Foram encontradas 50 questões.
Uma Equipe de Saúde da Família atua em território que inclui uma comunidade quilombola
reconhecida. A análise do território revela maior incidência de hipertensão arterial, óbitos evitáveis
por condições sensíveis à Atenção Primária e baixa adesão ao acompanhamento pré-natal. Durante
a escuta qualificada da comunidade, emergem relatos de experiências de racismo institucional,
dificuldade de acesso oportuno aos serviços e desconsideração de saberes tradicionais no cuidado.
Considerando os princípios do SUS, a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) e os atributos da Atenção Primária à Saúde, qual a estratégia mais adequada para reorganização do cuidado nesse contexto?
Considerando os princípios do SUS, a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) e os atributos da Atenção Primária à Saúde, qual a estratégia mais adequada para reorganização do cuidado nesse contexto?
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Uma Secretaria Municipal de Saúde identifica aumento progressivo de internações por condições
sensíveis à Atenção Primária (ICSAP) em um território coberto por três Equipes de Saúde da
Família. Apesar de boa cobertura populacional, observam-se falhas na coordenação do cuidado,
baixa adesão dos usuários às ações programáticas e conflitos frequentes entre profissionais e
gestão local. Diante desse cenário, a gestão decide adotar o Planejamento Situacional em Saúde,
conforme a abordagem de Carlos Matus, para reorganizar as ações no território.
Considerando os fundamentos do Planejamento Situacional, qual das ações melhor expressa uma ação compatível com essa metodologia?
Considerando os fundamentos do Planejamento Situacional, qual das ações melhor expressa uma ação compatível com essa metodologia?
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Um homem de 61 anos procura uma Unidade Básica de Saúde relatando mal-estar há cerca de 90
minutos, com dor epigástrica em pressão, irradiando para dorso, associada a sudorese fria e
náuseas. É hipertenso, diabético tipo 2 e tabagista. Nega dor torácica típica no momento da
consulta. Ao exame: PA 150/95 mmHg, FC 96 bpm, SatO₂ 96% em ar ambiente, ausculta cardíaca
sem sopros, pulmões sem estertores. A UBS dispõe de eletrocardiograma (ECG), mas não realiza
dosagem de troponina. O ECG mostra: infradesnivelamento de segmento ST de 1 mm em DII, DIII
e aVF, com inversão de onda T em V4–V6.
Qual a conduta diagnóstica mais adequada nesse cenário?
Qual a conduta diagnóstica mais adequada nesse cenário?
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Um homem de 34 anos procura a Unidade Básica de Saúde relatando dor epigástrica há 3 meses,
em queimação, com alívio parcial após alimentação e recorrência noturna. Refere uso diário de
anti-inflamatório não esteroidal (AINE) há mais de 1 ano por lombalgia crônica, sem prescrição
regular. Nega perda ponderal, vômitos persistentes, hematêmese ou melena. Ao exame físico,
apresenta dor à palpação profunda em epigástrio, sem sinais de peritonite.
A UBS dispõe de teste não invasivo para Helicobacter pylori, mas o acesso à endoscopia digestiva alta é restrito e regulado. Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde, o manejo ambulatorial baseado em evidências e as recomendações clássicas da literatura de Medicina de Família e Comunidade, qual é a conduta mais adequada neste momento?
A UBS dispõe de teste não invasivo para Helicobacter pylori, mas o acesso à endoscopia digestiva alta é restrito e regulado. Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde, o manejo ambulatorial baseado em evidências e as recomendações clássicas da literatura de Medicina de Família e Comunidade, qual é a conduta mais adequada neste momento?
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Uma Unidade Básica de Saúde localizada em território urbano atende uma população adscrita
marcada por alta prevalência de doenças crônicas, vulnerabilidade social e uso frequente de
serviços de urgência. A gestão municipal decide reorganizar o processo de trabalho da equipe,
fortalecendo a Atenção Básica conforme as diretrizes da Política Nacional de Atenção Básica
(PNAB), atualizada em 2017. Durante a reunião de planejamento, surgem diferentes propostas de
reorganização das ações da equipe. À luz da PNAB 2017, assinale a alternativa que apresenta a
proposta MAIS adequada para o fortalecimento da Atenção Básica como ordenadora do cuidado e
coordenadora da Rede de Atenção à Saúde.
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Durante atendimento em uma Unidade Básica de Saúde, a médica da ESF atende M.R., 58 anos,
portador de diabetes mellitus tipo 2, com baixa adesão ao tratamento e múltiplas faltas às
consultas. Em visita domiciliar, a profissional identifica agravamento do quadro, com sinais de
infecção em ferida no pé, indicando necessidade de encaminhamento imediato para atenção
especializada.O paciente, lúcido e orientado, recusa formalmente o encaminhamento, afirmando
não desejar internação. A médica registra a recusa no prontuário, mas, preocupada com possível
responsabilização futura, decide não comunicar a situação à equipe multiprofissional nem à
coordenação da UBS, tampouco discute alternativas terapêuticas com o paciente, limitando-se a
respeitar sua decisão.
À luz do Código de Ética Médica (CFM nº 2.336/2023), dos princípios éticos e deontológicos da prática médica e das responsabilidades civil, ética e penal do médico, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada.
À luz do Código de Ética Médica (CFM nº 2.336/2023), dos princípios éticos e deontológicos da prática médica e das responsabilidades civil, ética e penal do médico, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada.
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Uma Equipe de Saúde da Família (ESF) acompanha J.S., 42 anos, pessoa com deficiência física
adquirida após acidente vascular encefálico, com hemiparesia direita e dificuldades de mobilidade
urbana.
J.S. reside em área adscrita com barreiras arquitetônicas importantes, relata dificuldade de acesso à Unidade Básica de Saúde (UBS) e que, em consultas recentes, profissionais decidiram por sua exclusão de grupos educativos sob a justificativa de “limitações funcionais”.
Diante dessa situação, a coordenação da UBS propõe revisar o plano de cuidado à luz da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Pessoa com Deficiência (PNAISPD), do Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e dos Princípios Fundamentais da Constituição Federal.
Considerando o ordenamento jurídico-sanitário brasileiro, qual conduta está mais adequada e juridicamente fundamentada para a Atenção Primária à Saúde nesse caso?
J.S. reside em área adscrita com barreiras arquitetônicas importantes, relata dificuldade de acesso à Unidade Básica de Saúde (UBS) e que, em consultas recentes, profissionais decidiram por sua exclusão de grupos educativos sob a justificativa de “limitações funcionais”.
Diante dessa situação, a coordenação da UBS propõe revisar o plano de cuidado à luz da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Pessoa com Deficiência (PNAISPD), do Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e dos Princípios Fundamentais da Constituição Federal.
Considerando o ordenamento jurídico-sanitário brasileiro, qual conduta está mais adequada e juridicamente fundamentada para a Atenção Primária à Saúde nesse caso?
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Uma mulher de 79 anos, acamada há 10 meses após AVC isquémico extenso, em cuidados
domiciliares pela Equipe de Saúde da Família, apresenta dependência total para atividades de vida
diária, disfagia, incontinência urinária e fecal, e desnutrição moderada (IMC 18,1 kg/m²). Reside
com filha cuidadora principal, com dificuldade de manejo diário e limitações socioeconômicas.
Durante visita domiciliar, a equipe identifica lesão por pressão em região sacral, com as seguintes características:
• Perda total da espessura da pele, com exposição de tecido subcutâneo
• Presença de esfacelo em cerca de 60% do leito
• Exsudato moderado, seropurulento
• Bordas irregulares, maceradas
• Odor discreto
• Dor intensa à manipulação
• Pele perilesional hiperemiada
• Ausência de sinais sistêmicos de infecção
Considerando o caso acima, qual é a conduta terapêutica mais adequada pela equipe de saúde no domicílio?
Durante visita domiciliar, a equipe identifica lesão por pressão em região sacral, com as seguintes características:
• Perda total da espessura da pele, com exposição de tecido subcutâneo
• Presença de esfacelo em cerca de 60% do leito
• Exsudato moderado, seropurulento
• Bordas irregulares, maceradas
• Odor discreto
• Dor intensa à manipulação
• Pele perilesional hiperemiada
• Ausência de sinais sistêmicos de infecção
Considerando o caso acima, qual é a conduta terapêutica mais adequada pela equipe de saúde no domicílio?
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Um homem de 58 anos, acompanhado na Unidade de Saúde da Família, hipertenso e diabético tipo2, ex-etilista pesado (cessou há 3 anos), procura consulta por fadiga progressiva, distensãoabdominal intermitente e edema de membros inferiores há 2 meses. Relata redução do apetite eperda ponderal discreta. Ao exame físico: telangiectasias em face e tronco, eritema palmar, fígadopalpável a 3 cm do rebordo costal direito, baço palpável e ascite de pequeno volume. Pressãoarterial 110/70 mmHg, FC 88 bpm.
Exames laboratoriais solicitados na APS mostram:
• AST: 78 U/L
• ALT: 52 U/L
• FA: 180 U/L
• BT: 2,1 mg/dL (BD: 1,3 mg/dL)
• Albumina: 2,9 g/dL
• INR: 1,6
• Plaquetas: 92.000/mm³
Considerando a principal hipótese diagnóstica, qual a conduta mais adequada?
Exames laboratoriais solicitados na APS mostram:
• AST: 78 U/L
• ALT: 52 U/L
• FA: 180 U/L
• BT: 2,1 mg/dL (BD: 1,3 mg/dL)
• Albumina: 2,9 g/dL
• INR: 1,6
• Plaquetas: 92.000/mm³
Considerando a principal hipótese diagnóstica, qual a conduta mais adequada?
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Um homem de 42 anos, previamente hígido, procura a Unidade de Saúde da Família com tosse
produtiva há 6 semanas, perda de 6 kg, sudorese noturna e febre vespertina. A baciloscopia do
escarro é positiva (2+). O teste rápido molecular para tuberculose (TRM-TB) detecta
Mycobacterium tuberculosis, sem resistência à rifampicina. Radiografia de tórax mostra infiltrado
cavitário no lobo superior direito. Não há comorbidades, uso prévio de tuberculostáticos ou
contraindicações medicamentosas. Qual a conduta terapêutica mais adequada?
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