Considerando as relações de coesão e coerência estabelecidas pelo texto, é correto afirmar que, no plano
conotativo, “homens" (linha 31, antes de “esmagarem") equivale a:
Considerando que o enunciador da crônica diz que “As inhas não moram mais aqui. Foram para o
espaço, sozinhas” (linhas 28-29) e, simultaneamente, diz que “As boazinhas não têm defeitos. Não têm
atitude. Conformam-se com a coadjuvância” (linhas 24-25), é correto concluir que um posicionamento
coerente com o valor desses enunciados no texto é o de que o perfil de mulher boazinha:
No primeiro parágrafo, os períodos iniciados por “Diga” (linha 02), “Diga” (linha 03) e “Fale” (linha 04) têm
como função justificar a tese de que “mulher adora que verbalizem seus atributos” (linha 02). A
estratégia utilizada pelo enunciador, em tal justificativa, consiste em:
O uso das formas verbais sublinhadas em “Aceita encomendas de doces, contribui para a igreja, cuida
dos sobrinhos nos finais de semana” (linhas 11-12) tem como função assinalar:
O aposto circunstancial de causa indica, em relação ao núcleo nominal a que está subordinado, uma
relação causal. Por exemplo, no período “Paulo, amigo, tirou João da dificuldade”, tem-se que o aposto
“amigo” atribui uma qualidade ao sujeito (“Paulo”) que é, ela mesma, a causa para a realização do
processo revelado pelo predicado.
Com base nessa informação, é correto afirmar que a sequência classificada como aposto
circunstancial de causa é:
A forma verbal “Tivesse” (linha 34), para que se mantenham a classificação da oração subordinada
adverbial de que faz parte e o sentido original do enunciado em que se encontra, pode ser substituída por: