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- Hidráulica e HidrologiaHidráulica na Engenharia Civil
- Instalações em Engenharia CivilInstalações Hidrosanitárias
Para o dimensionamento de uma rede hidráulica de distribuição, as vazões dos ramais e sub-ramais
são obtidas a partir da relação entre os pesos relativos, obtidos empiricamente e as vazões de projeto.
Além disso, são levados em conta os fatores relativos às perdas de cargas, para o correto
dimensionamento das tubulações e peças hidráulicas, garantindo assim um funcionamento eficiente e
satisfatório das instalações. Sobre os diferentes aspectos relativos ao dimensionamento e as perdas de
carga, é correto afirmar-se que:
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A NBR 12693, assim como a NR 23 do Ministério do Trabalho, classificam os tipos de incêndio em
diferentes classes, de acordo com a queima de cada material, ou seja, o combustível que causa o
incêndio, ao mesmo tempo, especifica o tipo de extintor, cujo uso é permitido para o incêndio
específico. Marque a alternativa que estabelece a relação correta entre a classe de incêndio e o
extintor.
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Com a chegada do caminhão na obra deve-se verificar se o concreto que está sendo entregue está de
acordo com o pedido. Depois de o concreto ser aceito pelo ensaio de abatimento, ou Slump, deve-se
coletar uma amostra representativa para o ensaio de resistência, que deve seguir as especificações das
normas brasileiras. O engenheiro fiscal de obras deve conhecer os requisitos e cuidados para a
obtenção dessa amostra. Sobre essas especificações e procedimentos, assinale a alternativa correta.
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O conceito de fator de segurança encontra-se na base dos cálculos da estabilidade dos taludes, sejam
eles finitos ou infinitos. Tem como base o critério de ruptura de Coulumb, representando um resultado
prático e objetivo na avaliação do movimento potencial de uma massa de solo ou de rocha. Deseja-se
calcular o fator de segurança de um talude infinito, a partir de uma determinada profundidade e
condições de sua geometria. A partir dos dados a seguir apresentados, calcule o fator de segurança
procurado.
Dados:
Solo: Areno argiloso;
γ – peso específico do solo (kN/m3);
c – coesão do solo (kN/m2);
ϕ – ângulo de atrito interno (º);
z – profundidade da provável superfície de deslizamento (m);
i – ângulo da superfície provável de deslizamento (º);
Valores:
γ = 19,00;
c = 5,00;
ϕ = 32,5º ;
z = 6,00;
i = 30,0º ;
sen i = 0,50;
cos i = 0,86;
tg ϕ = 0,63;
FS = 2,00;
Fórmulas:
FS = [c + (γ*z*cos2 i*tg ϕ)]/(γ*Z*cosi*seni);
Dados:
Solo: Areno argiloso;
γ – peso específico do solo (kN/m3);
c – coesão do solo (kN/m2);
ϕ – ângulo de atrito interno (º);
z – profundidade da provável superfície de deslizamento (m);
i – ângulo da superfície provável de deslizamento (º);
Valores:
γ = 19,00;
c = 5,00;
ϕ = 32,5º ;
z = 6,00;
i = 30,0º ;
sen i = 0,50;
cos i = 0,86;
tg ϕ = 0,63;
FS = 2,00;
Fórmulas:
FS = [c + (γ*z*cos2 i*tg ϕ)]/(γ*Z*cosi*seni);
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- Geotecnia
- Hidráulica e HidrologiaHidráulica na Engenharia Civil
- Projeto e Execução de Rodovias e FerroviasDrenagem
Para garantir a estabilidade de muros de arrimo e outros tipos de contenção, faz-se necessário analisar
e calcular a resistência desses elementos, solicitados pelo empuxo de terra. Um dos fatores a analisar
se refere à resistência ao tombamento. A partir do projeto de um muro de arrimo em concreto armado
por flexão, deseja-se saber se o mesmo oferece segurança e estabilidade ao esforço de tombamento.
Suponha que o elemento contará com dispositivo de drenagem, não sendo necessário o cálculo de sua
estabilidade ao empuxo hidráulico. A partir dos dados a seguir apresentados, calcule o fator de segurança
do muro, ao tombamento. Na sequência, marque a alternativa correta.
Dados:
Solo: Argilo siltoso;
γ – peso específico do solo (kN/m3);
γ’ – peso específico do solo saturado (kN/m3);
ϕ – ângulo de atrito interno do solo (º);
Muro tem seção retangular;
b – largura da sapata do muro (m);
bU – distância entre a extremidade da sapata e o paramento do muro;
b0 – largura do paramento do muro (m);
bS – largura do setor interno da sapata (m);
H – altura do paramento do muro (m);
h – altura da sapata do muro (m);
Ka – coeficiente de empuxo ativo;
KP – coeficiente de empuxo passivo;
γb – peso específico do concreto armado (kN/m3);
Ma – momento de tombamento (kN.m);
MP – momento devido ao empuxo passivo (kN.m);
Mb – momento devido ao peso próprio do muro (kN.m);
Ms – momento devido à parcela de solo sobre a sapata (kN.m);
F – fator de segurança;
Valores:
γ = 18,00;
γ’ = 8,00;
γb = 25,00;
ϕ = 27,5º;
Ka = 0,60;
kP = 1,65;
bU = 1,20;
b0 = 0,50;
bS = 1,80;
b = 3,50;
H = 4,00;
h = 0,40;
Fórmulas:
Ea = [Ka*(γ*H2 )/2];
EP = [KP*(γ*h2 )/2];
Ma = (Ea*H/3);
MP = (EP*h/3);
Mb (paramento) = (γb*b0/2);
Mb (sapata) = (γb*b/2);
Ms = [γ*(bS/2+b0+bu)];
b = bU + b0 + bs ;
Resistência ao tombamento:
F = (MP + ΣMb + Ms)/Ma > 2,00.
Dados:
Solo: Argilo siltoso;
γ – peso específico do solo (kN/m3);
γ’ – peso específico do solo saturado (kN/m3);
ϕ – ângulo de atrito interno do solo (º);
Muro tem seção retangular;
b – largura da sapata do muro (m);
bU – distância entre a extremidade da sapata e o paramento do muro;
b0 – largura do paramento do muro (m);
bS – largura do setor interno da sapata (m);
H – altura do paramento do muro (m);
h – altura da sapata do muro (m);
Ka – coeficiente de empuxo ativo;
KP – coeficiente de empuxo passivo;
γb – peso específico do concreto armado (kN/m3);
Ma – momento de tombamento (kN.m);
MP – momento devido ao empuxo passivo (kN.m);
Mb – momento devido ao peso próprio do muro (kN.m);
Ms – momento devido à parcela de solo sobre a sapata (kN.m);
F – fator de segurança;
Valores:
γ = 18,00;
γ’ = 8,00;
γb = 25,00;
ϕ = 27,5º;
Ka = 0,60;
kP = 1,65;
bU = 1,20;
b0 = 0,50;
bS = 1,80;
b = 3,50;
H = 4,00;
h = 0,40;
Fórmulas:
Ea = [Ka*(γ*H2 )/2];
EP = [KP*(γ*h2 )/2];
Ma = (Ea*H/3);
MP = (EP*h/3);
Mb (paramento) = (γb*b0/2);
Mb (sapata) = (γb*b/2);
Ms = [γ*(bS/2+b0+bu)];
b = bU + b0 + bs ;
Resistência ao tombamento:
F = (MP + ΣMb + Ms)/Ma > 2,00.
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Para a execução de instalações hidráulicas de água fria, em edificações, uma série de diretrizes gerais
e orientações devem ser estabelecidas, para a sua perfeita obtenção, garantindo-se a fixação das
tubulações nos maciços de alvenaria e sua harmonização com as peças da estrutura em concreto
armado. Dentre as alternativas a seguir, marque a correta.
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Quando a sondagem SPT atingir rocha ou camada impenetrável à percussão, como um solo de
alteração de rocha, pode ser nela interrompida. Nesses casos, antes de prosseguir com a sondagem
rotativa deve-se analisar basicamente se a sondagem à percussão, até a camada impenetrável do solo
sondado é conclusiva para absorver as cargas induzidas oriundas do elemento construtivo que se pretende
executar. Desta forma, muito frequentemente, necessita-se prosseguir o processo de sondagem através da
chamada sondagem rotativa, que consiste na utilização de um equipamento mecanizado, com hastes,
coroa de corte adiamantada e barrilete amostrador. Através de forças de rotação e penetração ele atua
com poder cortante e obtém amostras de materiais rochosos em formato cilíndrico, também
denominadas testemunhos. Com base nos testemunhos, informações importantes sobre o substrato
rochoso, em estudo, são obtidas, como o grau de alteração, o grau de fraturamento e o IQR – Índice de
Qualidade da Rocha. Na fase de coleta das amostras, durante a execução das sondagens, pode-se
avaliar a qualidade do maciço rochoso, por um número chamado percentagem de recuperação do
testemunho, que nos indicará o IQR da rocha. A percentagem de recuperação é definida como a razão
entre o comprimento do testemunho recuperado e o comprimento do trecho perfurado. De acordo com
os dados a seguir, calcule o IRQ da rocha e sua classificação. Em seguida, marque a alternativa correta.
Dados:
Alteração de rocha – Gnaisse;
Equipamento sistema DCDMA – Americano:
Coroa tipo NX;
Diâmetro da coroa – 76,5mm;
Diâmetro do testemunho – 54,00mm;
L – comprimento do testemunho (cm);
H – comprimento do trecho perfurado (cm);
Valores:
L = 152cm;
H = 200cm;
Fórmulas:
IQR(%) = (L/H)*100;
Classificação da Qualidade da Rocha:

Dados:
Alteração de rocha – Gnaisse;
Equipamento sistema DCDMA – Americano:
Coroa tipo NX;
Diâmetro da coroa – 76,5mm;
Diâmetro do testemunho – 54,00mm;
L – comprimento do testemunho (cm);
H – comprimento do trecho perfurado (cm);
Valores:
L = 152cm;
H = 200cm;
Fórmulas:
IQR(%) = (L/H)*100;
Classificação da Qualidade da Rocha:

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A carbonatação do concreto é uma patologia desencadeada a partir de um composto químico comum,
presente nas grandes cidades, particularmente pelo excesso de poluição atmosférica. O processo
costuma ocorrer diferentes tipos de estruturas em concreto armado, em viadutos e edifícios, por
exemplo, e decorre de fissuras que permitem a entrada de água no interior das peças estruturais. Sobre
o processo de carbonatação em estruturas de concreto é correto afirmar:
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O ensaio de cisalhamento direto (Direct Shear Test) consiste na determinação da resistência ao corte
(cisalhamento) de uma amostra de solo drenado. O equipamento para a realização do ensaio de
cisalhamento direto tem como propósito determinar os parâmetros de coesão do solo e ângulo de
atrito interno. Com os resultados é possível construir a reta de Coulomb, onde são marcados os pontos
de tensão de compressão no eixo das abcissas e de tensão de cisalhamento no eixo das ordenadas. A
partir dos dados, e dos pontos obtidos em um ensaio de cisalhamento direto, determine o valor da
coesão e do ângulo de atrito interno de uma amostra de solo coesivo. Em seguida marque a opção com
os valores obtidos:
Dados:
Solo areno argiloso – coesivo;
T - tensão de cisalhamento – (kpa);
σ – tensão de compressão – (kpa);
ϕ – ângulo de atrito interno do solo – (º);
c – coesão – (kpa);
Valores:
Fórmulas:
Equação de Coulomb:
T = c+(σ*tgϕ);
Equação da reta do ensaio:
[(σ2*T1)+(T2*σ0)+(σ1*T0)] – [(σ0*T1)+(T0*σ2)+(σ1*T2)]=0;
Dados:
Solo areno argiloso – coesivo;
T - tensão de cisalhamento – (kpa);
σ – tensão de compressão – (kpa);
ϕ – ângulo de atrito interno do solo – (º);
c – coesão – (kpa);
Valores:
Fórmulas:
Equação de Coulomb:
T = c+(σ*tgϕ);
Equação da reta do ensaio:
[(σ2*T1)+(T2*σ0)+(σ1*T0)] – [(σ0*T1)+(T0*σ2)+(σ1*T2)]=0;
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De maneira geral, os furos têm dimensões pequenas em relação ao elemento estrutural, enquanto as
aberturas não. Um conjunto de furos muito próximos deve ser tratado como uma abertura. O item
13.2.5.1 da NBR 6118 trata da execução de furos que atravessam vigas na direção de sua largura. Em
qualquer caso, a distância mínima de um furo à face mais próxima da viga deve ser no mínimo igual a
5 cm e duas vezes o cobrimento previsto para essa face. A seção remanescente nessa região, tendo
sido descontada a área ocupada pelo furo, deve ser capaz de resistir aos esforços previstos no cálculo,
além de permitir uma boa concretagem. Para dispensa da verificação, devem ser respeitadas
simultaneamente diversas condições. Entre as alternativas abaixo marque a correta, para uma dessas
condições.
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