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Karl Marx (1818-1883) afirmou em carta a um colega que não lhe cabia o mérito de ter descoberto a existência de classes sociais na sociedade moderna capitalista, pois tal feito seria de alguns historiadores e economistas “burgueses” que expuseram, antes dele, o desenvolvimento histórico da anatomia do capitalismo e de sua estrutura social. Porém, Marx foi o responsável por descrever e explicar como ocorrem as lutas entre as classes sociais no capitalismo e demonstrou que
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A Aclamação de Amador Bueno, em 1641, a Revolução Pernambucana de 1817, a Confederação do Equador, em 1824, a Revolução Farroupilha ocorrida entre 1835 e 1845, são exemplos de movimentos
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| ELEMENTO QUÍMICO | NÚMERO ATÔMICO | MASSA ATÔMICA |
| H | 1 | 1,0 |
| He | 2 | 4,0 |
| C | 6 | 12,0 |
| N | 7 | 14,0 |
| O | 8 | 16,0 |
| F | 9 | 19,0 |
| Ne | 10 | 20,0 |
| Na | 11 | 23,0 |
| Mg | 12 | 24,3 |
| S | 16 | 32,0 |
| Cℓ | 17 | 35,5 |
| K | 19 | 39,0 |
| Cr | 24 | 52,0 |
| Fe | 26 | 56,0 |
| Br | 35 | 80,0 |
| I | 53 | 127,0 |
| La | 57 | 139,0 |
| Pb | 82 | 207,0 |
| At | 85 | 210,0 |
Funil de Buchner e kitassato são equipamentos de laboratório utilizados para
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Atente para o seguinte excerto de um texto baseado nos estudos da historiadora Mary Del Priore a respeito da cultura e do cotidiano de um período do Brasil Colônia:
“(...) no Brasil de 1650 não existiam tabus como o da virgindade obrigatória até o casamento. Quebrado em tempos modernos, esse tabu ainda estava por nascer em 1600, e até o século XVIII era difícil achar alguém que se casasse sem antes ter tido relações sexuais. Mas o motivo era bem diferente do atual. É que, naquela época, ter filhos era muito importante. A mulher precisava provar ao homem que era fértil, engravidando antes do compromisso, uma regra consentida por toda a comunidade — inclusive pela Igreja, desde que tudo terminasse em casamento."
ALVES, Januária Cristina. O lado feminino do Brasil colonial: a vida das mulheres no século XVI. In: Revista Super Interessante. São Paulo, Editora Abril, v.79, 1994.
O trecho acima apresenta a ideia de que
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| ELEMENTO QUÍMICO | NÚMERO ATÔMICO | MASSA ATÔMICA |
| H | 1 | 1,0 |
| He | 2 | 4,0 |
| C | 6 | 12,0 |
| N | 7 | 14,0 |
| O | 8 | 16,0 |
| F | 9 | 19,0 |
| Ne | 10 | 20,0 |
| Na | 11 | 23,0 |
| Mg | 12 | 24,3 |
| S | 16 | 32,0 |
| Cℓ | 17 | 35,5 |
| K | 19 | 39,0 |
| Cr | 24 | 52,0 |
| Fe | 26 | 56,0 |
| Br | 35 | 80,0 |
| I | 53 | 127,0 |
| La | 57 | 139,0 |
| Pb | 82 | 207,0 |
| At | 85 | 210,0 |
Empregado em processos de cromação, o tríóxido de crômio, que é altamente tóxico, corrosivo e carcinogênico, é eventualmente utilizado para a produção de crômio, de acordo com a seguinte reação: CrO3(aq) + 6 H+(aq) + 6e– → Cr(s) +3H2O.
Considerando a reação acima, é correto dizer que a massa, em g, de crômio depositada por 24.125 C é, aproximadamente,
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Souza (2018) fez um profundo estudo sobre a “ralé brasileira”, expressão popular pejorativa no Brasil para se referir às classes pobres e miseráveis. Segundo ele, há no Brasil um “preconceito estético” contra as classes populares que legitima, por exemplo, os privilégios das classes mais abastadas. Os de “cima”, as classes dominantes, na estrutura social da sociedade brasileira, por possuírem a capacidade econômica de poder comprar uma garrafa de vinho de 15 mil reais ou possuírem carros de luxo, tomam a posse de tais bens para si como uma distinção. O poder de consumo, assim, gera uma sensação de “superioridade inata” atrelada à ideia de “bom gosto”. Tal consumo distinto afasta as classes abastadas de todos aqueles das classes mais baixas que gostam de cerveja ou cachaça baratas e carros populares.
SOUZA, Jessé. A ralé brasileira: quem é e como vive. 3ª ed. ampliada. São Paulo: Editora Contracorrente, 2018.
Considerando essa perspectiva sociológica de Jessé Souza, é correto concluir que
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| ELEMENTO QUÍMICO | NÚMERO ATÔMICO | MASSA ATÔMICA |
| H | 1 | 1,0 |
| He | 2 | 4,0 |
| C | 6 | 12,0 |
| N | 7 | 14,0 |
| O | 8 | 16,0 |
| F | 9 | 19,0 |
| Ne | 10 | 20,0 |
| Na | 11 | 23,0 |
| Mg | 12 | 24,3 |
| S | 16 | 32,0 |
| Cℓ | 17 | 35,5 |
| K | 19 | 39,0 |
| Cr | 24 | 52,0 |
| Fe | 26 | 56,0 |
| Br | 35 | 80,0 |
| I | 53 | 127,0 |
| La | 57 | 139,0 |
| Pb | 82 | 207,0 |
| At | 85 | 210,0 |
Conforme notícia da BBC News, em 21 de agosto de 1986, o Lago Nyos, na República dos Camarões, projetou uma grande nuvem de dióxido de carbono que matou centenas de cabeças de gado, 1746 pessoas e deixou mais de 400 feridos. O acidente teve como causa uma grande concentração de dióxido de carbono no fundo do lago. Para explicar esse fato, a hipótese mais provável é a de que tenha ocorrido
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Leia atentamente o seguinte excerto:
“Já na aldeia, os paulistas pedem que os índios reúnam mulheres e filhos e prometem-lhes ricos despojos. Confiando nas promessas do chefe paulista, os índios iniciam de imediato suas danças, em sinal de regozijo. Navarro, percebendo que eles estavam descuidados e sem armas, traiçoeiramente os extermina quase totalmente. A matança dos Paiakú, que estavam na Aldeia de Madre de Deus, teve lugar no dia 4 de agosto de 1699”.
CORDEIRO, José. Os índios no Siará, massacre e resistência. Fortaleza: [s.n.], 1989. p. 63.
O fragmento descreve o episódio conhecido como Massacre do Jaguaribe que teve como característica
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Auguste Comte (1798-1857) foi um dos fundadores da Sociologia, termo, aliás, que cunhou e que substituiu sua expressão inicial de “Física Social”. De modo geral, Comte considerava que os fenômenos sociais deviam ser entendidos da mesma forma como eram entendidos os fenômenos astronômicos, químicos e fisiológicos, isto é, submetidos a leis naturais invariáveis e cuja descoberta seria o objetivo especial desta, então nova, ciência do social.
Considerando a Sociologia de Auguste Comte, assinale a afirmação verdadeira.
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A explicação sociológica atual sobre o mundo do trabalho na Era Digital do capitalismo global trouxe, de maneira geral, novas conceituações (incluindo neologismos) para se compreender e explicar as recentes relações sociais de produção. Termos como uberização ou ifoodização do trabalhador procuram dar conta dessas novas situações nas relações de trabalho. Em tempo: uberização que ocorre, ao mesmo tempo, com o crescimento do desemprego e consequente aumento da miséria e da pauperização de grandes parcelas da população em muitos países da economia capitalista mundial de hoje. Para Antunes (2018), todas essas circunstâncias de desemprego em massa e pobreza crescentes apontam um “privilégio da servidão” para aqueles que conseguem ainda algum trabalho.
ANTUNES, Ricardo. O Privilégio da Servidão: o novo proletariado de serviços na Era Digital. São Paulo: Boitempo, 2018.
A respeito da atual uberização do trabalho, é correto dizer que
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