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3769604 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
As revelações de nova pesquisa sobre condições do planeta Urano
Até pouco tempo atrás, os cientistas acreditavam que o planeta Urano e suas cinco maiores luas eram mundos completamente estéreis, sem possibilidade de vida.
Agora, eles descobriram que as luas do gigante gelado podem ter oceanos e até ser capazes de sustentar vida, dizem os cientistas.
Muito do que sabemos sobre elas foi coletado pela nave espacial Voyager 2 da Nasa, que visitou o planeta há muitos anos.
Uma nova análise dos mesmos dados mostra que a visita da Voyager coincidiu com uma poderosa tempestade solar, o que levou a uma ideia enganosa de como o sistema uraniano realmente é.
Urano é um planeta nos confins do sistema solar composto por um núcleo rochoso cercado por gelo.
É um dos planetas mais frios, e inclinado para o lado em comparação com outros planetas — o que também o torna um dos planetas mais estranhos.
Cientistas tiveram a chance de analisar Urano com mais detalhes pela primeira vez em 1986, quando a Voyager 2 passou por ele e tirou fotos sensacionais do planeta e de cinco das suas maiores luas.
Mas o que impressionou os cientistas é que as informações coletadas pela Voyager 2 e enviadas para a Terra mostram que o sistema planetário de Urano, o planeta e suas luas, é ainda mais estranho do que se pensava. 
Os dados coletados pelos instrumentos da nave indicavam que eles eram inativos, diferentemente de outros sistemas planetários. Eles também mostravam que o campo magnético de Urano era estranhamente distorcido — era meio esmagado e empurrado para longe do Sol.
O campo magnético segura quaisquer gases e outros materiais que saiam do planeta e suas luas.
A Voyager 2 não encontrou esses materiais, o que era um indício de que o planeta e suas luas eram inativos e estéreis.
Isso foi uma surpresa, porque nenhum dos outros planetas do sistema solar é assim.
Mas uma nova pesquisa resolveu este mistério de longa data. Ela mostrou que a Voyager 2 passou pelo planeta em um dia ruim.
O estudo mostra que, quando a Voyager passava por Urano, o Sol desencadeava uma tempestade solar que criou um poderoso vento que soprou o material dos planetas para fora do campo magnético.
 "Então, por quarenta anos, tivemos uma visão incorreta de Urano e de suas cinco maiores luas", explica o pesquisador William Dunn, da University College London.
"Esses resultados demonstram que o sistema uraniano é mais emocionante do que se pensava anteriormente", diz Dunn.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy4nd3ewljo.adaptado.

Muito do que "sabemos" sobre elas foi coletado pela nave espacial Voyager 2 da Nasa.

O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:

 

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3769603 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
As revelações de nova pesquisa sobre condições do planeta Urano
Até pouco tempo atrás, os cientistas acreditavam que o planeta Urano e suas cinco maiores luas eram mundos completamente estéreis, sem possibilidade de vida.
Agora, eles descobriram que as luas do gigante gelado podem ter oceanos e até ser capazes de sustentar vida, dizem os cientistas.
Muito do que sabemos sobre elas foi coletado pela nave espacial Voyager 2 da Nasa, que visitou o planeta há muitos anos.
Uma nova análise dos mesmos dados mostra que a visita da Voyager coincidiu com uma poderosa tempestade solar, o que levou a uma ideia enganosa de como o sistema uraniano realmente é.
Urano é um planeta nos confins do sistema solar composto por um núcleo rochoso cercado por gelo.
É um dos planetas mais frios, e inclinado para o lado em comparação com outros planetas — o que também o torna um dos planetas mais estranhos.
Cientistas tiveram a chance de analisar Urano com mais detalhes pela primeira vez em 1986, quando a Voyager 2 passou por ele e tirou fotos sensacionais do planeta e de cinco das suas maiores luas.
Mas o que impressionou os cientistas é que as informações coletadas pela Voyager 2 e enviadas para a Terra mostram que o sistema planetário de Urano, o planeta e suas luas, é ainda mais estranho do que se pensava. 
Os dados coletados pelos instrumentos da nave indicavam que eles eram inativos, diferentemente de outros sistemas planetários. Eles também mostravam que o campo magnético de Urano era estranhamente distorcido — era meio esmagado e empurrado para longe do Sol.
O campo magnético segura quaisquer gases e outros materiais que saiam do planeta e suas luas.
A Voyager 2 não encontrou esses materiais, o que era um indício de que o planeta e suas luas eram inativos e estéreis.
Isso foi uma surpresa, porque nenhum dos outros planetas do sistema solar é assim.
Mas uma nova pesquisa resolveu este mistério de longa data. Ela mostrou que a Voyager 2 passou pelo planeta em um dia ruim.
O estudo mostra que, quando a Voyager passava por Urano, o Sol desencadeava uma tempestade solar que criou um poderoso vento que soprou o material dos planetas para fora do campo magnético.
 "Então, por quarenta anos, tivemos uma visão incorreta de Urano e de suas cinco maiores luas", explica o pesquisador William Dunn, da University College London.
"Esses resultados demonstram que o sistema uraniano é mais emocionante do que se pensava anteriormente", diz Dunn.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy4nd3ewljo.adaptado.
Uma nova análise dos mesmos dados mostra que a visita da Voyager coincidiu com uma poderosa tempestade solar, o que levou a uma ideia enganosa de como o sistema uraniano realmente é.
Assinale a alternativa que contenha substantivo e adjetivo, respectivamente.
 

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3769602 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
As revelações de nova pesquisa sobre condições do planeta Urano
Até pouco tempo atrás, os cientistas acreditavam que o planeta Urano e suas cinco maiores luas eram mundos completamente estéreis, sem possibilidade de vida.
Agora, eles descobriram que as luas do gigante gelado podem ter oceanos e até ser capazes de sustentar vida, dizem os cientistas.
Muito do que sabemos sobre elas foi coletado pela nave espacial Voyager 2 da Nasa, que visitou o planeta há muitos anos.
Uma nova análise dos mesmos dados mostra que a visita da Voyager coincidiu com uma poderosa tempestade solar, o que levou a uma ideia enganosa de como o sistema uraniano realmente é.
Urano é um planeta nos confins do sistema solar composto por um núcleo rochoso cercado por gelo.
É um dos planetas mais frios, e inclinado para o lado em comparação com outros planetas — o que também o torna um dos planetas mais estranhos.
Cientistas tiveram a chance de analisar Urano com mais detalhes pela primeira vez em 1986, quando a Voyager 2 passou por ele e tirou fotos sensacionais do planeta e de cinco das suas maiores luas.
Mas o que impressionou os cientistas é que as informações coletadas pela Voyager 2 e enviadas para a Terra mostram que o sistema planetário de Urano, o planeta e suas luas, é ainda mais estranho do que se pensava. 
Os dados coletados pelos instrumentos da nave indicavam que eles eram inativos, diferentemente de outros sistemas planetários. Eles também mostravam que o campo magnético de Urano era estranhamente distorcido — era meio esmagado e empurrado para longe do Sol.
O campo magnético segura quaisquer gases e outros materiais que saiam do planeta e suas luas.
A Voyager 2 não encontrou esses materiais, o que era um indício de que o planeta e suas luas eram inativos e estéreis.
Isso foi uma surpresa, porque nenhum dos outros planetas do sistema solar é assim.
Mas uma nova pesquisa resolveu este mistério de longa data. Ela mostrou que a Voyager 2 passou pelo planeta em um dia ruim.
O estudo mostra que, quando a Voyager passava por Urano, o Sol desencadeava uma tempestade solar que criou um poderoso vento que soprou o material dos planetas para fora do campo magnético.
 "Então, por quarenta anos, tivemos uma visão incorreta de Urano e de suas cinco maiores luas", explica o pesquisador William Dunn, da University College London.
"Esses resultados demonstram que o sistema uraniano é mais emocionante do que se pensava anteriormente", diz Dunn.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy4nd3ewljo.adaptado.
É um dos planetas mais frios, e inclinado para o lado em comparação com outros planetas — o que também "o torna" um dos planetas mais estranhos.
Na expressão destacada, tem-se:
 

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3769601 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
As revelações de nova pesquisa sobre condições do planeta Urano
Até pouco tempo atrás, os cientistas acreditavam que o planeta Urano e suas cinco maiores luas eram mundos completamente estéreis, sem possibilidade de vida.
Agora, eles descobriram que as luas do gigante gelado podem ter oceanos e até ser capazes de sustentar vida, dizem os cientistas.
Muito do que sabemos sobre elas foi coletado pela nave espacial Voyager 2 da Nasa, que visitou o planeta há muitos anos.
Uma nova análise dos mesmos dados mostra que a visita da Voyager coincidiu com uma poderosa tempestade solar, o que levou a uma ideia enganosa de como o sistema uraniano realmente é.
Urano é um planeta nos confins do sistema solar composto por um núcleo rochoso cercado por gelo.
É um dos planetas mais frios, e inclinado para o lado em comparação com outros planetas — o que também o torna um dos planetas mais estranhos.
Cientistas tiveram a chance de analisar Urano com mais detalhes pela primeira vez em 1986, quando a Voyager 2 passou por ele e tirou fotos sensacionais do planeta e de cinco das suas maiores luas.
Mas o que impressionou os cientistas é que as informações coletadas pela Voyager 2 e enviadas para a Terra mostram que o sistema planetário de Urano, o planeta e suas luas, é ainda mais estranho do que se pensava. 
Os dados coletados pelos instrumentos da nave indicavam que eles eram inativos, diferentemente de outros sistemas planetários. Eles também mostravam que o campo magnético de Urano era estranhamente distorcido — era meio esmagado e empurrado para longe do Sol.
O campo magnético segura quaisquer gases e outros materiais que saiam do planeta e suas luas.
A Voyager 2 não encontrou esses materiais, o que era um indício de que o planeta e suas luas eram inativos e estéreis.
Isso foi uma surpresa, porque nenhum dos outros planetas do sistema solar é assim.
Mas uma nova pesquisa resolveu este mistério de longa data. Ela mostrou que a Voyager 2 passou pelo planeta em um dia ruim.
O estudo mostra que, quando a Voyager passava por Urano, o Sol desencadeava uma tempestade solar que criou um poderoso vento que soprou o material dos planetas para fora do campo magnético.
 "Então, por quarenta anos, tivemos uma visão incorreta de Urano e de suas cinco maiores luas", explica o pesquisador William Dunn, da University College London.
"Esses resultados demonstram que o sistema uraniano é mais emocionante do que se pensava anteriormente", diz Dunn.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy4nd3ewljo.adaptado.
O campo magnético "segura" quaisquer gases e outros materiais que "saiam" do planeta e suas luas.
Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo e no imperfeito do subjuntivo, respectivamente, tem-se:
 

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3769600 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
As revelações de nova pesquisa sobre condições do planeta Urano
Até pouco tempo atrás, os cientistas acreditavam que o planeta Urano e suas cinco maiores luas eram mundos completamente estéreis, sem possibilidade de vida.
Agora, eles descobriram que as luas do gigante gelado podem ter oceanos e até ser capazes de sustentar vida, dizem os cientistas.
Muito do que sabemos sobre elas foi coletado pela nave espacial Voyager 2 da Nasa, que visitou o planeta há muitos anos.
Uma nova análise dos mesmos dados mostra que a visita da Voyager coincidiu com uma poderosa tempestade solar, o que levou a uma ideia enganosa de como o sistema uraniano realmente é.
Urano é um planeta nos confins do sistema solar composto por um núcleo rochoso cercado por gelo.
É um dos planetas mais frios, e inclinado para o lado em comparação com outros planetas — o que também o torna um dos planetas mais estranhos.
Cientistas tiveram a chance de analisar Urano com mais detalhes pela primeira vez em 1986, quando a Voyager 2 passou por ele e tirou fotos sensacionais do planeta e de cinco das suas maiores luas.
Mas o que impressionou os cientistas é que as informações coletadas pela Voyager 2 e enviadas para a Terra mostram que o sistema planetário de Urano, o planeta e suas luas, é ainda mais estranho do que se pensava. 
Os dados coletados pelos instrumentos da nave indicavam que eles eram inativos, diferentemente de outros sistemas planetários. Eles também mostravam que o campo magnético de Urano era estranhamente distorcido — era meio esmagado e empurrado para longe do Sol.
O campo magnético segura quaisquer gases e outros materiais que saiam do planeta e suas luas.
A Voyager 2 não encontrou esses materiais, o que era um indício de que o planeta e suas luas eram inativos e estéreis.
Isso foi uma surpresa, porque nenhum dos outros planetas do sistema solar é assim.
Mas uma nova pesquisa resolveu este mistério de longa data. Ela mostrou que a Voyager 2 passou pelo planeta em um dia ruim.
O estudo mostra que, quando a Voyager passava por Urano, o Sol desencadeava uma tempestade solar que criou um poderoso vento que soprou o material dos planetas para fora do campo magnético.
 "Então, por quarenta anos, tivemos uma visão incorreta de Urano e de suas cinco maiores luas", explica o pesquisador William Dunn, da University College London.
"Esses resultados demonstram que o sistema uraniano é mais emocionante do que se pensava anteriormente", diz Dunn.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy4nd3ewljo.adaptado.
Cientistas tiveram a chance de analisar Urano com mais detalhes pela primeira vez em 1986, "quando a Voyager 2 passou por ele" e tirou fotos sensacionais do planeta e de cinco das suas maiores luas.
A expressão destacada trata-se de uma oração:
 

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3769599 Ano: 2024
Disciplina: Português
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Orgão: UEFS
As revelações de nova pesquisa sobre condições do planeta Urano
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Agora, eles descobriram que as luas do gigante gelado podem ter oceanos e até ser capazes de sustentar vida, dizem os cientistas.
Muito do que sabemos sobre elas foi coletado pela nave espacial Voyager 2 da Nasa, que visitou o planeta há muitos anos.
Uma nova análise dos mesmos dados mostra que a visita da Voyager coincidiu com uma poderosa tempestade solar, o que levou a uma ideia enganosa de como o sistema uraniano realmente é.
Urano é um planeta nos confins do sistema solar composto por um núcleo rochoso cercado por gelo.
É um dos planetas mais frios, e inclinado para o lado em comparação com outros planetas — o que também o torna um dos planetas mais estranhos.
Cientistas tiveram a chance de analisar Urano com mais detalhes pela primeira vez em 1986, quando a Voyager 2 passou por ele e tirou fotos sensacionais do planeta e de cinco das suas maiores luas.
Mas o que impressionou os cientistas é que as informações coletadas pela Voyager 2 e enviadas para a Terra mostram que o sistema planetário de Urano, o planeta e suas luas, é ainda mais estranho do que se pensava. 
Os dados coletados pelos instrumentos da nave indicavam que eles eram inativos, diferentemente de outros sistemas planetários. Eles também mostravam que o campo magnético de Urano era estranhamente distorcido — era meio esmagado e empurrado para longe do Sol.
O campo magnético segura quaisquer gases e outros materiais que saiam do planeta e suas luas.
A Voyager 2 não encontrou esses materiais, o que era um indício de que o planeta e suas luas eram inativos e estéreis.
Isso foi uma surpresa, porque nenhum dos outros planetas do sistema solar é assim.
Mas uma nova pesquisa resolveu este mistério de longa data. Ela mostrou que a Voyager 2 passou pelo planeta em um dia ruim.
O estudo mostra que, quando a Voyager passava por Urano, o Sol desencadeava uma tempestade solar que criou um poderoso vento que soprou o material dos planetas para fora do campo magnético.
 "Então, por quarenta anos, tivemos uma visão incorreta de Urano e de suas cinco maiores luas", explica o pesquisador William Dunn, da University College London.
"Esses resultados demonstram que o sistema uraniano é mais emocionante do que se pensava anteriormente", diz Dunn.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy4nd3ewljo.adaptado.
Os dados coletados pelos instrumentos da nave indicavam que eles eram inativos, "diferentemente" de outros sistemas "planetários".
Os vocábulos destacados são formados pelos processos de, respectivamente:
 

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3769598 Ano: 2024
Disciplina: Português
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Orgão: UEFS
As revelações de nova pesquisa sobre condições do planeta Urano
Até pouco tempo atrás, os cientistas acreditavam que o planeta Urano e suas cinco maiores luas eram mundos completamente estéreis, sem possibilidade de vida.
Agora, eles descobriram que as luas do gigante gelado podem ter oceanos e até ser capazes de sustentar vida, dizem os cientistas.
Muito do que sabemos sobre elas foi coletado pela nave espacial Voyager 2 da Nasa, que visitou o planeta há muitos anos.
Uma nova análise dos mesmos dados mostra que a visita da Voyager coincidiu com uma poderosa tempestade solar, o que levou a uma ideia enganosa de como o sistema uraniano realmente é.
Urano é um planeta nos confins do sistema solar composto por um núcleo rochoso cercado por gelo.
É um dos planetas mais frios, e inclinado para o lado em comparação com outros planetas — o que também o torna um dos planetas mais estranhos.
Cientistas tiveram a chance de analisar Urano com mais detalhes pela primeira vez em 1986, quando a Voyager 2 passou por ele e tirou fotos sensacionais do planeta e de cinco das suas maiores luas.
Mas o que impressionou os cientistas é que as informações coletadas pela Voyager 2 e enviadas para a Terra mostram que o sistema planetário de Urano, o planeta e suas luas, é ainda mais estranho do que se pensava. 
Os dados coletados pelos instrumentos da nave indicavam que eles eram inativos, diferentemente de outros sistemas planetários. Eles também mostravam que o campo magnético de Urano era estranhamente distorcido — era meio esmagado e empurrado para longe do Sol.
O campo magnético segura quaisquer gases e outros materiais que saiam do planeta e suas luas.
A Voyager 2 não encontrou esses materiais, o que era um indício de que o planeta e suas luas eram inativos e estéreis.
Isso foi uma surpresa, porque nenhum dos outros planetas do sistema solar é assim.
Mas uma nova pesquisa resolveu este mistério de longa data. Ela mostrou que a Voyager 2 passou pelo planeta em um dia ruim.
O estudo mostra que, quando a Voyager passava por Urano, o Sol desencadeava uma tempestade solar que criou um poderoso vento que soprou o material dos planetas para fora do campo magnético.
 "Então, por quarenta anos, tivemos uma visão incorreta de Urano e de suas cinco maiores luas", explica o pesquisador William Dunn, da University College London.
"Esses resultados demonstram que o sistema uraniano é mais emocionante do que se pensava anteriormente", diz Dunn.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy4nd3ewljo.adaptado.
Agora, eles descobriram que as luas do gigante gelado podem ter oceanos "e até ser capazes" de sustentar vida, dizem os cientistas.
A expressão destacada trata-se de uma oração:
 

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3769597 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
As revelações de nova pesquisa sobre condições do planeta Urano
Até pouco tempo atrás, os cientistas acreditavam que o planeta Urano e suas cinco maiores luas eram mundos completamente estéreis, sem possibilidade de vida.
Agora, eles descobriram que as luas do gigante gelado podem ter oceanos e até ser capazes de sustentar vida, dizem os cientistas.
Muito do que sabemos sobre elas foi coletado pela nave espacial Voyager 2 da Nasa, que visitou o planeta há muitos anos.
Uma nova análise dos mesmos dados mostra que a visita da Voyager coincidiu com uma poderosa tempestade solar, o que levou a uma ideia enganosa de como o sistema uraniano realmente é.
Urano é um planeta nos confins do sistema solar composto por um núcleo rochoso cercado por gelo.
É um dos planetas mais frios, e inclinado para o lado em comparação com outros planetas — o que também o torna um dos planetas mais estranhos.
Cientistas tiveram a chance de analisar Urano com mais detalhes pela primeira vez em 1986, quando a Voyager 2 passou por ele e tirou fotos sensacionais do planeta e de cinco das suas maiores luas.
Mas o que impressionou os cientistas é que as informações coletadas pela Voyager 2 e enviadas para a Terra mostram que o sistema planetário de Urano, o planeta e suas luas, é ainda mais estranho do que se pensava. 
Os dados coletados pelos instrumentos da nave indicavam que eles eram inativos, diferentemente de outros sistemas planetários. Eles também mostravam que o campo magnético de Urano era estranhamente distorcido — era meio esmagado e empurrado para longe do Sol.
O campo magnético segura quaisquer gases e outros materiais que saiam do planeta e suas luas.
A Voyager 2 não encontrou esses materiais, o que era um indício de que o planeta e suas luas eram inativos e estéreis.
Isso foi uma surpresa, porque nenhum dos outros planetas do sistema solar é assim.
Mas uma nova pesquisa resolveu este mistério de longa data. Ela mostrou que a Voyager 2 passou pelo planeta em um dia ruim.
O estudo mostra que, quando a Voyager passava por Urano, o Sol desencadeava uma tempestade solar que criou um poderoso vento que soprou o material dos planetas para fora do campo magnético.
 "Então, por quarenta anos, tivemos uma visão incorreta de Urano e de suas cinco maiores luas", explica o pesquisador William Dunn, da University College London.
"Esses resultados demonstram que o sistema uraniano é mais emocionante do que se pensava anteriormente", diz Dunn.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy4nd3ewljo.adaptado.
Novas descobertas científicas desafiam antigas suposições sobre o universo, revelando detalhes antes desconhecidos e ampliando nossa compreensão dos planetas e suas luas.
Qual das alternativas a seguir descreve corretamente a nova compreensão dos cientistas sobre o sistema planetário de Urano?
 

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3769596 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
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As revelações de nova pesquisa sobre condições do planeta Urano
Até pouco tempo atrás, os cientistas acreditavam que o planeta Urano e suas cinco maiores luas eram mundos completamente estéreis, sem possibilidade de vida.
Agora, eles descobriram que as luas do gigante gelado podem ter oceanos e até ser capazes de sustentar vida, dizem os cientistas.
Muito do que sabemos sobre elas foi coletado pela nave espacial Voyager 2 da Nasa, que visitou o planeta há muitos anos.
Uma nova análise dos mesmos dados mostra que a visita da Voyager coincidiu com uma poderosa tempestade solar, o que levou a uma ideia enganosa de como o sistema uraniano realmente é.
Urano é um planeta nos confins do sistema solar composto por um núcleo rochoso cercado por gelo.
É um dos planetas mais frios, e inclinado para o lado em comparação com outros planetas — o que também o torna um dos planetas mais estranhos.
Cientistas tiveram a chance de analisar Urano com mais detalhes pela primeira vez em 1986, quando a Voyager 2 passou por ele e tirou fotos sensacionais do planeta e de cinco das suas maiores luas.
Mas o que impressionou os cientistas é que as informações coletadas pela Voyager 2 e enviadas para a Terra mostram que o sistema planetário de Urano, o planeta e suas luas, é ainda mais estranho do que se pensava. 
Os dados coletados pelos instrumentos da nave indicavam que eles eram inativos, diferentemente de outros sistemas planetários. Eles também mostravam que o campo magnético de Urano era estranhamente distorcido — era meio esmagado e empurrado para longe do Sol.
O campo magnético segura quaisquer gases e outros materiais que saiam do planeta e suas luas.
A Voyager 2 não encontrou esses materiais, o que era um indício de que o planeta e suas luas eram inativos e estéreis.
Isso foi uma surpresa, porque nenhum dos outros planetas do sistema solar é assim.
Mas uma nova pesquisa resolveu este mistério de longa data. Ela mostrou que a Voyager 2 passou pelo planeta em um dia ruim.
O estudo mostra que, quando a Voyager passava por Urano, o Sol desencadeava uma tempestade solar que criou um poderoso vento que soprou o material dos planetas para fora do campo magnético.
 "Então, por quarenta anos, tivemos uma visão incorreta de Urano e de suas cinco maiores luas", explica o pesquisador William Dunn, da University College London.
"Esses resultados demonstram que o sistema uraniano é mais emocionante do que se pensava anteriormente", diz Dunn.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy4nd3ewljo.adaptado.
Esses resultados demonstram "que" o sistema uraniano é mais emocionante do que se pensava anteriormente.
Morfologicamente, o termo destacado, nesta frase, trata-se de:
 

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Até pouco tempo atrás, os cientistas acreditavam que o planeta Urano e suas cinco maiores luas eram mundos completamente estéreis, sem possibilidade de vida.
Agora, eles descobriram que as luas do gigante gelado podem ter oceanos e até ser capazes de sustentar vida, dizem os cientistas.
Muito do que sabemos sobre elas foi coletado pela nave espacial Voyager 2 da Nasa, que visitou o planeta há muitos anos.
Uma nova análise dos mesmos dados mostra que a visita da Voyager coincidiu com uma poderosa tempestade solar, o que levou a uma ideia enganosa de como o sistema uraniano realmente é.
Urano é um planeta nos confins do sistema solar composto por um núcleo rochoso cercado por gelo.
É um dos planetas mais frios, e inclinado para o lado em comparação com outros planetas — o que também o torna um dos planetas mais estranhos.
Cientistas tiveram a chance de analisar Urano com mais detalhes pela primeira vez em 1986, quando a Voyager 2 passou por ele e tirou fotos sensacionais do planeta e de cinco das suas maiores luas.
Mas o que impressionou os cientistas é que as informações coletadas pela Voyager 2 e enviadas para a Terra mostram que o sistema planetário de Urano, o planeta e suas luas, é ainda mais estranho do que se pensava. 
Os dados coletados pelos instrumentos da nave indicavam que eles eram inativos, diferentemente de outros sistemas planetários. Eles também mostravam que o campo magnético de Urano era estranhamente distorcido — era meio esmagado e empurrado para longe do Sol.
O campo magnético segura quaisquer gases e outros materiais que saiam do planeta e suas luas.
A Voyager 2 não encontrou esses materiais, o que era um indício de que o planeta e suas luas eram inativos e estéreis.
Isso foi uma surpresa, porque nenhum dos outros planetas do sistema solar é assim.
Mas uma nova pesquisa resolveu este mistério de longa data. Ela mostrou que a Voyager 2 passou pelo planeta em um dia ruim.
O estudo mostra que, quando a Voyager passava por Urano, o Sol desencadeava uma tempestade solar que criou um poderoso vento que soprou o material dos planetas para fora do campo magnético.
 "Então, por quarenta anos, tivemos uma visão incorreta de Urano e de suas cinco maiores luas", explica o pesquisador William Dunn, da University College London.
"Esses resultados demonstram que o sistema uraniano é mais emocionante do que se pensava anteriormente", diz Dunn.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy4nd3ewljo.adaptado.
Urano é um planeta "nos confins do sistema solar" composto por um núcleo rochoso cercado por gelo.
Morfologicamente, o termo destacado, nesta frase, trata-se de:
 

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