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Leia a seguinte passagem, que descreve algumas das características da polis grega:
“O aparecimento da polis constitui, na história do pensamento grego um acontecimento decisivo. O que implica o sistema da polis é primeiramente uma extraordinária preeminência da palavra sobre todos os outros instrumentos do poder. Uma segunda característica é o cunho da plena publicidade dada às manifestações mais importantes da vida social”.
VERNANT, J.-P. As origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. P.34-35/adaptado.
Sobre a relação entre o aparecimento da polis grega e o nascimento do pensamento filosófico, é correto afirmar que
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Em alguns dispositivos médicos, onde há passagem de fluidos através de tubos plásticos para veias de pacientes, há necessidade de um detector de bolhas nos dutos. Uma das formas de se detectar bolhas é através da construção de um capacitor em que o tubo com o líquido passa entre as placas. Nesse dispositivo, a capacitância muda quando há mudança do material dentro do tubo, como durante a passagem de uma bolha. Suponha que a capacitância seja C durante a passagem somente de líquido, e com presença de uma bolha seja C/(1+kd), onde d é o diâmetro da bolha e k é uma constante com as dimensões apropriadas. Caso seja aplicada uma diferença de potencial V, constante, aos terminais do capacitor, a carga em função do diâmetro da bolha será
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Atente para o seguinte trecho da obra de Francis Bacon: “Nosso método, contudo, é tão fácil de ser apresentado quanto difícil de se aplicar. Consiste no estabelecer os graus de certeza, determinar o alcance exato dos sentidos e rejeitar, na maior parte dos casos, o labor da mente, calcado muito de perto sobre aqueles, abrindo e promovendo, assim, a nova e certa via da mente, que, de resto, provém das próprias percepções sensíveis”.
Bacon, Francis. Novum Organum ou Verdadeiras Indicações Acerca da Interpretação da Natureza. http://br.egroups.com/group/acropolis.
A passagem acima define a concepção do pensador londrino sobre
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No contexto de movimento relativo, considere dois observadores, sendo que um deles executa um movimento circular em torno de um ponto P fixo no solo, e o outro observador permanece parado no solo. Um objeto muito pequeno que permanece localizado no ponto P tem as seguintes velocidades relativas, em módulo:
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“É importante ressaltar o caráter de interdependência que caracteriza os principais problemas ambientais que assolam os centros urbanos. As questões decorrentes da expansão urbana extensiva e desordenada internas a uma sub-bacia hidrográfica, por exemplo, se transferem indistintamente aos inúmeros corpos d’água que a recobrem e podem extravasar a escala local atingindo toda a macrobacia à qual pertencem.”
Silva, L.; Travassos, L. (2012). Disponível em:https:// revistas.pucsp.br/index.php/metropole/article/view/8708/
Considerando o texto acima, é correto dizer que, durante o período chuvoso, os problemas ambientais urbanos mais expressivos nas bacias hidrográficas envolvem
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A passagem que se apresenta a seguir revela uma narrativa mítica em um contexto de explicação e de interpretação do mundo:
“Existem novos deuses crescendo nos Estados Unidos, apoiando-se em laços cada vez maiores de crenças: deuses de cartão de crédito e de autoestrada, de internet e de telefone, de rádio, de hospital e de televisão, deuses de plástico, de bipe e de néon. Deuses orgulhosos, gordos e tolos, inchados por sua própria novidade e por sua própria importância. Eles sabem da nossa existência e têm medo de nós, e nos odeiam – disse Odin. – Vocês estão se enganando se acreditam que não. Eles vão nos destruir, se puderem. É hora de a gente se agrupar. É hora de agir”.
Gaiman, Neil. Deuses americanos. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2011. P.114-115.
Considerando as características do conhecimento mítico e a citação acima, atente para o que se afirma a seguir e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( ) A narrativa mítica foi a primeira e mais duradoura forma de explicação do mundo, persistindo até os dias atuais, mesmo que de forma não preponderante.
( ) A interpretação do mundo e dos acontecimentos baseada na existência de divindades supremas reflete a necessidade humana por respostas que nem mesmo a ciência pode dar.
( ) Divindades são criaturas eternas e sobrenaturais. Elas existem, de fato, e não podem ser representadas por objetos ou pessoas.
( ) Persiste, mesmo na sociedade contemporânea, o que era habitual das civilizações totêmicas: o culto de objetos concretos, aos quais se atribui o poder de controle sobre a vida dos indivíduos.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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“Na cartografia, os mapas têm características específicas que os classificam e representam elementos selecionados de um determinado espaço geográfico, de forma reduzida, utilizando simbologia e projeção cartográfica.”
Archela, R. S.; Théry, H. Disponível em:http://confins.revue.org/index3483.html
O excerto acima é parte do trabalho intitulado “Orientação metodológica para construção e leitura de mapas temáticos”. Considerando os aspectos que envolvem a cartografia, tipos e usos de mapas, analise as seguintes afirmações:
I. Os mapas são veículos de transmissão do conhecimento que pode ser o mais amplo e variado possível ou o mais restrito e objetivo possível.
II. A elaboração de mapas temáticos abrange etapas como a coleta de dados, análise, interpretação e representação das informações, entre outras, sobre um mapa base.
III. O nível de organização dos dados, qualitativos, ordenados ou quantitativos, de um mapa está diretamente relacionado ao método de mapeamento e à utilização de variáveis visuais adequadas a sua representação.
É correto o que se afirma em
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Considere uma bola de futebol que, após o chute, descreve uma trajetória parabólica em relação à superfície horizontal de lançamento. Desprezando todos os atritos e considerando a bola como um ponto material, é correto afirmar que a componente
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Un error positivo
Montero Glez
Hay errores que cuestan vidas. Lo estamos viviendo. Pero no vamos a entrar ahora a hacer juicios de valor sobre la manera de manejar una crisis de dimensiones virulentas. Y no porque nuestros representantes políticos no merezcan tales juicios, sino porque hace falta un poco más de aire entre tanta contaminación mediática. Con tales principios, vamos a contar cómo un error de traducción dio lugar a un conjunto de libros de astronomía popular que, a su vez, inspirarían algunas de las novelas de ciencia ficción más importantes de todos los tiempos.
Lowell aseguraba que en Marte existía vida inteligente pues, sin ella, no se habría podido construir toda aquella red de acequias para transportar agua.
Nos referimos a los episodios escritos por Percival Lowell (1855-1916), un excéntrico millonario norteamericano con vicios de astrónomo que afirmaba que existían canales artificiales en Marte y, por lo tanto, vida extraterrestre. Para demostrarlo, construyó un observatorio privado en Arizona que hoy permanece en activo. Se trata del Observatorio Lowell, desde el cual, en 1930 se descubriría un planeta enano que recibió el nombre de Plutón.
Pero volvamos a la Tierra donde, en vida de Lowell, el astrónomo italiano Giovanni Virginio Schiaparelli observó con su telescopio el planeta Marte. Tenía la intención de estudiarlo a fondo y, detallando el planeta rojo, pudo comprobar cómo una densa capa de líneas se extendía sobre la superficie. Schiaparelli las denominó “canali” y con ello, publicó el mapa del planeta Marte en 1888. Fue un trabajo pionero de la astronomía que despertó la curiosidad de muchos aficionados entre los que se encontraba el excéntrico Percival Lowell.
Debido a un error en la traducción del trabajo de Schiaparelli se inició, sin querer, todo un género de novelas. Los “canali” que observó Schiaparelli fueron vertidos en inglés como “canals” en vez de como “channels”, tal y como hubiese sido lo correcto. De esta manera, la palabra “canals” implica una construcción artificial mientras que la palabra “channels” se refiere a un accidente natural.
A partir de este error, Percival Lowell se dispuso a encontrar huellas extraterrestres en el planeta rojo. Hay que recordar que un planeta es una forma espontánea y lo que Lowell pretendía era encontrar formas vivas que lo habitasen. Aunque no las encontró, las imaginó hasta convertirlas en certezas científicas. Ajustando su ojo al telescopio, echó a volar su imaginación cuando observó los numerosos canales que cubrían la superficie de Marte, llegando a afirmar que el planeta estaba habitado por una antigua civilización.
Aseguraba que en Marte existía vida inteligente pues, sin ella, no se habría podido construir toda aquella red de acequias para transportar agua. Con estas cosas publicaría Mars (1895), Mars and Its Canals (1906) y The Genesis of the Planets (1916). Su serie sobre el planeta rojo inspiraría a Herbert George Wells para escribir “La Guerra de los Mundos” y, posteriormente, cuando ya se desveló que los estudios de Percival carecían de rigor científico, Ray Bradbury se sirvió de ellos para sus “Crónicas Marcianas”. De esta manera, tratando las contradicciones a partir de un error, se consiguió la coherencia en la ficción.
Montero Glez. Periódico El País, 26/03/2020.
El título del texto “Un error positivo” se dio por cuenta de
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LA LÉGENDE DU MONT SAINT-MICHEL
Extrait adapté du conte de Guy de Maupassant
“Je l'avais vu d'abord de Cancale ce château de fées planté dans la mer. Je l'avais vu confusément, ombre grise dressée sur le ciel brumeux.
Je le revis d'Avranches, au soleil couchant. L'immensité des sables était rouge, l'horizon était rouge, toute la baie démesurée était rouge; seule, l'abbaye escarpée, poussée là-bas, loin de la terre, comme un manoir fantastique, stupéfiante comme un palais de rêve, invraisemblablement étrange et belle, restait presque noire dans les pourpres du jour mourant.
J'allai vers elle le lendemain dès l'aube, à travers les sables, l'oeil tendu sur ce bijoux monstrueux, grand comme une montagne, ciselé comme un camée et vaporeux comme une mousseline. Plus j'approchais, plus je me sentais soulevé d'admiration, car rien au monde peut-être n'est plus étonnant et plus parfait.
Et j'errai, surpris comme si j'avais découvert l'habitation d'un dieu à travers ces salles portées par des colonnes légères ou pesantes, à travers ces couloirs percés à jour, levant mes yeux émerveillés sur ces clochetons qui semblaient des fusées parties vers le ciel et sur tout cet emmêlement de tourelles, de gargouilles, d'ornements sveltes et charmants, feu d'artifice de pierre, dentelle de granit, chef-d'oeuvre d'architecture colossale et délicate.
Comme je restais en extase, un paysan bas-normand m'aborda et me raconta l’histoire: chaque village de France est placé sous l'invocation d'un saint protecteur, modifié à l'image des habitants. Or saint Michel veille sur la Basse-Normandie, saint Michel, l'ange et victorieux, le porte-glaive, le héros du ciel, le triomphant, veille pour toujours sur le mont normand qui porte son nom.
La légende du Mont Saint-Michel, in Clair de Lune, Guy de Maupassant, Ed. Monnier, 1883.
La plupart des verbes qui assurent les beaux moments descriptifs du texte sont au/à l’
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