Uma mulher de 54 anos apresenta artrite moderada de interfalangeanas proximais, há 3 meses, e anticorpo anti-peptídeo
citrulinado cíclico positivo. Dentre as drogas utilizadas no tratamento inicial, será de MENOR potencial para preservar a
integridade e função das juntas afetadas
Um paciente de 40 anos, com história de febre reumática na infância, portador de estenose mitral assintomática há 3 meses,
quando passou a apresentar episódios de fibrilação atrial paroxística. Recomenda-se considerar o uso contínuo de
Homem de 30 anos portador de diabetes mellitus faz tratamento irregular com metformina, gliclazida, sitagliptina e doses
esporádicas de insulina. Apresenta cronicamente poliúria, polidipsia e polifagia. As glicemias de jejum variam de 220 a
300 mg/dL e a hemoglobina glicada gira em torno de 10%. Foi introduzido tratamento a base de insulina I, três vezes por dia
antes do desjejum, almoço e jantar com doses de 3 a 5 unidades e insulina II em dose única noturna com doses entre 25 e
30 unidades. Houve melhora dos sintomas referidos anteriormente, as glicemias de jejum passaram a ser de 110 a 140 mg/dL e
a hemoglobina glicada passou a girar em torno de 6,8%. Provavelmente as insulinas I e II são, respectivamente,
Na escolha da estratégia entre controle do ritmo e controle da frequência cardíaca no tratamento da fibrilação atrial em paciente
estável, favorecem a primeira opção os fatores abaixo, EXCETO
Homem de 45 anos apresenta quadro agudo de palpitação. A frequência cardíaca é de 155 batimentos por minuto. A taquicardia
é persistente porém a pressão arterial é estável, não há alteração do estado mental, nem sinais de insuficiência cardíaca aguda.
O paciente nega desconforto torácico. O monitor cardíaco mostra QRS < 0,12 segundos.
Manobras vagais foram ineficazes.