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Foram encontradas 50 questões.

As universidades públicas têm autonomia para:
I – Estabelecer planos, programas e projetos de pesquisa científica, produção artística e atividades de extensão.
II – Firmar contratos, acordos e convênios.
III – Administrar os rendimentos e deles dispor na forma prevista no ato de constituição, nas leis e nos respectivos estatutos.
IV – Propor o seu quadro de pessoal docente, técnico e administrativo.
São verdadeiras as afirmações:
 

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2270297 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Existem diversos conceitos sobre a Cartografia, no entanto, o principal conceito pelo qual devemos nos guiar é o estabelecido pela Associação Cartográfica Internacional (ACI), em 1991 e posteriormente ratificada pela UNESCO no mesmo ano. Assinale abaixo este conceito.
 

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Assinale a alternativa em que a ordem numérica representa a ordem textual correta.
(1) Eu diria que ele tem um futuro bem previsível.
(2) E, claro, seus opostos são igualmente disseminados, epidemicamente.
(3) São replicáveis e devem vir de cima, do comando, da liderança.
(4)Aspectos como preocupação com qualidade, desejo de servir, prontidão e cuidado com os detalhes não são decisões administrativas, são atributos da cultura.
(5) Entendi.
(6) Esta é uma lei universal: qualquer ambiente é fortemente influenciado pelo estilo do dono ou do líder.
(7) O novo dono não gostava do negócio, comprou o restaurante pensando só no faturamento que, aliás, só caía.
(MUSSAK, Eugênio. O contágio da mediocridade, Revista Você S/A, junho de 2012, com adaptações)
 

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Analise as orações abaixo quanto às regras de ortografia e de acentuação gráfica, e marque a alternativa correta.
 

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2270262 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Na obtenção das latitudes no hemisfério Sul, onde está situado a maior parte do território brasileiro, usando-se o sistema de coordenadas UTM, qual a norma que devemos observar?
 

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2270245 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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O datum geodésico é um ponto de referência a partir do qual a representação gráfica dos paralelos e meridianos, e de tudo o mais que for desenhado em carta, está relacionado. A importância do datum está relacionada a necessidade de projetar um corpo tridimensional (o planeta Terra), em um plano bidimensional, mantendo-se os meridianos e paralelos em cruzamentos ortogonais (em ângulos retos) na carta. A partir do ano 2014, qual o sistema de referência passará a ser oficial no Brasil a ser utilizado como a nova base para o Sistema Geodésico Brasileiro (SGB) e para o Sistema Cartográfico Nacional (SCN)?
 

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A Constituição Federal (Art. 214) e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Art. 87, §1º) determinam a elaboração do plano nacional de educação, estabelecido em lei. Em consequência dessa exigência, o primeiro Plano Nacional de Educação (PNE) foi aprovado pela:
 

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Na atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), educação infantil, ensino fundamental e ensino médio constituem:
 

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Leia o texto abaixo e responda a questão a seguir.
O profissionalismo como religião
Logo que mudei para a França, tive de levar meu carro para consertar. Ao buscá-lo, perguntei se havia ficado bom. O mecânico não entendeu. Na cabeça dele, se entregou a chave e a conta, nada mais a esclarecer sobre o conserto. Mais à frente, decidi atapetar um quartinho. O tapeceiro propôs uma solução que me pareceu complicada. Perguntei se não poderia, simplesmente, colar o tapete. O homem se empertigou: “O senhor pode colar, mas como sou profissional, eu não posso fazer isso”. Pronunciou a palavra “profissional” com solenidade e demarcou um fosso entre o que permite a prática consagrada e o que lambões e pobres mortais como eu podem perpetrar.
Acostumamo-nos com a ideia de que, se pagamos mais ou menos, conseguimos algo mais ou menos. Para a excelência, pagamos generosamente. Mas lembremo-nos das milenares corporações de ofício, com suas tradições e rituais. Na Europa – e alhures –, aprender um ofício era como uma conversão religiosa. O aprendiz passava a acreditar naquela profissão e nos seus cânones. Padrões de qualidade eram cobrados durante todo o aprendizado. Ao fim do ciclo de sete anos, o aprendiz produzia a sua “obra prima”, a fim de evidenciar que atingira os níveis de perfeição exigidos. Em Troyes, na França, há um museu com as melhores peças elaboradas para demonstrar maestria na profissão. Carpinteiros alardeavam o seu virtuosismo pela construção meticulosa das suas caixas de ferramentas. Na Alemanha, sobrevivem em algumas corporações de ofício as vestimentas tradicionais. Para carpinteiros, terno de veludo preto, calça boca de sino e chapéu de aba larga. É com orgulho que exibem nas ruas seus trajes.
Essa incursão na história das corporações serve para realçar que nem só de mercado vive o mundo atual. Aqueles países com forte tradição de profissionalismo disso se beneficiam vastamente. Nada de fiscalizar para ver se ficou bem feito. O fiscal severo e intransigente está de prontidão dentro do profissional. É pena que os sindicatos, herdeiros das corporações, pouco se ocupem hoje de qualidade e virtuosismo. Se pagarmos com magnanimidade, o verdadeiro profissional executará a obra com perfeição. Se pagarmos miseravelmente, ele a executará com igual perfeição. É assim, ele só sabe fazer bem, pois incorporou a ideologia da perfeição. Não apenas não sabe fazer de qualquer jeito, mas sua felicidade se constrói na busca da excelência. Sociedades sem tradição de profissionalismo precisam de exércitos de tomadores de conta (que terminam por subtrair do que poderia ser pago a um profissional com sua própria fiscalização interior). Nelas, capricho é uma religião com poucos seguidores. Sai bem feito quando alguém espreita. Sai matando quando ninguém está olhando.
Existe uma relação entre o que pagamos e a qualidade obtida. Mas não é só isso. O profissionalismo define padrões de conduta e excelência que não estão à venda. Verniz sem rugas traz felicidade a quem o aplicou. Juntas não têm gretas, mesmo em locais que não estão à vista. Ou seja, foram feitas para a paz interior do marceneiro e não para o cliente, incapaz de perceber diferenças. A lâmina do formão pode fazer a barba do seu dono. O lanterneiro fica feliz se ninguém reconhece que o carro foi batido. Onde entra uma chave de estria, não se usa chave aberta na porca. Alicate nela? Nem pensar! Essa tradição de qualidade nas profissões manuais é caudatária das corporações medievais. Mas sobrevive hoje, em maior ou menor grau, em todo o mundo do trabalho. O cirurgião quer fazer uma sutura perfeita. Para o advogado, há uma beleza indescritível em uma petição bem lavrada – que o cliente jamais notará. Quantas dezenas de vezes tive de retrabalhar os parágrafos deste ensaio?
Tudo funciona melhor em uma sociedade em que domina o profissionalismo de sua força de trabalho. Mas isso só acontecerá como resultado de muito esforço em lapidar os profissionais. Isso leva tempo e custa dinheiro. É preciso uma combinação harmônica entre o aprender o gesto profissional, desenvolver a inteligência que orienta e o processo quase litúrgico de transmissão dos valores do ofício. Em tempo: amadores não formam profissionais.
(CASTRO, Claudio de Moura. Revista Veja, 1 de junho de 2011. Com adaptações.)
Assinale a alternativa em que o trecho representa a opinião do autor do texto.
 

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2270214 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Os seres humanos sempre tiveram grandes curiosidades sobre o Universo e sobre a forma do nosso planeta Terra. Na Índia antiga, pensava-se que a Terra se apoiava sobre 4 grandes elefantes, que simbolizavam a terra, o ar, a água e o fogo, que por sua vez se apoiavam sobre uma tartaruga gigante que representava força e eternidade. Erastóstenes a cerca de 2.200 anos antes do presente descobriu que a Terra era redonda. Atualmente, quais modelos (ou qual modelo) da forma da Terra são (ou é) usados (usado) na Cartografia, dependendo da escala de representação?
 

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