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Marque a alternativa que contém a série correta de sinônimos.
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Sobre os dispositivos de mensuração de força, marque o item correto.
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TEXTO 2
A indignação aparentemente sem objeto, levando a manifestações de massa espontâneas, sem liderança e sem organização, finalmente chegou ao Brasil. Surpreendente é que tardasse a chegar por aqui.
A indignação aparentemente sem objeto, levando a manifestações de massa espontâneas, sem liderança e sem organização, finalmente chegou ao Brasil. Surpreendente é que tardasse a chegar por aqui.
Esses levantes de indignação têm algumas características comuns e outras singulares, ligadas à conjuntura de cada país. Autocracia aqui, crise econômica ali, corrupção acolá. Muitas vezes um tanto de tudo isso junto. Em comum, têm a espontaneidade, o uso das redes sociais para alastrar a convocação e a articulação das manifestações, a insatisfação, a desconfiança, a ausência de lideranças e os alvos múltiplos: poder, imprensa, empresas. De todos se diz que não têm um objeto claro. Não têm mesmo, eles refletem pautas fragmentadas de sociedades fragmentadas. As pessoas não se juntam porque seguem liderança coletiva, ou para demandar itens de uma pauta coletivamente acordada em algum espaço institucionalizado. Vão para as ruas por contágio. O espaço público se transforma em um palco onde pautas singularizadas promovem encontros espontâneos e transitórios entre indivíduos movidos por sentimentos, valores e visões diferentes. Essa individualização do movimento de massas desconcerta e espanta.
(...)
Eles se colocam por fora e por cima dos governos, dos partidos e das outras instituições de representação ou agregação de interesses organizadas. Todos se oligarquizaram, criaram barreiras à entrada e impuseram pautas autoconcebidas a pessoas cada vez mais descrentes e mais individualizadas.
Um dos pontos que impressiona é que aparentemente a reação social parece, às vezes, desproporcional à sua motivação aparente. Não existe essa contrariedade. São muitas as motivações. Algo como micro-ofensas que provocam macrorreações. A soma de indignações individualizadas se transforma em um tsunami arrasador de protestos.
Evidentemente que as tarifas de ônibus foram e não foram causa da sublevação que ocupa as ruas das principais cidades brasileiras. Qualquer aumento de preços, com a inflação em alta e preços essenciais, como os dos alimentos e dos serviços básicos subindo acima da média, provoca desconforto e irritação. Algumas pessoas talvez se lembrem que o governo atrasou o reajuste de tarifas, marcado para janeiro, para “segurar” a inflação. E que acabou autorizando-o em momento ainda pior, por imperícia e pela inevitável aceleração dos preços diante da inércia da política econômica, excessivamente tolerante com a inflação sempre no topo da meta. O atraso não surtiu efeito algum, a elevação fora do tempo só piorou as coisas.
Não é só a tarifa do ônibus, o preço do pão francês ou do tomate. Tem o engarrafamento. O ônibus, o trem e o metrô lotados. A desatenção dos prestadores de serviços. Tem o sistema de saúde que não funciona. O pronto-socorro atulhado, a fila das cirurgias, todas urgentes e atrasadas. A escola aos frangalhos, os professores desmotivados. O desemprego de jovens mais que o dobro do desemprego médio. Tem o político sem reputação ou escrúpulo mandando e desmandando, impune e imune à rejeição majoritária. O marketing mentiroso, público e privado. O estádio superfaturado e de desenho mais elitista. As decisões ou ameaças de decisões ao avesso da opinião dominante na sociedade. O fastio com a corrupção impune. O desencanto com políticos que eram portadores da esperança de mudança e deram os braços aos oligarcas de sempre. Enfim, motivo para indignação há de sobra, há muito tempo.
(...)
O melhor cenário é que da reiteração dessas manifestações surjam novos tipos de liderança e novas formas de identidade entre indivíduos com autonomia e coletividade, ou sentido de coletividade. Que da força da indignação social venha a mudança real. E que a conjugação entre novas lideranças e novas identidades coletivas dê rumo e objeto mais direto e concreto à mudança.
ABRANCHES, Sérgio. O “Vem para a rua” é sem lenço e
sem documento. Análise, 19/06/2013. Adaptado. Disponível em <http://www.ecopolitica.com.br>. Acesso em 02 out. 2013.
Assinale a alternativa cuja palavra é dividida em sílabas com base no mesmo critério da divisão silábica da palavra “meio”.
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TEXTO 1
LER ROMANCES TORNA VOCÊ UMA PESSOA MELHOR. Deixa você com a cabeça mais aberta, sem preconceitos.
Foi o que concluiu um grupo de pesquisadores da Universidade de Toronto. Eles dividiram 100 pessoas em dois grupos: um deles teve de ler histórias de ficção, de autores como Wallace Stegner e Jean Stafford, enquanto outros leram ensaios sobre ciência, beleza, literatura ou comportamento (de autores como Freud ou Burroughs).
Depois, todos passaram por testes psicológicos para medir quanto gostavam (e precisavam) de certezas e estabilidade. Tiveram de dizer, por exemplo, se concordam pouco, muito ou nada com afirmações do tipo “eu não gosto de situações incertas” e “eu desgosto de questões que têm várias respostas diferentes”. E, olha só, quem havia lido os romances parecia mais aberto à ambiguidade e incertezas.
É que ler romances faz você entrar num outro mundo – e abre sua cabeça. Aí você conhece e questiona outras realidades, mas sem a necessidade de tomar decisões, de ter certezas sobre questões polêmicas. “O leitor pode até pensar como pessoas que ele nem gosta...”, explica MajaDjikic, autor da pesquisa. “O leitor pensa através de outros eventos, sem se preocupar com urgência e permanência, e, então, pensa de jeitos diferentes do que até ele mesmo está acostumado a pensar – e isso produz um efeito que abre sua mente”, conclui.
CASTRO, Carol. Ciência maluca. Superinteressante. 04/10/2013. Disponível em <http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/ler-romances-torna-voce-uma-pessoa-melhor/>. Acesso em 08 out. 2013.
TEXTO 2
PESSOAS QUE LEEM SÃO MAIS LEGAIS
Pesquisadores da Universidade de Washington e Lee (EUA) constataram esse efeito com um teste bem simples: colocaram voluntários para ler uma história bem curtinha, fizeram algumas perguntas para identificar o quanto cada um tinha curtido o que leu e aí derrubaram, sem querer querendo, um monte de canetas no chão. O estudo conta que, quanto mais “transportadas” para dentro da história as pessoas tinham sido, maiores eram as chances de levantarem o bumbum da cadeira para ajudar a recolher as canetas.
A explicação da pesquisa é que, quando lemos algo que realmente mexe com a gente, criamos empatia pelos personagens da história — e quanto maior essa empatia, mais propenso a gente fica a ser bacana com os outros na vida real.
PERIN, Thiago. Ciência maluca. Superinteressante.
26/03/2012. Disponível em <http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/pessoas-que-leem-sao-mais-legais/>. Acesso em 08 out. 2013.
Da leitura dos textos 1 e 2, é correto afirmar que ambos:
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Qual o tamanho 8 sem limpeza de um papel com dimensões de 87cm x 114cm?
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O valor médio do diâmetro de partículas esféricas analisadas por microscopia eletrônica pode ser obtido através da análise da imagem adquirida no microscópio. Esse valor é calculado por qual dos métodos descritos abaixo?
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Um corpo pesa 5,0 N quando pesado no ar e pesa 3,5 N quando pesado totalmente mergulhado na água, como mostra a figura. Sabendo que a densidade da água é 1g/cm3 e que g = 10 m/s2, determine o volume do corpo.

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Indique a opção correta quanto ao agente inalante que pode ser usado na execução de eutanásia desde que seguidas as diretrizes corretas
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Qual dos seguintes itens identificam os cuidados básicos que o técnico em telefonia deve ter durante a instalação de um cabo qualquer?
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Na microscopia eletrônica de transmissão, as imagens de campo claro e de campo escuro são obtidas utilizando-se, respectivamente, quais tipos de elétrons que interagiram com a amostra?
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