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Em relação a doenças pulmonares, julgue os itens a seguir.
Na hipertensão arterial pulmonar (HAP), as manifestações sistêmicas, provavelmente secundárias às alterações causadas na hemodinâmica cardiovascular, incluem superativação da sinalização neuro-humoral, doença renal crônica, aumento dos hormônios sexuais bioativos e atrofia muscular volitiva.
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Em relação a doenças pulmonares, julgue os itens a seguir.
Polissonografia de noite inteira no laboratório do sono é o padrão-ouro para o diagnóstico da síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS) e, caso seja negativo seu resultado, o diagnóstico deve ser descartado.
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Em relação a doenças pulmonares, julgue os itens a seguir.
A pneumonia por Stapholicoccus aureus é uma complicação pouco associada à infecção primária pelo vírus da influenza.
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Paciente do sexo feminino, de 55 anos de idade, assintomática, com histórico de tabagismo, hipertensão arterial e dislipidemia, será submetida a ultrassonografia de carótidas e vertebrais para avaliação de risco cardiovascular.
Em referência ao caso clínico precedente e a aspectos relativos às doenças das artérias carótidas e vertebrais, julgue os itens que se seguem.
Na paciente do caso clínico apresentado, se for detectada placa carotídea pela ultrassonografia em carótida interna sem estenose hemodinamicamente significativa, a angiotomografia de carótidas deve ser solicitada para confirmação de que a estenose não é anatomicamente significativa.
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Paciente do sexo feminino, de 55 anos de idade, assintomática, com histórico de tabagismo, hipertensão arterial e dislipidemia, será submetida a ultrassonografia de carótidas e vertebrais para avaliação de risco cardiovascular.
Em referência ao caso clínico precedente e a aspectos relativos às doenças das artérias carótidas e vertebrais, julgue os itens que se seguem.
Na paciente desse caso clínico, a avaliação da espessura mediointimal é o principal método para estratificação de risco cardiovascular na ultrassonografia de carótidas, com poder preditivo superior à avaliação da presença de placa carotídea.
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Paciente do sexo feminino, de 55 anos de idade, assintomática, com histórico de tabagismo, hipertensão arterial e dislipidemia, será submetida a ultrassonografia de carótidas e vertebrais para avaliação de risco cardiovascular.
Em referência ao caso clínico precedente e a aspectos relativos às doenças das artérias carótidas e vertebrais, julgue os itens que se seguem.
A detecção, pela ultrassonografia com doppler, de inversão sistólica do fluxo em uma das artérias vertebrais pode ser resultado de uma estenose hemodinamicamente significativa na artéria subclávia contralateral e causar síncope.
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Mulher de 48 anos de idade, hipertensa, em uso de losartana 50 mg, duas vezes ao dia, buscou atendimento médico para consulta, com objetivo de prevenção cardiovascular. Referiu estar assintomática e negou histórico de outras doenças. No exame físico, apresentou: pressão arterial de 130 mmHg × 80 mmHg; frequência cardíaca de 72 bpm; IMC de 28 kg/m²; circunferência abdominal igual a 85 cm. Ela apresentou os seguintes resultados de exames laboratoriais recentes: colesterol total = 230 mg/dL; HDL-colesterol = 55 mg/dL; triglicerídeos = 140 mg/dL; glicemia de jejum = 98 mg/dL; creatinina = 0,8 mg/dL. Quanto ao histórico familiar da paciente, sua mãe sofreu um infarto do miocárdio aos 63 anos de idade, mas sobreviveu e está com 70 anos de idade. De acordo com o Escore de Risco Global recomendado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, a paciente foi classificada como de risco intermediário.
Tendo esse caso clínico como referência inicial, julgue os itens subsequentes, a respeito de avaliação e estratégias para prevenção cardiovascular de doença arterial coronária.
A dosagem de lipoproteína(a) não deve ser solicitada para complementar o perfil lipídico dessa paciente, visto que seu risco cardiovascular de doença arterial coronária já foi estratificado em intermediário.
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Mulher de 48 anos de idade, hipertensa, em uso de losartana 50 mg, duas vezes ao dia, buscou atendimento médico para consulta, com objetivo de prevenção cardiovascular. Referiu estar assintomática e negou histórico de outras doenças. No exame físico, apresentou: pressão arterial de 130 mmHg × 80 mmHg; frequência cardíaca de 72 bpm; IMC de 28 kg/m²; circunferência abdominal igual a 85 cm. Ela apresentou os seguintes resultados de exames laboratoriais recentes: colesterol total = 230 mg/dL; HDL-colesterol = 55 mg/dL; triglicerídeos = 140 mg/dL; glicemia de jejum = 98 mg/dL; creatinina = 0,8 mg/dL. Quanto ao histórico familiar da paciente, sua mãe sofreu um infarto do miocárdio aos 63 anos de idade, mas sobreviveu e está com 70 anos de idade. De acordo com o Escore de Risco Global recomendado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, a paciente foi classificada como de risco intermediário.
Tendo esse caso clínico como referência inicial, julgue os itens subsequentes, a respeito de avaliação e estratégias para prevenção cardiovascular de doença arterial coronária.
É indicado à paciente em questão iniciar tratamento com estatina, para manejo adequado dos lípides sanguíneos e redução do risco de doença arterial coronária.
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Mulher de 48 anos de idade, hipertensa, em uso de losartana 50 mg, duas vezes ao dia, buscou atendimento médico para consulta, com objetivo de prevenção cardiovascular. Referiu estar assintomática e negou histórico de outras doenças. No exame físico, apresentou: pressão arterial de 130 mmHg × 80 mmHg; frequência cardíaca de 72 bpm; IMC de 28 kg/m²; circunferência abdominal igual a 85 cm. Ela apresentou os seguintes resultados de exames laboratoriais recentes: colesterol total = 230 mg/dL; HDL-colesterol = 55 mg/dL; triglicerídeos = 140 mg/dL; glicemia de jejum = 98 mg/dL; creatinina = 0,8 mg/dL. Quanto ao histórico familiar da paciente, sua mãe sofreu um infarto do miocárdio aos 63 anos de idade, mas sobreviveu e está com 70 anos de idade. De acordo com o Escore de Risco Global recomendado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, a paciente foi classificada como de risco intermediário.
Tendo esse caso clínico como referência inicial, julgue os itens subsequentes, a respeito de avaliação e estratégias para prevenção cardiovascular de doença arterial coronária.
O histórico familiar da paciente em questão é relevante, mas não é considerado caso de doença cardiovascular prematura.
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Mulher de 48 anos de idade, hipertensa, em uso de losartana 50 mg, duas vezes ao dia, buscou atendimento médico para consulta, com objetivo de prevenção cardiovascular. Referiu estar assintomática e negou histórico de outras doenças. No exame físico, apresentou: pressão arterial de 130 mmHg × 80 mmHg; frequência cardíaca de 72 bpm; IMC de 28 kg/m²; circunferência abdominal igual a 85 cm. Ela apresentou os seguintes resultados de exames laboratoriais recentes: colesterol total = 230 mg/dL; HDL-colesterol = 55 mg/dL; triglicerídeos = 140 mg/dL; glicemia de jejum = 98 mg/dL; creatinina = 0,8 mg/dL. Quanto ao histórico familiar da paciente, sua mãe sofreu um infarto do miocárdio aos 63 anos de idade, mas sobreviveu e está com 70 anos de idade. De acordo com o Escore de Risco Global recomendado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, a paciente foi classificada como de risco intermediário.
Tendo esse caso clínico como referência inicial, julgue os itens subsequentes, a respeito de avaliação e estratégias para prevenção cardiovascular de doença arterial coronária.
O exame de escolha para estratificação de risco cardiovascular no caso clínico narrado é a angiotomografia de coronárias, uma vez que a paciente está assintomática e se classifica como de risco intermediário.
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