Foram encontradas 236 questões.
Já se não destacavam vozes dispersas, mas um só ruído que
enchia todo o Cortiço. Começavam a fazer compras na venda;
ensarilhavam-se discussões e rezingas; ouviam-se gargalhadas e
pragas; já não se falava, gritava-se.
AZEVEDO, Aluísio. O cortiço. São Paulo: Ática, 2011. p. 28.
Quanto à função da partícula se no texto, assinale a alternativa correta.
AZEVEDO, Aluísio. O cortiço. São Paulo: Ática, 2011. p. 28.
Quanto à função da partícula se no texto, assinale a alternativa correta.
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Disponível em: <https://novaescola.org.br/conteudo/3621/calvin-e-seus-amigo>. Acesso em: 12 abril 2018.
Dadas as afirmações a respeito dos pronomes demonstrativos utilizados nas falas dos personagens da tirinha,
I. Na fala do segundo quadrinho, o pronome demonstrativo estas situa o ser no espaço (função dêitica), tomando como ponto de referência a 1ª pessoa gramatical (o falante). II. Na fala do terceiro quadrinho, o pronome demonstrativo este situa o ser no contexto linguístico (função catafórica). III. No último quadrinho, o pronome isto situa o objeto no tempo presente em relação ao falante.
verifica-se que está(ão) correta(s) apenas
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Ao analisar o quadrinho, percebe-se que a ambiguidade foi desencadeada pelo(a)
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No dia seguinte, estando na rua do Ouvidor, porta da
tipografia do Plancher, vi assomar, a distância, uma mulher
esplêndida. Era ela; só a reconheci a poucos passos, tão outra
estava, a tal ponto a natureza e a arte lhe deram o último apuro.
Cortejamo-nos; ela seguiu; entrou com o marido na carruagem,
que os esperava um pouco acima; fiquei atônito.
ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. Porto Alegre: L&PM, 1997. p. 106.
Alguns segmentos do texto foram reescritos e modificados. Em qual das alternativas a reescrita provocou violação à norma culta?
ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. Porto Alegre: L&PM, 1997. p. 106.
Alguns segmentos do texto foram reescritos e modificados. Em qual das alternativas a reescrita provocou violação à norma culta?
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Ninguém imaginará que, topando os obstáculos
mencionados, eu tenha procedido invariavelmente com
segurança e percorrido, sem que restassem caminhos certos [...]
Fiz coisas boas que me trouxeram prejuízos; fiz coisas ruins que
me deram o lucro.
RAMOS, Graciliano. São Bernardo. Rio de janeiro: Record, 2005. p. 216.
Os verbos grifados no texto podem ser substituídos, respectivamente, por:
RAMOS, Graciliano. São Bernardo. Rio de janeiro: Record, 2005. p. 216.
Os verbos grifados no texto podem ser substituídos, respectivamente, por:
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Os brasileiros vão estudar inglês e aprendem que nessa
língua a morfologia verbal é simplíssima. No presente, a única
forma diferente das outras é a da 3a
pessoa do singular, que ganha
um -s (he lives), enquanto as outras permanecem idênticas (I, you,
we, they live). No passado, tudo fica exatamente igual (I, you, he,
she, it, we, you they lived). Ninguém se assusta com isso, ninguém
ri disso, e muitos até acham bom que seja assim, porque é mais
fácil de aprender do que nas línguas (como o português, o alemão
etc.) que têm uma morfologia verbal bem mais diversificada. Qual é a reação, porém, desses mesmos brasileiros quando
topam com algo do tipo eu morava, tu morava, ele morava, nós
morava, vocês morava, eles morava? O riso, o deboche ou, no
melhor dos casos, a compaixão pelos “infelizes caipiras” que “não
sabem falar direito”, como se fossem menos inteligentes ou até
menos humanos que os demais falantes. Ora, do ponto de vista
exclusivamente estrutural, não há nada de melhor em I / you/ he /
she / it/ we / you / they lived nem nada de pior em eu / tu / você /
ele / ela / nós / a gente / vocês / eles / elas morava… O fenômeno
linguístico é o mesmo, a recepção sociocultural do fenômeno — e
só ela — é que é diferente. E é aí que a porca torce o rabo! [...]
BAGNO, Marcos. Quem ri do quê? Disponível em: <https://marcosbagno.wordpress.com/category/sociolinguistica/caros-amigos/>. Acesso em: 09 abr. 2018.
Dados os períodos quanto ao emprego da vírgula,
I. “No presente, a única forma diferente das outras é a da 3 a pessoa do singular...”. II. “Ninguém se assusta com isso, ninguém ri disso...”. III. “Qual é a reação, porém, desses mesmos brasileiros...”. IV. “...eu morava, tu morava, ele morava, nós morava,...”.
verifica-se que houve deslocamento ou antecipação de um termo sintático em apenas
BAGNO, Marcos. Quem ri do quê? Disponível em: <https://marcosbagno.wordpress.com/category/sociolinguistica/caros-amigos/>. Acesso em: 09 abr. 2018.
Dados os períodos quanto ao emprego da vírgula,
I. “No presente, a única forma diferente das outras é a da 3 a pessoa do singular...”. II. “Ninguém se assusta com isso, ninguém ri disso...”. III. “Qual é a reação, porém, desses mesmos brasileiros...”. IV. “...eu morava, tu morava, ele morava, nós morava,...”.
verifica-se que houve deslocamento ou antecipação de um termo sintático em apenas
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Torrente de uma triste realidade
Muitos não têm paciência ou não gostam de ler sobre a cultura afegã, tampouco sobre as suas nuances. A partir da vida de uma família de classe média, a autora consegue percorrer as diversas sendas que tanto diferenciam a cultura afegã das demais. Asne Seierstad teve uma incrível sensibilidade para descrever tão bem as entranhas desta cultura. Se não estiver disposto(a) a deparar-se com contrastes culturais chocantes, dificilmente gostará deste livro. Apesar de poder ser lido como romance, não espere por uma história contínua. Na verdade, poucos são os capítulos que guardam tal característica, os demais são escritos de modo mais independente – o que, para mim, não prejudicou em nada o transcorrer da obra. Sou um apaixonado pela cultura do Afeganistão. Esta obra é um incrível relato sobre a sofrida vida naquele país. É impressionante deparar-se com uma cultura tão empedrada e quase nunca questionada, bem como com os diversos relatos de guerra. Confrontamo-nos com o domínio soviético, passamos pelo período da guerra civil, que envolve tanto o Regime de Cabul quanto o controle dos Mujahedin e chegamos ao tenebroso regime Talibã. Do meio para o final, o livro ganha um tom menos fundamentalista e mais ‘liberal’, que é o período “pós-Talibã”.
A leitura foi fantástica, o livro é cativante e, sobretudo, ensina!
Resenha do livro O livreiro de Cabul, por Felipe Albiero – SKOOB. Disponível em: <www.skoob.com.br/livro/resenhas/310/mais-gostaram>. Acesso em: 22 abr. 2018.
Pela sua construção composicional e discursiva, o texto é caracterizado como uma resenha porque
Muitos não têm paciência ou não gostam de ler sobre a cultura afegã, tampouco sobre as suas nuances. A partir da vida de uma família de classe média, a autora consegue percorrer as diversas sendas que tanto diferenciam a cultura afegã das demais. Asne Seierstad teve uma incrível sensibilidade para descrever tão bem as entranhas desta cultura. Se não estiver disposto(a) a deparar-se com contrastes culturais chocantes, dificilmente gostará deste livro. Apesar de poder ser lido como romance, não espere por uma história contínua. Na verdade, poucos são os capítulos que guardam tal característica, os demais são escritos de modo mais independente – o que, para mim, não prejudicou em nada o transcorrer da obra. Sou um apaixonado pela cultura do Afeganistão. Esta obra é um incrível relato sobre a sofrida vida naquele país. É impressionante deparar-se com uma cultura tão empedrada e quase nunca questionada, bem como com os diversos relatos de guerra. Confrontamo-nos com o domínio soviético, passamos pelo período da guerra civil, que envolve tanto o Regime de Cabul quanto o controle dos Mujahedin e chegamos ao tenebroso regime Talibã. Do meio para o final, o livro ganha um tom menos fundamentalista e mais ‘liberal’, que é o período “pós-Talibã”.
A leitura foi fantástica, o livro é cativante e, sobretudo, ensina!
Resenha do livro O livreiro de Cabul, por Felipe Albiero – SKOOB. Disponível em: <www.skoob.com.br/livro/resenhas/310/mais-gostaram>. Acesso em: 22 abr. 2018.
Pela sua construção composicional e discursiva, o texto é caracterizado como uma resenha porque
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Jaburu malandro
No dia seguinte deu-se isto: estavam almoçando quando a porta se abriu, Pietro! Era um ingrato, era tudo o que você quiser, mas era filho. Foi uma festa. Tanto tempo, como é que viera sem avisar! Como estava grande! Pois fazem seis anos já! – Meu pai desculpa... [...]
O melhor de Mário de Andrade: contos e crônicas. RJ: Nova Fronteira, 2015. p. 73.
Na narrativa, a ação possui um movimento temporal que a dinamiza. Esse movimento é marcado no texto, principalmente, pelas formas verbais
No dia seguinte deu-se isto: estavam almoçando quando a porta se abriu, Pietro! Era um ingrato, era tudo o que você quiser, mas era filho. Foi uma festa. Tanto tempo, como é que viera sem avisar! Como estava grande! Pois fazem seis anos já! – Meu pai desculpa... [...]
O melhor de Mário de Andrade: contos e crônicas. RJ: Nova Fronteira, 2015. p. 73.
Na narrativa, a ação possui um movimento temporal que a dinamiza. Esse movimento é marcado no texto, principalmente, pelas formas verbais
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Os pronomes demonstrativos indicam localização dos seres no tempo, no espaço e no discurso. Observando o uso da forma pronominal “esse”, presente na fala da personagem no segundo balão, percebemos que essa forma auxilia no estabelecimento do princípio de harmonia na relação texto/imagem, uma vez que faz referência
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[...]
Olha
Será que é uma estrela
Será que é mentira
Será que é comédia
Será que é divina
A vida da atriz
Se ela um dia despencar do céu
E se os pagantes exigirem bis
E se o arcanjo passar o chapéu
E se eu pudesse entrar na sua vida
Disponível em: <https://www.letra.mus.br/chico-buarque/45115/>. Acesso em: 11 abr. 2018.
Dadas as proposições sobre os versos de Chico Buarque,
I. O substantivo pagantes em “E se os pagantes exigirem bis” é coerente com a profissão da personagem, já que se trata de uma atriz. II. Uma figura de linguagem presente nesses versos e ligada, principalmente, ao ritmo é a anáfora. III. A expressão anafórica E se... encontra-se acompanhada de diferentes sujeitos que desempenham ações com significados diversos; entretanto, a impressão geral do contexto pode ser a de condição.
verifica-se que está(ão) correta(s)
Disponível em: <https://www.letra.mus.br/chico-buarque/45115/>. Acesso em: 11 abr. 2018.
Dadas as proposições sobre os versos de Chico Buarque,
I. O substantivo pagantes em “E se os pagantes exigirem bis” é coerente com a profissão da personagem, já que se trata de uma atriz. II. Uma figura de linguagem presente nesses versos e ligada, principalmente, ao ritmo é a anáfora. III. A expressão anafórica E se... encontra-se acompanhada de diferentes sujeitos que desempenham ações com significados diversos; entretanto, a impressão geral do contexto pode ser a de condição.
verifica-se que está(ão) correta(s)
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