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Foram encontradas 50 questões.

989945 Ano: 2012
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: TRT-13
Sobre a identificação dos microprocessadores Pentium IV, a inscrição impressa no componente “3.00GHZ/2M/800" significa
 

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989944 Ano: 2012
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: TRT-13
Na placa-mãe de um microcomputador-padrão IBM há uma pequena área de memória volátil, utilizada para gravar as configurações do Setup, que denomina-se
 

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989943 Ano: 2012
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: TRT-13
Acerca dos microcomputadores-padrão IBM PC, a função principal da memória Cache L2 é aumentar a
 

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989942 Ano: 2012
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: TRT-13
Sobre a instalação e configuração de dispositivos de hardware em microcomputadores com base em processadores Pentium IV, analise.
I. Os barramentos PCI e AGP são interfaces exclusivas para instalação de placas gráficas.
II. A tecnologia “Plug and Play (PnP)" facilita a instalação de dispositivos, pois os reconhece e configura automaticamente, eliminando a configuração manual.
III. Um soquete válido para a instalação de processadores Pentium IV é o “Soquete 478".
IV. Placas-mãe do tipo on-board apresentam performance superior em relação às placas off-board, pois seus circuitos integrados possuem recursos de processamento independente, não utilizando recursos do sistema.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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989941 Ano: 2012
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: TRT-13
Sobre módulos de memória RAM dos microcomputadores-padrão IBM, analise.
I. Slots para instalação de memórias do tipo DDR podem aceitar também a instalação de memórias DDR2 e DDR3, porém o funcionamento dos módulos serão sempre na frequência especificada para DDR.
II. A memória RAM é considerada um tipo de memória volátil, pois, após ser desenergizada, perde seu conteúdo armazenado.
III. Memórias do tipo DDR2-800 têm como nomenclatura equivalente válida PC2-6400.
IV. Na instalação dos módulos de memória, é importante verificar a compatibilidade com a interface paralela ECP (Enhanced Capabilities Port) do microcomputador.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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989940 Ano: 2012
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: TRT-13
São interfaces válidas para instalação de discos rígidos (Hard Disc), EXCETO:
 

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989856 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TRT-13

Sobre o amor, desamor

Chega a notícia de que um casal de estrangeiros, nosso amigo, está se separando. Mais um! É tanta separação que um conhecido meu, que foi outro dia a um casamento grã-fino, me disse que, na hora de cumprimentar a noiva, teve a vontade idiota de lhe desejar felicidades “pelo seu primeiro casamento”.

E essas notícias de separação muito antes de sair nos jornais correm com uma velocidade espantosa. Alguém nos conta sob segredo de morte, e em três ou quatro dias percebemos que a cidade inteira já sabe − e ninguém morre por causa disso.

Uns acham graça em um detalhe ou outro. Mas o que fica, no fim, é um ressaibo amargo − a ideia das aflições e melancolias desses casos.

Ah, os casais de antigamente! Como eram plácidos e sábios e felizes e serenos... (principalmente vistos de longe. E as angústias e renúncias, e as longas humilhações caladas? Conheci um casal de velhos bem velhinhos, que era doce ver − os dois sempre juntos, quietos e delicados. Ele a desprezava. Ela o odiava.)

Sim, direis, mas há casos de amor lindos para toda vida, a paixão que vira ternura e amizade. Acaso não acreditais nisso, detestável Braga, pessimista barato?

E eu vos direi que sim. Já me contaram, já vi. É bonito. Apenas não entendo bem por que sempre falamos de um caso assim com uma ponta de pena. (“Eles são tão unidos, coitados.”) De qualquer modo, é mesmo muito bonito; consola ver. Mas como certos quadros, a gente deve olhar de uma certa distância.

“Eles se separaram” pode ser uma frase triste e às vezes nem isso. “Estão se separando” é triste mesmo.

Adultério devia ser considerado palavra feia, já não digo pelo que exprime, mas porque é uma palavra feia.

Concubina também. Concubinagem devia ser simplesmente riscada do dicionário; é horrível.

Mas do lado legal está a pior palavra: cônjuge. No dia em que a mulher descobre que o homem, pelo simples fato de ser seu marido, é seu cônjuge, coitado dele.

Mas no meio de tudo isso, fora disso, através disso, apesar disso tudo − há amor. Ele é como a lua, resiste a todos os sonetos e abençoa todos os pântanos.

(Braga, Rubem. Pequena antologia do Braga. Rio de Janeiro: Record, 1997.)

Em “No dia em que a mulher descobre que o homem, pelo simples fato de ser seu marido, é seu cônjuge, coitado dele.", o termo destacado denota a ideia de
 

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989849 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TRT-13

Sobre o amor, desamor

Chega a notícia de que um casal de estrangeiros, nosso amigo, está se separando. Mais um! É tanta separação que um conhecido meu, que foi outro dia a um casamento grã-fino, me disse que, na hora de cumprimentar a noiva, teve a vontade idiota de lhe desejar felicidades “pelo seu primeiro casamento”.

E essas notícias de separação muito antes de sair nos jornais correm com uma velocidade espantosa. Alguém nos conta sob segredo de morte, e em três ou quatro dias percebemos que a cidade inteira já sabe − e ninguém morre por causa disso.

Uns acham graça em um detalhe ou outro. Mas o que fica, no fim, é um ressaibo amargo − a ideia das aflições e melancolias desses casos.

Ah, os casais de antigamente! Como eram plácidos e sábios e felizes e serenos... (principalmente vistos de longe. E as angústias e renúncias, e as longas humilhações caladas? Conheci um casal de velhos bem velhinhos, que era doce ver − os dois sempre juntos, quietos e delicados. Ele a desprezava. Ela o odiava.)

Sim, direis, mas há casos de amor lindos para toda vida, a paixão que vira ternura e amizade. Acaso não acreditais nisso, detestável Braga, pessimista barato?

E eu vos direi que sim. Já me contaram, já vi. É bonito. Apenas não entendo bem por que sempre falamos de um caso assim com uma ponta de pena. (“Eles são tão unidos, coitados.”) De qualquer modo, é mesmo muito bonito; consola ver. Mas como certos quadros, a gente deve olhar de uma certa distância.

“Eles se separaram” pode ser uma frase triste e às vezes nem isso. “Estão se separando” é triste mesmo.

Adultério devia ser considerado palavra feia, já não digo pelo que exprime, mas porque é uma palavra feia.

Concubina também. Concubinagem devia ser simplesmente riscada do dicionário; é horrível.

Mas do lado legal está a pior palavra: cônjuge. No dia em que a mulher descobre que o homem, pelo simples fato de ser seu marido, é seu cônjuge, coitado dele.

Mas no meio de tudo isso, fora disso, através disso, apesar disso tudo − há amor. Ele é como a lua, resiste a todos os sonetos e abençoa todos os pântanos.

(Braga, Rubem. Pequena antologia do Braga. Rio de Janeiro: Record, 1997.)

Os gêneros textuais apresentam características sócio-comunicativas, definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica. Dessa forma, o texto “Sobre o amor, desamor" é um(a)
 

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989848 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TRT-13

Sobre o amor, desamor

Chega a notícia de que um casal de estrangeiros, nosso amigo, está se separando. Mais um! É tanta separação que um conhecido meu, que foi outro dia a um casamento grã-fino, me disse que, na hora de cumprimentar a noiva, teve a vontade idiota de lhe desejar felicidades “pelo seu primeiro casamento”.

E essas notícias de separação muito antes de sair nos jornais correm com uma velocidade espantosa. Alguém nos conta sob segredo de morte, e em três ou quatro dias percebemos que a cidade inteira já sabe − e ninguém morre por causa disso.

Uns acham graça em um detalhe ou outro. Mas o que fica, no fim, é um ressaibo amargo − a ideia das aflições e melancolias desses casos.

Ah, os casais de antigamente! Como eram plácidos e sábios e felizes e serenos... (principalmente vistos de longe. E as angústias e renúncias, e as longas humilhações caladas? Conheci um casal de velhos bem velhinhos, que era doce ver − os dois sempre juntos, quietos e delicados. Ele a desprezava. Ela o odiava.)

Sim, direis, mas há casos de amor lindos para toda vida, a paixão que vira ternura e amizade. Acaso não acreditais nisso, detestável Braga, pessimista barato?

E eu vos direi que sim. Já me contaram, já vi. É bonito. Apenas não entendo bem por que sempre falamos de um caso assim com uma ponta de pena. (“Eles são tão unidos, coitados.”) De qualquer modo, é mesmo muito bonito; consola ver. Mas como certos quadros, a gente deve olhar de uma certa distância.

“Eles se separaram” pode ser uma frase triste e às vezes nem isso. “Estão se separando” é triste mesmo.

Adultério devia ser considerado palavra feia, já não digo pelo que exprime, mas porque é uma palavra feia.

Concubina também. Concubinagem devia ser simplesmente riscada do dicionário; é horrível.

Mas do lado legal está a pior palavra: cônjuge. No dia em que a mulher descobre que o homem, pelo simples fato de ser seu marido, é seu cônjuge, coitado dele.

Mas no meio de tudo isso, fora disso, através disso, apesar disso tudo − há amor. Ele é como a lua, resiste a todos os sonetos e abençoa todos os pântanos.

(Braga, Rubem. Pequena antologia do Braga. Rio de Janeiro: Record, 1997.)

Em “Mas no meio de tudo isso, fora disso, através disso, apesar disso tudo - há amor.", o uso do travessão justifica-se por
 

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989844 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TRT-13

Sobre o amor, desamor

Chega a notícia de que um casal de estrangeiros, nosso amigo, está se separando. Mais um! É tanta separação que um conhecido meu, que foi outro dia a um casamento grã-fino, me disse que, na hora de cumprimentar a noiva, teve a vontade idiota de lhe desejar felicidades “pelo seu primeiro casamento”.

E essas notícias de separação muito antes de sair nos jornais correm com uma velocidade espantosa. Alguém nos conta sob segredo de morte, e em três ou quatro dias percebemos que a cidade inteira já sabe − e ninguém morre por causa disso.

Uns acham graça em um detalhe ou outro. Mas o que fica, no fim, é um ressaibo amargo − a ideia das aflições e melancolias desses casos.

Ah, os casais de antigamente! Como eram plácidos e sábios e felizes e serenos... (principalmente vistos de longe. E as angústias e renúncias, e as longas humilhações caladas? Conheci um casal de velhos bem velhinhos, que era doce ver − os dois sempre juntos, quietos e delicados. Ele a desprezava. Ela o odiava.)

Sim, direis, mas há casos de amor lindos para toda vida, a paixão que vira ternura e amizade. Acaso não acreditais nisso, detestável Braga, pessimista barato?

E eu vos direi que sim. Já me contaram, já vi. É bonito. Apenas não entendo bem por que sempre falamos de um caso assim com uma ponta de pena. (“Eles são tão unidos, coitados.”) De qualquer modo, é mesmo muito bonito; consola ver. Mas como certos quadros, a gente deve olhar de uma certa distância.

“Eles se separaram” pode ser uma frase triste e às vezes nem isso. “Estão se separando” é triste mesmo.

Adultério devia ser considerado palavra feia, já não digo pelo que exprime, mas porque é uma palavra feia.

Concubina também. Concubinagem devia ser simplesmente riscada do dicionário; é horrível.

Mas do lado legal está a pior palavra: cônjuge. No dia em que a mulher descobre que o homem, pelo simples fato de ser seu marido, é seu cônjuge, coitado dele.

Mas no meio de tudo isso, fora disso, através disso, apesar disso tudo − há amor. Ele é como a lua, resiste a todos os sonetos e abençoa todos os pântanos.

(Braga, Rubem. Pequena antologia do Braga. Rio de Janeiro: Record, 1997.)

O significado da palavra é determinado pelo contexto em que ela é empregada. No texto, o significado do termo em destaque está INCORRETO em
 

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