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Os métodos contraceptivos (MC) têm diversas formas de apresentações, indicação de uso, assim como vantagens e desvantagens. Suas características podem ser definidas pela eficácia, efeitos secundários, aceitabilidade, disponibilidade, facilidade de uso e reversibilidade. Com base no exposto, associe as duas colunas, relacionando o MC com sua respectiva vantagem de uso e assinale a alternativa que apresenta a sequencia correta dos números na segunda coluna.


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JAS, mulher gestante, 22 anos, foi recebida em um ambulatório para realização de consulta de pré-natal de alto risco e exames de imagem especializado. Tinha chegado acompanhada de policiais, pois cumpria pena de privação de liberdade. G4P2A1(partos vaginais), apresentava-se consciente, orientada, respirava espontaneamente e comunicava-se verbalmente quando questionada sobre seu tratamento. Os demais sinais vitais apresentavam-se fisiológicos. Com base nesse caso, julgue os itens a seguir e assinale a opção correta.
I. Tratando-se de uma pessoa em privação de liberdade, deve-se restringir a movimentação dos membros superiores da mesma por meio do uso de algemas em todos os momentos de sua estadia na instituição, exceto durante o trabalho de parto, parto e puerpério imediato.
II. As gestantes que precisarem de encaminhamento para atendimento de pré-natal de alto risco, como o do caso especificado, devem ser referenciadas, seguindo o mesmo fluxo que é seguido para gestantes sem restrições de liberdade, sempre mantendo o vínculo e o acompanhamento compartilhado com a atenção primária prisional.
III. A equipe responsável pelo cuidado deve ter conhecimento da rede assistencial do município e da região de saúde onde são realizados exames de pré-natal. Deve-se saber ainda os serviços de referência para atendimento de possíveis intercorrências na gestação e sobre as formas de deslocamento.
IV. As gestantes terão acesso ao parto na rede municipal com todos os seus direitos garantidos, sem uso de algemas durante procedimentos de saúde que antecedem o parto, durante o trabalho de parto e na fase de puerpério conforme Lei Federal n° 13.434/2017, assim como direito a acompanhante conforme Lei Federal n° 11.108/2005.
V. Nas consultas de pré-natal, a gestante precisa ser orientada sobre seus direitos em saúde relacionados ao parto e ao puerpério. O acesso a todos os exames deve ser realizado exclusivamente dentro da unidade prisional ao qual ela está encarcerada.
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Caso clínico
M.C.A., 37 anos, compareceu na data de hoje (12/01/2025) ao posto de saúde da Estratégia Saúde da Família (ESF) para sua primeira consulta de pré-natal. Relata ser sua terceira gravidez, com dois abortos prévios, ambos espontâneos e diagnosticados no primeiro trimestre. Não possui filhos vivos. Seu histórico de saúde inclui hipertensão arterial sistêmica (HAS) crônica diagnosticada há 5 anos, controlada com enalapril, e obesidade grau I (IMC: 32 kg/m²).
Na consulta, M.C.A. queixa-se de cansaço excessivo e episódios esporádicos de cefaleia, geralmente aliviados com repouso. Relata também que tem dificuldade em seguir uma dieta equilibrada e manter uma rotina de exercícios devido ao trabalho como costureira autônoma.
M.C.A. mora em uma área periférica, possui baixa escolaridade (ensino fundamental incompleto) e relata insegurança alimentar leve. É casada, mas menciona que o marido está desempregado. Tem apoio limitado da família para o cuidado durante a gestação. Nega tabagismo, uso de álcool ou drogas. A data da última menstruação foi em 25 de agosto de 2024.
Ao exame físico:
- PA: 150/100 mmHg
- FC: 84 bpm
- Peso: 85 kg
- Altura: 1,63 m
- Altura uterina: 20 cm
- Presença de edema discreto em membros inferiores
- FCF: 140 bpm, regular e audível
Exames laboratoriais recentes:
- Hemoglobina: 10,2 g/dL
- Hematócrito: 31%
- Glicemia de jejum: 98 mg/dL
- Proteinúria 1+ em amostra isolada
- Sorologias para HIV, VDRL e hepatites: não reagentes M.C.A. foi orientada por sua médica a interromper o enalapril ao descobrir a gestação, mas ainda não iniciou outro tratamento. Questiona sobre os riscos para a saúde do bebê e pede orientações sobre como proceder. Também demonstra preocupação com a falta de recursos financeiros para seguir uma alimentação adequada e comprar medicações, caso sejam prescritas.
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Caso clínico
M.C.A., 37 anos, compareceu na data de hoje (12/01/2025) ao posto de saúde da Estratégia Saúde da Família (ESF) para sua primeira consulta de pré-natal. Relata ser sua terceira gravidez, com dois abortos prévios, ambos espontâneos e diagnosticados no primeiro trimestre. Não possui filhos vivos. Seu histórico de saúde inclui hipertensão arterial sistêmica (HAS) crônica diagnosticada há 5 anos, controlada com enalapril, e obesidade grau I (IMC: 32 kg/m²).
Na consulta, M.C.A. queixa-se de cansaço excessivo e episódios esporádicos de cefaleia, geralmente aliviados com repouso. Relata também que tem dificuldade em seguir uma dieta equilibrada e manter uma rotina de exercícios devido ao trabalho como costureira autônoma.
M.C.A. mora em uma área periférica, possui baixa escolaridade (ensino fundamental incompleto) e relata insegurança alimentar leve. É casada, mas menciona que o marido está desempregado. Tem apoio limitado da família para o cuidado durante a gestação. Nega tabagismo, uso de álcool ou drogas. A data da última menstruação foi em 25 de agosto de 2024.
Ao exame físico:
- PA: 150/100 mmHg
- FC: 84 bpm
- Peso: 85 kg
- Altura: 1,63 m
- Altura uterina: 20 cm
- Presença de edema discreto em membros inferiores
- FCF: 140 bpm, regular e audível
Exames laboratoriais recentes:
- Hemoglobina: 10,2 g/dL
- Hematócrito: 31%
- Glicemia de jejum: 98 mg/dL
- Proteinúria 1+ em amostra isolada
- Sorologias para HIV, VDRL e hepatites: não reagentes M.C.A. foi orientada por sua médica a interromper o enalapril ao descobrir a gestação, mas ainda não iniciou outro tratamento. Questiona sobre os riscos para a saúde do bebê e pede orientações sobre como proceder. Também demonstra preocupação com a falta de recursos financeiros para seguir uma alimentação adequada e comprar medicações, caso sejam prescritas.
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Caso clínico
M.C.A., 37 anos, compareceu na data de hoje (12/01/2025) ao posto de saúde da Estratégia Saúde da Família (ESF) para sua primeira consulta de pré-natal. Relata ser sua terceira gravidez, com dois abortos prévios, ambos espontâneos e diagnosticados no primeiro trimestre. Não possui filhos vivos. Seu histórico de saúde inclui hipertensão arterial sistêmica (HAS) crônica diagnosticada há 5 anos, controlada com enalapril, e obesidade grau I (IMC: 32 kg/m²).
Na consulta, M.C.A. queixa-se de cansaço excessivo e episódios esporádicos de cefaleia, geralmente aliviados com repouso. Relata também que tem dificuldade em seguir uma dieta equilibrada e manter uma rotina de exercícios devido ao trabalho como costureira autônoma.
M.C.A. mora em uma área periférica, possui baixa escolaridade (ensino fundamental incompleto) e relata insegurança alimentar leve. É casada, mas menciona que o marido está desempregado. Tem apoio limitado da família para o cuidado durante a gestação. Nega tabagismo, uso de álcool ou drogas. A data da última menstruação foi em 25 de agosto de 2024.
Ao exame físico:
- PA: 150/100 mmHg
- FC: 84 bpm
- Peso: 85 kg
- Altura: 1,63 m
- Altura uterina: 20 cm
- Presença de edema discreto em membros inferiores
- FCF: 140 bpm, regular e audível
Exames laboratoriais recentes:
- Hemoglobina: 10,2 g/dL
- Hematócrito: 31%
- Glicemia de jejum: 98 mg/dL
- Proteinúria 1+ em amostra isolada
- Sorologias para HIV, VDRL e hepatites: não reagentes M.C.A. foi orientada por sua médica a interromper o enalapril ao descobrir a gestação, mas ainda não iniciou outro tratamento. Questiona sobre os riscos para a saúde do bebê e pede orientações sobre como proceder. Também demonstra preocupação com a falta de recursos financeiros para seguir uma alimentação adequada e comprar medicações, caso sejam prescritas.
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Caso clínico
M.C.A., 37 anos, compareceu na data de hoje (12/01/2025) ao posto de saúde da Estratégia Saúde da Família (ESF) para sua primeira consulta de pré-natal. Relata ser sua terceira gravidez, com dois abortos prévios, ambos espontâneos e diagnosticados no primeiro trimestre. Não possui filhos vivos. Seu histórico de saúde inclui hipertensão arterial sistêmica (HAS) crônica diagnosticada há 5 anos, controlada com enalapril, e obesidade grau I (IMC: 32 kg/m²).
Na consulta, M.C.A. queixa-se de cansaço excessivo e episódios esporádicos de cefaleia, geralmente aliviados com repouso. Relata também que tem dificuldade em seguir uma dieta equilibrada e manter uma rotina de exercícios devido ao trabalho como costureira autônoma.
M.C.A. mora em uma área periférica, possui baixa escolaridade (ensino fundamental incompleto) e relata insegurança alimentar leve. É casada, mas menciona que o marido está desempregado. Tem apoio limitado da família para o cuidado durante a gestação. Nega tabagismo, uso de álcool ou drogas. A data da última menstruação foi em 25 de agosto de 2024.
Ao exame físico:
- PA: 150/100 mmHg
- FC: 84 bpm
- Peso: 85 kg
- Altura: 1,63 m
- Altura uterina: 20 cm
- Presença de edema discreto em membros inferiores
- FCF: 140 bpm, regular e audível
Exames laboratoriais recentes:
- Hemoglobina: 10,2 g/dL
- Hematócrito: 31%
- Glicemia de jejum: 98 mg/dL
- Proteinúria 1+ em amostra isolada
- Sorologias para HIV, VDRL e hepatites: não reagentes M.C.A. foi orientada por sua médica a interromper o enalapril ao descobrir a gestação, mas ainda não iniciou outro tratamento. Questiona sobre os riscos para a saúde do bebê e pede orientações sobre como proceder. Também demonstra preocupação com a falta de recursos financeiros para seguir uma alimentação adequada e comprar medicações, caso sejam prescritas.
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M.C.A., 37 anos, compareceu na data de hoje (12/01/2025) ao posto de saúde da Estratégia Saúde da Família (ESF) para sua primeira consulta de pré-natal. Relata ser sua terceira gravidez, com dois abortos prévios, ambos espontâneos e diagnosticados no primeiro trimestre. Não possui filhos vivos. Seu histórico de saúde inclui hipertensão arterial sistêmica (HAS) crônica diagnosticada há 5 anos, controlada com enalapril, e obesidade grau I (IMC: 32 kg/m²).
Na consulta, M.C.A. queixa-se de cansaço excessivo e episódios esporádicos de cefaleia, geralmente aliviados com repouso. Relata também que tem dificuldade em seguir uma dieta equilibrada e manter uma rotina de exercícios devido ao trabalho como costureira autônoma.
M.C.A. mora em uma área periférica, possui baixa escolaridade (ensino fundamental incompleto) e relata insegurança alimentar leve. É casada, mas menciona que o marido está desempregado. Tem apoio limitado da família para o cuidado durante a gestação. Nega tabagismo, uso de álcool ou drogas. A data da última menstruação foi em 25 de agosto de 2024.
Ao exame físico:
- PA: 150/100 mmHg
- FC: 84 bpm
- Peso: 85 kg
- Altura: 1,63 m
- Altura uterina: 20 cm
- Presença de edema discreto em membros inferiores
- FCF: 140 bpm, regular e audível
Exames laboratoriais recentes:
- Hemoglobina: 10,2 g/dL
- Hematócrito: 31%
- Glicemia de jejum: 98 mg/dL
- Proteinúria 1+ em amostra isolada
- Sorologias para HIV, VDRL e hepatites: não reagentes M.C.A. foi orientada por sua médica a interromper o enalapril ao descobrir a gestação, mas ainda não iniciou outro tratamento. Questiona sobre os riscos para a saúde do bebê e pede orientações sobre como proceder. Também demonstra preocupação com a falta de recursos financeiros para seguir uma alimentação adequada e comprar medicações, caso sejam prescritas.
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De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a meta global é reduzir a razão de mortalidade materna (RMM) até 2030, conforme os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Contudo, alcançar essa meta exige esforços intensificados, especialmente nos países onde a RMM é mais alta. Fatores como políticas públicas inadequadas, falta de investimentos em saúde e desigualdades regionais são barreiras significativas. Em relação à mortalidade materna, o conceito de razão de mortalidade materna (RMM) é amplamente utilizado em análises de saúde pública.
Sobre o cálculo e a interpretação da RMM, é correto afirmar que:
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