Foram encontradas 220 questões.
Na Antiga Roma, César fez uso de uma cifra de substituição simples, a qual consistia em se fazer um deslocamento de três posições para a direita nas letras do alfabeto. Utilizando a cifra de César, assinale a alternativa que contém a palavra cifrada correspondente a ROMA.
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- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: Array
- Fundamentos de ProgramaçãoVariáveis
- WebPHP
A linha de código echo $vetor[5]; do código php abaixo imprimirá o valor:
<?php
$vetor= array(1,2, 3, 4, 5, 6);
$vetor[5]=2*$vetor[0]+$vetor[5];
echo $vetor[5];
?>
$vetor= array(1,2, 3, 4, 5, 6);
$vetor[5]=2*$vetor[0]+$vetor[5];
echo $vetor[5];
?>
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O SESMT de uma empresa cujo grau de risco é 3 e possui 1200 empregados deverá contar com:
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Selecione a opção que trata de uma característica do Firewall.
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Assinale a alternativa que identifica os objetos de armazenamento de dados local do HTML 5.
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Em um sistema que controla a folha de pagamento de um time de futebol, a tabela JOGADORES; cujos campos são #ID, NOME e SALARIO; contém um identificador, o nome do jogador e os valores pagos em reais mensalmente para cada jogador. Atualmente, o sistema controla o pagamento de 25 jogadores. Assim, a consulta SQL, a seguir, se executada no MYSQL do sistema retornaria :
SELECT AVG(J.SALARIO)
FROM JOGADORES J;
FROM JOGADORES J;
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Considerando as descrições apresentadas abaixo, quais são os modelos 1, 2 e 3 respectivamente?
Modelo 1: Modelo baseado em papéis, em que as permissões de acesso são atribuídas a papéis e não a usuários.
Modelo 2: Baseia-se na ideia de que o proprietário do recurso deve determinar quais usuários têm acesso ao mesmo.
Modelo 3: Baseia-se em uma administração centralizada de segurança, na qual os usuários não podem alterar política existente.
Modelo 2: Baseia-se na ideia de que o proprietário do recurso deve determinar quais usuários têm acesso ao mesmo.
Modelo 3: Baseia-se em uma administração centralizada de segurança, na qual os usuários não podem alterar política existente.
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TEXTO 2
O relator da proposta de marco civil da internet (PL 2126/11), deputado Alessandro Molon (PT-RJ), comemorou o pedido de urgência constitucional para a tramitação do projeto, publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (11). Para ele, a iniciativa é uma resposta do governo às denúncias de espionagem por parte dos Estados Unidos.
O relator da proposta de marco civil da internet (PL 2126/11), deputado Alessandro Molon (PT-RJ), comemorou o pedido de urgência constitucional para a tramitação do projeto, publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (11). Para ele, a iniciativa é uma resposta do governo às denúncias de espionagem por parte dos Estados Unidos.
Com a urgência, a Câmara terá 45 dias para votar a proposta, que trancará a pauta do Plenário após esse prazo. “Não tenho dúvida de que o pedido de urgência tem relação com esse escândalo de espionagem. É uma resposta que a presidente Dilma [Rousseff] está dando a outras Nações, aos Estados Unidos em especial”, disse Molon.“O projeto está pronto para ser votado há mais de um ano, e não é mais aceitável que 100 milhões de internautas brasileiros continuem desprotegidos porque a Câmara não votou ainda o marco civil”, completou o relator.
O deputado reafirmou sua posição de que três pontos da proposta, considerados por ele como “pilares” do marco civil, são inegociáveis: neutralidade da rede, proteção à privacidade do usuário e garantia da liberdade de expressão. “Sobre esses pontos não há nenhuma mudança possível, a não ser para aperfeiçoar a redação”, afirmou.
(...)
A neutralidade da rede obriga os pacotes de dados a serem tratados de forma isonômica, sem distinção por conteúdo, origem, destino ou serviço. Isso significa, por exemplo, que um provedor de acesso não poderá diminuir a velocidade de aplicativos de vídeo ou de chamadas gratuitas.
Em relação à privacidade, a proposta proíbe os provedores de conexão de guardar os registros de acesso a aplicações de internet de seus usuários. Já os provedores de conteúdo poderão armazenar esses dados, mas somente para as finalidades para as quais forem coletadas – ou seja, para uso nos seus aplicativos.
Os provedores não poderão fornecer esses dados a terceiros, salvo mediante consentimento expresso do internauta. O usuário terá o direito de pedir a exclusão definitiva de dados pessoais fornecidos a determinado site depois de terminada a relação entre as partes.
Agência Câmara. Relator do marco civil
afirma que urgência é uma resposta a espionagem. 12/09/13. Disponível em: <http://edemocracia.camara.gov.br/web/marco-civil-dainternet/ noticias? p_p_id=33&p_p_lifecycle=0&p_p_state=normal&p_p_mode=view&p_p_col_id=column- 1&p_p_col_count=1#.UjNVYcakrMt>. Acesso em: 12/09/13.
Assinale a alternativa que apresenta a correta segmentação do vocábulo quanto a seus elementos mórficos.
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Um minerador trabalhou 30 anos na lavra de amianto, sendo acometido de uma doença profissional pela inalação do amianto denominada:
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TEXTO 2
O relator da proposta de marco civil da internet (PL 2126/11), deputado Alessandro Molon (PT-RJ), comemorou o pedido de urgência constitucional para a tramitação do projeto, publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (11). Para ele, a iniciativa é uma resposta do governo às denúncias de espionagem por parte dos Estados Unidos.
O relator da proposta de marco civil da internet (PL 2126/11), deputado Alessandro Molon (PT-RJ), comemorou o pedido de urgência constitucional para a tramitação do projeto, publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (11). Para ele, a iniciativa é uma resposta do governo às denúncias de espionagem por parte dos Estados Unidos.
Com a urgência, a Câmara terá 45 dias para votar a proposta, que trancará a pauta do Plenário após esse prazo. “Não tenho dúvida de que o pedido de urgência tem relação com esse escândalo de espionagem. É uma resposta que a presidente Dilma [Rousseff] está dando a outras Nações, aos Estados Unidos em especial”, disse Molon.“O projeto está pronto para ser votado há mais de um ano, e não é mais aceitável que 100 milhões de internautas brasileiros continuem desprotegidos porque a Câmara não votou ainda o marco civil”, completou o relator.
O deputado reafirmou sua posição de que três pontos da proposta, considerados por ele como “pilares” do marco civil, são inegociáveis: neutralidade da rede, proteção à privacidade do usuário e garantia da liberdade de expressão. “Sobre esses pontos não há nenhuma mudança possível, a não ser para aperfeiçoar a redação”, afirmou.
(...)
A neutralidade da rede obriga os pacotes de dados a serem tratados de forma isonômica, sem distinção por conteúdo, origem, destino ou serviço. Isso significa, por exemplo, que um provedor de acesso não poderá diminuir a velocidade de aplicativos de vídeo ou de chamadas gratuitas.
Em relação à privacidade, a proposta proíbe os provedores de conexão de guardar os registros de acesso a aplicações de internet de seus usuários. Já os provedores de conteúdo poderão armazenar esses dados, mas somente para as finalidades para as quais forem coletadas – ou seja, para uso nos seus aplicativos.
Os provedores não poderão fornecer esses dados a terceiros, salvo mediante consentimento expresso do internauta. O usuário terá o direito de pedir a exclusão definitiva de dados pessoais fornecidos a determinado site depois de terminada a relação entre as partes.
Agência Câmara. Relator do marco civil
afirma que urgência é uma resposta a espionagem. 12/09/13. Disponível em: <http://edemocracia.camara.gov.br/web/marco-civil-dainternet/ noticias? p_p_id=33&p_p_lifecycle=0&p_p_state=normal&p_p_mode=view&p_p_col_id=column- 1&p_p_col_count=1#.UjNVYcakrMt>. Acesso em: 12/09/13.
Segundo o autor do texto, é correto afirmar que:
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