Paciente de 25 anos ficou tetraplégica após trauma raquimedular. Permanece internada na unidade de
terapia intensiva desde então, traqueostomizada, dependente de ventilação mecânica invasiva e sem
proposta de desmame ventilatório devido ao déficit de força muscular global.
Durante a discussão multidisciplinar do caso, a equipe questiona sobre a possibilidade do uso de
válvula de fala Passy-Muir. As características do uso dessa válvula e do modo ventilatório PSV,
respectivamente, são:
Paciente de 25 anos ficou tetraplégica após trauma raquimedular. Permanece internada na unidade de
terapia intensiva desde então, traqueostomizada, dependente de ventilação mecânica invasiva e sem
proposta de desmame ventilatório devido ao déficit de força muscular global.
O médico assistente solicitou à fonoaudióloga avaliação sobre a possibilidade de alimentação via
oral. Os parâmetros ventilatórios que são recomendados para minimizar interferências da ventilação
mecânica na deglutição durante a avaliação correspondem a:
Paciente de 39 anos foi internado para investigação diagnóstica após ter acordado com hemiparesia à
direita e dificuldade para se comunicar. Foi diagnosticada pequena lesão cerebral, caracterizando
acidente vascular encefálico isquêmico. Após ter realizado avaliação da linguagem oral, o
fonoaudiólogo concluiu que o paciente apresentava afasia condutiva.
Durante a internação, foi realizada fonoterapia duas vezes na semana. A família do paciente,
presente e ativa durante toda a internação, mostrou-se muito ansiosa sobre o processo de recuperação
da linguagem. As informações que devem ser dadas à família em relação ao prognóstico de reabilitação
linguística incluem que há chances do caso evoluir:
Paciente de 39 anos foi internado para investigação diagnóstica após ter acordado com hemiparesia à
direita e dificuldade para se comunicar. Foi diagnosticada pequena lesão cerebral, caracterizando
acidente vascular encefálico isquêmico. Após ter realizado avaliação da linguagem oral, o
fonoaudiólogo concluiu que o paciente apresentava afasia condutiva.
De acordo com o diagnóstico fonoaudiológico, o desempenho de emissão, compreensão e repetição
esperado durante a avaliação de linguagem, respectivamente, é:
Considere um paciente encaminhado pelo neurologista para avaliação fonoaudiológica com queixa
de disfagia, que realizou videofluoroscopia da deglutição com o seguinte laudo: “Avaliação com a
consistência líquida (IDDSI 0) evidenciou dinâmica orofaríngea adequada, sem sinais de
penetração/aspiração laringotraqueal. Com as consistências pastosa (IDDSI 4) e sólida (IDDSI 7), foi
observada fase oral e dinâmica hiolaríngea adequadas, cinco deglutições por oferta e estase faríngea,
com penetração laríngea após a deglutição. Diante do laudo da videofluoroscopia apresentado, as
estratégias terapêuticas que devem ser indicadas são:
Uma paciente foi internada na enfermaria da clínica médica para investigação etiológica de paralisia
facial. A avaliação fonoaudiológica evidenciou redução da mobilidade dos músculos frontal, corrugador do
supercílio, prócero, levantador da asa do nariz, orbicular dos olhos e da boca, zigomático, risório e
bucinador. Não foram encontradas alterações de sensibilidade. O tipo de paralisia facial encontrado, a via
motora lesionada e a terapêutica adequada para esse caso, respectivamente, são:
No boletim operatório de um paciente submetido à endarterectomia de carótida direita, havia relato
de grande manipulação do nervo laríngeo recorrente e hipoglosso. Nesse caso, espera-se que os
achados estruturais encontrados e a alteração funcional correspondente, respectivamente, sejam:
O distúrbio alimentar pediátrico (DAP) ocorre quando a criança não apresenta uma ingestão oral
adequada para a idade, podendo estar relacionado a questões médicas, nutricionais, psicossociais e/ou a
questões de habilidade alimentar. Considerando esses quatro domínios, para contribuir no manejo desse
perfil de paciente, o fonoaudiólogo deve:
Menina de 2 anos e 6 meses foi encaminhada para avaliação fonoaudiológica devido a dificuldades
na alimentação desde o início da introdução alimentar. A mãe relata que a criança apresenta engasgos
frequentes, recusa alimentar para sólidos e fadiga durante as refeições. No exame clínico, observaram-se
hipotonia orofacial, atraso no desenvolvimento das habilidades mastigatórias e escape anterior de
alimento durante a deglutição. A criança tem diagnóstico de disfagia orofaríngea pediátrica de grau
moderado, com risco de aspiração para líquidos finos. Com base no caso clínico, a estratégia que pode
ser utilizada para auxiliar no tratamento dessa disfagia é: