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Foram encontradas 272 questões.

2400107 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: UECE
Orgão: UECE
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A figura abaixo mostra quatro trajetórias de uma bola de futebol lançada no espaço.

Enunciado 2936470-1

Desconsiderando o atrito viscoso com o ar, assinale o correto.

 

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2400106 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: UECE
Orgão: UECE
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No diagrama P-V a seguir, quatro processos termodinâmicos cíclicos executados por um gás, com seus respectivos estados iniciais, estão representados. O processo no qual o trabalho resultante, realizado pelo gás é menor é o

Enunciado 2936469-1

 

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2400105 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Fornos de microondas usam ondas de rádio de comprimento de onda aproximadamente 12 cm para aquecer os alimentos. Considerando a velocidade da luz igual a 300 000 km/s a frequência das ondas utilizadas é

 

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2400104 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Em um corredor horizontal, um estudante puxa uma mochila de rodinhas de 6 kg pela haste, que faz 60o com o chão. A força aplicada pelo estudante é a mesma necessária para levantar um peso de 1,5 kg, com velocidade constante. Considerando a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2, o trabalho, em Joule, realizado para puxar a mochila por uma distância de 30 m é

 

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2400103 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Uma única força agindo sobre uma massa de 2,0 kg fornece a esta uma aceleração de 3,0 m/s2. A aceleração, em m/s2, produzida pela mesma força agindo sobre uma massa de 1 kg é

 

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2400102 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: UECE
Orgão: UECE
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O odômetro de um carro marcou 38 692,4 km no início de uma prova de corrida de automóveis em uma pista oval de 3,0 km de comprimento por volta. O carro terminou a prova em 2h38min55seg e no final da prova o odômetro marcou 38 986,4 km. A velocidade escalar média do carro nessa prova foi

 

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2400101 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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A completude não existe

Vira e mexe ouço alguém dizer: “Fulano não me completa”. Como se a completude existisse. Trata-se de um mito originário da Grécia que se perpetua no nosso imaginário. Segundo o mito, nos primórdios, a forma humana era uma esfera com quatro mãos, quatro pernas, duas cabeças e dois sexos. Os seres humanos se deslocavam para a frente e para trás e, ao correr, giravam sobre os oito membros. Seu orgulho e sua força eram tamanhos que, para enfraquecê-los, Zeus os cortou pela metade. Para os gregos, o corte deu origem ao amor, que junta as metades e de dois seres faz um.

Num de seus seminários, Lacan retomou esse mito para ensinar que, na verdade, o amor é “o desejo impossível de ser um quando há dois”. Noutras palavras, é o desejo impossível da completude já que o desejo de um sujeito nunca coincide inteiramente com o do outro. A coincidência que o amante pode celebrar é a da crença na liberdade do amado. Uma crença que se expressa assim: “Faça o que você deseja porque o seu desejo é o meu”. Com ela, a relação se renova continuamente e se perpetua, torna-se possível.

Isso significa que o egoísmo é incompatível com o amor e este requer uma educação especial. Que o próprio amor, aliás, oferece, porque ele torna os amantes inteligentes. A paixão cega, mas o sentimento amoroso ilumina. O amante não precisa perguntar ao amado o que este quer, pois quem ama sabe a resposta. […]

(Betty Milan. Veja. 1/04/2010. Edição 2161, ano 43, no 16.)

Considere o enunciado “Num de seus seminários, Lacan retomou esse mito para ensinar que, na verdade, o amor é o desejo impossível de ser um quando há dois"”.

Nos itens a seguir, a expressão “na verdade” aparece deslocada em relação ao texto original.

I - Num de seus seminários, Lacan retomou esse mito para ensinar que o amor é, na verdade, “o desejo impossível de ser um quando há dois”.

II - Num de seus seminários, Lacan retomou esse mito para ensinar que o amor, na verdade, é “o desejo impossível de ser um quando há dois”.

III - Num de seus seminários, Lacan, na verdade, retomou esse mito para ensinar que o amor é “o desejo impossível de ser um quando há dois”.

Em qual(is) dos itens o sentido original se mantém?

 

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2400100 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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A completude não existe

Vira e mexe ouço alguém dizer: “Fulano não me completa”. Como se a completude existisse. Trata-se de um mito originário da Grécia que se perpetua no nosso imaginário. Segundo o mito, nos primórdios, a forma humana era uma esfera com quatro mãos, quatro pernas, duas cabeças e dois sexos. Os seres humanos se deslocavam para a frente e para trás e, ao correr, giravam sobre os oito membros. Seu orgulho e sua força eram tamanhos que, para enfraquecê-los, Zeus os cortou pela metade. Para os gregos, o corte deu origem ao amor, que junta as metades e de dois seres faz um.

Num de seus seminários, Lacan retomou esse mito para ensinar que, na verdade, o amor é “o desejo impossível de ser um quando há dois”. Noutras(c) palavras, é o desejo impossível da completude já que o desejo de um sujeito nunca coincide inteiramente com o do outro. A coincidência que o amante pode celebrar é a da crença na liberdade do amado(b). Uma crença que se expressa assim: “Faça o que você deseja porque o seu desejo é o meu”. Com ela, a relação se renova continuamente e se perpetua, torna-se possível.

Isso significa que o egoísmo é incompatível com o amor e este requer uma educação especial. Que o próprio amor, aliás, oferece, porque ele torna os amantes inteligentes. A paixão cega, mas o sentimento amoroso ilumina. O amante não precisa perguntar ao amado o que este quer, pois quem ama sabe a resposta. […]

(Betty Milan. Veja. 1/04/2010. Edição 2161, ano 43, no 16.)

Marque a opção que indica o antecedente do pronome “isso”.

 

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2400099 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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A completude não existe

Vira e mexe ouço alguém dizer: “Fulano não me completa”. Como se a completude existisse. Trata-se de um mito originário da Grécia que se perpetua no nosso imaginário. Segundo o mito, nos primórdios, a forma humana era uma esfera com quatro mãos, quatro pernas, duas cabeças e dois sexos. Os seres humanos se deslocavam para a frente e para trás e, ao correr, giravam sobre os oito membros. Seu orgulho e sua força eram tamanhos que, para enfraquecê-los, Zeus os cortou pela metade. Para os gregos, o corte deu origem ao amor, que junta as metades e de dois seres faz um.

Num de seus seminários, Lacan retomou esse mito para ensinar que, na verdade, o amor é “o desejo impossível de ser um quando há dois”. Noutras palavras, é o desejo impossível da completude já que o desejo de um sujeito nunca coincide inteiramente com o do outro. A coincidência que o amante pode celebrar é a da crença na liberdade do amado. Uma crença que se expressa assim: “Faça o que você deseja porque o seu desejo é o meu”. Com ela, a relação se renova continuamente e se perpetua, torna-se possível.

Isso significa que o egoísmo é incompatível com o amor e este requer uma educação especial. Que o próprio amor, aliás, oferece, porque ele torna os amantes inteligentes. A paixão cega, mas o sentimento amoroso ilumina. O amante não precisa perguntar ao amado o que este quer, pois quem ama sabe a resposta. […]

(Betty Milan. Veja. 1/04/2010. Edição 2161, ano 43, no 16.)

Indique a opção que expressa a ideia que poderia constituir o sujeito do verbo tratar no enunciado “Trata-se de um mito originário da Grécia que se perpetua no nosso imaginário”.

 

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2400098 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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A completude não existe

Vira e mexe ouço alguém dizer: “Fulano não me completa”. Como se a completude existisse. Trata-se de um mito originário da Grécia que se perpetua no nosso imaginário. Segundo o mito, nos primórdios, a forma humana era uma esfera com quatro mãos, quatro pernas, duas cabeças e dois sexos. Os seres humanos se deslocavam para a frente e para trás e, ao correr, giravam sobre os oito membros. Seu orgulho e sua força eram tamanhos que, para enfraquecê-los, Zeus os cortou pela metade. Para os gregos, o corte deu origem ao amor, que junta as metades e de dois seres faz um.

Num de seus seminários, Lacan retomou esse mito para ensinar que, na verdade, o amor é “o desejo impossível de ser um quando há dois”. Noutras palavras, é o desejo impossível da completude já que o desejo de um sujeito nunca coincide inteiramente com o do outro. A coincidência que o amante pode celebrar é a da crença na liberdade do amado. Uma crença que se expressa assim: “Faça o que você deseja porque o seu desejo é o meu”. Com ela, a relação se renova continuamente e se perpetua, torna-se possível.

Isso significa que o egoísmo é incompatível com o amor e este requer uma educação especial. Que o próprio amor, aliás, oferece, porque ele torna os amantes inteligentes. A paixão cega, mas o sentimento amoroso ilumina. O amante não precisa perguntar ao amado o que este quer, pois quem ama sabe a resposta. […]

(Betty Milan. Veja. 1/04/2010. Edição 2161, ano 43, no 16.)

Assinale a opção em que o que se diz NÃO está relacionado corretamente com o mito da representação do ser humano em forma de esfera.

 

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