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Primigesta de 22 anos inicia pré-natal (PN) com 14 semanas. Está assintomática, altura do fundo uterino (AFU) = 13cm, batimentos cardíacos fetais (BCF) = 160bpm, colo longo, posterior e fechado, PA = 110 x 70mmHg, rotina PN sem alterações. Até a 29ª semana, a gestação evolui sem intercorrências clínicas ou laboratoriais. Na consulta com 33 semanas, apresenta AFU = 25cm, BCF = 155bpm, PA = 165 x 115mmHg, com queixa de cefaleia esporádica. Os exames realizados na 32ª semana revelaram: Ht = 36; Hg = 11,5; U = 42; C = 1,0; Ptn 24h = 4.500mg. A médica solicita USG, cujo laudo indica oligodramnia e feto com peso abaixo do percentil 3, informando também haver centralização fetal. Diante desse laudo, é correto afirmar que os achados encontrados na dopplerfluxometria em relação à resistência das artérias umbilical e cerebral média, respectivamente, serão:
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O trabalho de parto e o parto são fenômenos fisiológicos, mas passíveis da ocorrência de eventos complicadores e consequentes desfechos adversos, sendo um dos pilares da boa prática obstétrica a adequada assistência ao parto. Dessa forma, em uma paciente de risco habitual, é recomendada pela OMS, a realização rotineira de:
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Mulher de 25 anos procura atendimento na emergência da maternidade, desejando a realização de um abortamento, referindo que a gestação é resultado de estupro. Segundo relato da paciente, ela foi a uma festa, onde fez uso de bebidas alcoólicas em altas doses, ficando desacordada, não se lembrando de nada após isso. Sua primeira lembrança foi ter acordado em uma casa ao lado de um desconhecido, que afirmou ter mantido relações sexuais com ela. Relata que não procurou atendimento médico na época por vergonha do ocorrido. Há três dias, fez o diagnóstico de gestação, com idade gestacional compatível com o episódio. Nessa situação, a adequada orientação a ser dada pelo profissional é:
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Jovem de 22 anos de idade é baleado. Na internação, evoluiu com pneumonia, insuficiência renal e posteriormente veio a falecer de sepse pulmonar. A causa base mais provável da morte do paciente é:
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Homem de 46 anos e esposa de 42 anos comparecem na Clínica de Família trazendo exames recentes. A mulher refere que a mãe teve câncer de mama aos 70 anos e o homem informa que o pai teve câncer de próstata aos 81 anos e por isso eles realizam exames preventivos (rastreio) anualmente desde os 40 anos de idade. A mamografia vem com resultado BI-RADS 0 e a dosagem de PSA de 2,0ng/ml. Em relação à idade de início, a periodicidade e os resultados dos exames, é correto afirmar que:
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Mulher de 30 anos e sem fatores de risco para doença cardíaca isquêmica (DCI) busca, muito nervosa, atendimento na Clínica de Família devido à queixa de dor precordial aos esforços que melhora em repouso e com início há um mês. Procurou médico particular que solicitou um teste ergométrico. O pai, de 78 anos de idade, morreu de infarto agudo do miocárdio (IAM) há dois meses. Visto as características clínicas da paciente, a probabilidade pré-teste de que ela tenha DCI é:
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Mulher de 36 anos chega à Clínica de Família com queixa de coriza, febre não aferida, tosse sem secreção, sensação de falta de ar. Ao exame físico: pressão arterial = 88 x 56mmHg, temperatura axilar = 38,4ºC, frequência respiratória = 31irpm. Neste caso, a classificação do quadro clínico e a melhor conduta, respectivamente, são:
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Idosa de 85 anos vai toda semana, mesmo sem doença perceptível, ao serviço de saúde para uma consulta com sua médica de família e comunidade. A paciente mora com o filho de 55 anos e a nora de 45 anos. A nora está desempregada e o filho faz “bicos” como pedreiro. A idosa recebe aposentadoria e ajuda nas despesas da casa, mas desconfia que parte está “sumindo do colchão”, onde ela costuma guardar seu dinheiro. A médica suspeitou de violência contra a idosa. Frente ao caso clínico exposto, o tipo de violência mais provável é:
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No território da clínica de família, o agente comunitário de saúde faz uma visita à casa de uma mulher de 58 anos, onde mora com o marido, dois filhos pré-adolescentes, um filho préescolar, a tia materna, a mãe e o primo do marido. Essa estrutura familiar é classificada como:
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Idoso de 76 anos procura o pronto-socorro com “falta de ar” e muito agitado, informando já ter apresentado episódios anteriores. O médico avalia que não há presença de hipóxia (SO2 = 97%). O paciente tem DPOC, utiliza corticoides por via oral, não está dormindo bem e não consegue concentrar-se durante o dia. Após ser perguntado sobre fatores estressantes, informa que soube da morte de seu primo no dia anterior, que o deixou bastante triste. A conduta mais adequada para o manejo desse caso é:
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