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Segundo a Lei 8.080/1990, os níveis de saúde expressam a organização social e econômica do País,
tendo como determinantes e condicionantes da saúde, EXCETO,
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Os recursos financeiros para custear as ações e serviços de saúde serão repassados do Fundo Nacional
de Saúde para os municípios na ordem de, pelo menos,
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No âmbito do SUS, para o estabelecimento de valores a serem transferidos a Estados, Distrito Federal e
Municípios, será utilizada a combinação dos seguintes critérios, segundo análise técnica de programas e
projetos, EXCETO,
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Assinale a alternativa que se refere ao “Foro de negociação e pactuação entre gestores estadual e municipais, quanto aos aspectos operacionais do SUS”.
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Em 19/9/1990, foi assinada a Lei nº 8080, que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e
recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes, instituindo o
Sistema Único de Saúde (SUS). O SUS é um dos maiores e mais complexos sistemas de saúde pública
do mundo, abrangendo desde o simples atendimento para avaliação da pressão arterial, por meio da
Atenção Primária, até o transplante de órgãos, garantindo acesso integral, universal e gratuito para toda a
população do país.
Fonte: https://bvsms.saude.gov.br/lei-n-8080-30-anos-de-criacao-do-sistema-unico-de-saude-sus/
No âmbito do SUS, a “universalidade” se refere ao seguinte:
Fonte: https://bvsms.saude.gov.br/lei-n-8080-30-anos-de-criacao-do-sistema-unico-de-saude-sus/
No âmbito do SUS, a “universalidade” se refere ao seguinte:
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Leia o trecho abaixo e responda a questão.
Objetivo: Verificar a prevalência de dores musculoesqueléticas em golfistas madores do estado de São
Paulo. Métodos: Este é um estudo [...] realizado de setembro de 2019 a março de 2020 em clubes de
golfe afiliados à Federação Paulista de Golfe. Jogadores federados foram avaliados quanto a dados da
prática de golfe e da rotina es ortiva por um investigador principal, por meio de um formulário de
avaliação com questões de múltipla escolha, para a determinação das características da amostra e da
intensidade da dor recente pela Escala Visual Analógica (EVA).Resultados: Cerca de 359 golfistas
amadores foram analisados. A prevalência de dor foi de 55,15% (intervalo de confiança de 95% [IC95%]:
50,0% a 60,3%); a intensidade média da dor, segundo a EVA, foi moderada (média ± desvio padrão: 5,21
± 2,04; razão de probabilidades [oddsratio, OR, em inglês]: 47,98%). A faixa etária dos golfistas esteve
significativamente associada à presença de dor (p < 0,05). A maior estimativa de prevalência de dor foi
de 68,80% na faixa etária de 30 a 39 anos (OR: 7,33; IC95%: 2,26 a 23,85; p = 0,0009). Os segmentos
mais acometidos por dor foram os membros superiores (65,66%), seguidos da coluna (59,09%) e dos
membros inferiores (32,83%).Conclusão: Há uma alta taxa de prevalência de dor em golfistas amadores
brasileiros, especialmente em jogadores mais jovens, na faixa etária de 30 a 9 anos.
Fonte: https://d i.org/10.1055/s-0044-1786349
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Leia o trecho abaixo e responda a questão.
Objetivo: Verificar a prevalência de dores musculoesqueléticas em golfistas madores do estado de São
Paulo. Métodos: Este é um estudo [...] realizado de setembro de 2019 a março de 2020 em clubes de
golfe afiliados à Federação Paulista de Golfe. Jogadores federados foram avaliados quanto a dados da
prática de golfe e da rotina es ortiva por um investigador principal, por meio de um formulário de
avaliação com questões de múltipla escolha, para a determinação das características da amostra e da
intensidade da dor recente pela Escala Visual Analógica (EVA).Resultados: Cerca de 359 golfistas
amadores foram analisados. A prevalência de dor foi de 55,15% (intervalo de confiança de 95% [IC95%]:
50,0% a 60,3%); a intensidade média da dor, segundo a EVA, foi moderada (média ± desvio padrão: 5,21
± 2,04; razão de probabilidades [oddsratio, OR, em inglês]: 47,98%). A faixa etária dos golfistas esteve
significativamente associada à presença de dor (p < 0,05). A maior estimativa de prevalência de dor foi
de 68,80% na faixa etária de 30 a 39 anos (OR: 7,33; IC95%: 2,26 a 23,85; p = 0,0009). Os segmentos
mais acometidos por dor foram os membros superiores (65,66%), seguidos da coluna (59,09%) e dos
membros inferiores (32,83%).Conclusão: Há uma alta taxa de prevalência de dor em golfistas amadores
brasileiros, especialmente em jogadores mais jovens, na faixa etária de 30 a 9 anos.
Fonte: https://d i.org/10.1055/s-0044-1786349
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Objetivo: Verificar a prevalência de dores musculoesqueléticas em golfistas madores do estado de São
Paulo. Métodos: Este é um estudo [...] realizado de setembro de 2019 a março de 2020 em clubes de
golfe afiliados à Federação Paulista de Golfe. Jogadores federados foram avaliados quanto a dados da
prática de golfe e da rotina es ortiva por um investigador principal, por meio de um formulário de
avaliação com questões de múltipla escolha, para a determinação das características da amostra e da
intensidade da dor recente pela Escala Visual Analógica (EVA).Resultados: Cerca de 359 golfistas
amadores foram analisados. A prevalência de dor foi de 55,15% (intervalo de confiança de 95% [IC95%]:
50,0% a 60,3%); a intensidade média da dor, segundo a EVA, foi moderada (média ± desvio padrão: 5,21
± 2,04; razão de probabilidades [oddsratio, OR, em inglês]: 47,98%). A faixa etária dos golfistas esteve
significativamente associada à presença de dor (p < 0,05). A maior estimativa de prevalência de dor foi
de 68,80% na faixa etária de 30 a 39 anos (OR: 7,33; IC95%: 2,26 a 23,85; p = 0,0009). Os segmentos
mais acometidos por dor foram os membros superiores (65,66%), seguidos da coluna (59,09%) e dos
membros inferiores (32,83%).Conclusão: Há uma alta taxa de prevalência de dor em golfistas amadores
brasileiros, especialmente em jogadores mais jovens, na faixa etária de 30 a 9 anos.
Fonte: https://d i.org/10.1055/s-0044-1786349
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Objetivo: Verificar a prevalência de dores musculoesqueléticas em golfistas madores do estado de São
Paulo. Métodos: Este é um estudo [...] realizado de setembro de 2019 a março de 2020 em clubes de
golfe afiliados à Federação Paulista de Golfe. Jogadores federados foram avaliados quanto a dados da
prática de golfe e da rotina es ortiva por um investigador principal, por meio de um formulário de
avaliação com questões de múltipla escolha, para a determinação das características da amostra e da
intensidade da dor recente pela Escala Visual Analógica (EVA).Resultados: Cerca de 359 golfistas
amadores foram analisados. A prevalência de dor foi de 55,15% (intervalo de confiança de 95% [IC95%]:
50,0% a 60,3%); a intensidade média da dor, segundo a EVA, foi moderada (média ± desvio padrão: 5,21
± 2,04; razão de probabilidades [oddsratio, OR, em inglês]: 47,98%). A faixa etária dos golfistas esteve
significativamente associada à presença de dor (p < 0,05). A maior estimativa de prevalência de dor foi
de 68,80% na faixa etária de 30 a 39 anos (OR: 7,33; IC95%: 2,26 a 23,85; p = 0,0009). Os segmentos
mais acometidos por dor foram os membros superiores (65,66%), seguidos da coluna (59,09%) e dos
membros inferiores (32,83%).Conclusão: Há uma alta taxa de prevalência de dor em golfistas amadores
brasileiros, especialmente em jogadores mais jovens, na faixa etária de 30 a 9 anos.
Fonte: https://d i.org/10.1055/s-0044-1786349
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Objetivo: Verificar a prevalência de dores musculoesqueléticas em golfistas madores do estado de São
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golfe afiliados à Federação Paulista de Golfe. Jogadores federados foram avaliados quanto a dados da
prática de golfe e da rotina es ortiva por um investigador principal, por meio de um formulário de
avaliação com questões de múltipla escolha, para a determinação das características da amostra e da
intensidade da dor recente pela Escala Visual Analógica (EVA).Resultados: Cerca de 359 golfistas
amadores foram analisados. A prevalência de dor foi de 55,15% (intervalo de confiança de 95% [IC95%]:
50,0% a 60,3%); a intensidade média da dor, segundo a EVA, foi moderada (média ± desvio padrão: 5,21
± 2,04; razão de probabilidades [oddsratio, OR, em inglês]: 47,98%). A faixa etária dos golfistas esteve
significativamente associada à presença de dor (p < 0,05). A maior estimativa de prevalência de dor foi
de 68,80% na faixa etária de 30 a 39 anos (OR: 7,33; IC95%: 2,26 a 23,85; p = 0,0009). Os segmentos
mais acometidos por dor foram os membros superiores (65,66%), seguidos da coluna (59,09%) e dos
membros inferiores (32,83%).Conclusão: Há uma alta taxa de prevalência de dor em golfistas amadores
brasileiros, especialmente em jogadores mais jovens, na faixa etária de 30 a 9 anos.
Fonte: https://d i.org/10.1055/s-0044-1786349
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