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As soluções, em R, da equação !$ \cos^4x-4\cos x^3x+6\cos^2x-4\cos x+1=0 !$ são
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Seja AEC um triângulo isósceles (as medidas dos lados AE e AC são iguais) e O um ponto do lado AC tal que a medida do ângulo EÔC é 120 graus. Se existe um ponto B, do lado AE, tal que o segmento OB é perpendicular ao lado AE e a medida do ângulo EÔB seja igual a 40 graus, então a medida do ângulo OÊC, em graus, é igual a
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As ações da Empresa BRASTEC, nos anos de 2011 e 2012, valorizaram 12% e 7%, respectivamente, e nos anos de 2013 e 2014 desvalorizaram 2% e 8%, respectivamente. A valorização das ações correspondente ao período considerado (2011/2014) foi aproximadamente de
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No colégio municipal, em uma turma com 40 alunos, 14 gostam de Matemática, 16 gostam de Física, 12 gostam de Química, 7 gostam de Matemática e Física, 8 gostam de Física e Química, 5 gostam de Matemática e Química e 4 gostam das três matérias. Nessa turma, o número de alunos que não gostam de nenhuma das três disciplinas é
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Se !$ x !$ e !$ y !$ são números reais tais que !$ 2x + y = 16 !$, então o maior valor que o produto !$ xy !$ pode assumir é
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Texto 2
O evento
O pai lia o jornal – notícias do mundo. O telefone tocou – tirrim-. A mocinha, filha dele, dezoito vinte vinte e dois anos, sei lá, veio lá de dentro, atendeu: “Alô. Dois quatro sete um dois sete quatro. Mauro!!! Puxa, onde é que você andou? Há quanto tempo! Que coisa! Pensei que tinha morrido! Sumiu! Diz! Não!?! É mesmo? Que maravilha! Meus parabéns!!! Homem ou mulher? Ah! Que bom... Vem logo. Não vou sair não”. Desligou o telefone. O pai perguntou: “Mauro teve um filho?” A mocinha respondeu: “Não. Casou”.
MORAL: JÁ NÃO SE ENTENDEM OS DIÁLOGOS COMO ANTIGAMENTE.
(Millôr Fernandes. In: Novas fábulas fabulosas. p.68.)
Assinale o que permitiu, no texto de Millôr Fernandes, a criação da estrutura da piada.
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Texto 2
O evento
O pai lia o jornal – notícias do mundo. O telefone tocou – tirrim-. A mocinha, filha dele, dezoito vinte vinte e dois anos, sei lá, veio lá de dentro, atendeu: “Alô. Dois quatro sete um dois sete quatro. Mauro!!! Puxa, onde é que você andou? Há quanto tempo! Que coisa! Pensei que tinha morrido! Sumiu! Diz! Não!?! É mesmo? Que maravilha! Meus parabéns!!! Homem ou mulher? Ah! Que bom... Vem logo. Não vou sair não”. Desligou o telefone. O pai perguntou: “Mauro teve um filho?” A mocinha respondeu: “Não. Casou”.
MORAL: JÁ NÃO SE ENTENDEM OS DIÁLOGOS COMO ANTIGAMENTE.
(Millôr Fernandes. In: Novas fábulas fabulosas. p.68.)
Abaixo você encontrará complementações para possíveis afirmações sobre o texto 2. Escreva V se a complementação for verdadeira e F, se for falsa.
O que permite que um texto como o de Millôr Fernandes seja reconhecido como piada é
( ) uma estrutura suficientemente aberta para possibilitar mais de uma leitura.
( ) o emprego de palavras antônimas, que propiciem uma leitura e o contrário dessa leitura.
( ) a capacidade do enunciador de manter o leitor indeciso sobre o sentido do texto até o fim da leitura.
( ) a habilidade do enunciador em oferecer, aproximadamente, o mesmo número de pistas para cada leitura.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
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Texto 2
O evento
O pai lia o jornal – notícias do mundo. O telefone tocou – tirrim-. A mocinha, filha dele, dezoito vinte vinte e dois anos, sei lá, veio lá de dentro, atendeu: “Alô. Dois quatro sete um dois sete quatro. Mauro!!! Puxa, onde é que você andou? Há quanto tempo! Que coisa! Pensei que tinha morrido! Sumiu! Diz! Não!?! É mesmo? Que maravilha! Meus parabéns!!! Homem ou mulher? Ah! Que bom... Vem logo. Não vou sair não”. Desligou o telefone. O pai perguntou: “Mauro teve um filho?” A mocinha respondeu: “Não. Casou”.
MORAL: JÁ NÃO SE ENTENDEM OS DIÁLOGOS COMO ANTIGAMENTE.
(Millôr Fernandes. In: Novas fábulas fabulosas. p.68.)
Pode-se incluir o texto de Millôr Fernandes no rol do gênero piada. Abaixo você encontrará quatro das várias acepções dicionarizadas do vocábulo piada. Escolha a que dá conta da estrutura do texto “O evento”.
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Texto 1
O amigo da casa
A própria menina se prende muito a ele, que ainda lhe trouxe a última boneca, embora agora ela se ponha mocinha: encolhe-se na poltrona da sala sob a luz do abajur e lê a revista de quadrinhos. Ele é alemão como o dono da casaA). Tem apartamento no hotel da praia e joga tênis no clube, saltando com energia para dentro do campo, a raquete na mão. Assiste às partidas girando no copo de uísque os cubos de gelo. É o amigo da casa. Depois do jantar, passeia com a mãe da menina pelo caminho de pedra do jardim: as duas cabeças – a loira e a preta de cabelos aparados – vão e vêm, a dele já com entradas da calva. Ele chupa o cachimbo de fumo cheiroso, que o moço de bordo vai deixar no escritórioB).
O dono da casa é Seu Feldmann. Dirige o seu pequeno automóvel e é muito delicadoC). Cumprimenta sempre todos os vizinhos, até mesmo os mais canalhas como Seu Deca, fiscal da Alfândega.
Seu Feldmann cumprimenta. Bate com a cabeça. Compra marcos a bordo e no banco para a sua viagem regular à Alemanha. Viaja em companhia do comandante do cargueiro, em camarote especial. Então respira o ar marítimo no alto do convés, os braços muito brancos e descarnados, na camisa leve de mangas curtas.
A fortuna de origem é da mulher: as velhas casas no centro da cidade, os antigos armazéns, o sítio da serra, de onde ela desce aos domingos em companhia do outro, que é o amigo da casaB), e da menina.
Saem os dois à noite e ele para o seu próprio automóvel sob os coqueiros na praiaD). Decerto brigaram mais uma vez, porque ela volta para casa de olhos vermelhos, enrolando nos dedos o lencinho bordadoD). Recolhe-se a seu quarto (ela e seu Feldmann dormem em quartos separados). Trila o apito do guarda. Os faróis do automóvel na rua pincelam de luz as paredes, tiram reflexo do espelhoC). Ela permanece insone: o vidro de sua janela é um retângulo de luz na noiteB).
(Moreira Campos. In Obra Completa – contos II. 1969. p. 120-122. Originalmente publicado na obra O puxador de terço. Texto adaptado.)
Por toda a narrativa, a condição do “ele” na linha do primeiro parágrafo não é explicitada. Há somente indícios dessa condição. Assinale a alternativa em que os dois enunciados apresentam esses indícios.
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Texto 1
O amigo da casa
A própria menina se prende muito a ele, que ainda lhe trouxe a última boneca, embora agora ela se ponha mocinha: encolhe-se na poltrona da sala sob a luz do abajur e lê a revista de quadrinhos. Ele é alemão como o dono da casa. Tem apartamento no hotel da praia e joga tênis no clube, saltando com energia para dentro do campo, a raquete na mão. Assiste às partidas girando no copo de uísque os cubos de gelo. É o amigo da casa. Depois do jantar, passeia com a mãe da menina pelo caminho de pedra do jardim: as duas cabeças – a loira e a preta de cabelos aparados – vão e vêm, a dele já com entradas da calva. Ele chupa o cachimbo de fumo cheiroso, que o moço de bordo vai deixar no escritório.
O dono da casa é Seu Feldmann. Dirige o seu pequeno automóvel e é muito delicado. Cumprimenta sempre todos os vizinhos, até mesmo os mais canalhas como Seu Deca, fiscal da Alfândega.
Seu Feldmann cumprimenta. Bate com a cabeça. Compra marcos a bordo e no banco para a sua viagem regular à Alemanha. Viaja em companhia do comandante do cargueiro, em camarote especial. Então respira o ar marítimo no alto do convés, os braços muito brancos e descarnados, na camisa leve de mangas curtas.
A fortuna de origem é da mulher: as velhas casas no centro da cidade, os antigos armazéns, o sítio da serra, de onde ela desce aos domingos em companhia do outro, que é o amigo da casa, e da menina.
Saem os dois à noite e ele para o seu próprio automóvel sob os coqueiros na praia. Decerto brigaram mais uma vez, porque ela volta para casa de olhos vermelhos, enrolando nos dedos o lencinho bordado. Recolhe-se a seu quarto (ela e seu Feldmann dormem em quartos separados). Trila o apito do guarda. Os faróis do automóvel na rua pincelam de luz as paredes, tiram reflexo do espelho. Ela permanece insone: o vidro de sua janela é um retângulo de luz na noite.
(Moreira Campos. In Obra Completa – contos II. 1969. p. 120-122. Originalmente publicado na obra O puxador de terço. Texto adaptado.)
Atente ao trecho recortado do conto e marque a opção correta: “A fortuna de origem é da mulher: as velhas casas no centro da cidade, os antigos armazéns, o sítio da serra, de onde ela desce aos domingos em companhia do outro, que é o amigo da casa, e da menina”.
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