Foram encontradas 85 questões.
Com relação aos cortes histológicos, pode-se afirmar que um micrômetro representa a milésima parte do milímetro ou a milionésima parte do metro.
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A dobra ou superposição de um segmento do tecido sobre outro dificulta a transparência dos tecidos à microscopia e é o resultado de mau uso do micrótomo rotativo de parafina.
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Chama-se de desbaste a técnica que permite cortar o bloco de parafina com tecidos inclusos, antes de colocá-lo no cassete, orientando, dessa forma, o plano de corte dos tecidos.
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Os cortes dos tecidos emblocados em parafina devem ser fixados na base do cassete plástico, que servirá de apoio de sustentação do bloco no micrótomo, permitindo a microtomia.
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O ponto de fusão da parafina está entre 50 e 57°C e o ponto de fulgor, acima de 90°C.
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O álcool ocupa o lugar da água, o xileno, o lugar do álcool e a parafina líquida e quente, o lugar do xileno — sequência que permite a inclusão dos tecidos para corte.
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A parafina é um derivado do petróleo miscível no xileno, apresentando, em sua fórmula química, hidrocarbonetos, sendo, entretanto, atóxica.
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A dificuldade de obtenção de fita com os cortes dos tecidos pode ser devida ao uso de parafina com concentração de xilol elevada durante o embebimento.
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A parafinização dos tecidos é obtida a quente, não se devendo exceder a temperatura de 60ºC sob pena de queimá-los.
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A clarificação dos tecidos resulta da sua desidratação quando submetidos a processamento em soluções aquosas prévias.
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