Foram encontradas 435 questões.
Atenção: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto que segue.
Governo discute se programa para índios é legal
Um programa de FM dirigido a índios e outros moradores da fronteira do Brasil com o Paraguai, no Mato Grosso do Sul, corre o risco de ser considerado ilegal pelo governo federal. Transmitida em nheengatu (segundo o dicionário Aurélio, língua que se originou do tupi), a atração pode ser enquadrada numa lei de 1963, que proíbe veiculações em língua estrangeira. Pela regra, só emissoras de ondas curtas podem operar com outros idiomas, mediante autorização do Ministério das Comunicações.
Mistura de termos indígenas com espanhol e português, o nheengatu originou-se do período da colonização brasileira. Calcula-se que seja utilizado por cerca de 370 mil pessoas no MS. A essa população é dirigido “Nheengatu”, programa da FM educativa de Campo Grande que vai ao ar três vezes por semana e tem estréia marcada na TVE do Estado em agosto. Sua sobrevivência no rádio e sua migração para a televisão são objetos agora da seguinte análise, em curso no ministério: essa é ou não é uma língua “estrangeira”?
“Além de tantos crimes históricos contra os índios, querem cometer mais um”, afirmou Bosco Martins, presidente da FM e da TVE, que recebeu do ministério solicitação para encaminhar informações sobre o programa. “O nheengatu foi proibido por D. João IV, em 1727, que queria oficializar o português. Hoje, permanece vivo como uma forma de resistência cultural”, afirma Marlei Sigrist, professora da Universidade Federal do MS, que desenvolveu um estudo sobre o programa.
Para Marcos Bitelli, especialista em leis de radiodifusão, o “Nheengatu” não pode ser proibido. “A lei que estabelece restrições a irradiações em língua estrangeira não pode ser aplicada ao nheengatu, que era a principal língua brasileira na colonização”.
(Laura Mattos, Folha de S. Paulo, 18/06/2003)
Atente para as seguintes afirmações:
I. As observações de Bosco Martins, de Marlei Sigrist e de Marcos Bitelli convergem no fundamental – a língua nheengatu deve ser preservada – mas são omissas quanto à legitimidade ou legalidade do programa de rádio.
II. O argumento de que se vale Marcos Bitelli permite depreender que razões de ordem histórica devem ser levadas em conta num processo de avaliação do que seja uma "língua nacional".
III. A jornalista, para dar notícia do fato polêmico, investigou-o, informou-se com autoridades e especialistas e deu voz ao público diretamente envolvido.
Está correto o que se afirma SOMENTE em
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Atenção: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto que segue.
Governo discute se programa para índios é legal
Um programa de FM dirigido a índios e outros moradores da fronteira do Brasil com o Paraguai, no Mato Grosso do Sul, corre o risco de ser considerado ilegal pelo governo federal. Transmitida em nheengatu (segundo o dicionário Aurélio, língua que se originou do tupi), a atração pode ser enquadrada numa lei de 1963, que proíbe veiculações em língua estrangeira. Pela regra, só emissoras de ondas curtas podem operar com outros idiomas, mediante autorização do Ministério das Comunicações.
Mistura de termos indígenas com espanhol e português, o nheengatu originou-se do período da colonização brasileira. Calcula-se que seja utilizado por cerca de 370 mil pessoas no MS. A essa população é dirigido “Nheengatu”, programa da FM educativa de Campo Grande que vai ao ar três vezes por semana e tem estréia marcada na TVE do Estado em agosto. Sua sobrevivência no rádio e sua migração para a televisão são objetos agora da seguinte análise, em curso no ministério: essa é ou não é uma língua “estrangeira”?
“Além de tantos crimes históricos contra os índios, querem cometer mais um”, afirmou Bosco Martins, presidente da FM e da TVE, que recebeu do ministério solicitação para encaminhar informações sobre o programa. “O nheengatu foi proibido por D. João IV, em 1727, que queria oficializar o português. Hoje, permanece vivo como uma forma de resistência cultural”, afirma Marlei Sigrist, professora da Universidade Federal do MS, que desenvolveu um estudo sobre o programa.
Para Marcos Bitelli, especialista em leis de radiodifusão, o “Nheengatu” não pode ser proibido. “A lei que estabelece restrições a irradiações em língua estrangeira não pode ser aplicada ao nheengatu, que era a principal língua brasileira na colonização”.
(Laura Mattos, Folha de S. Paulo, 18/06/2003)
A controvérsia de que trata o texto é de natureza eminentemente
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Atenção: As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto que segue, trecho de um artigo publicado em 1948.
O Brasil é rico em matérias-primas, mas não basta possuirmos matérias-primas, o desejável é que pudéssemos processar as matérias-primas, industrializar essas matérias-primas e auferir todo o lucro potencial embutido nessas matérias-primas.
Evitam-se as viciosas repetições do período acima substituindo- se, de modo correto, os elementos sublinhados, respectivamente, por:
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Atenção: As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto que segue, trecho de um artigo publicado em 1948.
Tudo se liga, e os países dependem, cada vez mais, dos grandes centros em que se concentram as forças do imperialismo econômico.
Substituindo-se, na frase acima, as formas dependem e se concentram, respectivamente, pelas formas subordinam-se e se irradiam, o segmento sublinhado deverá ser substituído por
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Atenção: As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto que segue, trecho de um artigo publicado em 1948.
Todas as formas verbais estão corretamente flexionadas na frase:
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Atenção: As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto que segue, trecho de um artigo publicado em 1948.
Está correta a grafia de todas as palavras da frase:
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Atenção: As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto que segue, trecho de um artigo publicado em 1948.
Considerando-se o contexto em que a frase ocorre, a expressão sublinhada preserva o sentido da expressão indicada entre parênteses em:
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Atenção: As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto que segue, trecho de um artigo publicado em 1948.
É exemplo de correta transposição da voz ativa para a passiva:
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Atenção: As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto que segue, trecho de um artigo publicado em 1948.
Na reconstrução de uma frase do texto, desrespeitou-se a concordância verbal em:
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Atenção: As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto que segue, trecho de um artigo publicado em 1948.
Até agora não se estabeleceu, no Brasil, a difícil harmonia entre essas duas tendências contraditórias.
Mantém-se o sentido original da frase acima em:
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