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Foram encontradas 30 questões.

1682235 Ano: 2021
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

O Engenheiro de Segurança foi solicitado para elaborar o LTCAT de um Laboratório que utiliza o formol (formaldeído) para conservação de peças anatômicas. Com a finalidade de avaliar a exposição ocupacional do servidor ao referido agente químico, foram realizadas dez coletas cujos resultados são apresentados a seguir:

Amostra

Concentração obtida (ppm) Amostra

Concentração obtida (ppm)

1 1,1 6

1,2

2 1,1 7

1,1

3 1,2 8

1,2

4 1,3 9 3,3
5 1,2 10

1,3

Consultando a NR 15, foi obtido que o Fator de Desvio (FD) para o formol é 2, o Limite de tolerância (LT) é de 1,6 ppm e o agente possui valor teto. De acordo com estas informações, indique a alternativa que pode estar contida CORRETAMENTE no texto de conclusão do LTCAT:

 

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1682234 Ano: 2021
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Sobre as técnicas de avaliação de risco, competências profissionais do Engenheiro de Segurança do Trabalho e a elaboração do Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho (LTCAT), julgue as proposições abaixo, colocando (V) para Verdadeiro e (F) para Falso.

( ) Em suas inspeções de segurança, o Engenheiro de Segurança utilizou técnicas de análises de risco como: Check list, 5S”, E se (What if); Análise de Modo e Efeito de Falhas (FMEA).

( ) A competência para elaborar o LTCAT é exclusiva do Engenheiro de Segurança do Trabalho e do Médico do Trabalho.

( ) De acordo com a NR 4, compete ao Engenheiro, juntamente com os demais integrantes do SESMT, o registro anual dos acidentes de trabalho.

( ) O LTCAT precisará ser atualizado sempre que houver mudança no layout, substituição de máquinas ou de equipamentos, adoção ou alteração de tecnologia e alcance dos níveis de ação.

( ) As atividades dos profissionais integrantes dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho são exclusivamente prevencionistas, sendo o atendimento de emergência direcionado aos profissionais adequados.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.

 

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1682233 Ano: 2021
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Considerando a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) de uma Instituição de Ensino Superior que possui em média 2500 servidores e o quadro II (dimensionamento dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho - SESMT), da Norma Regulamentadora nº 4, o grau de risco e a quantidade correta dos profissionais Técnicos e Engenheiros de Segurança do Trabalho encontram-se respectivamente na alternativa:

 

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1682232 Ano: 2021
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

De acordo com a NBR ISO 31000:2018: Gestão de riscos – diretrizes, risco é definido como um desvio com relação ao esperado, que pode ser expresso em fontes de risco (o fator que origina), eventos (ocorrências ou mudanças), consequências (negativas ou positivas) e possibilidades (chance de acontecer). No âmbito da Segurança do Trabalho este termo possui conotação negativa e a gestão de riscos constitui-se como alternativa das organizações para dirigir, eliminar e/ou controlar os efeitos advindos da exposição. Observe a figura a seguir e complete corretamente as lacunas, de acordo com o ciclo de gestão de risco encontrado na ISO 31000:

Enunciado 1682232-1

Fonte: NBR ISO 31000:2018 (com adaptações)

 

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1682231 Ano: 2021
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Para avaliar a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, a Norma Regulamentadora 17, anexo II, menciona como instrumento principal a elaboração da análise ergonômica do trabalho. Sobre o tema, é CORRETO afirmar:

 

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1682155 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem

Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.

Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]

Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.

Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]

Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.

No enunciado “Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês 'tool' [...]" (linhas 19-20), o termo “Também”

 

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1682154 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem

Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.

Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]

Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.

Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]

Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.

Com relação ao enunciado “A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido” (linhas 17-19), julgue as assertivas:

I- há um desvio da norma, com relação à concordância em “[...] uma formação de educadores que não contempla [...]".

II- “A construção de um olhar instrumental” é o agente da ação e funciona como sujeito composto.

III- “[...] gera medo e desinformação com relação ao desconhecido” é um enunciado conclusivo que retoma a ideia do que foi dito anteriormente.

É CORRETO o que se afirma apenas em

 

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1682152 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem

Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.

Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]

Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.

Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]

Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.

No enunciado "Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores [...]" (linha1), o termo "Quando"

( ) apresenta valor semântico de marco temporal.

( ) indica circunstância de tempo, marcado no contexto como passado pela flexão verbal "presenciei".

( ) enuncia uma circunstância de dúvida, por meio do sentido evocado.

Analise as proposições acima e coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso.

A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é

 

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Questão presente nas seguintes provas
1682151 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem

Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.

Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]

Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.

Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]

Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.

O texto apresenta como temática central

 

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1682150 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Texto 02 - Por que os foguetes decolam na vertical?

Sair do chão apontando para o céu é o jeito mais eficaz de alcançar rapidamente as camadas mais altas da atmosfera - onde o ar rarefeito oferece menos resistência, o que economiza combustível (afinal, combustível pesa. Quanto mais vazio o tanque decolar, melhor).

Segundos após a decolagem, quando o foguete já ganhou uma altitude razoável, ele começa a se inclinar para o lado. O objetivo agora é ganhar velocidade horizontal, tangente à superfície do planeta. Essa velocidade é o mais importante: se a nave não estiver indo rápido o suficiente para o lado - a velocidade mínima são 7,8 km/s -, ela cai de volta mesmo que tenha subido um bocado. [...]

Fonte: VAIANO, Bruno. Revista Superintessante. Disponível em: <https://super.abril.com.br/blog/oraculo/por- que-osfoguetes- decolam-na-vertical/> Publicado em 15/jan/2021. Acesso em 20/fev/2021.

No enunciado "Segundos após a decolagem [...]" (linha 4), a expressão "segundos após" é um operador que

 

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