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COMO O BIGODE, QUE ESTÁ EM DESUSO, PONTO E VÍRGULA É ESPÉCIE EM EXTINÇÃO
Com tantos serviços prestados aos maiores nomes da literatura, o sinal é contraponto em tempos de extinção.
Mario Sergio Conti
27.mai.2022 às 14h00
O ponto e vírgula corre risco de extinção: o simpático sinal de pontuação não foi usado nos últimos três dias na Folha. Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho.
Em contrapartida, abundam os pontos de exclamação, enterrados no jornal pelo bate-estaca de colunistas fanfarrões. Sem argumentos, e de maus bofes, infligem seu ponto de vista aos gritos: "Quem entende disso sou eu, sua anta! Vê se te manca!".
Adicione-se ao estrondo exclamativo o ponto final por extenso e, pronto, eis Bolsonaro, o Mandão. "E ponto final!" urra ele após excretar meia dúzia de mentiras, barrando no berro qualquer diálogo. O ponto de exclamação impõe ordem unida, sujeita.
Escasseiam também as reticências, irônicas ou não; o travessão, que abre uma fala ou completa o escrito; até os parêntesis, que encapsulam outro sentido, como faz Drummond em "(não cantarei o mar: que ele se vingue de meu silêncio nesta concha)".
O emprego cada vez mais rarefeito de sinais de pontuação significa algo? Perguntar isso não é procurar pelo em ovo? Afinal, pontos e vírgulas são ciscos que, ao se soltarem da casca imaculada do texto-ovo, entram no olho e atrapalham a leitura...
A pontuação é uma forma histórica. Os livros de Aristóteles, Platão e da Bíblia não tinham pontuação; nem minúsculas; nem espaço entre as palavras! Deus não escrevia certo por linhas tortas; escrevia embolado. O evangelho de João começava assim:
NOPRINCÍPIOERAOVERBOEOVERBOESTAVAEMDEUSEOVERBOERADEUS.
Foi com tijolos textuais como esse que se construiu o saber ocidental. Porque, como disse Aristóteles, OHOMEMÉUMANIMALPOLÍTICO. Gregários, os homens adotam convenções para se comunicar e mudar; mudar inclusive as convenções.
Foi o que fez Aldus Manutius, o editor veneziano que, em fevereiro de 1494, inventou o ponto e vírgula.
Quem conta sua história é a professora Cecelia Watson, num livro delicioso, "Semicolon: Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark" (Ecco Press, 224 págs.).
Renascentista, Manutius queria popularizar o conhecimento. Não havia padronização nem academias que policiassem o idioma. Era uma algazarra. Cada um pontuava como lhe desse na telha.
Ao publicar "O Etna", ensaio em forma de diálogo sobre o vulcão, de autoria do cardeal Pietro Bembo, Manutius teve a divina ideia de captar a elocução do distinto prelado. Criou o símbolo gráfico que marca pausa maior que a da vírgula e menor que a do ponto.
Com a obra pronta, vieram as regras: o ponto e vírgula separa orações numa mesma frase; organiza listas; economiza conectivos (e) ou adversativas (mas). Permaneceu perene, porém, o preceito básico —registrar um silêncio específico, advindo da linguagem oral.
A engenhoca de Manutius ganhou o mundo. "Moby-Dick" tem 4.000 pontos e vírgulas, informa Cecelia Watson, "um a cada 52 palavras". Machado de Assis, mais comedido e certeiro, mereceria o título de mestre do ponto e vírgula na periferia do capitalismo.
Henry James não escrevia sem ter ao lado da escrivaninha um barril de pontos e vírgulas. Chegou a inverter a ordem de importância entre pontuação e palavras. Numa rara entrevista, ao Times, insistiu para que o repórter anotasse sua "pontuação, bem como as palavras".
A coisa mudou no século passado. Orwell, Barthelme, Chandler e tantos outros desprezaram o miniponto de Manutius. Vonnegut teve o topete de dizer que pontos e vírgulas são "hermafroditas que não representam absolutamente nada".
É meio assim no Brasil. Nos seis contos exímios que Dalton Trevisan publicou e distribuiu no início do ano, num livreto de 32 páginas, não há um único ponto e vírgula. Dalton deixa que seus personagens e leitores deem uma paradinha onde bem entenderem.
CONTI, Mario Sergio. Como o bigode, que está em desuso, ponto e vírgula é espécie em extinção. Folha de São Paulo,
São Paulo, 27 mai. 2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ colunas/mariosergioconti/ 2022/05/ como
-o-bigode-que-esta-em-desuso-ponto-e-virgula-e-especie-em-extincao.shtml. Acesso em: 02 jul. 2022.
Levando em conta uma leitura cuidadosa do artigo de opinião, é INCORRETO afirmar que:
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COMO O BIGODE, QUE ESTÁ EM DESUSO, PONTO E VÍRGULA É ESPÉCIE EM EXTINÇÃO
Com tantos serviços prestados aos maiores nomes da literatura, o sinal é contraponto em tempos de extinção.
Mario Sergio Conti
27.mai.2022 às 14h00
O ponto e vírgula corre risco de extinção: o simpático sinal de pontuação não foi usado nos últimos três dias na Folha. Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho.
Em contrapartida, abundam os pontos de exclamação, enterrados no jornal pelo bate-estaca de colunistas fanfarrões. Sem argumentos, e de maus bofes, infligem seu ponto de vista aos gritos: "Quem entende disso sou eu, sua anta! Vê se te manca!".
Adicione-se ao estrondo exclamativo o ponto final por extenso e, pronto, eis Bolsonaro, o Mandão. "E ponto final!" urra ele após excretar meia dúzia de mentiras, barrando no berro qualquer diálogo. O ponto de exclamação impõe ordem unida, sujeita.
Escasseiam também as reticências, irônicas ou não; o travessão, que abre uma fala ou completa o escrito; até os parêntesis, que encapsulam outro sentido, como faz Drummond em "(não cantarei o mar: que ele se vingue de meu silêncio nesta concha)".
O emprego cada vez mais rarefeito de sinais de pontuação significa algo? Perguntar isso não é procurar pelo em ovo? Afinal, pontos e vírgulas são ciscos que, ao se soltarem da casca imaculada do texto-ovo, entram no olho e atrapalham a leitura...
A pontuação é uma forma histórica. Os livros de Aristóteles, Platão e da Bíblia não tinham pontuação; nem minúsculas; nem espaço entre as palavras! Deus não escrevia certo por linhas tortas; escrevia embolado. O evangelho de João começava assim:
NOPRINCÍPIOERAOVERBOEOVERBOESTAVAEMDEUSEOVERBOERADEUS.
Foi com tijolos textuais como esse que se construiu o saber ocidental. Porque, como disse Aristóteles, OHOMEMÉUMANIMALPOLÍTICO. Gregários, os homens adotam convenções para se comunicar e mudar; mudar inclusive as convenções.
Foi o que fez Aldus Manutius, o editor veneziano que, em fevereiro de 1494, inventou o ponto e vírgula.
Quem conta sua história é a professora Cecelia Watson, num livro delicioso, "Semicolon: Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark" (Ecco Press, 224 págs.).
Renascentista, Manutius queria popularizar o conhecimento. Não havia padronização nem academias que policiassem o idioma. Era uma algazarra. Cada um pontuava como lhe desse na telha.
Ao publicar "O Etna", ensaio em forma de diálogo sobre o vulcão, de autoria do cardeal Pietro Bembo, Manutius teve a divina ideia de captar a elocução do distinto prelado. Criou o símbolo gráfico que marca pausa maior que a da vírgula e menor que a do ponto.
Com a obra pronta, vieram as regras: o ponto e vírgula separa orações numa mesma frase; organiza listas; economiza conectivos (e) ou adversativas (mas). Permaneceu perene, porém, o preceito básico —registrar um silêncio específico, advindo da linguagem oral.
A engenhoca de Manutius ganhou o mundo. "Moby-Dick" tem 4.000 pontos e vírgulas, informa Cecelia Watson, "um a cada 52 palavras". Machado de Assis, mais comedido e certeiro, mereceria o título de mestre do ponto e vírgula na periferia do capitalismo.
Henry James não escrevia sem ter ao lado da escrivaninha um barril de pontos e vírgulas. Chegou a inverter a ordem de importância entre pontuação e palavras. Numa rara entrevista, ao Times, insistiu para que o repórter anotasse sua "pontuação, bem como as palavras".
A coisa mudou no século passado. Orwell, Barthelme, Chandler e tantos outros desprezaram o miniponto de Manutius. Vonnegut teve o topete de dizer que pontos e vírgulas são "hermafroditas que não representam absolutamente nada".
É meio assim no Brasil. Nos seis contos exímios que Dalton Trevisan publicou e distribuiu no início do ano, num livreto de 32 páginas, não há um único ponto e vírgula. Dalton deixa que seus personagens e leitores deem uma paradinha onde bem entenderem.
CONTI, Mario Sergio. Como o bigode, que está em desuso, ponto e vírgula é espécie em extinção. Folha de São Paulo,
São Paulo, 27 mai. 2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ colunas/mariosergioconti/ 2022/05/ como
-o-bigode-que-esta-em-desuso-ponto-e-virgula-e-especie-em-extincao.shtml. Acesso em: 02 jul. 2022.
Analise as assertivas abaixo como (V) verdadeiras ou (F) falsas
( ) Conti considera que o ponto e vírgula está entrando em desuso.
( ) O texto, critica as regras gramaticais que regem a pontuação.
( ) O texto reflete sobre a língua em uso através do emprego do ponto e vírgula.
( ) O texto reforça o caráter convencional da pontuação, mas assevera que até as convenções podem mudar.
( ) O ponto e vírgula não tem nenhuma relação com uma convenção da linguagem oral: marcar silêncios específicos.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
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Leia a história em quadrinhos a seguir:

Disponível em: http://tudosobrevariacao.blogspot.com/2015/08/o-
preconceito-linguistico-o-mais-sutil.html. Acesso em:02 jul. 2022.
A partir da leitura do diálogo entre Chico Bento e a professora, bem como de seus conhecimentos sobre variação linguística, assinale a alternativa INCORRETA:
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Observe a capa de revista reproduzida abaixo e marque a alternativa CORRETA:

(Disponível em: https://veja.abril.com.br/edicoes-veja/2766/. Acesso em: 01 jul. 2022.)
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VEJA QUAIS LOCAIS VOLTARAM A EXIGIR USO DE MÁSCARAS NA PARAÍBA
Alguns órgãos e estabelecimentos decidiram recomendar e outros obrigar o uso da máscara. Consulte lista com os locais.
Por g1 PB
01 jul. 2022. 09h13. Atualizado há 10 horas
Um decreto estadual, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) no dia 7 de abril de 2022 tornou facultativo o uso de máscaras em lugares abertos em toda a Paraíba. No entanto, os casos de Covid-19 voltaram a crescer. Para se ter uma ideia, na última semana, entre os dias 18 e 24 de junho, a Paraíba registrou 4.336 novos casos da doença e 11 novos óbitos. Por isso, alguns órgãos e estabelecimentos decidiram recomendar e outros obrigar o uso da máscara.
Recomendações para o uso de máscara
Secretaria de Estado da Saúde
O Colegiado Estadual para Avaliação dos Protocolos do Novo Normal Paraíba, da Secretaria de Estado da Saúde (SES), recomenda o uso de máscaras e o reforço da vacinação contra a Covid-19.
A recomendação vale, principalmente, para ambientes fechados, como repartições públicas e privadas, shoppings, escritórios, comércios, salas de aula, academias, escolas e instituições de ensino.
Para a SES, o uso de máscaras é importante também em transporte público e em seus respectivos locais de acesso, como estações e pontos de embarque.
Justiça Federal da Paraíba
A Justiça Federal na Paraíba (JFPB) passou a recomendar o uso de máscaras no âmbito das instalações da Instituição. A orientação emitida pela Direção do Foro da JFPB, no entanto, não é obrigatória. O comunicado - destinado aos públicos interno e externo - levou em consideração o aumento das síndromes respiratórias nesta época do ano.
Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba
O Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba (13ª Região) também recomenda o uso de máscaras para o público externo. A decisão está disposta no Ato TRT13 SGP Nº 083, de 16 de junho de 2022, publicada no Diário Administrativo Eletrônico do tribunal.
A recomendação vale para todas as dependências do tribunal, incluindo o edifício-sede, o Fórum Maximiano Figueiredo, o Fórum Irineu Joffily e todas as Varas do Trabalho do estado.
Dentre as considerações para a decisão, estão a necessidade de adotar medidas de precaução adicionais para refrear o agravamento das contaminações pelo Covid-19, atestado pelo aumento expressivo do número de casos da doença, inclusive entre servidores deste tribunal.
Locais em que o uso de máscara é obrigatório
Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)
A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) voltou a determinar o uso obrigatório de máscaras na instituição, a partir desta sexta-feira (1º). A determinação é válida para todos os ambientes, abertos e fechados, nos campi das 8 cidades-sede. A medida foi aprovada através do Conselho Superior.
Nadja Oliveira, presidente do comitê de gestão da Covid-19 da UEPB, informou que a decisão é baseada em dados epidemiológicos que mostram o aumento do número de casos da doença tanto na Paraíba como na própria instituição.
Instituto Federal da Paraíba (IFPB)
Após análise do aumento de casos e internações na Paraíba, o Conselho Superior do IFPB divulgou Resolução tornando obrigatória a utilização de máscara facial nas dependências das unidades do IFPB, conforme disposições do Protocolo de Biossegurança.
A medida se aplica aos servidores, agentes terceirizados, discentes e visitantes a partir da entrada e durante toda a permanência nas dependências das unidades do Instituto Federal da Paraíba.
Ministério Público do Trabalho
O Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB) tornou obrigatório para o público interno e recomendou para o público externo o uso de máscaras de proteção nas dependências do órgão. A medida é válida para a Sede, em João Pessoa, e para demais unidades da Instituição no Estado.
Defensoria Pública do Estado
A Defensoria Pública da Paraíba determinou o retorno da obrigatoriedade do uso de máscaras em todas as unidades do órgão. A medida se deve ao aumento do número de casos de Covid-19 em todo o estado, motivado pela disseminação da variante ômicron do vírus SARS-CoV-2.
Tribunal de Justiça da Paraíba
Em virtude da necessidade de manter o controle das infecções e as notícias de aumento no número de infecções da Covid-19 no Estado, o Tribunal de Justiça da Paraíba determinou, por meio do Ato da Presidência nº 23/2022, o retorno ao uso das máscaras nos ambientes internos dos prédios do Poder Judiciário estadual. Com a decisão, é obrigatória a utilização de máscara de proteção facial que cubra o nariz e a boca.
Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2022/07/01/veja-quais-locais-
voltaram-a-exigir- uso-de-mascaras-na-paraiba.ghtml. Acesso em: 01 jul. 2022.
Do ponto de vista da análise linguística, marque a alternativa CORRETA.
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VEJA QUAIS LOCAIS VOLTARAM A EXIGIR USO DE MÁSCARAS NA PARAÍBA
Alguns órgãos e estabelecimentos decidiram recomendar e outros obrigar o uso da máscara. Consulte lista com os locais.
Por g1 PB
01 jul. 2022. 09h13. Atualizado há 10 horas
Um decreto estadual, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) no dia 7 de abril de 2022 tornou facultativo o uso de máscaras em lugares abertos em toda a Paraíba. No entanto, os casos de Covid-19 voltaram a crescer. Para se ter uma ideia, na última semana, entre os dias 18 e 24 de junho, a Paraíba registrou 4.336 novos casos da doença e 11 novos óbitos. Por isso, alguns órgãos e estabelecimentos decidiram recomendar e outros obrigar o uso da máscara.
Recomendações para o uso de máscara
Secretaria de Estado da Saúde
O Colegiado Estadual para Avaliação dos Protocolos do Novo Normal Paraíba, da Secretaria de Estado da Saúde (SES), recomenda o uso de máscaras e o reforço da vacinação contra a Covid-19.
A recomendação vale, principalmente, para ambientes fechados, como repartições públicas e privadas, shoppings, escritórios, comércios, salas de aula, academias, escolas e instituições de ensino.
Para a SES, o uso de máscaras é importante também em transporte público e em seus respectivos locais de acesso, como estações e pontos de embarque.
Justiça Federal da Paraíba
A Justiça Federal na Paraíba (JFPB) passou a recomendar o uso de máscaras no âmbito das instalações da Instituição. A orientação emitida pela Direção do Foro da JFPB, no entanto, não é obrigatória. O comunicado - destinado aos públicos interno e externo - levou em consideração o aumento das síndromes respiratórias nesta época do ano.
Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba
O Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba (13ª Região) também recomenda o uso de máscaras para o público externo. A decisão está disposta no Ato TRT13 SGP Nº 083, de 16 de junho de 2022, publicada no Diário Administrativo Eletrônico do tribunal.
A recomendação vale para todas as dependências do tribunal, incluindo o edifício-sede, o Fórum Maximiano Figueiredo, o Fórum Irineu Joffily e todas as Varas do Trabalho do estado.
Dentre as considerações para a decisão, estão a necessidade de adotar medidas de precaução adicionais para refrear o agravamento das contaminações pelo Covid-19, atestado pelo aumento expressivo do número de casos da doença, inclusive entre servidores deste tribunal.
Locais em que o uso de máscara é obrigatório
Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)
A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) voltou a determinar o uso obrigatório de máscaras na instituição, a partir desta sexta-feira (1º). A determinação é válida para todos os ambientes, abertos e fechados, nos campi das 8 cidades-sede. A medida foi aprovada através do Conselho Superior.
Nadja Oliveira, presidente do comitê de gestão da Covid-19 da UEPB, informou que a decisão é baseada em dados epidemiológicos que mostram o aumento do número de casos da doença tanto na Paraíba como na própria instituição.
Instituto Federal da Paraíba (IFPB)
Após análise do aumento de casos e internações na Paraíba, o Conselho Superior do IFPB divulgou Resolução tornando obrigatória a utilização de máscara facial nas dependências das unidades do IFPB, conforme disposições do Protocolo de Biossegurança.
A medida se aplica aos servidores, agentes terceirizados, discentes e visitantes a partir da entrada e durante toda a permanência nas dependências das unidades do Instituto Federal da Paraíba.
Ministério Público do Trabalho
O Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB) tornou obrigatório para o público interno e recomendou para o público externo o uso de máscaras de proteção nas dependências do órgão. A medida é válida para a Sede, em João Pessoa, e para demais unidades da Instituição no Estado.
Defensoria Pública do Estado
A Defensoria Pública da Paraíba determinou o retorno da obrigatoriedade do uso de máscaras em todas as unidades do órgão. A medida se deve ao aumento do número de casos de Covid-19 em todo o estado, motivado pela disseminação da variante ômicron do vírus SARS-CoV-2.
Tribunal de Justiça da Paraíba
Em virtude da necessidade de manter o controle das infecções e as notícias de aumento no número de infecções da Covid-19 no Estado, o Tribunal de Justiça da Paraíba determinou, por meio do Ato da Presidência nº 23/2022, o retorno ao uso das máscaras nos ambientes internos dos prédios do Poder Judiciário estadual. Com a decisão, é obrigatória a utilização de máscara de proteção facial que cubra o nariz e a boca.
Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2022/07/01/veja-quais-locais-
voltaram-a-exigir- uso-de-mascaras-na-paraiba.ghtml. Acesso em: 01 jul. 2022.
No tocante à reportagem lida, é CORRETO afirmar que:
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VEJA QUAIS LOCAIS VOLTARAM A EXIGIR USO DE MÁSCARAS NA PARAÍBA
Alguns órgãos e estabelecimentos decidiram recomendar e outros obrigar o uso da máscara. Consulte lista com os locais.
Por g1 PB
01 jul. 2022. 09h13. Atualizado há 10 horas
Um decreto estadual, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) no dia 7 de abril de 2022 tornou facultativo o uso de máscaras em lugares abertos em toda a Paraíba. No entanto, os casos de Covid-19 voltaram a crescer. Para se ter uma ideia, na última semana, entre os dias 18 e 24 de junho, a Paraíba registrou 4.336 novos casos da doença e 11 novos óbitos. Por isso, alguns órgãos e estabelecimentos decidiram recomendar e outros obrigar o uso da máscara.
Recomendações para o uso de máscara
Secretaria de Estado da Saúde
O Colegiado Estadual para Avaliação dos Protocolos do Novo Normal Paraíba, da Secretaria de Estado da Saúde (SES), recomenda o uso de máscaras e o reforço da vacinação contra a Covid-19.
A recomendação vale, principalmente, para ambientes fechados, como repartições públicas e privadas, shoppings, escritórios, comércios, salas de aula, academias, escolas e instituições de ensino.
Para a SES, o uso de máscaras é importante também em transporte público e em seus respectivos locais de acesso, como estações e pontos de embarque.
Justiça Federal da Paraíba
A Justiça Federal na Paraíba (JFPB) passou a recomendar o uso de máscaras no âmbito das instalações da Instituição. A orientação emitida pela Direção do Foro da JFPB, no entanto, não é obrigatória. O comunicado - destinado aos públicos interno e externo - levou em consideração o aumento das síndromes respiratórias nesta época do ano.
Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba
O Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba (13ª Região) também recomenda o uso de máscaras para o público externo. A decisão está disposta no Ato TRT13 SGP Nº 083, de 16 de junho de 2022, publicada no Diário Administrativo Eletrônico do tribunal.
A recomendação vale para todas as dependências do tribunal, incluindo o edifício-sede, o Fórum Maximiano Figueiredo, o Fórum Irineu Joffily e todas as Varas do Trabalho do estado.
Dentre as considerações para a decisão, estão a necessidade de adotar medidas de precaução adicionais para refrear o agravamento das contaminações pelo Covid-19, atestado pelo aumento expressivo do número de casos da doença, inclusive entre servidores deste tribunal.
Locais em que o uso de máscara é obrigatório
Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)
A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) voltou a determinar o uso obrigatório de máscaras na instituição, a partir desta sexta-feira (1º). A determinação é válida para todos os ambientes, abertos e fechados, nos campi das 8 cidades-sede. A medida foi aprovada através do Conselho Superior.
Nadja Oliveira, presidente do comitê de gestão da Covid-19 da UEPB, informou que a decisão é baseada em dados epidemiológicos que mostram o aumento do número de casos da doença tanto na Paraíba como na própria instituição.
Instituto Federal da Paraíba (IFPB)
Após análise do aumento de casos e internações na Paraíba, o Conselho Superior do IFPB divulgou Resolução tornando obrigatória a utilização de máscara facial nas dependências das unidades do IFPB, conforme disposições do Protocolo de Biossegurança.
A medida se aplica aos servidores, agentes terceirizados, discentes e visitantes a partir da entrada e durante toda a permanência nas dependências das unidades do Instituto Federal da Paraíba.
Ministério Público do Trabalho
O Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB) tornou obrigatório para o público interno e recomendou para o público externo o uso de máscaras de proteção nas dependências do órgão. A medida é válida para a Sede, em João Pessoa, e para demais unidades da Instituição no Estado.
Defensoria Pública do Estado
A Defensoria Pública da Paraíba determinou o retorno da obrigatoriedade do uso de máscaras em todas as unidades do órgão. A medida se deve ao aumento do número de casos de Covid-19 em todo o estado, motivado pela disseminação da variante ômicron do vírus SARS-CoV-2.
Tribunal de Justiça da Paraíba
Em virtude da necessidade de manter o controle das infecções e as notícias de aumento no número de infecções da Covid-19 no Estado, o Tribunal de Justiça da Paraíba determinou, por meio do Ato da Presidência nº 23/2022, o retorno ao uso das máscaras nos ambientes internos dos prédios do Poder Judiciário estadual. Com a decisão, é obrigatória a utilização de máscara de proteção facial que cubra o nariz e a boca.
Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2022/07/01/veja-quais-locais-
voltaram-a-exigir- uso-de-mascaras-na-paraiba.ghtml. Acesso em: 01 jul. 2022.
Levando em conta as informações trazidas pelo texto, a recomendação para a volta ao uso de máscara em alguns ambientes deve-se à (ao) (s)
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Considere o cartum a seguir:

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/344877283966576858/. Acesso em: 30 jun. 2022.
Leia as assertivas abaixo e classifique-as como (V) verdadeiras ou (F) falsas
( ) O sol quente, a carcaça do boi e o chapéu do Coronel Zeferino são indícios que nos permitem situar a história no Nordeste brasileiro.
( ) A referência a certa região do país ocorre através de estereótipos.
( ) O cartunista Henfil faz uso de estereótipos para que o leitor identifique com facilidade onde se passa a história.
( ) Mesmo que a Graúna pareça feliz e otimista, através do cartum, o texto sugere uma crítica à desigualdade social entre o Nordeste e o Sul/Sudeste, este último chamado de “Sulmaravilha”.
( ) O cartum denuncia a situação de insegurança alimentar em que vivem muitos brasileiros que moram no Nordeste.
Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
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O MUNDO SEM MIM
Gustavo Corção
Teria eu uns doze anos quando um dia me assaltou a mente, com particular relevo, a ideia de que o mundo já existira sem mim.
Essa ideia é aparentemente trivial, pois nenhum de nós, em são juízo, pretende ter sido companheiro de armas de Carlos Magno, ou tripulante da caravela de Cristóvão Colombo. O mundo, evidentemente, era mais antigo do que o menino que suspendia o brinquedo para olhar em volta de si com estranheza; ali estavam as pessoas mais velhas, as grossas árvores, as casas, as montanhas, tudo a me falar de uma história anterior e de um cenário anterior.
Mas o caso é que eu, de repente, achava muito esquisita essa ideia tão simples.
As pessoas mais velhas tinham um privilégio perturbador: bastava-lhes querer, para que dentro delas se armasse um mundo em que eu não era, nem havia necessidade que fosse. Pedia então à mamãe:
- Conta uma história de antigamente.
Ela contava. A gente grande virava criança, os mortos saíam das sepulturas, e as crianças como eu, nesse recuo, mergulhavam na morte branca do não-ser. E de todas as transmutações era essa a que me parecia mais incompreensível. Na história que minha mãe contava, os personagens não davam por falta de mim; ninguém esperava por mim. Os mortos mais mortos, que não chegavam a emergir na data do episódio, eram todavia lembrados, e lá estavam presentes pelos ecos e vestígios. Havia o Barão, a tia Elvira, que fora ao baile da Ilha Fiscal, o Juvêncio, negro legendário pelos exemplos de fidelidade e dedicação. O nome deles, a saudade deles entrava na história. A marca deles.
Eu não. Naquela cena vagamente amarela, que eu via desenhar-se atrás da testa de minha mãe, revivia um mundo em que eu não era; nem havia necessidade que fosse.
CORSÃO, Gustavo. O mundo sem mim. In: CORSÃO, Gustavo. Lições de abismo. Rio de Janeiro: Agir, 1989.
Disponível em: https://armazemdetexto.blogspot.com/2020/08/conto-o-mundo-sem-mim-gustavo-corcao.html.
Acesso em: 30 jun. 2022.
Leia o seguinte trecho do conto O mundo sem mim, de Ricardo Corsão:
“- Conta uma história de antigamente.
Ela contava. A gente grande virava criança, os mortos saíam das sepulturas, e as crianças como eu, nesse recuo, mergulhavam na morte branca do não-ser. E de todas as transmutações era essa a que me parecia mais incompreensível”.
A respeito da leitura do trecho acima, assinale a alternativa CORRETA:
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O MUNDO SEM MIM
Gustavo Corção
Teria eu uns doze anos quando um dia me assaltou a mente, com particular relevo, a ideia de que o mundo já existira sem mim.
Essa ideia é aparentemente trivial, pois nenhum de nós, em são juízo, pretende ter sido companheiro de armas de Carlos Magno, ou tripulante da caravela de Cristóvão Colombo. O mundo, evidentemente, era mais antigo do que o menino que suspendia o brinquedo para olhar em volta de si com estranheza; ali estavam as pessoas mais velhas, as grossas árvores, as casas, as montanhas, tudo a me falar de uma história anterior e de um cenário anterior.
Mas o caso é que eu, de repente, achava muito esquisita essa ideia tão simples.
As pessoas mais velhas tinham um privilégio perturbador: bastava-lhes querer, para que dentro delas se armasse um mundo em que eu não era, nem havia necessidade que fosse. Pedia então à mamãe:
- Conta uma história de antigamente.
Ela contava. A gente grande virava criança, os mortos saíam das sepulturas, e as crianças como eu, nesse recuo, mergulhavam na morte branca do não-ser. E de todas as transmutações era essa a que me parecia mais incompreensível. Na história que minha mãe contava, os personagens não davam por falta de mim; ninguém esperava por mim. Os mortos mais mortos, que não chegavam a emergir na data do episódio, eram todavia lembrados, e lá estavam presentes pelos ecos e vestígios. Havia o Barão, a tia Elvira, que fora ao baile da Ilha Fiscal, o Juvêncio, negro legendário pelos exemplos de fidelidade e dedicação. O nome deles, a saudade deles entrava na história. A marca deles.
Eu não. Naquela cena vagamente amarela, que eu via desenhar-se atrás da testa de minha mãe, revivia um mundo em que eu não era; nem havia necessidade que fosse.
CORSÃO, Gustavo. O mundo sem mim. In: CORSÃO, Gustavo. Lições de abismo. Rio de Janeiro: Agir, 1989.
Disponível em: https://armazemdetexto.blogspot.com/2020/08/conto-o-mundo-sem-mim-gustavo-corcao.html.
Acesso em: 30 jun. 2022.
Com base na leitura do conto O mundo sem mim, de Ricardo Corsão, é CORRETO afirmar que:
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