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Em uma rede LAN óptica de 155 Mbps deve-se usar os seguintes elementos para obter a melhor relação custo-benefício:
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TEXTO 2
A indignação aparentemente sem objeto, levando a manifestações de massa espontâneas, sem liderança e sem organização, finalmente chegou ao Brasil. Surpreendente é que tardasse a chegar por aqui.
A indignação aparentemente sem objeto, levando a manifestações de massa espontâneas, sem liderança e sem organização, finalmente chegou ao Brasil. Surpreendente é que tardasse a chegar por aqui.
Esses levantes de indignação têm algumas características comuns e outras singulares, ligadas à conjuntura de cada país. Autocracia aqui, crise econômica ali, corrupção acolá. Muitas vezes um tanto de tudo isso junto. Em comum, têm a espontaneidade, o uso das redes sociais para alastrar a convocação e a articulação das manifestações, a insatisfação, a desconfiança, a ausência de lideranças e os alvos múltiplos: poder, imprensa, empresas. De todos se diz que não têm um objeto claro. Não têm mesmo, eles refletem pautas fragmentadas de sociedades fragmentadas. As pessoas não se juntam porque seguem liderança coletiva, ou para demandar itens de uma pauta coletivamente acordada em algum espaço institucionalizado. Vão para as ruas por contágio. O espaço público se transforma em um palco onde pautas singularizadas promovem encontros espontâneos e transitórios entre indivíduos movidos por sentimentos, valores e visões diferentes. Essa individualização do movimento de massas desconcerta e espanta.
(...)
Eles se colocam por fora e por cima dos governos, dos partidos e das outras instituições de representação ou agregação de interesses organizadas. Todos se oligarquizaram, criaram barreiras à entrada e impuseram pautas autoconcebidas a pessoas cada vez mais descrentes e mais individualizadas.
Um dos pontos que impressiona é que aparentemente a reação social parece, às vezes, desproporcional à sua motivação aparente. Não existe essa contrariedade. São muitas as motivações. Algo como micro-ofensas que provocam macrorreações. A soma de indignações individualizadas se transforma em um tsunami arrasador de protestos.
Evidentemente que as tarifas de ônibus foram e não foram causa da sublevação que ocupa as ruas das principais cidades brasileiras. Qualquer aumento de preços, com a inflação em alta e preços essenciais, como os dos alimentos e dos serviços básicos subindo acima da média, provoca desconforto e irritação. Algumas pessoas talvez se lembrem que o governo atrasou o reajuste de tarifas, marcado para janeiro, para “segurar” a inflação. E que acabou autorizando-o em momento ainda pior, por imperícia e pela inevitável aceleração dos preços diante da inércia da política econômica, excessivamente tolerante com a inflação sempre no topo da meta. O atraso não surtiu efeito algum, a elevação fora do tempo só piorou as coisas.
Não é só a tarifa do ônibus, o preço do pão francês ou do tomate. Tem o engarrafamento. O ônibus, o trem e o metrô lotados. A desatenção dos prestadores de serviços. Tem o sistema de saúde que não funciona. O pronto-socorro atulhado, a fila das cirurgias, todas urgentes e atrasadas. A escola aos frangalhos, os professores desmotivados. O desemprego de jovens mais que o dobro do desemprego médio. Tem o político sem reputação ou escrúpulo mandando e desmandando, impune e imune à rejeição majoritária. O marketing mentiroso, público e privado. O estádio superfaturado e de desenho mais elitista. As decisões ou ameaças de decisões ao avesso da opinião dominante na sociedade. O fastio com a corrupção impune. O desencanto com políticos que eram portadores da esperança de mudança e deram os braços aos oligarcas de sempre. Enfim, motivo para indignação há de sobra, há muito tempo.
(...)
O melhor cenário é que da reiteração dessas manifestações surjam novos tipos de liderança e novas formas de identidade entre indivíduos com autonomia e coletividade, ou sentido de coletividade. Que da força da indignação social venha a mudança real. E que a conjugação entre novas lideranças e novas identidades coletivas dê rumo e objeto mais direto e concreto à mudança.
ABRANCHES, Sérgio. O “Vem para a rua” é sem lenço e
sem documento. Análise, 19/06/2013. Adaptado. Disponível em <http://www.ecopolitica.com.br>. Acesso em 02 out. 2013.
Assinale a alternativa cuja palavra é dividida em sílabas com base no mesmo critério da divisão silábica da palavra “meio”.
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Qual dos seguintes itens identificam os cuidados básicos que o técnico em telefonia deve ter durante a instalação de um cabo qualquer?
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TEXTO 2
A indignação aparentemente sem objeto, levando a manifestações de massa espontâneas, sem liderança e sem organização, finalmente chegou ao Brasil. Surpreendente é que tardasse a chegar por aqui.
A indignação aparentemente sem objeto, levando a manifestações de massa espontâneas, sem liderança e sem organização, finalmente chegou ao Brasil. Surpreendente é que tardasse a chegar por aqui.
Esses levantes de indignação têm algumas características comuns e outras singulares, ligadas à conjuntura de cada país. Autocracia aqui, crise econômica ali, corrupção acolá. Muitas vezes um tanto de tudo isso junto. Em comum, têm a espontaneidade, o uso das redes sociais para alastrar a convocação e a articulação das manifestações, a insatisfação, a desconfiança, a ausência de lideranças e os alvos múltiplos: poder, imprensa, empresas. De todos se diz que não têm um objeto claro. Não têm mesmo, eles refletem pautas fragmentadas de sociedades fragmentadas. As pessoas não se juntam porque seguem liderança coletiva, ou para demandar itens de uma pauta coletivamente acordada em algum espaço institucionalizado. Vão para as ruas por contágio. O espaço público se transforma em um palco onde pautas singularizadas promovem encontros espontâneos e transitórios entre indivíduos movidos por sentimentos, valores e visões diferentes. Essa individualização do movimento de massas desconcerta e espanta.
(...)
Eles se colocam por fora e por cima dos governos, dos partidos e das outras instituições de representação ou agregação de interesses organizadas. Todos se oligarquizaram, criaram barreiras à entrada e impuseram pautas autoconcebidas a pessoas cada vez mais descrentes e mais individualizadas.
Um dos pontos que impressiona é que aparentemente a reação social parece, às vezes, desproporcional à sua motivação aparente. Não existe essa contrariedade. São muitas as motivações. Algo como micro-ofensas que provocam macrorreações. A soma de indignações individualizadas se transforma em um tsunami arrasador de protestos.
Evidentemente que as tarifas de ônibus foram e não foram causa da sublevação que ocupa as ruas das principais cidades brasileiras. Qualquer aumento de preços, com a inflação em alta e preços essenciais, como os dos alimentos e dos serviços básicos subindo acima da média, provoca desconforto e irritação. Algumas pessoas talvez se lembrem que o governo atrasou o reajuste de tarifas, marcado para janeiro, para “segurar” a inflação. E que acabou autorizando-o em momento ainda pior, por imperícia e pela inevitável aceleração dos preços diante da inércia da política econômica, excessivamente tolerante com a inflação sempre no topo da meta. O atraso não surtiu efeito algum, a elevação fora do tempo só piorou as coisas.
Não é só a tarifa do ônibus, o preço do pão francês ou do tomate. Tem o engarrafamento. O ônibus, o trem e o metrô lotados. A desatenção dos prestadores de serviços. Tem o sistema de saúde que não funciona. O pronto-socorro atulhado, a fila das cirurgias, todas urgentes e atrasadas. A escola aos frangalhos, os professores desmotivados. O desemprego de jovens mais que o dobro do desemprego médio. Tem o político sem reputação ou escrúpulo mandando e desmandando, impune e imune à rejeição majoritária. O marketing mentiroso, público e privado. O estádio superfaturado e de desenho mais elitista. As decisões ou ameaças de decisões ao avesso da opinião dominante na sociedade. O fastio com a corrupção impune. O desencanto com políticos que eram portadores da esperança de mudança e deram os braços aos oligarcas de sempre. Enfim, motivo para indignação há de sobra, há muito tempo.
(...)
O melhor cenário é que da reiteração dessas manifestações surjam novos tipos de liderança e novas formas de identidade entre indivíduos com autonomia e coletividade, ou sentido de coletividade. Que da força da indignação social venha a mudança real. E que a conjugação entre novas lideranças e novas identidades coletivas dê rumo e objeto mais direto e concreto à mudança.
ABRANCHES, Sérgio. O “Vem para a rua” é sem lenço e
sem documento. Análise, 19/06/2013. Adaptado. Disponível em <http://www.ecopolitica.com.br>. Acesso em 02 out. 2013.
De acordo com o texto, é correto afirmar que, em relação às manifestações, o autor espera que:
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Sobre amperímetros é correto afirmar que
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O patch panel é um equipamento que possui em sua estrutura os conectores:
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Com relação aos parâmetros fundamentais de antenas é correto afirmar:
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Devido a padronização internacional, a Telebrás adotou o padrão de tomada e conector para os circuitos telefônicos:
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A figura abaixo mostra o rótulo de uma fonte de alimentação. Qual a potência máxima fornecida por essa fonte?
| AC INPUT | VOLTAGEM 115/230V | CURRENTE 10A/6A | FREQUENCY 60/50hZ | ||||||
| MAX DC OUTPUT | +3,3V | +5V | +12V1 | +12V2 | -12V | +5VSB | BLK | GRN | GRY |
| 22A | 16A | 15A | 16A | 0.8A | 2.5A | COM | PS-ON | PG | |
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A indignação aparentemente sem objeto, levando a manifestações de massa espontâneas, sem liderança e sem organização, finalmente chegou ao Brasil. Surpreendente é que tardasse a chegar por aqui.
A indignação aparentemente sem objeto, levando a manifestações de massa espontâneas, sem liderança e sem organização, finalmente chegou ao Brasil. Surpreendente é que tardasse a chegar por aqui.
Esses levantes de indignação têm algumas características comuns e outras singulares, ligadas à conjuntura de cada país. Autocracia aqui, crise econômica ali, corrupção acolá. Muitas vezes um tanto de tudo isso junto. Em comum, têm a espontaneidade, o uso das redes sociais para alastrar a convocação e a articulação das manifestações, a insatisfação, a desconfiança, a ausência de lideranças e os alvos múltiplos: poder, imprensa, empresas. De todos se diz que não têm um objeto claro. Não têm mesmo, eles refletem pautas fragmentadas de sociedades fragmentadas. As pessoas não se juntam porque seguem liderança coletiva, ou para demandar itens de uma pauta coletivamente acordada em algum espaço institucionalizado. Vão para as ruas por contágio. O espaço público se transforma em um palco onde pautas singularizadas promovem encontros espontâneos e transitórios entre indivíduos movidos por sentimentos, valores e visões diferentes. Essa individualização do movimento de massas desconcerta e espanta.
(...)
Eles se colocam por fora e por cima dos governos, dos partidos e das outras instituições de representação ou agregação de interesses organizadas. Todos se oligarquizaram, criaram barreiras à entrada e impuseram pautas autoconcebidas a pessoas cada vez mais descrentes e mais individualizadas.
Um dos pontos que impressiona é que aparentemente a reação social parece, às vezes, desproporcional à sua motivação aparente. Não existe essa contrariedade. São muitas as motivações. Algo como micro-ofensas que provocam macrorreações. A soma de indignações individualizadas se transforma em um tsunami arrasador de protestos.
Evidentemente que as tarifas de ônibus foram e não foram causa da sublevação que ocupa as ruas das principais cidades brasileiras. Qualquer aumento de preços, com a inflação em alta e preços essenciais, como os dos alimentos e dos serviços básicos subindo acima da média, provoca desconforto e irritação. Algumas pessoas talvez se lembrem que o governo atrasou o reajuste de tarifas, marcado para janeiro, para “segurar” a inflação. E que acabou autorizando-o em momento ainda pior, por imperícia e pela inevitável aceleração dos preços diante da inércia da política econômica, excessivamente tolerante com a inflação sempre no topo da meta. O atraso não surtiu efeito algum, a elevação fora do tempo só piorou as coisas.
Não é só a tarifa do ônibus, o preço do pão francês ou do tomate. Tem o engarrafamento. O ônibus, o trem e o metrô lotados. A desatenção dos prestadores de serviços. Tem o sistema de saúde que não funciona. O pronto-socorro atulhado, a fila das cirurgias, todas urgentes e atrasadas. A escola aos frangalhos, os professores desmotivados. O desemprego de jovens mais que o dobro do desemprego médio. Tem o político sem reputação ou escrúpulo mandando e desmandando, impune e imune à rejeição majoritária. O marketing mentiroso, público e privado. O estádio superfaturado e de desenho mais elitista. As decisões ou ameaças de decisões ao avesso da opinião dominante na sociedade. O fastio com a corrupção impune. O desencanto com políticos que eram portadores da esperança de mudança e deram os braços aos oligarcas de sempre. Enfim, motivo para indignação há de sobra, há muito tempo.
(...)
O melhor cenário é que da reiteração dessas manifestações surjam novos tipos de liderança e novas formas de identidade entre indivíduos com autonomia e coletividade, ou sentido de coletividade. Que da força da indignação social venha a mudança real. E que a conjugação entre novas lideranças e novas identidades coletivas dê rumo e objeto mais direto e concreto à mudança.
ABRANCHES, Sérgio. O “Vem para a rua” é sem lenço e
sem documento. Análise, 19/06/2013. Adaptado. Disponível em <http://www.ecopolitica.com.br>. Acesso em 02 out. 2013.
A partir da opinião do autor em relação às manifestações, é correto inferir que ele:
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