que são as ligas da vida e
do real progresso dos seres humanos. Ainda no século 17 os filósofos iluministas ensinaram o valor do
devaneio na formação de pessoas com melhores decisões morais.
(Adaptado de: PIMENTAL, Luiz Cesar. Revista Isto é, 15/03/2024. Disponível em: https://istoe.com.br)
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Devaneio, logo existo
As três pessoas que estavam comigo no elevador se recusavam a devanear. Assim como as pessoas do
vagão do metrô. Foram duas rápidas observações que me levaram a respirar aliviado por ter percebido que
ainda preservava a autoindulgência tanto do devaneio quanto da inspeção de atitudes alheias. A crítica de
“ninguém mais conversa; todo mundo anda e até come com a fuça no celular” nunca me convenceu, pois se a
pessoa não está prejudicando ninguém, que faça o que bem entender. No meu conceito, porém, ela está
deixando de existir como indivíduo, pois é no devaneio, na contemplação e na troca que se imprime
identidade no mundo.
Explico melhor. E para isso recorro à inteligência artificial generativa, uma evocação à própria base de
dados para geração de conteúdos novos, sejam textos, áudios, músicas, imagens ou vídeos. E o que é essa
jornada se não o próprio caminho do processo criativo, por onde estabelecemos nossa assinatura? Os
pensamentos não nascem no vácuo. As descobertas tampouco. Insights germinam do correlacionamento de
memórias, da conexão das diferentes peças no repertório intelectual que fomos colecionando no decorrer da
vida. A iluminação é elaborada em nosso devaneio. Só que cada vez menos somos propensos à permissão de
experiências tão somente contemplativas. Até o caminhar precisa ser preenchido por fone de ouvido,
consumo de notícias, checagem de mensagens de Whatsapp.
Quando dizem que a meditação é um dos pilares de estilo de vida saudável não explicam devidamente
sua importância. O próprio René Descartes, inspirador do título deste artigo e do cartesianismo, lançou obra
chamada Meditações. Também não é explícito o risco do comodismo de entregar tudo o que tona humana a
nossa espécie a um dispositivo. Já é sabido desde o século 18, na Revolução Industrial, que as máquinas são
superiores em produção. Só que a mecanização não ativa a inteligência nem a razão, que são as ligas da vida e
do real progresso dos seres humanos. Ainda no século 17 os filósofos iluministas ensinaram o valor do
devaneio na formação de pessoas com melhores decisões morais.
(Adaptado de: PIMENTAL, Luiz Cesar. Revista Isto é, 15/03/2024. Disponível em: https://istoe.com.br)
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Devaneio, logo existo
As três pessoas que estavam comigo no elevador se recusavam a devanear. Assim como as pessoas do
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ainda preservava a autoindulgência tanto do devaneio quanto da inspeção de atitudes alheias. A crítica de
“ninguém mais conversa; todo mundo anda e até come com a fuça no celular” nunca me convenceu, pois se a
pessoa não está prejudicando ninguém, que faça o que bem entender. No meu conceito, porém, ela está
deixando de existir como indivíduo, pois é no devaneio, na contemplação e na troca que se imprime
identidade no mundo.
Explico melhor. E para isso recorro à inteligência artificial generativa, uma evocação à própria base de
dados para geração de conteúdos novos, sejam textos, áudios, músicas, imagens ou vídeos. E o que é essa
jornada se não o próprio caminho do processo criativo, por onde estabelecemos nossa assinatura? Os
pensamentos não nascem no vácuo. As descobertas tampouco. Insights germinam do correlacionamento de
memórias, da conexão das diferentes peças no repertório intelectual que fomos colecionando no decorrer da
vida. A iluminação é elaborada em nosso devaneio. Só que cada vez menos somos propensos à permissão de
experiências tão somente contemplativas. Até o caminhar precisa ser preenchido por fone de ouvido,
consumo de notícias, checagem de mensagens de Whatsapp.
Quando dizem que a meditação é um dos pilares de estilo de vida saudável não explicam devidamente
sua importância. O próprio René Descartes, inspirador do título deste artigo e do cartesianismo, lançou obra
chamada Meditações. Também não é explícito o risco do comodismo de entregar tudo o que tona humana a
nossa espécie a um dispositivo. Já é sabido desde o século 18, na Revolução Industrial, que as máquinas são
superiores em produção. Só que a mecanização não ativa a inteligência nem a razão, que são as ligas da vida e
do real progresso dos seres humanos. Ainda no século 17 os filósofos iluministas ensinaram o valor do
devaneio na formação de pessoas com melhores decisões morais.
(Adaptado de: PIMENTAL, Luiz Cesar. Revista Isto é, 15/03/2024. Disponível em: https://istoe.com.br)
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ainda preservava a autoindulgência tanto do devaneio quanto da inspeção de atitudes alheias. A crítica de
“ninguém mais conversa; todo mundo anda e até come com a fuça no celular” nunca me convenceu, pois se a
pessoa não está prejudicando ninguém, que faça o que bem entender. No meu conceito, porém, ela está
deixando de existir como indivíduo, pois é no devaneio, na contemplação e na troca que se imprime
identidade no mundo.
Explico melhor. E para isso recorro à inteligência artificial generativa, uma evocação à própria base de
dados para geração de conteúdos novos, sejam textos, áudios, músicas, imagens ou vídeos. E o que é essa
jornada se não o próprio caminho do processo criativo, por onde estabelecemos nossa assinatura? Os
pensamentos não nascem no vácuo. As descobertas tampouco. Insights germinam do correlacionamento de
memórias, da conexão das diferentes peças no repertório intelectual que fomos colecionando no decorrer da
vida. A iluminação é elaborada em nosso devaneio. Só que cada vez menos somos propensos à permissão de
experiências tão somente contemplativas. Até o caminhar precisa ser preenchido por fone de ouvido,
consumo de notícias, checagem de mensagens de Whatsapp.
Quando dizem que a meditação é um dos pilares de estilo de vida saudável não explicam devidamente
sua importância. O próprio René Descartes, inspirador do título deste artigo e do cartesianismo, lançou obra
chamada Meditações. Também não é explícito o risco do comodismo de entregar tudo o que tona humana a
nossa espécie a um dispositivo. Já é sabido desde o século 18, na Revolução Industrial, que as máquinas são
superiores em produção. Só que a mecanização não ativa a inteligência nem a razão, que são as ligas da vida e
do real progresso dos seres humanos. Ainda no século 17 os filósofos iluministas ensinaram o valor do
devaneio na formação de pessoas com melhores decisões morais.
(Adaptado de: PIMENTAL, Luiz Cesar. Revista Isto é, 15/03/2024. Disponível em: https://istoe.com.br)
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As três pessoas que estavam comigo no elevador se recusavam a devanear. Assim como as pessoas do
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ainda preservava a autoindulgência tanto do devaneio quanto da inspeção de atitudes alheias. A crítica de
“ninguém mais conversa; todo mundo anda e até come com a fuça no celular” nunca me convenceu, pois se a
pessoa não está prejudicando ninguém, que faça o que bem entender. No meu conceito, porém, ela está
deixando de existir como indivíduo, pois é no devaneio, na contemplação e na troca que se imprime
identidade no mundo.
Explico melhor. E para isso recorro à inteligência artificial generativa, uma evocação à própria base de
dados para geração de conteúdos novos, sejam textos, áudios, músicas, imagens ou vídeos. E o que é essa
jornada se não o próprio caminho do processo criativo, por onde estabelecemos nossa assinatura? Os
pensamentos não nascem no vácuo. As descobertas tampouco. Insights germinam do correlacionamento de
memórias, da conexão das diferentes peças no repertório intelectual que fomos colecionando no decorrer da
vida. A iluminação é elaborada em nosso devaneio. Só que cada vez menos somos propensos à permissão de
experiências tão somente contemplativas. Até o caminhar precisa ser preenchido por fone de ouvido,
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Quando dizem que a meditação é um dos pilares de estilo de vida saudável não explicam devidamente
sua importância. O próprio René Descartes, inspirador do título deste artigo e do cartesianismo, lançou obra
chamada Meditações. Também não é explícito o risco do comodismo de entregar tudo o que tona humana a
nossa espécie a um dispositivo. Já é sabido desde o século 18, na Revolução Industrial, que as máquinas são
superiores em produção. Só que a mecanização não ativa a inteligência nem a razão, que são as ligas da vida e
do real progresso dos seres humanos. Ainda no século 17 os filósofos iluministas ensinaram o valor do
devaneio na formação de pessoas com melhores decisões morais.
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