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As vacinas constituem as principais estratégias clínicas na prevenção de infecções virais.
Uma nova biotecnologia nesse ramo é a vacina que imuniza a partir do RNA mensageiro (mRNA) codificado para COVID-19, doença causada pelo coronavírus da Síndrome Respiratória Aguda Grave 2 (SARSCoV-2).
Com base nesse contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I- A pessoa imunizada por este tipo de vacina recebe anticorpos para COVID-19.
PORQUE
II- A vacina de mRNA contém o antígeno com a informação necessária para que as células da pessoa imunizada produzam uma proteína específica do SARSCoV-2.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.
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O progresso científico e tecnológico tem sido acompanhado de teorias e reflexões advindas da Bioética, que primam pela preservação da humanidade e do ambiente natural de possíveis interferências prejudiciais à sua qualidade de vida.
Considerando este contexto e os agravos advindos da COVID-19, doença causada pelo coronavírus da Síndrome Respiratória Aguda Grave 2 (SARSCoV-2), é CORRETO afirmar:
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Para exercer as atividades de ensino, pesquisa e extensão com animais no Brasil, é imprescindível uma atualização constante de conhecimentos e normas relativas à Bioética.
Considerando esse contexto, analise as afirmações abaixo:
I- As atividades de pesquisa e ensino com animais compreendem aquelas de controle da qualidade de drogas, medicamentos, alimentos, imunobiológicos, instrumentos, ou quaisquer outros produtos testados em animais.
II- Animais utilizados em atividades de experiências ou demonstrações que não forem submetidos à eutanásia, ou seja, que continuem vivos, não podem sair do biotério após a intervenção.
III- Quando a atividade com Chordatas vivos implicar em dano passageiro, dor ou aflição momentânea, o animal deverá ser submetido à eutanásia.
IV- As observações de animais em campo e no laboratório têm um papel central para o desenvolvimento do conhecimento científico, contudo, sempre devem estar guiadas por teorias aceitas pela comunidade científica.
É CORRETO o que se afirma em
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Mapa de risco é uma representação gráfica do reconhecimento dos riscos existentes nos diversos locais de trabalho, que deve ser construído em duas etapas: I) Levantamento e sistematização do processo de produção; e II) Elaboração da representação gráfica.
Considerando esse contexto, analise as afirmativas abaixo:
I- Para a etapa I, a descrição do processo de trabalho, quer seja através de um texto ou no formato de fluxograma, evidencia o elemento integrador de pessoas e recursos produtivos, o que possibilita identificar em que momento da produção um determinado fator de risco se manifesta no ambiente de trabalho.
II- Para a etapa II é imprescindível a utilização correta das cores para identificar os fatores de risco, tal como a cor verde para os riscos físicos da vibração de uma centrífuga, do frio e do ruído emitido pelo ar-condicionado.
III- Quando um dos elementos do grupo de risco físico são líquidos reagentes que podem causar sintomas advindos de reações alérgicas e dermatológicas, deve-se recomendar o uso de sistema de ventilação e exaustão localizado.
IV- O local onde ficam os tubos de ensaio nos quais são centrifugadas amostras de sangue deve estar identificado com a cor vermelha.
É correto o que se afirma em
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Durante as atividades de um laboratório, onde são manipulados agentes biológicos com risco elevado para o homem e moderado para o meio ambiente, acontecem os processos de geração e de descarte de resíduos de serviços de saúde (RSS) dos seguintes tipos:
- Sólidos: culturas de células infectadas, tubos de centrifugação, pipetas, luvas, agulhas, bisturis, guardanapos de papel, vestes descartáveis ou de tecido (reutilizáveis), máscaras, gorros, filtros do sistema de filtragem do ar.
- Líquidos: sangue e produtos sanguíneos, água de lavatórios, pias, duchas, autoclaves e da lavagem e limpeza de chão.
Considerando esse contexto, analise as afirmativas abaixo:
I- Os resíduos líquidos classificam-se como Grupo D, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares.
II- Os principais resíduos que oferecem risco de transmissão de doenças infecciosas são as agulhas e os bisturis.
III- Os resíduos sólidos podem ser descartados em sacos escuros e posteriormente destinados a aterros sanitários, desde que haja uma prática adequada de acondicionamento e manuseio dos resíduos em geral.
IV- O problema dos resíduos suscita dois principais níveis de atenção: 1- o pessoal que faz a limpeza do laboratório e a remoção dos resíduos; e 2- a saúde e o meio ambiente.
É CORRETO o que se afirma em
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Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem
Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.
Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]
Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.
Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]
Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.
No enunciado “Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês 'tool' [...]" (linhas 19-20), o termo “Também”
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Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem
Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.
Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]
Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.
Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]
Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.
Com relação ao enunciado “A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido” (linhas 17-19), julgue as assertivas:
I- há um desvio da norma, com relação à concordância em “[...] uma formação de educadores que não contempla [...]".
II- “A construção de um olhar instrumental” é o agente da ação e funciona como sujeito composto.
III- “[...] gera medo e desinformação com relação ao desconhecido” é um enunciado conclusivo que retoma a ideia do que foi dito anteriormente.
É CORRETO o que se afirma apenas em
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Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem
Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.
Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]
Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.
Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]
Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.
No enunciado "Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores [...]" (linha1), o termo "Quando"
( ) apresenta valor semântico de marco temporal.
( ) indica circunstância de tempo, marcado no contexto como passado pela flexão verbal "presenciei".
( ) enuncia uma circunstância de dúvida, por meio do sentido evocado.
Analise as proposições acima e coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é
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Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem
Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.
Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]
Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.
Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]
Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.
O texto apresenta como temática central
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Texto 02 - Por que os foguetes decolam na vertical?
Sair do chão apontando para o céu é o jeito mais eficaz de alcançar rapidamente as camadas mais altas da atmosfera - onde o ar rarefeito oferece menos resistência, o que economiza combustível (afinal, combustível pesa. Quanto mais vazio o tanque decolar, melhor).
Segundos após a decolagem, quando o foguete já ganhou uma altitude razoável, ele começa a se inclinar para o lado. O objetivo agora é ganhar velocidade horizontal, tangente à superfície do planeta. Essa velocidade é o mais importante: se a nave não estiver indo rápido o suficiente para o lado - a velocidade mínima são 7,8 km/s -, ela cai de volta mesmo que tenha subido um bocado. [...]
Fonte: VAIANO, Bruno. Revista Superintessante. Disponível em: <https://super.abril.com.br/blog/oraculo/por- que-osfoguetes- decolam-na-vertical/> Publicado em 15/jan/2021. Acesso em 20/fev/2021.
No enunciado "Segundos após a decolagem [...]" (linha 4), a expressão "segundos após" é um operador que
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