Foram encontradas 60 questões.
Observe as seguintes descrições de funcionalidades que compõem um sistema de controle de ponto:

Considerando as complexidades e contribuições para funções de transação apresentadas no Manual de Práticas de Pontos de Função do IFPUG , versão 4.3.1 desconsiderando qualquer funcionalidade não citada como, por exemplo, o login no sistema ou alteração dos registros , o número de transações do tipo entrada externa (EE), consulta externa (CE) e saída externa (SE), além do somatório de pontos de função (PF) de todas as funções do tipo transação é expresso corretamente em:
Provas
Entre os não exemplos de funções de transação do tipo entrada externa encontram-se os(as):
Provas
O roteiro de métricas SISP apresenta um processo de estimativas com base na métrica Ponto de Função, visando apoiar as organizações nas estimativas de tamanho, custo, prazo e esforço de seus projetos desenvolvidos internamente ou contratados. Com base nas descrições sobre os diversos tipos de projeto de software e nas métricas definidas pelo SISP para dimensionamento, baseadas no CPM, é correto afirmar que nos casos de:
Provas
De acordo com o texto a seguir, responda à questão.
Quando é, sem dúvida, benigna, a realidade é bem recebida por todos. Mas, com frequência (principalmente na área de TI), a realidade se abate com uma aparência implacável, trazendo excedentes de custo, prazos não cumpridos e erros técnicos. Diante disso, surgem tentativas de escapatória, como fingir que ela não existe, acreditar que ela desaparecerá, buscar companheiros que também não creiam nela, ou simplesmente mandá-la embora.
(Texto adaptado de PAGE-JONES,1990)
De acordo com contexto apresentado, o aspecto chave que melhor caracteriza uma forma de escapatória da realidade é:
Provas
De acordo com o PMBOK, criar a EAP é o processo de decompor as entregas e o trabalho do projeto em componentes menores e mais facilmente gerenciáveis, fornecendo uma visão estruturada do que deve ser entregue. Esse processo é realizado uma vez ou em pontos predefinidos no projeto. Entretanto, a decomposição pode não ser possível para uma entrega ou subcomponente que serão executados em um futuro distante. Nesse caso, a equipe do projeto pode aplicar uma técnica também chamada de:
Provas
Todos os projetos têm partes interessadas que são afetadas ou podem afetar o projeto de forma mais ou menos significativa, a depender do tipo de influência. Pesquisas acadêmicas e análises de desastres em projetos com alta visibilidade destacam a importância de uma abordagem estruturada para identificação, priorização e engajamento das partes interessadas. O PMBOK estabelece um processo específico de desenvolvimento de abordagens para envolver as partes interessadas do projeto com base em suas necessidades, expectativas, interesses e potencial impacto. Uma das ferramentas técnicas de representação de dados indicada para esse processo é:
Provas
Segundo o PMBOK, sequenciar as atividades é o processo de identificação e documentação dos relacionamentos entre as atividades do projeto, com o objetivo de definir a sequência lógica do trabalho para obter o mais alto nível de eficiência em face de todas as restrições do projeto. No sistema web de gerenciamento de projetos Redmine, o recurso que melhor incorpora os conceitos do método do diagrama de precedência, indicado no processo Sequenciar Atividades do PMBOK, é:
Provas
O PMBOK apresenta várias áreas/planos de gerenciamento para um projeto. Cada área/plano é segmentado(a) em processos cujos fluxos de dados possuem entradas, ferramentas técnicas e saídas. No Plano do Gerenciamento de Escopo existe um processo denominado Validar Escopo, que é executado para:
Provas
Texto II
Catar feijão
João Cabral de Melo Neto
1. Catar feijão se limita com escrever:
joga-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
pois para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.
2. Ora, nesse catar feijão entra um risco:
o de que entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quando ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a como o risco.
Fonte: https://www.recantodasletras.com.br
Com base no Texto II, responda à questão.
No trecho "... obstrui a leitura fluviante...", o vocábulo sublinhado sofreu um processo de formação de palavra. Sobre isso, afirma-se que se trata de:
Provas
Texto I
Escrever
Joaquim Ferreira dos Santos
A estudante perguntou como era essa coisa de escrever. Eu fiz o gênero fofo. Moleza, disse.
Primeiro, evite estes coloquialismos de "fofo" e "moleza", passe longe das gírias ainda não dicionarizadas e de tudo que soe mais falado do que escrito. Isto aqui não é rádio FM. De vez em quando, para não acharem que você mora trancado com o Domingos Paschoal Cegalla ou outro gramático de chicote, aplique uma gíria como se fosse um piparote de leve no cangote do texto, mas, em geral, evite. Fuja dessas rimas bobinhas, desses motes sonoros. O leitor pode se achar diante de um rapper frustrado e dar cambalhotas. Mas, atenção, se soar muito escrito, reescreva.
Quando quiser aplicar um "mas", tome fôlego, ligue para o 0800 do Instituto Fernando Pessoa, peça autorização ao bispo de plantão e, por favor, volte atrás. É um cacoete facilitador.
Dele deve ter vindo a expressão "cheio de mas-mas", ou seja, uma pessoa cheia de "não é bem assim", uma chata que usa o truque de afirmar e depois, como se fosse estilo, obtemperar.
Não tergiverse, não diga palavras complicadas, não escreva nas entrelinhas. Seja acima de tudo afirmativo, reto no assunto. [...]
[...]
Sempre cabe uma linha a menos no texto, é o efeito Rexona aplicado na axila gramatical. Evite metáforas complicadas, passe por cima de expressões como "em geral", como está no primeiro parágrafo, pois elas têm a mesma função do paralelepípedo dos parênteses, dos travessões. Chute para fora da página tudo mais que faça as pessoas tropeçarem na leitura ou darem aquela ré em busca do verdadeiro sentido da frase que passou.
Deixe tudo em pratos limpos, sem tamanho lugar-comum. Ouça a voz do flanelinha semântico gritando a chave para o bom texto. "Deixa solto".
É mais ou menos por aí, eu disse para a menina que me perguntou como é essa coisa de escrever.
Para sinalizar o trânsito das ideias, use apenas o ponto e vírgula, nunca juntos. Faça com que o primeiro chegue logo, e a outra apareça o mínimo possível. Vista Hemingway, só frases curtas. Ouça João Cabral, nada de perfumar a rosa com adjetivos.
Mergulhe Rubem Braga, palavras, de preferência de até três sílabas. "Pormenorizada", vista de cima, é um palavrão absurdo. Dispense, sem pormenores.
O texto deve correr sem obstáculos, interjeições, dois pontos, reticências e sinais que só confundem os passageiros que quer chegar ao ponto final. Cuidado com o "que quer" da frase anterior, pois da plateia um gaiato pode ecoar um "quequerequé" e estará coberto de razão. A propósito, eu disse para a menina, perca a razão quando lhe aparecer um clichê desses pela frente.
Você já se livrou do "mas", agora vai cuidar do "que" e em breve ficará livre da tentação de sofisticar o texto com uma expressão estrangeira. É out. Escreva em português. Aproveite e diga ao diagramador para colocar o título da matéria na horizontal e não de cabeça para baixo, como está na moda, como se estivesse em um jornal japonês.
Pode-se escrever baixinho, como faz o Verissimo, que ouviu muito Mario Reis para chegar àquela perfeição de texto de câmara. Outra opção é desabafar pelos cinco mil alto-falantes o que vai na pena da alma, como faz o Xico Sá, que aprendeu a escrever com o Waldick Soriano. Escreva com a sonoridade que lhe aprouver, nunca com cacófatos assim ou verbos que façam o leitor perguntar para o vizinho do lado que maluquice é essa de "aprouver". Fuja da voz passiva, da forma negativa, do gerundismo e principalmente da voz dos outros. Se falo fino, se falo grosso, ninguém tem nada com isso. [...]
De vez em quando, abra um parágrafo para o leitor respirar. Alguns deles têm a mania de pegar o bonde no meio do caminho e, com mais parágrafos abertos, mais possibilidades de ele embarcar na viagem que o texto oferece. Escrever é dar carona. Eu disse isso e outro tanto do mesmo para a menina. Jamais afirmei, jamais expliquei, jamais contei ou usei qualquer outro verbo de carregação da frase que não fosse o dizer. Evitei também qualquer advérbio em seguida, como "enfaticamente", "seriamente", "bem-humoradamente". Antes do ponto final, eu disse para a menina que tantas regras e outras a serem ditas num próximo encontro, serviam apenas de lençol. Elas forram o texto, deixam limpo e dão conforto. Escrever é desarrumar a cama.
Fonte: adaptado por Augusto Nunes Revista Veja, 31 de julho de 2020. Disponível em: https://veja.abril.com.br/blog/augusto-
nunes/ 8220-escrever-8221-um-texto-de-joaquim-ferreira-dos-santos/
Com base no Texto I, responda à questão.
"Evite metáforas complicadas...". O verbo na passagem em destaque está no modo imperativo. Mantendo-se a pessoa do discurso utilizada na passagem do texto, o uso do modo imperativo está de acordo com a gramática normativa em:
Provas
Caderno Container