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Texto 3
“ALIEN INTERVIEW” (Entrevista com um alienígena)
No momento em que o ser alienígena tinha sido devolvido à base eu já tinha passado várias horas com ela. Como já referi, o Sr. Cavitt me disse para ficar com a extraterrestre, já que eu era a única pessoa entre nós que poderia compreendê-la e manter comunicação telepaticamente. Eu não pude compreender e entender a minha capacidade de me “comunicar” telepaticamente com o ser extraterrestre. Eu nunca antes havia tido experiência com comunicação telepática com alguém.
A comunicação não-verbal que eu experimentei era como a compreensão que se tem quando uma criança ou um cão está tentando fazer você entender alguma coisa, mas muito, muito mais direta e poderosa! Mesmo que não houvesse falado “palavras”, ou comunicação através de sinais, a intenção dos pensamentos eram inconfundíveis para mim. Percebi mais tarde que, apesar de eu receber o pensamento, eu necessariamente não interpretava o seu significado exatamente.
[...]
Disponível em: <http://www.bibliotecapleyades.net/vida_alien/alieninterview/alieninterview.htm)>. Acesso em 10 nov. 2017.
Assinale a alternativa correta a respeito do Texto 3 e de seus elementos linguísticos.
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Assinale a alternativa correta.

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Trabalivre
(Tribalistas)
Um dia minha mãe me disse
Você já é grande, tem que trabalhar
Naquele instante aproveitei a chance
Vi que eu era livre para me virar Fiz minha mala, comprei a passagem
O tempo passou depressa e eu aqui cheguei
Passei por tudo que é dificuldade
Me perdi pela cidade mas já me encontrei
Domingo boto meu pijama
Deito lá na cama para não cansar
Segunda-feira eu já tô de novo Atolado de trabalho para entregar
Na terça não tem brincadeira
Quarta-feira tem serviço para terminar
Na quinta já tem hora extra
E na sexta o expediente termina no bar
Mas tenho o sábado inteiro pra mim mesmo
Fora do emprego
Pra me aprimorar
Sou easy, eu não entro em crise
Tenho tempo livre
Pra me trabalhar
Disponível em: <https://www.letras.mus.br/tribalistas/trabalivre/>. Acesso em: 10 nov. 2017.
Assinale a alternativa correta a respeito dos elementos linguísticos da música “Trabalivre”.
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Trabalivre
(Tribalistas)
Um dia minha mãe me disse
Você já é grande, tem que trabalhar
Naquele instante aproveitei a chance
Vi que eu era livre para me virar Fiz minha mala, comprei a passagem
O tempo passou depressa e eu aqui cheguei
Passei por tudo que é dificuldade
Me perdi pela cidade mas já me encontrei
Domingo boto meu pijama
Deito lá na cama para não cansar
Segunda-feira eu já tô de novo Atolado de trabalho para entregar
Na terça não tem brincadeira
Quarta-feira tem serviço para terminar
Na quinta já tem hora extra
E na sexta o expediente termina no bar
Mas tenho o sábado inteiro pra mim mesmo
Fora do emprego
Pra me aprimorar
Sou easy, eu não entro em crise
Tenho tempo livre
Pra me trabalhar
Disponível em: <https://www.letras.mus.br/tribalistas/trabalivre/>. Acesso em: 10 nov. 2017.
Assinale a alternativa correta a respeito da música “Trabalivre” (Texto 2).
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O poeta contemporâneo ainda tem com o que se espantar?
(Audrey de Mattos)
Falar da poesia contemporânea, esta que está aí, sendo produzida neste exato instante, é pensar nas mudanças que, de Aristóteles aos vanguardistas do século XX, transformaram a forma conhecida por poesia em território do heterogêneo: grotesco e sublime, temas elevados e temas cotidianos, linguagem polida e palavreado chulo, tudo convive na poesia contemporânea, nem de longe pacificamente, pois que o estranhamento e o (des)entendimento que assomam à alma de quem lê dão conta de que a atual poesia não veio para repousar (nem deixar repousar) em margens plácidas.
[...]
Trata-se então de ouvir o inaudível e ver o invisível, conforme a fórmula clássica baudelairiana. A linguagem poética, até então mero instrumento de reprodução da realidade, “reclamará uma maior autonomia em relação à normatividade do mundo, reivindicando assim algo que parecia impossível: a capacidade de transfigurar o real e integrar-se ao mundo como elemento constitutivo deste” (Tereza Cabañas, in “A poética da inversão”).
[...]
Do poema enterrado ao poema digital, a poesia incorporará tantas e tão variadas formas de expressão que levarão Antonio Cicero a afirmar, em fins da primeira década do século XXI: “Não há mais vanguarda”. “Qualquer fetichismo residual em relação a qualquer forma convencional da poesia” foi eliminado e “a consequente relativização de todas as formas tradicionais de poesia” afeta todos os poetas pós-vanguarda.
[...]
Adaptado de <http://lounge.obviousmag.org/conversa_de_botequim/2014/09/poesia-no-seculo-xxi-rumos.html#ixzz4y-biYJXfM>Acesso em: 10 nov. 2017.
Para defender seu ponto de vista, o autor do Texto 1 usa determinadas estratégias de argumentação e composição textual. Assinale a alternativa que NÃO apresenta estratégias utilizadas.
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O poeta contemporâneo ainda tem com o que se espantar?
(Audrey de Mattos)
Falar da poesia contemporânea, esta que está aí, sendo produzida neste exato instante, é pensar nas mudanças que, de Aristóteles aos vanguardistas do século XX, transformaram a forma conhecida por poesia em território do heterogêneo: grotesco e sublime, temas elevados e temas cotidianos, linguagem polida e palavreado chulo, tudo convive na poesia contemporânea, nem de longe pacificamente, pois que o estranhamento e o (des)entendimento que assomam à alma de quem lê dão conta de que a atual poesia não veio para repousar (nem deixar repousar) em margens plácidas.
[...]
Trata-se então de ouvir o inaudível e ver o invisível, conforme a fórmula clássica baudelairiana. A linguagem poética, até então mero instrumento de reprodução da realidade, “reclamará uma maior autonomia em relação à normatividade do mundo, reivindicando assim algo que parecia impossível: a capacidade de transfigurar o real e integrar-se ao mundo como elemento constitutivo deste” (Tereza Cabañas, in “A poética da inversão”).
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Do poema enterrado ao poema digital, a poesia incorporará tantas e tão variadas formas de expressão que levarão Antonio Cicero a afirmar, em fins da primeira década do século XXI: “Não há mais vanguarda”. “Qualquer fetichismo residual em relação a qualquer forma convencional da poesia” foi eliminado e “a consequente relativização de todas as formas tradicionais de poesia” afeta todos os poetas pós-vanguarda.
[...]
Adaptado de <http://lounge.obviousmag.org/conversa_de_botequim/2014/09/poesia-no-seculo-xxi-rumos.html#ixzz4y-biYJXfM>Acesso em: 10 nov. 2017.
No Texto 1, o autor defende que
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Júlio dispõe de uma quantia Q, em reais, e pretende aplicá-la, no sistema de juros compostos, à taxa de 4% ao mês. Considerando log 2 = 0,3010 e log 1,04 = 0,0086, quanto tempo será necessário para que essa quantia seja quadruplicada?
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Texto 2
Cómo poner la mesa
Recuerde que la mesa es símbolo de hogar, de reunión y de convivencia. Según sea la forma en la que arregle dará un toque especial a cada momento. La ocasión, el espacio disponible y la cantidad de personas que te acompañan te indicarán tus posibilidades.
• Los cubiertos deben colocarse en el orden en que van a ser utilizados, comenzando por el exterior. El tenedor y la cuchara del postre ofrécelos después. Así evitarás la confusión de cubiertos a la hora de comer.
• Si no tiene una vajilla completa, puede jugar armoniosamente con varios estilos. Los platos de postre o los de servir, por ejemplo, pueden ser diferentes a los restantes.
• Si su mesa es muy larga tenga siempre dos juegos de salero/pimentero, hielo, agua, etc.
• La comida debe ser servida por el lado izquierdo, ya que esto da más facilidad a los comensales para servirse, usando la mano derecha. Generalmente se sirve primero el pescado y luego la carne porque su sabor es más fuerte.
• Las copas del agua y del vino se colocan a la derecha, en la parte superior de los cubiertos, con la copa del vino hacia el exterior, y deben ser servidas a sólo tres cuartas partes de su capacidad.
• Para mayor versatilidad y contraste es mejor seleccionar la vajilla en un color neutro (blanco) y si le gustan los diseños, escoja uno que sea sobrio y simple. Esto le facilitará combinarlo con diferentes manteles y decorar la mesa con flores o frutas sin ningún temor, y pueden ser usados a cualquier hora y en cualquier ocasión.
Retirado en : http://www.deguate.com/artman/publish/recetas_etiqueta/C_mo_poner_la_mesa_1756.shtml
En el texto 2, las palabras subrayadas son
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Texto 1
Subió a un micro y descubrió que el chofer era el hombre que atropelló y mató a su hijo El conductor había sido condenado a dos años y medio de prisión y lo habían inhabilitado para manejar por 8 años.
Carmen Lusardi atravesó el desgarro de la muerte de su hijo, Ayrton Sires, de 14 años, atropellado por un colectivo de la compañía Plaza en julio de 2012, cuando estaba por entrar al colegio. Y esta mañana, sus heridas se reabrieron de la peor manera: subió a un micro de esa empresa para viajar a Buenos Aires y el conductor era el mismo hombre que en abril de este año había sido condenado a dos años y medio de prisión e inhabilitación para manejar por ocho años por el homicidio de Ayrton.
Eran las 9,30 y, como todos los miércoles, Lusardi abordó la unidad en la terminal platense de 4 y 42. Al subir los escalones la mujer, conmocionada, se animó a preguntarle al chofer: “¿Vos no serás el que creo que sos?”, inquirió. La frase y el cruce de miradas alcanzaron para que ambos se reconocieran.
Es que los recuerdos estaban frescos: el juicio oral que dispuso la condena del conductor Juan Carlos Ibáñez terminó hace apenas seis meses. En abril de este año, la madre de Ayrton y el colectivero estuvieron más de siete horas frente a frente en la Sala II de la Cámara Penal platense que llevó adelante el proceso. Pero Carmen no se quedó con ese intercambio y esas palabras temblorosas que nacieron de la sorpresa inicial. Cuando ya estaban en viaje y antes de llegar al peaje de Hudson, Lusardi comenzó a filmar al conductor y pidió: “Decile a todos que sos el que mató a mi hijo. Que fuiste condenado a no manejar por 8 años y que ahora estás acá”, mientras tomaba la imagen con su celular. “A veces no puedo ni con mi alma, lo que hice en el micro es para concientizar, porque gente así y que carga con una condena no puede estar transportando a personas en un medio de transporte público”. Carmen Lusardi Ibáñez detuvo la unidad de la empresa Plaza y sin dar ninguna explicación reclamó a los pasajeros que se bajaran. Sólo explicó que “otro micro los va a llevar hasta su destino”.
La mamá de la víctima del tránsito había llamado también al 911 y reclamó un patrullero de Seguridad Vial. Ellos confeccionaron un acta donde consta la presencia de Ibañez al volante del colectivo.
“Está claro que a este personaje no le pesa la muerte de mi hijo. No tiene moral y no tiene conciencia. Es un inescrupuloso. No entiendo cómo nadie controla estas cosas”, protestó Lusardi en contacto con Clarín.
Retirado de: https://www.clarin.com/sociedad/subio-micro-descubrio-chofer-hombre-atropello-mato-hijo_0_BJlrQaMc1z.html en 15/11/2017
En la frase del texto 1: “¿Vos no serás el que creo que sos?”. El pronombre vos se usa solo en
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Evolutivamente, o aparecimento do sistema circulatório trouxe grande vantagem para os animais, pois favoreceu o transporte de oxigênio e nutrientes para todos os tecidos, permitindo, assim, o aparecimento de animais de porte cada vez maior. Considerando o sistema circulatório nos diversos grupos animais, preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
O sistema circulatório aparece pela primeira vez no filo , no qual ele é do tipo aberto em e fechado em . Posteriormente, no filo , no qual ele é .
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