Foram encontradas 100 questões.
- SintaxeConcordânciaConcordância Verbal
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
Texto I – itens de 1 a 12
A idéia para uma crônica me vem sempre como uma
experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela
aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados,
como a visão de uma imagem. O que tento fazer é
simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou
na minha imaginação.
Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta.
Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas
paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica, faço o
contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos
olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus
psicanalistas.
O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém
mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com seus
olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que
se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que
os filósofos Zen dão o nome de satori: a abertura de um
terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo
conhecido como nunca o foi.
Rubem Alves. O retorno e o terno. Campinas: Papirus, 1997.
Com relação a aspectos gramaticais do texto I, julgue os itens subseqüentes.
A concordância verbal permaneceria correta se, em lugar de "sou eu que ofereço" (L.10), estivesse expresso sou eu quem oferece.
Provas
Texto I – itens de 1 a 12
A idéia para uma crônica me vem sempre como uma
experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela
aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados,
como a visão de uma imagem. O que tento fazer é
simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou
na minha imaginação.
Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta.
Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas
paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica, faço o
contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos
olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus
psicanalistas.
O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém
mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com seus
olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que
se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que
os filósofos Zen dão o nome de satori: a abertura de um
terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo
conhecido como nunca o foi.
Rubem Alves. O retorno e o terno. Campinas: Papirus, 1997.
Com relação a aspectos gramaticais do texto I, julgue os itens subseqüentes.
oração "ao fazer isso" (L.8) pode-se atribuir sentido temporal e, assim, ela pode equivaler a quando faz isso ou a sempre que faz isso.
Provas
Texto I – itens de 1 a 12
A idéia para uma crônica me vem sempre como uma
experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela
aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados,
como a visão de uma imagem. O que tento fazer é
simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou
na minha imaginação.
Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta.
Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas
paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica, faço o
contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos
olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus
psicanalistas.
O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém
mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com seus
olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que
se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que
os filósofos Zen dão o nome de satori: a abertura de um
terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo
conhecido como nunca o foi.
Rubem Alves. O retorno e o terno. Campinas: Papirus, 1997.
Com relação a aspectos gramaticais do texto I, julgue os itens subseqüentes.
Seria mantida a correção gramatical se a oração "mesmo que o assunto seja triste" (L.2) fosse substituída por ainda que o assunto é triste.
Provas
Texto I - itens de 1 a 12
A idéia para uma crônica me vem sempre como uma
experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela
aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados,
como a visão de uma imagem. O que tento fazer é
simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou
na minha imaginação.
Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta.
Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas
paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica, faço o
contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos
olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus
psicanalistas.
O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém
mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com seus
olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que
se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que
os filósofos Zen dão o nome de satori: a abertura de um
terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo
conhecido como nunca o foi.
Rubem Alves. O retorno e o terno. Campinas: Papirus, 1997.
Julgue os itens seguintes, relativos às idéias contidas no texto I.
Na expressão "as paisagens da minha alma" (l.10), a palavra "paisagens" foi empregada em sentido conotativo.
Provas
Texto I - itens de 1 a 12
A idéia para uma crônica me vem sempre como uma
experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela
aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados,
como a visão de uma imagem. O que tento fazer é
simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou
na minha imaginação.
Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta.
Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas
paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica, faço o
contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos
olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus
psicanalistas.
O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém
mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com seus
olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que
se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que
os filósofos Zen dão o nome de satori: a abertura de um
terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo
conhecido como nunca o foi.
Rubem Alves. O retorno e o terno. Campinas: Papirus, 1997.
Julgue os itens seguintes, relativos às idéias contidas no texto I.
A idéia principal do texto pode assim ser expressa: a leitura é a melhor forma de entrarmos em contato com a nossa alma.
Provas
Texto I - itens de 1 a 12
A idéia para uma crônica me vem sempre como uma
experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela
aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados,
como a visão de uma imagem. O que tento fazer é
simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou
na minha imaginação.
Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta.
Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas
paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica, faço o
contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos
olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus
psicanalistas.
O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém
mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com seus
olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que
se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que
os filósofos Zen dão o nome de satori: a abertura de um
terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo
conhecido como nunca o foi.
Rubem Alves. O retorno e o terno. Campinas: Papirus, 1997.
Julgue os itens seguintes, relativos às idéias contidas no texto I.
Para o autor do texto, o escritor é aquele que pode proporcionar ao leitor uma experiência nova com o que já é conhecido.
Provas
Texto I - itens de 1 a 12
A idéia para uma crônica me vem sempre como uma
experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela
aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados,
como a visão de uma imagem. O que tento fazer é
simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou
na minha imaginação.
Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta.
Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas
paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica, faço o
contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos
olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus
psicanalistas.
O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém
mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com seus
olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que
se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que
os filósofos Zen dão o nome de satori: a abertura de um
terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo
conhecido como nunca o foi.
Rubem Alves. O retorno e o terno. Campinas: Papirus, 1997.
Julgue os itens seguintes, relativos às idéias contidas no texto I.
Depois de escrito o texto, há uma inversão de papéis: são os clientes do cronista que se transformam em psicanalistas.
Provas
Texto I - itens de 1 a 12
A idéia para uma crônica me vem sempre como uma
experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela
aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados,
como a visão de uma imagem. O que tento fazer é
simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou
na minha imaginação.
Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta.
Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas
paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica, faço o
contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos
olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus
psicanalistas.
O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém
mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com seus
olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que
se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que
os filósofos Zen dão o nome de satori: a abertura de um
terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo
conhecido como nunca o foi.
Rubem Alves. O retorno e o terno. Campinas: Papirus, 1997.
Julgue os itens seguintes, relativos às idéias contidas no texto I.
Pelo que afirma o autor do texto ao final do primeiro parágrafo, conclui-se que ele gostaria de se dedicar à pintura, visto que são cenas que surgem na sua imaginação.
Provas
Texto I - itens de 1 a 12
A idéia para uma crônica me vem sempre como uma
experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela
aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados,
como a visão de uma imagem. O que tento fazer é
simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou
na minha imaginação.
Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta.
Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas
paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica, faço o
contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos
olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus
psicanalistas.
O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém
mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com seus
olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que
se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que
os filósofos Zen dão o nome de satori: a abertura de um
terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo
conhecido como nunca o foi.
Rubem Alves. O retorno e o terno. Campinas: Papirus, 1997.
Julgue os itens seguintes, relativos às idéias contidas no texto I.
Só quando o cronista está vivendo momentos de intensa alegria é que ele é surpreendido por visões, que são transformadas em um texto.
Provas
Texto I - itens de 1 a 12
A idéia para uma crônica me vem sempre como uma
experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela
aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados,
como a visão de uma imagem. O que tento fazer é
simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou
na minha imaginação.
Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta.
Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas
paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica, faço o
contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos
olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus
psicanalistas.
O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém
mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com seus
olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que
se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que
os filósofos Zen dão o nome de satori: a abertura de um
terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo
conhecido como nunca o foi.
Rubem Alves. O retorno e o terno. Campinas: Papirus, 1997.
Julgue os itens seguintes, relativos às idéias contidas no texto I.
O autor do texto não gosta de tratar de assuntos melancólicos em suas crônicas.
Provas
Caderno Container