Foram encontradas 40 questões.
Em relação aos novos tratamentos farmacológicos para o diabetes melito, assinale a opção incorreta.
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Uma paciente de 23 anos de idade, com diagnóstico de DM tipo 1 há 10 anos, vem apresentando edema de MMII e palpebral, inicialmente matutinos, notados no último mês. Relata, ainda, urina "espumosa" e avermelhada, com diminuição do volume. Faz acompanhamento médico irregular e apresenta controle metabólico inadequado (Hb glicosilada de 10%). Ao exame físico, apresenta edema palpebral bilateral e edema de MMII ++/4. PA = 150 mmHg/100 mmHg. FC = 92 BPM. AR: MVF abolido bilateralmente em bases. Abdome: macicez móvel presente.
Exames complementares:
Hb: 11g%
Ht: 33%
uréia: 160 mg/dL
creatinina: 6 mg/dL
Na: 132 mEq/L
K: 6,2 mEq/L
glicemia: 288 mg/dL
EAS: proteinúria +++, hematúria +++, glicosúria ++++, cetonúria negativa
proteinúria de 24h: 3g/24h
depuração de creatinina: 15 mL/min
Rx tórax: derrame pleural bilateral
FO: retinopatia diabética não proliferativa.
Tendo como referência esse caso clínico e os dados apresentados, assinale a opção correta.
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De acordo com as conclusões dos estudos DCCT (1993) e UKPDS (1998), assinale a opção incorreta.
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Ainda considerando o texto apresentado, assinale a opção incorreta relacionada a recomendações da ADA (American Diabetes Association) para prevenção do diabetes melito tipo 2 em indivíduos de alto risco.
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Texto para as questões 36 e 37
A obesidade primária e o diabetes melito são doenças que vêm apresentando, mundialmente, taxas alarmantes de incidência. Estima-se que aproximadamente 17 milhões de norte-americanos tenham diabetes, 90% deles com diabetes melito tipo 2. Estimase, ainda, que 1/3 dos norte-americanos diabéticos desconheçam sua condição e que, em 2030, a população mundial de diabéticos alcançará cerca de 366 milhões de pacientes.
Com relação ao assunto tratado no texto acima, assinale a opção que apresenta condição clínica que não é considerada fator de risco para o DM tipo 2.
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A respeito da patogênese do hipertireoidismo, assinale a opção incorreta.
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Em relação ao hipercortisolismo endógeno, assinale a opção que apresenta o exame complementar não indicado para sua confirmação.
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Considere um paciente de 15 anos de idade que solicita avaliação médica devido a ginecomastia. Ao exame físico, apresenta estatura no percentil 97, acima do canal familiar, ginecomastia bilateral, ausência de odor axilar adulto ou pelos axilares. Genitália masculina, testículos tópicos, com maior diâmetro de 2 cm e consistência endurecida. O diagnóstico mais provável é de
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Uma paciente 25 anos de idade é atendida na emergência. Apresenta queixa de dispnéia, desconforto precordial e palpitações há 60 minutos. Ao exame físico, apresenta-se em REG, emagrecida, corada, hidratada, taquipneica e acianótica. FC= 180 BPM, FR= 35 IRM, PA = 110 mmHg/50 mmHg, T axilar = 38 ºC. Apresenta, ainda, discretos creptos em bases pulmonares, ritmo cardíaco regular 2T, com SS ++/4 em FM e FA, e sem alterações abdominais ou edema de MMII. Refere, dois episódios semelhantes nos últimos 3 meses, transitórios e com resolução espontânea. ECG traçado no momento revela taquicardia paroxística supraventricular, prontamente revertida com administração endovenosa de verapamil.
O diagnóstico mais provável para essa paciente é de
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Uma paciente de 23 anos de idade procurou endocrinologista por orientação do ginecologista devido à detecção de hiperprolactinemia em exame de rotina. A paciente nega galactorréia, diminuição de libido ou irregularidade menstrual. Faz uso de anticoncepcional oral e apresenta concentração plasmática de prolactina de 98 ng/mL.
A conduta mais adequada ao caso clínico hipotético consiste em
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